Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts com tag ‘cuidados’

folha-da-fortuna

A planta Folha-da-fortuna é uma espécie de suculenta da família Crassulaceae, oriunda da África. No Brasil, ela pode ser chamada de muitos nomes como: coerana, oirama-branca, erva-da-costa, sempre-viva, folha-de-costa, mãe-de-mil ou saião.

Esta crassulácea é uma planta perene. É uma herbácea, mas muitos trabalhos a classificam como subarbusto, pelo tamanho que pode obter e pelo fato de várias plantas com raízes no mesmo ponto darem a impressão de uma planta arbustiva.

As folhas são muito variadas, podendo ser simples, tendendo ao formato oval e arredondado na base, ou então, nas folhas mais velhas, serem compostas imparipinadas.

As suas bordas são serrilhadas, como na maioria das plantas do gênero. Nestes pontos da borda, podem surgir mudas adventícias, assim como em suas parentes, mas, diferente destas, as mudas só surgem se as folhas caírem ao chão, e quase nunca enquanto ainda estiver na planta.

Os botões florais têm a inusitada característica de ‘estourarem’ se pressionados, pois são hermeticamente fechados até a abertura da flor. As suas flores de coloração rósea apresentam-se em  cachos no ápice da planta, sendo que a maior parte dela fica escondida dentro das sépalas.

Os frutos são constituídos de cápsulas semelhantes às de outras Kalanchoe, porém maiores. As sementes são minúsculas, como as de eucalipto.

Esta espécie de suculenta pode chegar a 1 m de altura quando cresce em terra boa, podendo ultrapassar muito isso quando se ‘estica’ em busca de luz ou está para florescer.

Por ser planta de locais secos onde a polinização não é garantida, ela se reproduz assexuadamente com facilidade. Por esta razão, Kalanchoe pinnata é hoje uma espécie subespontânea em muitas partes do mundo, inclusive no Brasil.

folha da fortuna

Isto significa que, embora ela não consiga surgir sozinha em um ambiente, se alguém a plantar ela continua persistindo sozinha naquele ambiente, sem a ajuda do homem, e competindo com as demais plantas do local. Por essa razão, é frequentemente encontrada em locais de vegetação silvestre, sobretudo em dunas, capões e áreas de cultivo abandonadas.

Após o florescimento, a planta normalmente morre, mas às vezes pode rebrotar, ou mesmo persistir. É pouco comum que suas flores sejam polinizadas em nosso meio, mas não tão raro quanto em outros Kalanchoe.

Quando são polinizadas, cada flor dá origem a um fruto do tipo cápsula, em tudo semelhante a outras crassuláceas, porém bem maior. As sementes que aí se formam são pequenas como as de eucalipto.

É considerada uma planta muito resistente e encanta a todos. Tanto que se ficar uma filha dentro de um livro, a mesma folha dará inicio ao nascimento de uma nova planta, tendo assim , a capacidade de crescer por si mesma, tem sua força natural ao ser colocada no solo.

Por essa razão, não é por acaso que ela é chamada de Folha-da-fortuna, sendo que se multiplica com facilidade.

folha-da-fortuna

Interações (pragas/doenças/outros)
A planta é extremamente resistente, mesmo sendo comestível. Alguns animais, como gafanhotos, grilos e lesmas grandes são capazes de se alimentar de suas folhas, mas sempre em pequenas quantidades. A planta é muito atacada por pulgões, que podem até deformar algumas folhas, mas sem danos maiores que este.

Animais maiores, como galinhas e outros herbívoros domésticos, são capazes de matar esta planta. A espécie persiste no meio, reproduzindo-se assexuadamente, pelo que normalmente nunca precisa ser replantada. Por vezes se percebe também partes maiores de folhas comidas, sobretudo nas grandes folhas velhas próximas do chão – possivelmente ação de animais mastigadores, como lesmas, grilos ou baratas.

Por ser muito atacada por pulgões, a planta também atrai bastante os seus predadores, sobretudo as joaninhas. Tesourinhas, teias de aranha, vespinhas minúsculas e outros pequenos predadores de pulgões também podem aparecer. Se o jardim for ecologicamente diversificados e saudável, estes animaizinhos por si só conseguem manter os pulgões sob controle.

Muitas vezes os pulgões se instalam dentro de suas flores (que lembram pequenos balões) e lá eles conseguem ficar a salvo de predadores, aumentando em número absurdamente.

Porém, a planta parece não sofrer com isso, e, quando a flor morre, os pulgões têm de sair e enfrentar o mundo de qualquer jeito.

folha-da-fortuna

Além dos pulgões, também cochonilhas e ácaros podem atacar seus brotos, deformando-os. Porém, são menos comuns. Lagartas-minadoras (larvas de certas mariposas que comem as folhas por dentro) também podem ocasionalmente aparecer, mas são muito raras.

Semelhantemente a tais mariposas, na Ásia existe uma bela espécie de borboleta (Talicada nyseus) cuja lagarta se alimenta de folhas desta planta e de outras do gênero Kalanchoe. A borboleta põe um ou mais ovos nas folhas, e quando as lagartas nascem entram nos tecidos das folhas, comendo-as por dentro.

Depois de grandes, saem e fixam seu casulo no caule, até virarem uma nova borboleta. Aparentemente, esta praguinha não ocorre aqui no Brasil.

A espécie também pode ser atacada por doenças causadas por fungos, especialmente se elas ficam em local de pouco sol e muita umidade, ou em solos muito pobres. Alguns destes fungos são bem conhecidos de agrônomos e agricultores, pois causam doenças em plantas de cultivo.

Os fungos que mais comumente causam problemas são Botrytis, Cercospora, Cladosporium, Rhizoctonia, Fusarium. Partes mortas/apodrecendo grandes nas folhas costumam ser causadas por Botrytis; já pontos doentes isolados nas filhas são sinais de Cercospora e/ou Cladosporium.

folha-da-fortuna

As plantas deste gênero podem ainda ser atacadas por doenças causadas por vírus e bactérias, sendo que existe um vírus específico delas, o vírus do mosaico do Kalanchoe, que cujas manchas aparecem nas folhas.

Na prática, podem ser atingidas por todas as doenças que afetam os Kalanchoe de floricultura, mas são bem mais resistentes.

Propagação
Pode ser obtida facilmente através de estaquia de folhas. Plantas arrancadas com ou sem raíz também dão boas mudas.

Tolerância a umidade
Bastante boa, tolerando facilmente pequenos períodos de alagamento e locais onde outras suculentas acabariam sofrendo com podridão.

Floração
Com predominância no final do inverno, mas encontram-se indivíduos florescendo em qualquer estação do ano com certa facilidade.

folhasaovento9

petúnias

As petúnias são plantas perfeitas para elevar o astral de corredores externos, bem como os  halls de entrada, varandas, terraços, fachadas, jardins, como também valorizar locais internos com boa iluminação.

O nome dessa espécie  vem do Tupi Guarani e constitui flor vermelha, contudo, embora seu significado se refira somente a tonalidade, as petúnias contam com uma variada opção de tons que abrangem desde o branco até um tom profundo de roxo, algumas com diferentes tons laranja, amarelo, rosa, lilás e até mesmo mescladas.

Originária da América do Sul, a petúnia é muito indicada para ser cultivada em vasos, jardins, porém são consideradas floreiras ornamentais, jardineiras e vasos que elas se revelam encantadores e tem singela boniteza, sendo que essa espécie tende a crescer suspensa , permitindo que suas belas flores fiquem soltas no ar, oferecendo um lindo espetáculo onde quer que esteja.

Presentemente contamos com 4 tipos principais de petúnias que são cultivadas em residências. A primeira dessas , chamamos de Petúnia Grandiflora, que possui folhas de tamanho grande medindo cerca de  10 cm de diâmetro.

petúnia grandiflora

A segunda espécie desse tipo é a Hedgiflora, essa espécie de petúnia que é de estatura mais baixa, porém tem a capacidade de revestir lateralmente uma grande superfície.

hegliflora

O terceiro tipo é a Petúnia Multiflora com flores que chegam cerca de 5 cm, essas são mais indicadas para se ter em vasos e jardineiras suspensas. Finalmente, a Petúnia Milliflora, que apresenta menores flores e que tem o tamanho de 3 cm de diâmetro.

petunia

Como plantar e cuidar das petúnias
A petúnia é uma flor com ciclo de vida anual, que significa que essa espécie nasce, cresce, floresce e morre pelo tempo de 12 meses. Entretanto, embora tenha um curto tempo de vida é uma planta perfeita para cultivar.

As petúnias, para florescer com perfeição, necessitam de solo fértil e bem adubado. Para isso, basta  plantá-las em um vaso com boa drenagem e uma mistura de substrato e húmus de minhoca. Para cultivar a petúnia temos duas maneiras:  comprando as mudas que tenham uma dimensão apropriada para o transplante ou plantar em casa.

petunia-1

Acontece que é super dificultoso plantar as mudas de petúnia por estaquia, sendo que seus galhos são delicados e frágeis não aguentariam o tempo necessário para  a manifestação da raiz.

As petúnias precisam ficar em ambientes bem iluminados e isso abrange algumas horas de sol diariamente, porém não se trata de sol muito forte, e, sim, um sol ameno que sirva para aquecer essa espécie.

As regas servem para somente manter o solo úmido, mas nunca encharcado, o mais indicado é que seja na frequência de três vezes por semana. Já a adubação deve acontecer três meses depois do plantio, de preferência pela parte da manhã.

Suas flores, em regra acontecem durante os tempos de verão, porém dependendo do clima ela pode florir em outras épocas e surpreender.

chuvas-2

-

A planta-zebra é uma suculenta de baixo crescimento que atinge uma altura entre 4-8 polegadas. Esta planta fortemente sugadora forma rosetas proliferantes que surgem da base.

A Haworthia fasciata é geralmente uma suculenta de crescimento lento que pode durar uma vida inteira. Esta delicada suculenta é formadora de moitas e, portanto, pode se encaixar bem com outras suculentas no mesmo recipiente.

Esta suculenta sul-africana destaca-se pelas suas folhas eretas e multifacetadas, com estrias de tubérculos brancos na superfície exterior, o que lhe confere o efeito Zebra.

Quando estressado (principalmente devido a longas horas no sol quente), a ponta das folhas pode ficar vermelha. Haworthia fasciata tem um caule frondoso em miniatura que parece ser quase invisível.

Devido à sua natureza de crescimento lento, a Zebra Haworthia raramente floresce especialmente quando plantada em ambientes fechados.

Quando isso acontece, as flores aparecem no verão, caracterizadas por pequenas flores tubulares rosa ou brancas em uma inflorescência (um caule fino e alto).

Haworthia fasciata2

Botanicamente referida como Haworthia Fasciata, esta suculenta fascinante vem da família Asphodeloideae e Haworthia como o gênero.

Com cerca de 80 espécies, Haworthia é um gênero que oferece uma grande variedade de suculentas para explorar.

O gênero Haworthia é nomeado em homenagem a Adrian Hardy Haworth, que foi um entomologista e um botânico. (Como é legal ter uma planta com o seu nome!)

Haworthia fasciata é comumente conhecido como o cacto Zebra embora não seja um cacto, mas uma suculenta. Outros nomes incluem a Zebra Haworthia e a planta Zebra.

É como se o nome da Zebra fosse dado a qualquer coisa que tivesse listras brancas e, assim, o nome da planta da Zebra pudesse ser bastante enganador

Duas outras plantas (que não são suculentas) também são chamadas de plantas Zebra. Estes incluem Aphelandra squarrosa e Calathea zebrine.

afelandra

Calathea zebrine.

No entanto, nada pode chegar perto do glamour exalado por nossa “Zebra Haworthia”.

Origem da planta da zebra
Haworthia Fasciata ou a planta Zebra, é nativa do Cabo Oriental da África do Sul. Eles sempre conseguem os bons!

Foi introduzido na Europa em 1600 por um grupo de colecionadores aventureiros e agora é uma beleza popular em todo o mundo.

Espécies Relacionadas
Haworthia attenuata se assemelha ao cacto Zebra. De fato, ambas as suculentas compartilham o nome “Planta Zebra”. A única característica distintiva entre os dois são os tubérculos nas folhas.

Haworthia_attenuata

Enquanto Haworthia attenuata tem ambas as suas superfícies foliares cobertas por tubérculos brancos, as folhas de Haworthia fasciata têm uma superfície interna lisa, desprovida de quaisquer marcas brancas.

Outra coisa a notar é que Haworthia fasciata é considerada uma espécie das suculentas raras.

Muitos dos iniciantes suculentos tendem a pensar que a planta Zebra é uma versão despojada do Aloe. Não é!

Claro, eles são da mesma sub-família e são ambos nativos da África do Sul, mas há diferenças marcantes que distinguem os dois.

Como cuidar
A planta Zebra está no topo da lista no pacote inicial de suculentas para iniciantes. É uma planta de cuidado fácil que crescerá brilhantemente mesmo quando mais negligenciada.

No entanto, dando-lhe condições ideais de crescimento, quando os seus jovens vão garantir que se trata de uma planta saudável.

Continue lendo para um guia detalhado sobre como cultivar e cuidar de sua Zebra Haworthia.

Temperatura ideal
Este xerófito tem sido adaptado por muito tempo às condições do deserto e, portanto, vai prosperar mesmo em altos níveis de calor.

Como uma planta de interior, vai fazer muito bem com a temperatura ambiente entre a primavera e o outono. Durante o inverno, prefere temperaturas baixas.

No entanto, Haworthia fasciata não tolera congelamento nem nada abaixo de 4 ° C. Como acontece com muitas suculentas, a planta Zebra não requer umidade.

Embora a planta Zebra seja um fanático do sol total, ela também pode se dar bem em tons parciais. Se crescer ao ar livre, encontre um local onde seu Haworthia receba pelo menos quatro horas de luz solar direta e indireta.

As plantas de interior da Zebra receberão iluminação adequada quando colocadas perto de uma enorme janela virada para o sul.

Evite expor sua Haworthia fasciata à luz direta do sol por longas horas, especialmente durante o verão. Isso leva a queimaduras solares, dando às folhas uma cor roxa, vermelha ou marrom indesejável.

Da mesma forma, colocar sua planta Zebra em uma sombra por longos períodos resultará em uma planta fraca e esguia. Evite os dois extremos para um crescimento robusto.

Haworthia-fasciata

Luz
Embora a planta Zebra seja um fanático do sol total, ela também pode se dar bem em tons parciais. Se crescer ao ar livre, encontre um local onde seu Haworthia receba pelo menos quatro horas de luz solar direta e indireta.

As plantas de interior da Zebra receberão iluminação adequada quando colocadas perto de uma enorme janela virada para o sul.

Evite expor sua Haworthia fasciata à luz direta do sol por longas horas, especialmente durante o verão. Isso leva a queimaduras solares, dando às folhas uma cor roxa, vermelha ou marrom indesejável.

Da mesma forma, colocar sua planta Zebra em uma sombra por longos períodos resultará em uma planta fraca e esguia. Evite os dois extremos para um crescimento robusto.

Solo e fertilização
O solo ideal para Haworthia fasciata é granuloso e bem drenante para garantir que a planta não fique no solo úmido por muito tempo.

A melhor aposta é um mix de cactos comerciais que você pode facilmente comprar online.

Alternativamente, você pode usar o solo de jardinagem comum misturando-o com porções iguais de pedra-pomes e perlita.

Isso proporciona uma boa drenagem, garantindo que as raízes não apodreçam devido ao excesso de umidade.

Dê à sua planta Zebra uma solução fraca de fertilizante ocasionalmente. Duas ou três vezes por ano é provavelmente demais. NÃO o alimente durante o inverno.

planta zebra

Regas
O cacto Zebra pode passar longos períodos sem água. Por conta disso, eles podem lidar com a rega, mas facilmente sucumbem à podridão da raiz devido ao excesso de água.

Em climas quentes, regar uma vez por semana é recomendado. Regue a planta Zebra uma vez por quinzena em áreas mais frias.

Use o método “mergulhe e seque” para regar suas plantas. Isso está dando uma suculência às suas suculentas e esperando que o solo seque antes de regar novamente.

Minimize a rega durante o inverno, uma vez que estas plantas perdem a inatividade.

Pragas
Felizmente, a Haworthia fasciata não sofre muitas invasões de pragas. Os ácaros da aranha e os insetos são os insetos mais comuns que ocasionalmente a assolam. Nada muito incomum!

Outros cuidados
Folhas que ficam vermelhas: isto é devido ao excesso de luz solar. Mova sua planta de zebra em uma área sombreada e a indesejável coloração vermelha começará a desbotar de volta ao normal.

(Tenha em mente que se a sua suculenta é queimada pelo sol, ela não pode ser revertida).

As pontas das folhas são castanhas e mortas: isso é normal dependendo do grau de cor nas pontas. Esse detalhe é tipicamente apenas confinado às pontas das folhas, não se preocupe.

Colapso da planta: Isto é normalmente causado por excesso de água e exposição a temperaturas muito frias. Aqueça esse bebê e deixe-o beber todos os nutrientes primeiro.

5 razões para ter uma Haworthia Fasciata
É uma das suculentas mais visualmente atraentes. Requer manutenção mínima, super fácil de cuidar.

A planta da zebra não é venenosa, sendo segura para seres humanos e animais de estimação.

Eles ocupam muito pouco espaço. Tanto é assim que pequenos sapatos de bebê e xícaras são usados ​​como plantadores. Tem uma longa vida útil, perfeita para presentear gerações.

haworthia

Propagação
Assim como Aloe, propagando Haworthia fasciata é um processo indolor e direto com uma alta taxa de sucesso.

Deslocamentos ou folhas podem ser usados ​​como propagações. Ao se propagar usando folhas, pegue uma folha saudável da planta mãe.

Deixe a ferida cicatrizar por alguns dias. Cole as folhas calejadas em uma mistura de envasamento bem drenada. Regue apenas uma vez e aguarde que os sinais de crescimento voltem a regar.

Propagando usando offsets é muito mais fácil e pensado para ter uma maior taxa de sucesso. Qualquer planta saudável da Zebra geralmente produzirá compensações.

Use uma faca afiada para removê-los, cortando o mais próximo possível da planta-mãe. Isso é para garantir que o deslocamento receba algumas raízes.

Em alguns casos, uma faca pode ser completamente desnecessária, pois o deslocamento pode ser frouxamente preso à planta e sair facilmente com um puxão suave.

Espere alguns dias para a ferida cicatrizar. Isso é para reduzir os riscos de podridão na nova ferida. Configure o offset seco em uma mistura de cactos, regue levemente e coloque em uma área quente e bem iluminada.

A melhor época para propagar Haworthia fasciata é durante o verão ou no final da primavera. Isso é porque é quente e há muita luz solar – excelentes condições para um ótimo crescimento.

Dicas de plantio
As plantas de zebra são geralmente pequenas e de crescimento lento. Portanto, pode demorar um pouco para a planta superar seu pote.

Replantio é feito de vez em quando e somente quando o pote está cheio de compensações.

Em alguns casos, as raízes podem ultrapassar o pote e, portanto, um registro pode ser necessário. Use uma mistura de envasamento semelhante quando replantada.

O tempo recomendado para o replantio é durante o verão ou no final da primavera. Mudar o solo a cada dois anos para se livrar de fungos, pragas e para renovar a nutrição do solo.

florlago

adenium obesum

A origem da rosa-do-deserto
Originária do continente africano, de vários países da Península Arábica, a rosa-do-deserto (Adenium obesum) faz a alegria de quem gosta de plantas, bonsai e flores.

Existem 11 espécies diferentes de Adenium. A planta precisa de um bom tempo e o cultivo certo para chegar até as mãos dos amantes da rosa-do-deserto com aquele jeitão que queremos: cara de mini-árvore, com tronco grosso e carregada de flores.

O clima ideal para a rosa-do-deserto
O nome não veio do nada: essa é uma planta desértica. A rosa-do-deserto vive onde outras espécies nem conseguiriam sobreviver por alguns dias. Solo pobre, arenoso, pouquíssima água e até algumas tempestades de areia.

E não acha que a Adenium obesum sofre: com sol intenso o dia todo, a planta dá flores e se desenvolve sem pressa, armazenando energia quando consegue para crescer robusta e com aquele tronco gordinho com jeito de baobá – aliás, a rosa-do-deserto também é chamada de falso-baobá ou mini-baobá, mas não tem nenhuma relação com essa árvore gigantesca.

rosadodeserto

O substrato e vaso ideal para a rosa-do-deserto
Sabendo a origem da planta, agora você consegue entender que não adianta entupir o substrato com adubo, regar muito ou então, mimá-la com cuidados e proteção. Rosa-do-deserto precisa de um substrato muito bem drenado, com escoamento garantido do excesso de água e sol na cuca por muito tempo.

Uma boa composição para a planta leva metade de terra adubada e outra metade de areia. Dá para cultivar em vasos, mas garanta que tenha furos – faça mais de um. As regas em excesso são uma das principais causas de perdas de rosas-do-deserto, junto com adubação exagerada e falta de luz solar.

Aliás, dá para ter uma planta bonita dentro de casa, desde que você escolha o lugar que recebe mais sol. Cole a planta na janela, nada de deixá-la do lado ou abaixo do vidro. Não é claridade, nem calor: a rosa-do-deserto precisa é de raios solares. Ela retribuirá com flores.

Como ter uma rosa-do-deserto cheia e muito florida
Uma das questões mais polêmicas, principalmente para quem dá os primeiros passos na jardinagem é sobre poda

rosadodeserto

Dica de poda pra ter uma rosa-do-deserto lida e bem cheia:
1 – Corte o caule central: assim que a planta alcança um tamanho entre 10 e 15 centímetros, suas folhas são podadas, restando praticamente um toquinho. Mas, tudo é feito com cuidado e do jeito certo.

2 – Cicatrize o corte: uma lâmina afiada, desinfetada e um corte limpo. Depois, é pingado própolis no corte, para evitar que fungos e bactérias penetrem pelo local. Canela em pó pode ser um substituto, mas tem a desvantagem de sair na primeira chuva ou rega. Lembre-se que o processo aqui é lento. E por falar nisso…

3 – Paciência: depois dessa poda, leva 4 semanas para aparecer as folhinhas. E, para florir, pelo menos, 6 meses em condições controladas de uma estufa profissional.

flor

Problemas comuns no cultivo da rosa-do-deserto
Agora que você sabe de onde veio e como é todo o processo para uma rosa-do-deserto chegar até você, é bom conhecer quais os cuidados necessários para que a planta continue crescendo bonita e saudável.

Então, aqui vai uma lista de problemas mais comuns que você deve evitar para cultivar sua Adenium:
1 – Excesso de água: é o problema mais comum e também o mais fácil de evitar. A técnica do dedômetro deve ser usada para garantir que o substrato só será regado quando bem seco.

Toque a terra e, veja se seu dedo sai sujo. Sujou, não molhe. Pode esfregar a ponta do indicador, sem dó. Só regue a rosa-do-deserto se a ponta do seu dedo saiu completamente limpa, sem um grãozinho de areia.

Com acúmulo de água, é certeza que a planta será atacada por bactérias e fungo. Se notar que o caule está mole e as folhas secas, observe a base e as raízes: se está escura, mole e fedida, aí, só descartando o vaso e a rosa-do-deserto, antes que contamine outras plantas da sua coleção.

2 – Cochonilha: evite que esses bichinhos chatos ataquem sua planta com uma prevenção bem vinda, caprichando na adubação com cálcio. O famoso NPK não é suficiente, prefira adubos mais completos que possuam em sua composição, além do nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), micronutrientes como enxofre, magnésio, molibdênio, zinco, ferro e… cálcio.

Pode anotar na agenda essa receitinha: 1 vez ao mês, 1 colher de casca de ovo triturada sobre o substrato.
3 – Ácaro: esses bichinhos minúsculos, parente das aranhas, tecem um véu com uma teia muito fina. A solução será a mesma usada para combater o próximo problema, que  que pode infestar a planta.

Se encontrou 15, aí você já não controla. Isole a planta, lave muito bem seus equipamentos e torça para que não seja tarde demais para as outras plantas.
A forma de combater ácaros e moscas-brancas é um preparado que deve ser borrifado em toda a planta.

adenium obesum

A seiva tóxica da rosa-do-deserto
Uma curiosidade: a seiva da rosa-do-deserto é tóxica, tanto que no Saara é preparado uma mistura com as folhas da planta e com este líquido é feito um veneno para matar piolhos em camelos.

Também dá para combater lesmas e caramujos do seu jardim, com essa fórmula: uma parte de folhas (saudáveis) de rosa-do-deserto e, 10 partes de água, Evite usar essa técnica se na sua casa tiver crianças pequenas ou animais de estimação.

Aliás, se tem esses pequenos em casa, é uma boa idéia manter as plantas longe das mãozinhas que estão descobrindo o mundo ou dos pets que adoram cheirar (e comer) o que não deve.

entardecer