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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

Tumbérgia-erecta

Planta pertencente à família Acanthaceae e originária da África, a tumbérgia-arbustiva, é também conhecida popularmente por manto-de-rei, este último por ser a planta bastante folheada, com coloração em verde marcante, que cresce bastante rápido, formando um lindo manto por cima de determinadas superfícies.

A espécie possui a sua altura mínima de aproximadamente 1 m, podendo crescer um pouco mais, atingindo desde os seus 1,2 m até 1,8 m. Quando cultivada em bom estado e seguindo as regras para o plantio, a espécie pode chegar até 2,4 m de altura, podendo crescer ainda mais dependendo das suas variações.

Deve ser plantada sob sol pleno ou utilizando meia sombra para propagação. Vale lembrar que o seu ciclo de vida é perene, o que contribui ainda mais para um crescimento mais acelerado.

A tumbérgia-arbustiva é uma planta considerada ereta e bastante arbustiva, possuindo muitas flores e folhas. As folhas, por exemplo, são pequenas, opostas e crescem em grande volume, possuindo uma coloração verde escura, sem muita diversidade de tons neste caso.

Todas as folhas possuem um formato oval, sendo consideradas bem ovaladas. Seu caule é bastante texturizado, grande e possui tons de cinza em toda a sua extensão. Além disso, é bastante ramificado, dando ainda mais sustentação para a espécie.

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As flores
Suas flores são muito numerosas e crescem perto uma das outras, criando um grande efeito ornamental.  São especialmente axilares, grandes e tubulares, formando pequenos tubinhos ao longo da extensão da espécie. Possuem coloração azul com o centro amarelo na maioria das suas variedades.

A floração ocorre durante todo ano, mas principalmente na primavera e verão. Uma de suas variedades costuma apresentar uma grande quantidade de flores brancas com o centro amarelo. São flores muito perfumadas e perfeitas para atrair beija-flores, mamangavas e borboletas.

Ornamentação
É um arbusto bastante florífero e por isso pode ser usado em larga escala como forma de ornamentação. É uma excelente escolha para formar cercas vivas em jardins grande sou pequenos, além de ser ótima para formas bonitos renques.

As superfícies mais eficazes para formar o que a espécie mais se propõe são os grandes muros, que acabam espalhando a espécie por toda a sua extensão, deixando todo o jardim bastante atraente.

Seu cultivo deve ser sempre sol pleno, já que a sua forma mais compacta só se mostra nestas condições. Em meia sombra a planta consegue se estender bem mais, não se tornando tão fácil para manusear.

Para contribuir com esta parte compacta, é preciso saber como usar as podas de formação para deixar o jardim muito mais bonito. Sobre suportes apropriados pode ser considerada uma bela trepadeira, sendo cultivada como tal.

Assim, a espécie se torna ainda mais flexível, contribuindo bastante para a ornamentação de locais fechados, abertos ou públicos, como praças e vielas.

Pode ser plantada como planta isolada, mas também não impede de ser cultivada com outras espécies junto a ela. É facilmente adaptável à uma ampla faixa de condições climáticas e por isso é usada em diversos lugares do mundo, não tolerando muito bem o frio intenso, geadas ou longos períodos de secas.

Os climas preferíveis para cultivar a espécie são os cimas subtropical e tropical, considerados os mais quentes, já que a planta precisa do calor para se desenvolver corretamente. É uma espécie bastante versátil e que se encaixa perfeitamente em qualquer tipo de ambiente.

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Formas de cultivo
Para plantar corretamente a planta e ter o resultado final esperado, é preciso seguir a risca algumas regrinhas, como tipos de climas para o plantio, solo bem tratado, formas de multiplicação e outros.

Para começar a cultivar a primeira mudinha de tumbérgia-arbustiva, é preciso ter um solo com boas condições, bem drenado e com muita matéria orgânica sob a cova de plantio. Além disso, a terra para cultivo deve ser bem fértil ao longo de todo o crescimento da planta.

Adubações anuais e regas regulares também são extremamente necessárias para que a espécie se desenvolva da melhor maneira possível, sem causar muito estresse ao jardineiro.

Tolera de forma moderada períodos curtos de seca, mas que não podem se estender durante todo o mês.

Uma de suas características mais marcantes e que deve ser conhecida na hora de plantar as mudinhas da espécie é que, apesar de ter uma folhagem com ciclo de vida perene, a planta acaba se comportando como uma boa e velha decídua em locais com clima predominantemente temperado, sempre rebrotando com bastante vigor na primavera, sendo esta época a mais comum de ocorrer as suas florações tão perfumadas.

Multiplicação
A sua multiplicação como planta pode ser feita de duas formas bastante distintas. Uma delas é através de sementes, sempre que possível e elas forem numerosas o suficiente para isto.

Porém, a propagação mais comum e eficaz para a espécie é através de estaquia junto a planta-mãe.

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rosa-trepadeira-vermelha

O nome científico da Rosa trepadeira é Rosa hybrid. É uma família de roseiras híbridas, desenvolvidas especialmente, para cumprir com essa função, contendo flores mais bonitas e ainda galhos com maior flexibilidade.

Essa planta é como se fosse um arbusto escandente, já que não possui sustentação que permita fixar num suporte, para que a mesma tenha a aparência de trepadeira, é necessário que seja amarrada.

É uma planta perene e pertence à família das Rosaceae e sua origem é o Japão, e parte da região asiática.

Seu porte é ligeiramente grande, chegando a medir até 06 m de altura. Quase sempre as flores dessa roseira apresentam um suave perfume, alcançando um tamanho piramidal, com diversas cores, dentre elas: amarela, branca, rosa e vermelha, despontando quase todo o ano, especialmente durante a primavera.

Ela apresenta um fino caule, flexível e longo e para se desenvolver precisa de bastante luminosidade solar.

Todas as roseiras preferem bastante umidade, entretanto, sem deixar que o solo fique encharcado. É importante que se regue entre duas e três vezes por semana, especialmente entre os meses mais quentes do ano e somente uma vez nos meses mãos frios.

A preferência do clima pra essa roseira é frio e ameno.

As podas devem ser feitas de formas anuais, leves e proporcionando a renovação.

Essa planta gosta bastante de se desenvolver num solo areno-argiloso, que possua grande parte de matéria orgânica e ainda uma drenagem adequada, podendo suportar tranquilamente os ventos. Apesar disso é uma roseira bastante delicada, que pede um pouco mais de cuidado que outros tipos de plantas.

O melhor tipo de fertilização feita para essas roseiras é o uso de NPK, com a fórmula 06-12-06, colocando o produto em volta do caule, mas não diretamente nele.

O plantio delas é perfeito para serem colocadas em muros, paredes, cercas, pórticos, e pilares, entretanto, é necessário que se faça a amarração adequada.

A forma de se plantar a roseira é através de estaquia de galhos, especialmente durante o verão e a primavera.

Cada muda ensacada dessa roseira sai em média por R$ 3,00, vendida nas cidades produtoras, como Holambra. Porém, nas floriculturas o valor é mais alto.

Qualquer pessoa que esteja habituada a lidar com roseiras sabe que a roseira trepadeira é bem mais resistente que as outras, tendo um perfeito desenvolvimento, se estiver num ambiente adequado. Elas resistem melhor ao ataque das pragas e precisam de quase nenhum monitoramento durante a fase de crescimento.

Além de regar normalmente, fazer uma pequena poda e acrescentar os fertilizantes corretos, os únicos trabalhos que se tem com essa planta, o que mais se fazer é sentar e apreciar a beleza e o perfume das flores durante a época de verão e primavera. Esse tipo de roseira é bastante escolhido por aquelas pessoas que não têm grande experiência no cultivo, pois não requer uma criteriosa manutenção e cuidados, mas ainda assim é dotada de grande beleza.

Materiais que Devem ser Usados no Cultivo
*
01 Vaso com tamanho aproximado de 40 cm de diâmetro;
* 01 Pacote de Cascalho para ser depositado no fundo do vaso;
* 01 Pacote de terra da o envasamento;
* 01 Muda de Roseira trepadeira;
* 01 Pacote de cobertura vegetal, mas não solta, em pedaços;
* 01 Pacote de Fertilizante com numeração 10-54-10
* 01 Tesoura própria para se fazer a poda da roseira.

Procedimentos de plantio
*
A primeira coisa a se fazer é por no vaso uma camada que possua aproximadamente 05 centímetros de cascalho, para que o mesmo cubra o fundo do recipiente. Até a metade do vaso, cubra com a terra de envasamento.
* Retire a roseira trepadeira do saco que a envolve e faça a separação cuidados da raiz principal e das raízes exteriores, para fazer com as mesmas cresçam com maior facilidade no solo.
* Force um buraco no meio do vaso e no lugar disponha a roseira, de forma que fique na mesma profundidade que estava no saco de muda. Cubra toda a volta com o restante da terra de envasamento e reforce ao redor da base da roseira usando a força das mãos.
* Depois que tiver plantado a muda, ponha água na nova roseira. Logo depois, coloque uma leve camada de cobertura vegetal de aproximadamente 2,5 cm sobre a terra de envasamento, mas tomando cuidado para que ela não chegue muito perto do caule da roseira.
* Deixe o vaso num lugar que bata sol direto durante mais ou menos seis horas e regularmente.
* Durante a época do crescimento é importante que se mantenha roseira podada, fazendo a remoção das flores mais velhas. Esse procedimento irá contribuir para um novo florescimento da roseira em toda sua fase de renovação.
* É importante que a rega seja feita todos os dias, para que a terra seja mantida úmida e envasada o suficiente.
* Faça a fertilização da roseira sempre depois do surgimento das primeiras flores. Faça a mistura da água com o fertilizante, de acordo com as instruções trazidas na embalagem, tudo adequado com o diâmetro do vaso. Ponha a mistura ao redor da base da roseira, tomando cuidado para não colocar na folhagem. Faça essa fertilização ao menos uma vez durante o mês quando estiver em crescimento.
* Durante o período do inverno, ponha o vaso com a roseira num ambiente fechado, como uma garagem para que o mesmo seja protegido do frio. Essas roseiras que são cultivadas em vasos não se adaptam bem ao inverno, pois os vasos não protegem adequadamente as raízes das mais severas temperaturas.
* Caso queira proporcionar uma maior proteção à planta, deixe-a enrolada num serapilheira quando ficar em ambiente fechado.
* Sempre faça a poda da roseira entre o fim do inverno e o início da primavera, período em que a mesma se encontra em estado dormente. Remova aproximadamente um terço da planta, retirando os tocos até chegar ao broto. Remova pouco acima do broto e trace um corte voltado para o lado de fora, fazendo um ângulo com 45º.

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O Cipó-uma é uma planta da família Vitaceae e tem origem na América do Sul. Trata-se de uma trepadeira perene, própria para a decoração de ambientes internos.

Seu caule é caule ramificado, com ramos delgados, de cor castanha, recobertos de pelos e dotados de gavinhas para fixação.

As folhas são compostas e margens denteadas. Algumas variedades possuem margens quase inteiras enquanto outras têm margens profundamente denteadas, praticamente lobadas. Quando jovens, os folíolos são claros, revestidas de tricomas e à medida que amadurecem adquirem uma cor verde-escura e brilhante.

É uma planta excelente para crescer em locais semi-sombreados e até mesmo em interiores.

Seu crescimento é moderado e sua folhagem muito exuberante, tornando-a uma opção interessante para pendurar na sala, em cestas suspensas ou mesmo em jardineiras, é uma trepadeira rústica, ela é rústica.

Há duas principais formas de conduzi-la: como trepadeira, oferecendo-lhe suporte para que se fixe com suas gavinhas, ou como planta pendente, plantada em vasos ou cestas suspensas. Seja qual for o modo escolhido, vale à pena plantá-la, pois é uma espécie muito ornamental.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, meia-sombra ou luz abundante difusa, em substrato bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Sendo uma planta típica de clima subtropical, viceja melhor em locais de verão não muito quentes e aprecia o frio invernal para hibernar.

As fertilizações bimestrais durante o crescimento vegetativo estimulam o desenvolvimento de uma folhagem brilhante e saudável. Sua multiplicação é feita por estacas postas a enraizar em local protegido, no período da primavera.

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Planta ornamental é toda planta cultivada por sua beleza. São muito usadas na arquitetura de interiores e no paisagismo de espaços externos.

As espécies ornamentais foram selecionadas pelos humanos a partir de caracteres visualmente atraentes, como flores e inflorescências vistosas, coloridas e perfumadas, folhagens de cores e texturas distintas, formato do caule, ou por seu aspecto geral.

Ao longo do tempo, os homens perceberam que poderiam aprimorar qualidades desejáveis em uma planta a partir de cruzamentos entre indivíduos particularmente bem dotados.

Assim começaram a surgir novas variedades, com novas cores, flores maiores e mais duráveis, mais resistência ao clima ou a predadores. As rosas, por ecemplo, cultivadas há milênios no Oriente Médio, já não se apresentam mais em seu estado original, mas a imensa variedade de formas e híbridos obtidos ao longo de todos esses anos de cultivo são sintomáticos da capacidade humana de transformar a natureza para atender suas necessidades.

A descoberta da América em 1942 trouxe ao Velho Mundo uma nova fonte de plantas ornamentais completamente diferentes das que se cultivava havia milênios.

Bromélias, orquídeas, aráceas e muitas outras foram prontamente levadas à Europa e se tornaram extremamente populares. As expedições ao Sudeste asiático a partir do século XVI revelaram aos europeus outra grande fonte de espécies desconhecidas e exóticas, que até hoje concorrem com as espécies americanas em popularidade nas estufas e jardins tropicais.

A demanda por plantas ornamentais americanas abriu brecha para a coleta indiscriminada e o tráfico de plantas, que, quando não extinguiu, reduziu drasticamente as populações naturais de tais espécies. Algumas, por outro lado, adaptaram-se perfeitamente aos novos ambientes em que foram introduzidas e tornaram-se ´çantas daninhas;.

Apesar da coleta ilegal ser ainda praticada, as plantas ornamentais são hoje cultivadas em fazendas, e movimentam um mercado bilionário no mundo inteiro, cuja demanda só faz crescer. Algumas cidades brasileiras, como Holambra ou Suzano, vêem na produção de plantas ornamentais uma de suas principais atividades econômicas.

As plantas ornamentais foram selecionadas pelos humanos a partir de características como flores, cores, aromas, folhagem, texturas, formato de caule entre outros, que formam caracteres visualmente atraentes.

Novas variedades de plantas ornamentais surgiram a partir do cruzamento entre espécies, como por exemplo, as rosas, que foram cultivadas há milênios no Oriente Médio, não se apresenta em sua forma original, fruto da capacidade humana de transformar a natureza de acordo com suas necessidades.

As plantas ornamentais podem ser divididas em várias categorias, conforme seus aspectos morfológicos, hábitos de crescimento e usos mais frequentes:

Árvores
As árvores são vegetações de características lenhosas, copas definidas e sua forma adulta atingem mais de seis metros. Como ornamento as árvores produzem sombras, diminuem a amplitude térmica, amenizam a poluição sonora e do ar, atrai pássaros e os abrigam, formando belas paisagens. Existem várias espécies como o chorão (Salix babilonica), flamboiã (Delonix regia), espatodea (Spathodea campanulata), entre outros.

Arbustos
São vegetações geralmente lenhosas e possuem bifurcação de baixa estatura ou perto do solo, e sua forma adulta é inferior a seis metros. Como ornamentos os arbustos servem para delimitar superfícies, contemplam linhas arquitetônicas, esconde ou destaca vistas pouco estéticas, entre outros. Algumas espécies como espirradeira (Nerium olander), Azaléias (Rhododendron), Hortênsias (Hydrangea macrophylla) são bastante utilizadas.

Trepadeiras
São vegetações lenhosas que necessitam de suportes para se desenvolverem. São classificadas em: Volúveis, Samentosas, Cipós e Arbustos escandentes. Como ornamentos são apreciadas para cobrir muros, separa um ambiente de outro, substitui arbustos em locais estreitos. Espécies como cipó-de-são-joão (Pyrostegia venusta), Alamanda (Allamanda cathartica) e Glícinia (Wisteria sinensis), são bastante utilizadas.

Palmeiras e cicadáceas
Este tipo de planta possui variados portes e aspectos característicos de tronco e copa. Suas folhas são pinadas, coriáceas e flabeladas, organizadas em hélice e possuem uma silueta esbelta. Como ornamento serve para caracterizar regiões, complementar linhas arquitetônicas, atrair pássaros, entre outros. Como exemplo pode-se citar o Açaí (Euterpe oleracea), Butiá (Butia eriospatha), etc.

Plantas herbáceas
As herbáceas se caracterizam por possuírem caules lenhosos ou semi-lenhosos e variados tipos de porte. São cultivadas em locais com ou sem sombra. Como ornamento, plantas deste tipo servem para criar paisagens atrativas dependendo de suas cores e floração.

Plantas de forração
Essas plantas se caracterizam por possuírem crescimento horizontal e geralmente cobrem superfícies do solo. Como ornamentos servem para proteger o solo contra erosões, formam desenhos ou emblemas em paisagismos, entre outras. Exemplos: Trapoeraba (Tradescantia sp.).

Gramados
Os gramados são formados por famílias de gramíneas e são utilizadas em ornamentos para forrar solos funcionando com um tapete, são usadas em campos de futebol, diminui o brilho do sol, entre outras. Exemplo: Grama coreana (Zoysia matrella).

Plantas aquáticas
São plantas que vivem em locais aquáticos podendo ser flutuantes, emergentes, submersas e palustres. Como ornamentos servem para enfeitarem lagos artificial, diminuem o brilho da água parada, entre outros. Exemplo: Aguapé (Eichornia crassipes).

Plantas suculentas
Este tipo de planta habita regiões áridas e possuem como características tecidos carnosos ricos em água. Como ornamento as plantas suculentas servem para caracterizar regiões. Exemplo: avelós (Euphorbia tirucalli).

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