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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

Clematis-x-hybrida

Mesmo sendo um gênero das trepadeiras, o que muitos entendem por conter apenas folhas verdes, a Clematis x hybrida tem uma textura semi-lenhosa. Esta espécie também abrange o grupo das herbáceas em que a folhagem pode ser vede ou decídua. Essas plantas são originárias do hemisfério norte, aonde muitas herbáceas tem surgido também. Mesmo vindas do norte do globo, elas estão habituadas a climas bem temperados e podem se adaptar facilmente a esses locais.

A Clematis possui diversas espécies diferentes, originando uma caracterização bem peculiar entre as diferentes plantas trepadeiras. Ocorrem cerca de 290 espécies diferentes para este mesmo gênero, o que dificulta e muito o trabalho dos pesquisadores para que cada uma delas seja identificada e tenha as suas principais características estudadas.

De todas as variedades descobertas, muito já se foi estudado, inclusive o cruzamento que pode gerar mais hibridizações e caráteres genéticos totalmente diferentes. Nessas pesquisas, quase 500 espécies puderam ser geradas através de um melhoramento genético.

Clematis

Flores
As flores da espécie Clematis são isoladas, mas servem para determinar belas paisagens em diversos jardins e quintais. Quando as flores não nascem de forma separadas, elas começam a crescer em grupos, que podem variar muito em formatos e tamanhos. Dependendo da variedade, elas podem ser bastante diversas, sendo facilmente identificadas de espécie para espécie.

A floração pode ocorrer de forma simples ou dobrada. Além disso, podem crescer de maneira simples ou plana ou podem ser campanuladas, se desenvolvendo com as pétalas estreitas e bastante largas em relação a outras espécies.

As cores das flores podem ser das mais diversas. Na maioria das vezes elas crescem em dégradé, possuindo longos estames e com um tufo bem no centro de todas as flores.

No meses quentes como o verão, é que a floração da “clematis” começa a surgir. É nesta época que os jardineiros de plantão devem procurar as sementes dessa trepadeira para começar a planta-las. As flores nascem de forma rápida quando cultivadas nas épocas de muito calor.

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Cultivo
O cultivo dessas trepadeiras é de longe o mais simples entre os jardins. Estas espécies precisam de suportes para se desenvolver corretamente. Dessa maneira, usando treliças ou árvores e até mesmo outros apoios são possíveis cultivar a clematis de forma eficaz.

Outro fator essencial para o crescimento desta espécie é a adubação. De longe, a adubação da clematis tem que ser complexa, já que pode ser feita anualmente. Dessa forma, o cultivo fica muito mais simples. As podas frequentes também ajudam no rápido desenvolvimento da trepadeira, já que contribuem para o adensamento da mesma.

Projetos paisagísticos
Não é a toa que os especialista em jardins, sempre indicam a clematis como uma opção de projeto paisagístico. As flores espetaculares e as sua folhagens super atraentes, garante um aspecto bem diferente a qualquer quintal ou jardim. Além disso, podem atrair insetos que ajudam a enaltecer o ambiente, seja ele qual for. Assim, borboletas estarão sempre rodeando o seu jardim em busca do perfume atraente da sua clematis.

Não são só as suas características externas que proporcionam tamanho utilidade em projetos paisagísticos. Depois que a trepadeira já estiver bem estabelecida, o que leva mais ou menos um ano para acontecer, ela se torna bem mais resistente a cada dia, evitando que pragas e insetos indesejáveis entrem pela sua estrutura adentro. Por este motivo, as clematis são consideradas de baixo custo. Não é necessário uma grande manutenção para que ela fique sempre saudável e bonita no sue jardim.

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Plantio
A trepadeira do gênero clematis deve ser plantada em um local onde o sol bata quase que o dia todo, deixando-o pleno sobre as suas folhagens e flores. No que diz respeito ao solo, ele deverá ser bastante fértil e bem drenável. Não esqueça de enriquecer bem as suas terras com muita matéria orgânica antes mesmo de colocar a sementinha da sua trepadeira no local ensolarado. Lembre-se também que o solo deverá ser irrigado sempre que for possível. O ideal é que este processo seja feito de forma regular.

O solo deverá ser fértil e rico em matéria orgânica e enriquecido com farinha de osso, bem drenado, com regas regulares. A falta de água, assim como o encharcamento, prejudicam seu desenvolvimento.

Embora não seja obrigatório, seria altamente recomendado fazer adubações anuais com esterco de gado bem curtido e farinha de osso ou adubo químico, 04-14-08.

A clematis é considerada uma planta muito delicada e também exigente. Por isso, ela não tolera variações de clima muito bruscas e muito menos as grandes secas que ocorrem em determinados estados do Brasil. Neste caso, evite também as terríveis geadas e o encharcamento do solo ao ser irrigado. Quando fortes chuvas caírem sob a planta, não faça rega por um bom tempo.

Mesmo não suportando as grandes geadas, a clematis aprecia o frio e detesta o calor excessivo. Por isso, ela é muito cultivada em locais de clima temperado, que sempre variam a temperatura do jeitinho que a trepadeira gosta: com sol, mas sem muito calor e um certo friozinho na parte da tarde. Além de adorar o clima temperado, ela também pode se desenvolver bem em locais de clima subtropical ou tropical de altitude.

Clematis-x-Hybrida

Multiplicação
Um fator importante da clematis é a sua multiplicação. Esta espécie de trepadeira pode se multiplicar de diversas maneiras. A primeira delas é por estaquia. Este método consiste na reprodução assexuada das plantas por inúmeras estacas presas ao caule, raízes e folhas. Quando colocadas em meio úmido, elas começam a desenvolver as espécies novas.

As outras formas de propagação da espécie são a mergulhia e alporquia. A primeiro é uma forma de reprodução um pouco complexa em que se dobra o ramo da planta-mãe, enterrando-o posteriormente ao solo. Já o segundo modo é a formação de raízes através da reprodução assexuada.

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Também conhecida por cacto-coração e flor-de-cera a planta-coração é uma trepadeira herbácea, epífita e suculenta, da família Apocynaceae e originária da Ásia. Como seu próprio nome já diz conta com as suas folhas em formato de coração.

Por este motivo essa flor-de-cera é conhecida e cultivada no mundo inteiro. Seus ramos produzem raízes aéreas que quando está em seu habitat correto absorvem nutrientes da matéria orgânica acumulada em forquilhas das árvores. Suas folhas são consideradas cordiformes e brilhantes, opostas e ainda de cor verde clara.

Podem ser encontradas de formas variegada com as suas margens das folhas de cor branco creme. Como as várias outras flores de cera a sua inflorescência é considerada do tipo umbela, pendente e ainda muito durável.

Costuma florescer no verão, apresentando uma grande quantidade de flores cerosas, pequenas e ainda contam com um perfume suave. As flores são uma sobreposição de duas estrelas.

A maior que deverá ficar na base é a chama corola, a menor que fica no ápice é a corona, a planta corola é branca e a corona vermelha. Os ramos produzem raízes aéreas, que em seu habitat, são responsáveis por absorver nutrientes da matéria orgânica acumulada nas forquilhas das árvores.

As folhas são brilhantes, opostas e de cor verde clara. Ocorre ainda uma forma variegada, com as margens das folhas de cor branco-creme. Como outras flores-de-cera, sua inflorescência é pendente e muito durável.

Floresce no verão, apresentando numerosas flores cerosas, pequenas, hirsutas e com perfume suave. As flores são uma sobreposição de duas estrelas. A maior, na base é a corola, enquanto a menor, no ápice é a corona. A corola é branca e a corona é vermelha.

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Como plantar a planta-coração
Há duas principais formas de plantar e utilizar a planta coração. A primeira e mais comumente vista em viveiros é fazendo uma estaquia das folhas, em pequenos vasos, da mesma forma como na foto do artigo. Assim o formato de coração da folha é valorizado.

A segunda, que geralmente se segue à primeira depois que adquirimos a planta, é deixá-la crescer livremente como trepadeira, replantando em um vaso maior e oferecendo-lhe algum suporte, como treliças, grades, cercas, etc. Inicialmente o crescimento da planta-coração é bastante lento e em fases.

O crescimento da planta coração é muito lento e acontece em fases. Depois que ela cresce um pouco e apresenta uma dezena de folhas, seu crescimento vai tornando-se gradativamente mais rápido e intermitente. Pode demorar anos para florescer pela primeira vez. É ideal para pátios, varandas e interiores bem iluminados.

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Esta planta deverá ainda ser cultivada sob meia sombra ou até mesmo luz difusa, em um solo drenável e enriquecido com matéria orgânica, irrigado regularmente, sem tolerar o encharcamento, apodrecendo rapidamente as raízes.

Este tipo de planta deverá apreciar o calor tropical e ainda reduzir as regas de inverno. Ela aprecia a fertilização orgânica leve tanto na primavera como no verão. O sol direto deverá provocar uma queimadura nas folhas.

Outra particularidade interessante é que a planta aprecia vasos apertados e se multiplica facilmente por estaquia de folhas ou ramos, que poderão ficar postos para enraizar um substrato humoso e ainda drenável.

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A Congéia é uma trepadeira típica da primavera e muito comum entre as plantas dessa categoria. Pertence à família Verbenaceae e tem sua no continente asiático, mais precisamente da Birmânia, Índia, Malásia e Tailândia.

Quando cultivada sob as condições de luminosidade, solo e umidade correta, ela pode crescer até 6 m de altura e apresenta seu ciclo de vida perene, o que significa que você terá uma planta que floresce o ano todo.

Inclusive o florescimento dessa planta é conhecido no mundo inteiro pelo seu poder decorativo. As folhas da Congéia são elíptica um pouco ovaladas e apresentam-se em uma cor verde clara e com algumas nervuras bem marcadas o que se tornou uma característica forte dessa planta.

As flores, mesmo sendo de uma planta com ciclo de vida perene, elas só aparecem no final do inverno e no início da primavera. Elas são brancas, bem pequenas e discretas e tem um tempo de duração bem longa. A cor muda de acordo com o tempo variando do rosa para o roxo e na sua fase final ficam na cor cinza e esse processo vai durar algumas semanas para acontecer.

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A Congéia é tipicamente uma planta tropical, mas ela se adapta facilmente em qualquer tipo de clima. Cultivada sob o sol pleno, em um solo fértil e estando enriquecido com matéria orgânica própria, você precisará apenas irrigar corretamente e com uma periodicidade correta.

A multiplicação da Congéia pode ser feita por estaquias ou por sementes. Existe um terceiro método, chamado alporquia, mas esse método só pode ser feito após o seu florescimento.

Cultivo
Por ser uma trepadeira, a Congéia vai se adaptar sempre muito bem em regiões onde o clima é maior e não reagirá muito bem ao clima frio. Para quem mora em países onde o clima tradicional é temperado, é importante que a planta seja protegida durante o inverno. Essa proteção deve ser feita em estufas onde pode-se simular a temperatura ideal para a Congéia.

A Gongéia não é uma planta difícil de ser. Em primeiro lugar deve-se escolher o lugar e isso deve ser bem analisado, pois a Congéia precisa de um espaçamento sempre de pelo menos 1 m entre uma rama e outra.

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Isso é necessário porque ela se espalha bastante e se for plantada muito junta faltará espaço para a flor se desenvolver bem. O ideal é que seja escolhido um lugar de pleno sol para que a planta receba bem os raios solares durante o dia todo.

Escolhido o lugar ideal, é necessário agora fazer a cova em um tamanho que caiba uma mão fechada. Nessa cova, deve ser colocado com muito cuidado a muda da Congéia e o buraco preenchido com terra rica em composto orgânico. É importante sempre lembrar de que é indicado fixar bem a muda na terra para que ela cresça bem e sem nenhuma deformidade.

Depois que as primeiras folhas começarem e dominar o jardim, é importante que se faça uma poda para que o crescimento da Congéia seja mais perfeito ainda. Essa poda além de ajudar a planta crescer igualmente, ela ainda vai fortalecer os galhos que crescerão depois dessa primeira poda. O ideal é cortar pelo menos 20 cm da ponta da planta para realizar esse procedimento certo.

Na primeira fase da planta, é importante que seja regada todos os dias pois ela vai precisar de solo muito úmido. Quando as raízes se soltarem da terra e das mudas, já pode distribuir Congéia como preferir e começar a ornamentar o jardim.

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Abuse dos renques
A melhor forma de você fazer a Congéia crescer perfeitamente e exatamente com o espaçamento que ela precisa, você deve usar renques. Não sabe o que são renques? Muito simples, são uma espécies de moitas só que bem grandes. Elas são usadas para colocarem mudas de uma mesma espécie de planta para que o crescimento seja perfeito.

Colocando as Congéias em renques, quando o florescimento delas começar a aparecer, a sua planta cobrirá todo o chão e você terá um lindo tapete de planta no seu jardim. Você pode aproveitar os renques e fazer uma decoração mais especial construindo caminhos ou passarelas.

Este tipo de planta floresce no inverno e início da primavera com suas pequeninas flores discretas, circundadas por brácteas em forma de uma hélice, que mudam de cor gradativamente à medida que o tempo vai passando.

Do rosa para o roxo, depois para o cinza, é lindo de ver congéias em grupo. As flores são tão densas que mal se podemos ver a sua folhagem. A planta gosta de clima tropical e sol pleno, mas se encaixa bem em jardins, compondo cercas, muros e grades, servindo de suporte em caramanchões, pérgolas e pórticos, ou ainda como uma linda cerca.

Podá-las após o florescimento ajuda na formação e estimula ainda mais seu adensamento. Num país de clima temperado, recomenda-se protegê-las em estufa durante o inverno, pois a congéia não suporta geadas ou nevascas.

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A Madressilva é uma espécie de trepadeira amplamente muito ornamental usada nos jardins e quintais pelo mundo. Seu único nome popular é Madressilva, muito conhecida pelos habitantes do seu local de origem. Ela é da família Caprifoliaceae e apesar desta espécie ser originária de países asiáticos como Japão e a China, onde ainda é bastante plantada para a ornamentação de jardins, pátios e quintais de pequeno, médio ou grande porte.

A Madressilva é considerada de médio a grande porte, já que quando bem cultivada, pode atingir entre 6 a 9 m de altura. Como muitas da sua categoria, possui um ciclo de vida perene e aceita uma forma de cultivo a meia sombra, além do bom e velho sol pleno.

Características
É um arbusto tipo liana, mas se desenvolve com características de trepadeira. É uma planta semi-lenhosa, com uma folhagem bem volumosa e grande.

Além disso, é muito ramificado, o que impossibilita a verdadeira identificação da sua dimensão. Seus ramos são muito verdes e até mesmo flexíveis, com folhas de mesma cor, ovais e macias quando se toca nas mesmas.

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Flores
A trepadeira possui flores imensas e que chamam a atenção não só pela beleza, mas também pelo seu design. São brancas e tubulares, de tamanho grande, bastante atraentes para insetos e outros animais polinizadores.

Com o tempo, essas flores vão se tornando mais amareladas, não deixando a sua beleza legítima para traz. Muitos jardineiros preferem as flores brancas, mas para isso, é preciso replanta-las na época de seu florescimento para que as flores maduras não apareçam, ficando as belas e jovens pétalas brancas.

Com o amadurecimento das mesmas, há o surgimento de um odor característico das flores, muito agradável. A espécie floresce desde a primavera até o verão, onde as flores começam a adquirir a sua coloração amarelada.

Cultivo
Existem algumas técnicas de cultivo que podem fazer com que a sua trepadeira se desenvolva de maneira correta, atingindo o tamanho ideal para o seu local de plantio.

É preciso planta-la em locais que incida muito sol, até porque a espécie não é muito exigente no que diz respeito a fertilidade do solo de plantio. Em matas nativas, são encontradas de forma espontâneas e quase que invasivas, já que o seu crescimento de torna acelerado em determinadas condições.

Para os jardins, esta espécie precisa de alguns suportes para se desenvolver como cercas, muros e as famosas pérgulas.

Para iniciar o cultivo da trepadeira, é preciso seguir alguns passos listados logo abaixo:
* Abra uma cova para iniciar o plantio e dentro dela coloque um pouco de adubo animal de curral bem curtido. Meça uma massa de adubo de aproximadamente 500 gramas. Adubo de aves também pode ser colocado na cova de plantio. Neste caso, use apenas metade dos 500 gramas colocados para o adubo de origem animal.

* Em seguida, coloque terra vegetal e adicione o tutor, mesmo que a sua área de plantio esteja junto a um muro ou qualquer tipo de suporte. Esta técnica conduz o arbusto e controla o seu crescimento para as áreas onde a trepadeira costuma se locomover durante a etapa em que o seu desenvolvimento se torna muito acelerado.

* Por pelo menos uma semana inteira, regue com frequência a sua pequena muda dentro da cova de plantio com todos os ingredientes listados acima. Depois que a planta der os primeiros sinais de crescimento, ou seja, logo após sets dias, deixe as regas mais espaçadas, dando margem para uma drenagem normal de jardim.

madressilva

O uso no paisagismo
A trepadeira é muito usada com fins decorativos, especialmente de grandes e bonitos jardins, sejam eles públicos ou caseiros. Na China, ela é uma das plantas mais usadas em pátios de construções públicas e também nos jardins de praças.

Seu perfume encanta a todos e a espécie costuma combinar bem com os clássicos jasminzinhos. Mesmo assim, é preciso cultiva-las longe de dormitório e evitar locais mais fechados, pois pessoas alérgicas podem ter reações com o cheiro que vem da Madressilva.

Produção comercial
Para quem não sabe, esta espécie é muito usada na produção comercial. Para produzi-la de tal forma, algumas técnicas clássicas e outras inéditas são usadas. Veja logo a seguir:
* Para planta-la comercialmente, primeiro cortam-se os ramos antes mesmo da espécie começar a florescer na primavera. Dessa forma, eliminam-se o podão de folhas duplas que não interessantes para esta forma de cultivo.
* Processos de enraizamento geralmente são usados, mas não são necessários ou obrigatórios. Utiliza-se sacos plásticos grandes com um substrato feito com uma mistura orgânica ( palha de arroz carbonizada ou areia orgânica completa). Geralmente, é colocado um adubo animal de curral bem curtido.
* Planta-se a estaca em meio ao substrato enterrando apenas duas gemas. Em seguida, é preciso regar bem e depois ir repetindo de forma diária, pelo menos nas primeiras semanas de desenvolvimento da muda.
*  Deixe um cultivo protegido com pelo menos 50% de sombra. Com o aparecimento das primeiras flores, colocar a espécie ao sol e regar quase que diariamente.
* No momento do plantio, colocar  o tutor na cova. Sarrafos e bambus são muito indicados neste caso. Dessa forma, será possível conduzir o crescimento da planta sem amarra-la, o que muitas vezes pode agredir o seus ramos e até as suas folhas.

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