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Sedum-rubrotinctum

As suculentas são as grandes estrelas desse novo momento da decoração em que as plantas têm dominado praticamente toda a casa. Lindas e baratas, elas são perfeitas para você decorar cada cantinho que precisa de um toque a mais.

A quantidade de espécies é incontável, o que deixa bem difícil não achar uma que você goste. Já sabe as suas preferidas? Então que tal formar trios delas pelas mesas ou investir em um terrário para unir mais de uma espécie em um pequeno jardim? Essa segunda idéia é moderna, capaz de atualizar uma sala na hora e substitui os vasos em uma decoração muito mais atual.

Como existem suculentas de vários tamanhos e cores, o mix pode ficar interessante e único – de acordo somente com a sua personalidade. Uma parte importante de decorar com suculentas é escolher bem os vasos.

Três cores que fazem um contraste perfeito com o verde das plantas são o branco, o marrom do barro e o cinza dos vasos de cimento. Esse último, aliás, nem precisa ser comprado: ele é fácil de fazer e, com a ajuda de um copo e argamassa, você pode criar um jogo próprio para abrigar as suas plantas.

As suculentas são conhecidas pela facilidade de cuidar e pela variedade das espécies, então, se você é desses que acha que não consegue manter uma planta viva, uma suculenta você consegue.

Isso acontece porque ela não exige uma frequência muito grande nas regas: as folhas armazenam bastante água dentro delas e o tempo de colocar água varia de 10 a 14 dias.

suculentas

Mas se há esse intervalo, então como você sabe a quantidade certa de dias antes de regar de novo? Observando quanto tempo demorou para o solo ficar seco depois da última rega.

Ficar atento a isso é muito importante porque, se o solo não tiver secado e você colocar mais água por cima, as raízes podem apodrecer.

É por isso também que é muito importante que elas tenham um bom esquema de drenagem da água: antes de replantar, lembre sempre de colocar cascalho por baixo da terra para haver um melhor escoamento.

Seguindo essa mesma lógica, não coloque pratos embaixo dos vasos de suculentas: elas precisam de bastante espaço para a água escoar e não apodrecer as raízes. Fora isso, consiga um lugar em casa em que haja bastante luz.

suculentas

Fora as espécies com detalhes em roxo ou laranja, nem todas elas precisam ficar diretamente no sol, pelo contrário, as suculentas verdes se adaptam muito bem dentro de casa – desde que estejam perto de uma janela para pegar luz natural.

Você também pode combinar suas suculentas com outras espécies de plantas: é o caso dos cactos, que têm algumas características parecidas e fazem uma dupla perfeita para nenhuma estante botar defeito.

borboletas

adiantum

Se você procura por um item decorativo que combina com qualquer lugar, traz mais vida ao ambiente, purifica o ar e ainda garante mais charme e delicadeza, não há dúvidas que você irá amar a avenca!

Sua folhagem densa, composta por pequenas folhas arredondadas, é apropriada para cômodos claros, mas sem exposição direta ao sol. E é por isso que a avenca é uma ótima opção para ter dentro de casa.

Tipos de avenca
Existem diversos tipos de avenca, mas todas contêm uma característica única: elas não suportam excesso de água. Por isso, para criá-las em casa é importante ter atenção com a quantidade de rega.

Adiantum capillusveneris

Adiantum microphyla

Adiantum radianum

As variações de avenca mais difundidas são a Adiantum capillusveneris, conhecida por cabelo-de-vênus;  o avencão que é a Adiantum macrophylla e, por fim, a Adiantum raddianum que leva o nome de avenca suíça.

Em geral, as avencas são utilizadas no interior e exterior da casa como item de decoração. Como são pequenas, chegando de 30 a 40 cm de altura, suas folhagens, de aspecto irregular, são perfeitas para trazer aquele charme e até mais leveza aos cômodos.

A aparência da avenca lembra um pouco as samambaias, não é? Acredite, isso não é à toa - a samambaia é uma parente próxima da avenca. Ambas têm uma singular característica em comum: não têm flores ou frutos; a sua reprodução ocorre por meio dos esporos.

Quando os esporos ficam maduros, se soltam das folhagens e são levados pelo vento, até cair ou serem levados por pássaros, por exemplo, a um local propício para seu desenvolvimento.

Como cuidar da avenca
Se você quer plantar avenca, a melhor época é na primavera. A planta é delicada e não suporta baixas temperaturas, portanto, ela terá dificuldade em se desenvolver em climas frios. Contudo, o clima do Brasil é apropriado para ela.

O clima ideal é quente e úmido, entre 13 a 30ºC, em ambientes bem iluminados, mas sem exposição direta ao Sol. Também é preciso abrigá-la do vento, para impedir a quebra de seus galhos.

Quanto mais fértil e úmido for o solo, melhor será para o crescimento da planta. Não jogue água nas folhas da avenca; em vez disso, utilize um borrifador para deixar o ambiente mais fresquinho e perfeito para a planta.

Existem duas maneiras de ter uma muda de avenca: por meio dos esporos ou pelas touceiras.

Os esporos, como já foi mencionado, são as sementes da planta. Para iniciar o plantio, você precisará raspá-las da avenca com um objeto, como uma faca, com cuidado para não machucar a planta.

Adiantum subcordatum

Deixe um papel branco embaixo para pegar todas as sementes, pois elas são bem pequenas! Depois, espalhe-as em um substrato dentro de uma sementeira, cubra com plástico e aí é só esperar a germinação.

Aos poucos, os esporos crescerão no solo. No começo eles têm um aspecto de musgo, mas com o tempo as folhas aparecem. Quando as mudas tiverem até dois centímetros de altura, troque de vaso para o local definitivo onde ficarão.

Já o cultivo por meio das touceiras precisa ser feito com ainda mais cuidado para não afetar as raízes. Evite ao máximo trocar várias vezes a planta de vaso, porque ela não se acostuma facilmente em qualquer novo ambiente.

gaivotas

MONSTERA-DELICIOSA

Soluções acessíveis para atualizar a decoração, algumas plantas acabam virando moda. É o caso da costela-de-Adão. Assim como a espada-de-são-jorge, ela tem um formato único que conquista quem quer cultivar a sua própria selva urbana.

Além de produzir uma gama de folhas recortadas que podem lembrar uma costela e até mesmo o formato de um coração, a monstera se adapta aos ambientes internos e é fácil de cuidar.

Até há pouco tempo, quando alguém pensava em tropical, provavelmente imaginava uma palmeira ou uma bananeira.

monstera

A costela-de-Adão é uma trepadeira e, em jardins, é bastante usada em muros ou troncos de árvores. Mas se adapta super bem a ambientes internos e fica maravilhosa em vasos. Adulta, a planta dá até flor, que depois se transforma em um fruto comestível. daí o nome científico.

A planta é de fácil manutenção. Ela deve ser cultivada em substrato rico em matéria orgânica. Quando bem preparado, um vaso enorme de costela-de-Adão é leve, justamente por causa da matéria orgânica.

Para que a planta se desenvolva de maneira saudável, é só escolher um canto bem iluminado na casa, porém, sem sol direto. Monsteras gostam de locais à meia-sombra, mas com boa luminosidade.

Como se trata de uma planta rústica e resistente, ela vai sobreviver em lugares mais escurinhos, mas a falta de luz produz folhas sem buracos e fendas. E a graça da espécie são justamente as folhas recortadas.

Por fim, fique atento às regas, o ideal é manter o substrato úmido, mas sem encharcar. Irrigar o vaso duas vezes por semana é suficiente. Folhas amarelando são sinal de excesso de água.

Monstera deliciosa variegata

Monstera deliciosa var. Sierrana

A costela-de-Adão produz variações raras que são um espetáculo para os olhos. A Monstera deliciosa variegata (com folhas manchadas de branco) é item de colecionador.

Já a Monstera deliciosa var. Sierrana, que tem folhas bem rasgadas, é uma verdadeira escultura.

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helicônia

Muito parecida com cacho de bananas, mas na verdade é uma planta tão exótica quanto seu próprio nome.

A Helicônia é uma planta muito conhecida pelos jardineiros e jardins decorativos, muito chamada como caeté ou bananeira do mato e compete ao próprio gênero Helicônia, da família Heliconiaceae.

É uma espécie de planta tropical, originária da América do Sul, América Central, Ilhas do Pacífico e Indonésia.

Ela tem hastes longas e pendentes, com gomos grossos, vermelhos e amarelos que se assemelham os bicos dos tucanos e aparentam ser pesadas, mas que na verdade são levinhas.  Sua extensão é encapada por uma penugem avermelhada, adaptando uma textura macia como veludo.

Suas flores são  delicadas e despedaçam com facilidade com ventanias e a chuvas fortes. Suas  flores adequadas são brancas e permanecem abrigadas entre os gomos de cores vibrantes que imitam as cores de um pássaro.

Tipos, variedades e espécies

Heliconia rostrata

Heliconia rostrata

Heliconia psittacorum

Heliconia psittacorum

A variedade de Helicônias é bem grande, que existem postados em alguns sites. Estima-se que existem muitas espécies de Helicônias conhecidas perto de 200, de modo que  30 espécies naturais só no Brasil.

Como plantar e cuidar das Helicônias
Para cultivar a Helicônia não existe muito segredo, sabendo que ela não é exigente de podas e adubações regulares.

E em se tratando de uma espécie que se adapta em clima quente e úmido, o mais indicado é plantá-la em solo composto por partes iguais de terra e húmus, conservando a umidade a maior parte do tempo.

Para a rega, é aconselhável regá-la somente uma vez pela manhã e outra a noite, devendo atentar para que seu solo não fique encharcado, pois ela não tolera e ainda pode causar fungos.

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Devemos saber que essa espécie gosta de luz solar, por isso deve ter luz solar direta durante 6 horas diariamente. Ao cultivá-la, mantenha uma distância entre a planta , sabendo que ela precisa desse espaço para se proliferar. O mais indicado é o espaço de 4 a 6 metros.

Tenhas suas folhagens da Helicônia sempre limpas, e cuidando para afastar as ervas daninhas, procure da mesma forma, remover as folhas e caules mortos da planta para favorecer o seu crescimento

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