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lagrima de cristo

A lágrima-de-cristo é uma trepadeira muito utilizada no paisagismo. Nativa da África, essa plantinha possui flores muito charmosas e cheias de variedades. A seguir, conheça as especificidades da lágrima-de-cristo para ter um cultivo de sucesso.

Como cuidar de lágrima-de-cristo
A lágrima-de-cristo é uma planta de fácil cultivo e exige pouca manutenção. No entanto, há alguns cuidados básicos essenciais para garantir sua floração.

Rega
As regas devem ser intensas e abundantes, porque a lágrima-de-cristo é uma trepadeira de grande porte. Assim, a irrigação adequada deve ser feita apenas quando o substrato estiver seco. Já no período do inverno, é preciso diminuir a quantidade de água do solo, pois o clima já deixa a planta mais úmida.

Adubação
A adubação é importante para garantir o crescimento e a floração da lágrima-de-cristo. ela pode receber um adubo de qualidade a cada 3 a 4 meses.

É possível adubá-la com adubos orgânicos, como o húmus de minhoca, ou adubos industrializados, como o NPK-10-10-10. Por fim, o jardineiro lembra que é preciso obedecer às indicações do fabricante de cada produto, pois adubação requer muito cuidado e atenção.

Luminosidade
A espécie aprecia o sol pleno. Ou seja, a luz solar direta é essencial para garantir crescimento e florescimento. Não é recomendável o cultivo dentro de casa, apenas em jardins e áreas externas. Então, pense bastante no local que você colocará sua plantinha, pois ela precisa de luminosidade intensa.

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Solo ideal
A lágrima-de-cristo se adapta em diferentes tipos de solo. Porém, assim como a maioria das plantas, ela aprecia um substrato rico em matéria orgânica e bem drenável. Também é comum o cultivo em solos arenosos e com composições à base de folhas secas.

Mudas
A lágrima-de-cristo se desenvolve por meio de estacas e sementes. Para o cultivo a partir das estacas, é recomendável o plantio em um solo úmido e rico em nutrientes. Mas antes de fazer esse processo, estimule o enraizamento colocando os galhos na água.

Cultivo
Apesar de ser comum em jardins e áreas abertas, a planta pode ser cultivada em vasos. Para este tipo de cultivo recomenda-se o uso de recipientes grandes para garantir o melhor desenvolvimento de suas raízes.

O plantio em vaso também precisa conter um suporte para a planta se apoiar, como aramados, estacas ou até mesmo as árvores.

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Dicas para fazer a poda da lágrima-de-cristo
A poda é um processo comum em trepadeiras, pois garante a limpeza e a beleza da planta logo após a sua floração. Aqui, você vai conferir como realizar a poda na lágrima-de-cristo de forma prática e muito simples. Você precisa apenas de um alicate e extrato de própolis.

Tipos de lágrima-de-cristo
A lágrima-de-cristo é uma planta que possui mais de 150 variedades. Cada espécie possui flores e folhas com características particulares. A seguir, confira os 4 tipos mais comuns de Clerodendrum:

Clerodendrum thomsonae

Clerodendrum thomsonae
Essa variedade é uma das mais cultivadas no Brasil. Ela possui flores mescladas entre o branco e o vermelho, mas você também encontra combinações entre o rosa e o vinho. A floração ocorre entre o verão e o começo do outono.

Clerodendrum splendens

Clerodendrum splendens
C
orresponde a variedade de flores em tom vermelho intenso, com folhas na cor verde-escuro. A espécie tem grande valor ornamental, pois as suas flores garantem belos arranjos. O seu período de florescimento ocorre do inverno até a primavera.

Clerodendrum quadriloculare1

Clerodendrum quadriloculare
C
onhecida como ‘Clerodendrum cotonete’, a flor é nativa das Filipinas. Diferente da maioria das lágrimas-de-cristo, ela possui formato arbustivo e flores elípticas. A sua floração acontece na primavera.

Clerodendrum-paniculatum

Clerodendrum paniculatum
Por fim, essa variedade apresenta um florescimento abundante, que inicia no verão e se estende até o outono. A planta possui cachos de flores nas cores vermelho e laranja que crescem de forma ereta.

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Presente em bordaduras, maciços em praças, canteiros e jardineiras, a vinca é um arbusto semi-herbáceo vindo da ilha de Madagascar, na África.

É uma planta eminentemente tropical, mas que tolera climas subtropicais e amenos, contanto que a temperatura não caia abaixo de 5º C e que o clima não seja quente e úmido.

Paisagistas urbanos gostam da vinca por ser volumosa e ter floradas praticamente o ano todo. Versátil, adapta-se à jardineiras bem cuidadas, trilhas e espaços verdes em prédios e chácaras.

Suas flores são pequenas, com diâmetro máximo de 5 cm. Com cinco pétalas e halo de diversos tons — pequeno círculo no centro da flor —, as flores da vinca são um pequeno delírio colorido, graças às tonalidades rósea, branca, vermelha, roxa e alaranjada.

A vinca tem sido uma escolha apreciada pela beleza e rusticidade, já que ela adquire um viés “invasivo” na maioria dos locais onde é plantada, mesmo que de forma acidental.

Catharanthus roseus

O solo em que será plantada (ou replantada) precisa ter matéria orgânica em abundância e ser bem drenado — até mesmo arenoso —, além de possuir nutrientes mínimos para seu desenvolvimento. Esterco animal curtido, húmus e mesmo fertilizantes sintéticos com maior quantidade de nitrogênio e fósforo podem ser incorporados ao substrato.

O pH do solo também é importante. A vinca prefere substratos levemente ácidos mas próximos da neutralidade, entre 5 e 6. Existem kits de verificação dos níveis de hidrogênio que são vendidos em “garden centers”, mas se puder, consulte um especialista.

No plantio, o espaçamento entre as mudas é importante. A média entre elas deve ficar em torno de 40 cm. O chamado “beliscamento” — retirada dos ponteiros na fase inicial da muda — é indicado para que a ramificação da vinca seja vigorosa.

Além do preparo do solo, a transferência das mudas necessita de cuidados, já que suas raízes são frágeis fora do substrato. Prepare o local onde a planta será fixada com antecedência e abra o sulco cuidadosamente, de forma a acondicionar a raiz sem deixá-la muito frouxa nem apertada demais.

As regas devem ser leves, apenas para umedecer o solo, e o ambiente precisa estar a pleno sol. A sua reprodução e propagação é feita principalmente por sementes.

Catharanthus roseus4

Ela pode atingir até 50 cm de altura por ser muito ramificada. Em suas hastes pendem folhas verdes-brilhante em forma de elipse e com nervuras muito aparentes, auxiliando na composição ornamental do arbusto.

Por mais resistente que a vinca seja, ela possui um “prazo de validade”. A recomendação é a troca das espécies de dois em dois anos por conta da perda natural do viço e beleza, principalmente em locais com pouca incidência solar e com temperaturas tropicais.

rodad'água

Amélia

A amélia é um grande arbusto perene ou pequena árvore da família Rubiaceae, nativa das regiões subtropicais e trópicas americanas, que pouco a pouco vem sendo descoberto por paisagistas e admiradores brasileiros.

Ela apresenta características que a fizeram ser uma alternativa plasticamente bela, de baixo custo de manutenção e versátil.

Seu alcance se estende da Flórida, no sul dos Estados Unidos, até o sul da Argentina. Os nomes comuns incluem arbusto beija-flor, arbusto escarlate e ruiva

A amélia pode ser usada como cerca viva ou como destaque em um jardim, além de funcionar bem em projetos paisagísticos que usam renques (árvores ou arbustos colocados em fila para destacar ou esconder determinado detalhe arquitetônico).

A planta pode alcançar 4 m de porte em condições favoráveis. Tem caule semi-lenhoso e flores com tom vermelho-alaranjado ricos em néctar, apreciados por pássaros e borboletas.

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Beija-flores são vistos muito frequentemente rodeando suas flores, e os demais pássaros vêm em busca dos frutos remanescentes após a florada. As folhas têm uma peculiaridade: em regiões onde o inverno é mais rigoroso, elas adquirem uma cor avermelhada.

A amélia é um arbusto que se desenvolve tanto a sol pleno quanto à meia sombra e não exige muito do solo, podendo sobreviver até em terrenos pobres em adubo.

No entanto, isso não significa que ela não precise de cuidados: para evitar fungos, é aconselhável o plantio sob o sol e um preparo básico do terreno, descompactando-o e utilizando terra vegetal, esterco de curral curtido e um pouco de farinha de osso.

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No início do plantio, a rega deve ser constante — cerca de três vezes por semana — até a fixação das raízes, que não dura mais de um mês.

Depois bastam regas para umedecer o solo. Em regiões mais úmidas a irrigação é desnecessária. A adubação deve ser feita a cada três meses, com o famoso NPK 10-10-10.

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caladium

Caladium é um gênero botânico da família das aráceas. São plantas encontradas no Brasil e nas áreas vizinhas da América do Sul e América Central. Crescem em áreas abertas de florestas e a beira de riachos e apresentam dormência durante as épocas secas.

Caladium, conhecida também como asa de anjo, é uma planta muito popular no Brasil, servindo, basicamente, para a ornamentação de ambientes internos e externos. Sua folhagem exótica e cheia de variações, possui diferentes colorações que variam entre rosa, verde e branco, além de apresentarem formato de coração.

O caladium mais conhecido é o tinhorão, planta bulbosa que possui folhas bicolores. O branco, o verde e o rosa também são bastante populares e muito utilizados pela beleza em combinação com outras espécies na composição de jardins.

O melhor é que o cultivo da planta é relativamente simples e você pode tê-la em casa, bastando, para isso, empregar os cuidados básicos do cultivo tradicional.

É importante destacar que a planta caladium adormece durante o inverno. Suas folhas e caules amarelam e caem, mas retornam exuberantes na primavera.

caladium-garden

Plantio
Você vai precisar de uma muda de caladium. Em geral, a espécie pode ser facilmente encontrada em qualquer viveiro ou floricultura a preços acessíveis. Depois que adquirir a muda, separe um vaso de bom tamanho que contenha orifícios de drenagem.

Coloque uma camada de argila expandida no fundo e preencha com substrato apropriado.  Caladiums precisam de um substrato leve, bem drenável, rico em matéria orgânica. Coloque a muda bem centralizada no vaso e afofe a terra com cuidado para não danificar as raízes.

Regas
Assim que a planta estiver bem alocada no vaso, regue bem, especialmente nos primeiros dias e mantenha o substrato levemente úmido. Não encharque demais, afinal, água em excesso também pode matar a planta. Verifique o substrato para garantir hidratação na medida certa.

Luminosidade
A planta gosta de boas condições de luminosidade, com incidência de luz direta pelo menos durante a manhã. Também pode ser cultivada à meia sombra.

caladium

Umidade
O caladium é uma planta que aprecia a umidade no ar, por isso, recomenda-se borrifar água em suas folhas.

Adubação
Para o bom desenvolvimento do caladium, o ideal é fazer adubações periodicamente. Desse modo, não vão faltar nutrientes para a sua plantinha, e ela vai crescer muito mais vigorosa e saudável.

Toxicidade
O ponto negativo do cultivo está na toxicidade de suas folhas. Não é aconselhado o seu cultivo em locais com crianças e pets.

borboletas amarelas