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Essa é uma planta da família Cactaceae e tem sua origem no Brasil. Há cerca de 60 espécies, e também muitas subespécies.

Diferentemente da maioria dos cactos, são plantas  epífitas e tem pouco ou nenhum espinho, estes são substituídos por cerdas (cabelos spinulescents, geralmente de cor branca, que pode desempenhar um papel na recolha de orvalho durante noites secas ou frias).

Os rhipsalis às vezes são chamados cactus-visco ou cacto-rush, mas não são plantas parasitas. Trata-se de uma espécie de cacto que dá flores e não propriamente uma planta com pétalas como as outras mais tradicionais.

Atinge cerca de 40 cm e forma densa touceira. A pequena plantinha dá flores pequenas brancas e delicadas que surgem no final do inverno por suportarem baixas temperaturas.

É uma planta delicada, mas muito forte e saudável quando bem cuidada. Elas podem compor um lindo jardim quando se desenvolvem da forma correta e seguindo todos os procedimentos de cultivo.

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Como cultivar a Rhipsalis
Primeiro, é preciso ter um substrato poroso, muito bem drenado, feito de compostos orgânicos próprios para o cultivo ou húmus de minhoca e areia. Esse cacto ama a sombra, mas pode ser cultivado ao sol também.

Na sombra, a espécie floresce bem mais e fica bem mais bonita. Pode ser plantada em vasos com altura. Pode ser cultivado em áreas cobertas bem iluminadas, com ou sem sol direto. O que nos dá a chance de levá-lo para dentro de casa, junto a uma janela com boa iluminação natural.

A Rhipsalis também é uma ótima opção para os jardins verticais, para embelezar pequenos espaços. Também ajuda a deixar um ambiente mais verde e sofisticado. Ela é ótima para tal objetivo, já que é uma planta de pequeno porte e muito luxuosa.

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Como plantar a Rhipsalis
Essa é uma planta é tão prática que você pode anotar uma dica de como cultivá-la por contra própria, realizando o plantio de forma adequada e rápida e pendurá-la em um lugar bem bacana da sua casa. Lembrando que podem ser plantadas dentro e fora de casa.

Material usado
- 1 placa de fibra de coco;
- 1 vaso de fibra de coco redondo cortado ao meio;
- Fio de eletricidade;
- Alicate;
- 1 pá pequena

Monte o vasinho fixando o vaso de fibra de coco cortado pela metade na placa de fibra de coco.

Use o fio. Fure o vaso de fibra de coco com o próprio fio e prenda na parte de trás da placa. Faça isso dos dois lados.

Torça bastante o fio para prender com firmeza. Corte a sobra de arame e bata para esconder. Com o mesmo fio, faça uma alça.

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Retire uma muda de Rhipsalis com a pazinha, com cuidado. Ela deve encaixar no vaso de fibra de coco. Se sobrar algum espaço por menor que seja, você pode completar com pó de fibra de coco ou composto vegetal que são vendidos em floriculturas, lojas especializadas em jardinagem e até em supermercados.

A outra dica é pegar um toco de árvore ou de qualquer planta, desde que seja um pouco grosso e fazer buraquinhos com uma ferramenta de jardinagem. Ai é só colocar a rhipsalis nos buracos, mas com muita delicadeza, coloque uma alça feita com arame ou o que desejar e pendure.

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havaiana

Quem olha uma samambaia não imagina que ela seja quase tão velha quanto os dinossauros. Essa primitiva família de plantas possui uma estrutura muito simples, incapaz de gerar flores ou frutos.

Por ser um Matusalém da jardinagem, a samambaia vem recebendo há décadas modificações genéticas que a torna mais exótica e resistente, caso da mini-havaiana.

Samambaia-havaiana é um híbrido e se prolifera facilmente
O gênero Nephrolepis possui cerca de 30 espécies, algumas delas tão comuns que chegam a ser consideradas ervas daninhas, vicejando espontaneamente em qualquer tipo de solo que seja ligeiramente ácido e bastante úmido, de preferência em meia sombra, mas também em condições de sombra ou de sol pleno.

A mini samambaia é uma planta de pequeno porte, densa e de fácil cultivo, é uma planta decorativa que se estabelece em qualquer tipo de decoração.

Curiosamente, a samambaia-havaiana, um híbrido da Nephrolepsis exaltata (variedade “Marisa”), acabou se saindo mais popular do que a espécie que lhe deu origem e, hoje, é a samambaia miniatura mais cultivada no Brasil.

Como acontece com as plantas dessa família, a havaiana se reproduz por divisão dos rizomas (os “caules peludos”) ou por esporos, aquele pozinho marrom que fica embaixo das folhas: basta que eles em solo bem fofo, úmido e rico em nutrientes, para que produzam mudas.

De porte pequeno e ótima para ambientes internos ou à meia sombra, a samambaia-havaiana deve ser mantida úmida e protegida de correntes de vento. Mantenha o vaso em local ventilado e de alta incidência de luz, mas onde não bata sol direto nas folhas.

Essa planta possui um ciclo de vida perene e, é uma variação da “Marisa”(Nephrolepis exaltata), ela tornou-se a espécie mais cultivada no Brasil.

Entre as samambaias miniatura é a mais cultivada, seu tamanho vária de 30 a 60 cm. É uma planta usada muito em decorações pelo seu formato pequeno e, são ótimas para ambiente internos.

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Samambaia havaiana adora adubos orgânicos – de borra de café à casca de ovos
Essa espécie reage bem à adubação orgânica: borra de café, saquinhos usados de chá, casca de ovo triturada e outros adubos caseiros podem ser usados uma vez por semana, polvilhados no substrato e regados em seguida.

Quem não tem jardim e mora em apartamento sabe que não é fácil encontrar plantas que fiquem bem nesse tipo de ambiente. Mas, a mini-samambaia é uma boa opção por ser uma planta pequena e de fácil cultivo.

Essa planta tropical garante um toque verde exuberante na decoração. Para cultivá-las em apartamentos você precisa saber de alguns cuidados essenciais:
* Mantenha a temperatura do cômodo entre 18 a 24ºC.
* A rega é de extrema importância.
* Iluminação adequada.
* Vaso e Umidade ideal.

Essas dicas são essenciais para ter uma esta samambaia em apartamentos ou em apês. Continua lendo esse artigo para saber como cultivar a mini samambaia passo a passo.

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Como Cultivar A Mini Samambaia
Regas
: A umidade é o principal fator para o seu desenvolvimento, por isso regue com frequência. Mais não a ponto de deixar o solo encharcado

Vasos: Cultive a samambaia em um vaso de plástico, em vez de um de barro (o vaso de plástico retém melhor a umidade do que o de barro);os vasos devem ser largo e raso, para que ela cresça sem problemas.

Temperatura: A maioria dessas plantas progride em ambientes com temperaturas constantes entre 18 a 24ºC.

Iluminação: As samambaias preferem luz indireta, nunca exposta ao sol direto. Sempre meia-sombra. Se elas não receberem luz suficiente, ficarão com o crescimento retardado.

Poda: Pode as folhas e galhos danificados para deixar a planta com aparência mais saudável e promover o crescimento dela.

Ventilação: Sempre em lugares com corrente de ar fraco. Ventos fortes podem danificar sua planta.

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Umidade: Elas adoram umidade, então quanto melhor você conseguir simular a umidade, melhor! Exemplos: perto de banheiros ou um umidificador pode ajudar.

Adubação: Adubos orgânicos são os melhores para o crescimento dessa planta. Recomendo: farinha de osso, torta de mamona, borra de café e casca de ovos.

Substrato: 1 medida de terra, 1 medida areia (construção), 7 medidas de húmus de minhoca, 1 colher de chá de carvão moído.

A mini-samambaia não gosta de mudanças, não fique trocando de lugar, ela não gosta. Depois que ela estiver por um tempo em um determinado lugar, evite de trocá-la, esse tipo de planta não gosta dessas mudanças.

gaivotas

filodendro-brasil

A filodendro vem crescendo no gosto popular como aliada para a decoração da casa. A planta é bem parecida co, a jibóia, no entanto exige cuidados diferentes, mesmo sendo de fácil manutenção como a primeira.

Usada geralmente no modelo pendente, ou seja, colocada em uma parede e com as folhas crescendo na posição vertical, a filodendro tem folhas que se assemelham ao formato de coração e podem até mudar de cor com o tempo, quando mais jovens, verdes claras, e “amadurecida” em tons mais escuros, sem contar as espécies com a coloração rosa.

O filodendro, em comparação à jibóia, tem cuidados mais específicos. Além disso, ela é mais tóxica do que a jibóia para os animais, sendo a espécie Filodendro-brasil a mais forte.

Diferenças entre filodendro e jibóia
As principais diferenças são as condições dos cuidados, já que a jibóia é menos vulnerável à luz. Além disso, alguns detalhes da aparência podem te ajudar a discernir qual é qual.

A folha do filodendro é mais reta, não dobra muito, e tem a ponta mais afilada em comparação à da jibóia. O caule dele é mais fino também, além de ter uma textura lisa. Enquanto o da jibóia é grosso e áspero.

Adotando um filodendro: luz e água
Saiba como regar e como não prejudicar o crescimento em relação à exposição na luz da filodendro.

Luz
Não é recomendado que a planta seja colocada em um lugar que bata luz direta na sua casa. Ou seja, evite pontos em frente às janelas e outros espaços, como a varanda, que costumam receber essa iluminação.

A luz difusa é o ideal. Isso porque o filodendro possui certa fragilidade com a luz e, se muito exposta a ela, pode queimar as suas folhas facilmente.

Água
Assim como a jibóia, o filodendro gosta de ter a terra seca por alguns dias, então regá-la com muita frequência pode acabar atrapalhando o seu crescimento.

O ideal é regar de duas a três vezes por semana. A dica é sempre colocar a ponta dos dedos na terra e depois analisar se eles se sujaram de terra, é como um indicativo de que a terra ainda está úmida e não precisa regar novamente.

filodendro

Na decoração
As opções para inserir a planta na decoração de casa são muito amplas, desde o vaso em uma superfície plana até pendurá-la em algum ponto alto — sendo essa última a favorita.

Isso porque, pelo fato de ser uma planta que cresce na vertical, ela forma o efeito cascata com as folhas que podem agregar para o visual na parede.

Por mais que seja possível colocar em um vaso, uma hora o caule e as folhas vão começar a cair para baixo. Então, o recomendado é sempre colocá-la em um ponto mais alto, onde seu crescimento possa valorizar o cantinho escolhido.

Outras variedades podem ser feitas também por meio de ganchos instalados na parede, que podem guiá-las para a direção escolhida.

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pilea

A Pilea (Pilea peperomioides) é uma planta que chegou para povoar as casinhas brasileiras. Pouco a pouco, esta planta conhecida por suas folhas espessas e arredondadas, tem tomado conta da decoração de interiores dos apaixonados por plantas. Afinal, quanto mais espécies variadas em casa, melhor, não é?

Por um tempo, as Pileas eram consideradas raras em terras tupiniquins e bem difíceis de encontrar. Assim, restava babar e apreciar essa verdinha à distância mesmo. Porém, atualmente, ela costuma ser encontrada em quase todas as floriculturas e lojas especializadas em plantas e, o melhor, se multiplica praticamente sozinha em casa, dando dezenas de novos brotos.

Hoje a Pilea é uma das espécies que está na lista de desejo dos pais de plantas. E vale a pena investir nela, pois é uma verdinha que não vai dar trabalho, nem decepcionar.

De fácil cuidado, as plantinhas não são nada exigentes em relação à rega e podem se adaptar tranquilamente a áreas com pouca luminosidade. É uma planta de crescimento rápido e de baixa manutenção, ou seja, uma excelente opção para os iniciantes no mundo verde.

Além de lindas, elas ainda são amigas dos bebês e dos pets, pois a Pilea está na lista das plantas não tóxicas para humanos e animais de estimação.

A história da origem e popularização da Pilea é curiosa. Originária da província de Yunnan, no sudoeste da China, a espécie ficou conhecida como planta-chinesa-do-dinheiro, por ter folhas redondas em formato de moeda. Acreditava-se que ela trazia fortuna e abundância para quem a tivesse e esse fato aumentou e muito sua popularidade.

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Como fazer mudas
Novas plantinhas devem aparecer na base do vaso – são os brotos, que podem ser transplantados para novos recipientes ao atingirem de 3 a 5 cm. Basta puxar as raízes com cuidado e plantar nas mesmas condições de solo.

Também é possível reproduzi-la retirando uma folha da base e plantando direto na terra úmida.

Mas como garantir que a Pilea esteja saudável e gere os tais novos brotinhos que são uma das suas sensações?

Algumas dicas de cultivo vão ajudar você a manter as suas sempre lindas e com as folhas brilhantes.

Como preparar o solo
A Pilea precisa de um solo bem drenado para que não haja água acumulada no fundo do vaso. Para quem vai começar o cultivo, é recomendado misturar a terra vegetal com pinus quebrado em pedaços bem pequenos. Depois de um tempo de cultivo, vale também adicionar húmus de minhoca como adubo.
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Luz natural
A Pilea adora claridade e precisa de um local com bastante luz indireta para crescer e se desenvolver. Mesmo sendo da família das suculentas, não coloque sua Pilea no sol direto, pois ela vai se queimar toda.

Para evitar que cresça desequilibrada se entortando à procura de claridade, gire a planta pelo menos duas vezes por semana.

A Pilea é uma ótima planta para se ter em ambientes com pouca luminosidade. Ela é capaz de se adaptar a locais com menos luz. Mas, nessas condições, as folhas vão ficar com um verde mais escuro, mais espaçadas e o seu desenvolvimento será mais lento.

Ao notar algumas folhas nascendo fora do padrão arredondado, é preciso atenção, pois ela pode estar realmente precisando de mais luz.

Água e umidade
É necessário deixar que o solo seque entre uma rega e outra, pois a Pilea não gosta de solo encharcado. Uma boa dica é observar as folhas: quando elas começarem a parecer um pouco caídas, é hora de regar a sua planta. Em climas mais quentes, elas precisam ser regadas com mais frequência.

Nas folhas, a planta gosta de umidade. Por isso, a dica é borrifar água com frequência, principalmente em períodos mais secos.

Temperatura
O ideal é sempre preferir lugares arejados para deixar a planta, para que ela não se sinta abafada. É melhor evitar deixá-la passando muito calor, pois pode acontecer de ela se estressar e perder algumas folhas.

O frio em excesso também vai prejudicá-la. Mantenha sua planta longe das baixas temperaturas e principalmente do ar-condicionado.

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Adubação e cuidados adicionais
Para obter melhores resultados com as Pileas, o ideal é usar adubo líquido. Uma opção equilibrada e completa é o Bokashi. Mas o indicado é usar apenas a metade da dosagem recomendada, de preferência durante a primavera e o verão.

Manchas brancas nas folhas indicam que sais e produtos químicos na água podem ser os vilões. Regue com água filtrada ou deixe a água da torneira em um recipiente aberto durante a noite antes de regar. Isso ajuda a remover parte do cloro e do flúor.

Amarelou?
Se sua Pilea está sofrendo, é provável que ela vá demonstrar os sinais através do amarelamento das folhas. É um dos casos mais frequentes e é levemente complexo, pois as folhas da Pilea amarelam por vários motivos.

Além dos cuidados já citados acima, fique atento a outras dicas:
Atenção para o crescimento
Por ter um crescimento vertical, a espécie vai ficando pesada e tende a cair (ela atinge cerca de 30 cm de altura se plantada em vaso).

Para evitar, coloque na terra uma estaca de apoio, de metal ou madeira, amarrando ao caule com delicadeza por meio de um barbante ou presilha.

Outra dica: vá girando o vaso de tempos em tempos, pois geralmente a luz solar entra por um mesmo lugar da casa e a planta segue essa direção ao crescer. Seguindo esses conselhos, ela ficará mais reta.

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Pragas
Uma Pilea enfraquecida ou estressada é mais suscetível a infestações de insetos. Insetos sugadores de seiva, como os ácaros, cochonilhas e pulgões podem sugar a umidade da planta.

Esse ataque acaba provocando também o amarelamento das folhas. Se não forem combatidas logo no início, as pragas se multiplicam muito rapidamente e podem acabar matando sua planta. Fique de olho.

Um pouco de amarelamento é natural
Se a Pilea está se desenvolvendo bem, com vários brotinhos novos, é normal que as folhas mais velhas amarelem e cheguem até a cair. Ao perder as folhas velhas, ela libera mais energia para novas folhas em crescimento.

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