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sapatinho-de-judia

Pertencente à família Acantaceae, a, popularmente chamada de sapatinho-de-judia, é uma espécie trepadeira a que pode medir até 6 m que tem como principais característica as suas delicadas flores amarelas e acobreadas.

A espécie que tem origem na Índia é vigorosa, florífera, com folhagem persistente e ornamental. E Originária da Índia, na Ásia,. Esta planta é persistente e pode embelezar os jardins mesmo durante o verão.

Ainda mais esplêndida quando cultivada a pleno sol, esta planta é constantemente usada em jardins verticais e caramanchões, já que as suas lindas flores contrastam perfeitamente com o verde escuro de suas folhas.

Porém, fique de olho: como elas crescem muito há a necessidade de espaço e sustentação.

sapatinho

Tem folhas em tom verde-escuro e flores em formato de um sapatinho, por isso o nome popular. Apresenta o cálice na coloração purpúrea, duas brácteas acobreadas e o inferior amarelo. Floresce geralmente na primavera e no verão.

O sapatinho-de-judia é cultivado a pleno sol. As flores da espécie são um grande atrativo para os beija-flores, que tornam-se visitantes comuns da planta.

Quem cultiva essa espécie em seu espaço, não se cansa de avistar as cenas incríveis. Para garantir uma muda, é necessário utilizar o método de estacadas. Vale cortar o caule o seu após o florescimento.

Esta trepadeira não pode ser mantida em ambientes com temperaturas baixas, por isso, evite plantar a sua nas estações mais frias. O solo escolhido deve ser rico em matéria orgânica e conter boa drenagem.

sapatinho

Vale regá-la duas vezes por semana após o plantio. Quando adulta, pode ser molhada quinzenalmente.

Os períodos de floração da espécie ficam entre setembro e janeiro. Para evitar fungos e outras pragas, lembre-se de cuidar com a quantidade de água depositada em sua terra.

Esta espécie não tolera temperaturas baixas, sendo, portanto, mais indicada para regiões tropicais.

Faça o teste de toque, colocando o seu dedo na superfície. Se estiver encharcada, comece a diminuir as doses de líquido e a mantenha em ambiente arejado.

Multiplica-se com facilidade por estacas, principalmente quando cortadas após o florescimento.

cerejeira

hedera-1

A hera é uma espécie de planta angiosperma trepadeira do gênero Hedera da família Araliaceae. É natural da Europa Central e Ocidental.

É também conhecida por muitos como trepadeira , por se agarrar às diversas superfícies para crescer e se sustentar, é uma planta que poderá plantar no interior do seu apartamento. É geralmente utilizada para revestir paredes, muros ou árvores, mas também é popular como planta ornamental dentro de casas.

Embora muitas pessoas as vejam como verdadeiras pragas, a verdade é que estas lindas plantas não são de todo parasitas, uma vez que embora se possam apoiar em outras plantas ou troncos de árvores, elas não usam a seiva como alimento.

No entanto é preciso tomar cuidado ao usar esta planta, pois o contato com a seiva pode provocar dermatite alérgica e provocar incômodo. Também os seus frutos e folhas não devem ser consumidos, visto que também são tóxicos para pessoas e alguns animais.

Você pode encontrar uma quantidade bem grande de espécies, cultivares e híbridos de heras:

hera helix mona lisa

hera-dedo-de-moça (Hedera helix “Mona Lisa”), com suas folhas dentadas;

hera glacier

hera-variegata (Hedera helix “Glacier”), de folhas largas e com estampa “camuflada”;

Hedera algeriensis Gloire de Marengo

hera “Gloire de Marengo” (Hedera algeriensis “Gloire de Marengo”), com contornos amarelos;

Hedera helix TearDrop

hera-coração (Hedera helix “TearDrop”) e seu formato de coração.

Hera é pendente ou trepadeira?
Essa planta é uma forração, ou seja, a hera gosta de espaço e cresce no solo, se esticando em todas as direções. Mas, se quiser cultivá-la como planta pendente, basta plantá-la em um vaso e pendurá-la: seus ramos crescerão como longas cabeleiras.

Se quiser que ela “suba”, uma treliça ou outra armação pode servir de tutor para que a hera cresça de forma ascendente.

É uma planta tão gente boa, que pode ser cultivada em ambiente de sombra, meia-sombra e até mesmo, num local com um pouco mais de sol – só não vale aquele sol forte.

Se quiser colocar sua hera numa área mais ensolarada, faça a chamada “rustificação”. Apresente a planta gradativamente ao ambiente de sol, para não queimar suas folhas. Heras crescem felizes em locais com boa claridade, mas não abuse.

Não deixe a plantinha longe da janela ou trancada em um quarto que vive com a cortina fechada – ou pior – num lavabo!

hera variegata

Hera variegata
Um dos charmes da hera são suas folhas variegatas (ou variegada). Isso é uma característica de algumas plantas terem folhagens com manchinhas mais claras, quase brancas.

Não é um “defeito” e sim, uma característica: a planta se desenvolve normalmente. Produtores especializados selecionam as plantas com essa característica e as cultivam, possibilitando uma variedade de tons. Imagine um arranjo com várias heras diferentes, indo do verde mais escuro ao branco, passando para bordas amarelas e detalhes em tons bem clarinhos.

Como fazer mudas de hera
Para cultivar heras, prefira vasos rasos ou cuias. Substrato muito encharcado acaba apodrecendo as folhas e raízes, por isso, evite usar potes ou vasos muito altos. Quando bem cuidada, a hera cresce vigorosa e feliz, se estendendo por onde consegue espaço.

Se chegar num tamanho bem longo, talvez sua hera precise de uma poda dos ramos. Aproveite esses pedacinhos para fazer novas mudas da planta. Isso porque, em cada segmento onde nasce uma folha, existe, na parte oposta do caule, uma formação que pode originar uma raiz.

Tudo que essa formaçãozinha precisa é tocar um substrato, sentir que ali existe um pouquinho de umidade e pronto! Raízes surgem e uma nova planta se origina desse tico de ramo.

Prepare alguns vasinhos com substrato para mudas bem macio e de boa qualidade Nesse substrato, espete só um pouco a ponta do ramo da hera. Corte os segmentos dos ramos bem próximo de uma folha e mantenha outra. Em três semanas, as heras começam a enraizar.

Dica: se tem crianças ou um cachorro mais xereta, coloque a hera em vasos mais altos. A planta é tóxica, então, deve ser cultivada fora do alcance de mãozinhas e bocas curiosas.

Tem gato? Pendure sua hera lá no alto e está tudo bem. Mas, nem tem como ficar chateado com essa planta tão bacaninha: mesmo tóxica, a hera serve de base para xaropes fitoterápicos contra a tosse.

janela-brisa

aspargo

Uma planta muito apreciada por sua folhagem original e leve, os espargos não têm problemas para conseguir um lugar em nossas prateleiras. E, como todas as plantas, tem suas necessidades e preferências em termos de fornecimento de luz e água. Mas quais, exatamente?

O essencial para manter esta planta
Existem várias maneiras de cuidar do seu aspargo, por exemplo, se você quiser fazê-lo crescer ou mantê-lo em um formato menor. Enfim, conseguir um é um compromisso de longa data: pode durar até dez anos.

Para começar, vamos falar sobre o básico. Quando você levar um aspargo para casa, coloque-o de preferência em um local em que possa tirar proveito da luz , ou pelo menos que não esteja completamente à sombra.

Ao ar livre, os espargos também serão apreciados em uma varanda ou peitoril da janela. No entanto, tenha cuidado no inverno, porque não resiste a temperaturas muito baixas ! Nos dois casos, a luz é essencial se você não quiser que fique amarela.

Aumente seus espargos
Quanto ao solo, ele precisa ser fresco e, portanto, deve ser frequentemente regado para esfriá-lo. Coloque as bolas de argila no fundo do vaso para evitar a estagnação da água e garantir a frescura do solo. Regue regularmente na estação quente e espace o suprimento de água durante o inverno.

Quando o tempo está realmente seco, as folhas podem ser umedecidas com água em temperatura ambiente. Se você acha que as hastes são muito longas, é totalmente possível cortá-las na base ! A planta assumirá a forma que você deseja fornecer.

Para permitir que cresça em tamanho e altura, é possível repotá-lo todos os anos – ou a cada dois anos – no final do inverno.

3 variedades de aspargos
Diferentes variedades de aspargos, o plumosus é sem dúvida o mais delicado com seus galhos muito finos. Não crescerá tanto quanto alguns de seus congêneres, mas sua aparência de samambaia agrada sempre.

aspargo plumoso

A palma da mais original, sem dúvida, vai para o densiflorus , também chamado rabo-de-gato de espargos. Confortável em ambientes internos e externos, esta planta ornamental desenvolve uma densa folhagem ao longo de suas hastes, daí seu apelido.

aspargo densiflorus

Por seu lado, o aspargus sprengeri é ideal para usar como planta pendente, graças às folhas caídas que lhe dão todo o charme. Robusto e espesso, também pode ser colocado no exterior e é fácil de manter.

aspargus sprengeri

Cultivo
Tolerante ao litoral e a baixas temperaturas. Deve ser cultivado a meia-sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica e drenável.

As regas devem ser regulares, mantendo o solo úmido, mas não encharcado. Reduzir as regas durante o inverno.

Usar fertilizante mineral NPK 10-10-10 mensalmente durante a primavera-verão, com a metade da dose recomendada pelo fabricante.

Sempre regar primeiro antes de fertilizar para evitar a queima das raízes. Fazer podas de limpeza, removendo hastes e flores secas.

noite

Se necessário fazer podas de contenção de sua ramagem.


Orquídeas-com-folhas-enrugadas

Existem inúmeros tipos diferentes de orquídeas, cada uma delas com suas características próprias.

Algumas se adaptam melhor ao frio, por exemplo, e cultivá-las em regiões onde a predominância é de calor, como no nordeste, é quase certeza de que não crescerão de maneira saudável. Por isso, antes de comprar a sua orquídea, certifique-se de que a espécie escolhida é adequada para o ambiente onde ela será cultivada.

Dito isso, é a hora de falar sobre os cuidados que você deve ter para cuidar das suas orquídeas com folhas enrugadas no apartamento ou em casa. A primeira delas, é claro, diz respeito à quantidade de água que está sendo colocada no vaso.

Isso varia bastante de acordo com o tipo de orquídea, a estação do ano e o clima da região. Geralmente, plantas desta família devem ser regadas uma vez em um período de cinco a doze dias.

Supondo que o ideal para a sua planta seja uma rega a cada dez dias, no verão, quando as altas temperaturas fazem com que ela se alimente com mais frequência por conta da desidratação, pode ser que você tenha que diminuir esse tempo para sete dias.

No mesmo cenário hipotético, essa mesma planta, no inverno, pode passar a receber rega somente a cada doze dias, pois o consumo menor de água faz com que o líquido fique armazenado por mais tempo no vaso antes de ser captado pelas raízes.

A umidade do ambiente também é um importante ponto para evitar ter orquídeas com folhas enrugadas – muitas vezes isso é mais decisivo do que a própria rega.

Basicamente, essas plantas se dividem em três tipos: as que precisam de umidade uniforme, as que devem secar um pouco entre as regas em certos períodos e as que sempre devem secar um pouco entre as regas.

Portanto, é preciso consultar um especialista para saber em qual das três características acima a sua orquídea se encaixa.

Orquídeas-com-folhas-enrugadas-2

O que fazer?
O que você precisa ter em mente é que orquídeas são plantas complexas, que gostam de água, sol e vento, mas nunca em falta ou excesso. Por isso é tão difícil encontrar o ponto certo para que elas sejam cultivadas de maneira correta e cresçam com saúde.

Na maioria dos casos, é a falta de informação adequada que faz com que os cultivadores tomem decisões equivocadas que acabam prejudicando sua orquídea.

Com relação ao vento, leve em conta a altura, caso você more em apartamento. Quanto mais alto, maiores são os cuidados para evitar orquídeas com folhas enrugadas.

Sempre deixe-as um pouco na varanda ou na sacada para que elas aproveitem um local arejado. Em hipótese alguma exponha a sua planta a ventiladores ou ar-condicionado.

Por falar em locais arejados, é bom que as regas sejam feitas nestes ambientes. Uma dica é aplicar uma leve ducha nas plantas para ter certeza de que não está exagerando na água.

Se possível, faça isso durante a noite para evitar que o calor evapore a água ou force a orquídea a consumir mais. O adubo também é importante, pois ele também influencia na saúde das raízes.

Em épocas muito quentes, uma ideia legal é colocar panos molhados no chão próximo ao vaso. Lembre-se de que umidade é mais importante que excesso de água e isso vai ajudar a fazer com que sua planta se alimente de uma maneira melhor.

Mesmo no verão, é essencial que suas orquídeas recebam uma quantidade pequena de sol. Portanto, não deixe de expô-las por alguns instantes durante o dia.

Por fim, é preciso entender que muitas vezes orquídeas com folhas enrugadas não significam cuidados em falta ou excesso, mas uma demora de adaptação ao ambiente. Isso é muito comum em plantas que foram recém-adquiridas ou quando se troca de casa ou apartamento.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão sobre mudar os hábitos que está tendo com a sua planta, consulte alguém especializado no assunto para que ele te dê o diagnóstico mais adequado para essa situação.

O importante é que isso seja feito assim que os primeiros sinais aparecerem. As raízes das orquídeas são delicadas e não demoram a apodrecer em um ponto onde a situação se torna praticamente irreversível, restando apenas algumas técnicas arriscadas para tentar salvar a vida de sua planta.

floresta magica