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petunia

Existem mais de 200 espécies diferentes de petúnia. As mais comuns aparecem na coloração branca, roxa, lilás, rosa, amarela e vermelha. Ainda há as bicolores, que formam um desenho interno parecido com uma mandala.

Segundo a crença popular, a petúnia inspira transformações e sabedoria. Ela fica linda quando associada à decoração do ambiente. Se preferir cultivá-la do lado externo de casa, ela atrairá as visitas de muitos pássaros e borboletas.

No entanto, o ideal é plantar petúnia em vasos pendentes. Isso porque ela costuma florir aos montes e, se for bem podada, cria um efeito interessante. Outro motivo é que, em vasos, fica mais fácil cuidar dela, principalmente, por conta da necessidade de regas frequentes.

Como cuidar de petúnia: passo a passo
Agora que você já conhece um pouco melhor essa planta, chegou o momento de aprender como cuidar de petúnia. A seguir, confira um passo a passo sobre tudo que você precisa na hora cultivá-la.

Solo
O primeiro passo sobre como plantar petúnia é preparar o solo. No caso dessa planta em particular, é preciso que a terra seja rica em nutrientes. A escolha do vaso também assume um papel importante nessa etapa.

O ideal é que ele tenha no mínimo 30 cm de circunferência. No fundo, coloque pedras seguidas de areia e substrato. Uma dica é acrescentar um filtro de café descartável entre as camadas de pedra e areia. Assim, você impede que o substrato escape pelos furos de drenagem.

Por fim, faça covas de 3 cm e coloque 3 ou 4 sementes. O mais provável é que, em 10 ou 15 semanas, as petúnias comecem a florir. A época mais recomendável para o plantio é no final do inverno ou no começo da primavera.

Rega
Outra dúvida comum sobre como cuidar de petúnia é em relação à frequência da rega. Por ser uma planta que gosta de sol, ela tende a se desidratar mais facilmente. Por isso, o ideal é procurar irrigá-la sempre que o solo estiver seco.

Durante estações mais quentes, como verão e primavera, a dica é regar a petúnia uma vez por dia. Em épocas frias ou de temperatura amena, geralmente, regá-la três vezes por semana é o suficiente.

petúnias

Luz
Um dos principais cuidados com petúnia é em relação à incidência de luz. Isso porque ela precisa de luz solar direta para se desenvolver bem e florir. Dito isso, o mais indicado é manter o vaso no sol, no mínimo, por seis horas diárias.

Como a petúnia gosta do sol pleno, caso a cultive em vaso pendente em casa, vale posicioná-la próximo à janela. Se observar que as flores estão murchas, o mais provável é que elas estejam desidratadas e não estejam saturadas de sol. Portanto, vale reforçar: não se esqueça de regá-las com constância.

Outro ponto é que o ciclo de floração é de um ano. Isso significa que, após esse tempo, é necessário plantar novas sementes e iniciar um novo cultivo, já que a maioria das espécies de petúnia não é perene.

Poda
Se decidir cultivar a petúnia em vaso, na hora de podar, o mais indicado é utilizar a técnica de beliscagem ou poda de beliscão, como também é conhecida. Para tanto, basta usar uma tesoura e cortar as pontas dos ramos que estão crescendo verticalmente.

Esse tipo de poda também pode ser feito utilizando as pontas dos dedos. No entanto, exige mais conhecimento e preparo. Caso tenha curiosidade e queira aprender mais sobre ela, é possível encontrar vídeos e tutoriais específicos.

Seguindo os passos acima, há grandes chances de que a planta cresça forte e saudável.

sol entre nuvens

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Para cuidar de uma planta calla, é essencial mantê-la em um local com luz indireta ou meia-sombra, regá-la regularmente para manter o solo úmido, mas não encharcado, usar um substrato rico em matéria orgânica e bem drenado, e realizar adubações periódicas durante a fase de crescimento.

Retire folhas e flores secas e esteja atento ao período de dormência no outono, reduzindo a rega e permitindo que o bulbo descanse.

Iluminação
* Luz indireta: As calas preferem locais bem iluminados, mas que não recebam sol direto, para evitar queimar a folhagem. Um raio de sol da manhã ou um ambiente com luz filtrada são ideais.

Rega
* Solo úmido:
Mantenha o substrato sempre úmido, mas nunca encharcado, para evitar o apodrecimento das raízes.
**  Frequência:
Nos meses mais quentes, regue diariamente. Em épocas mais frias, a rega pode ser feita de duas a três vezes por semana.
** Teste do dedo:
Verifique a umidade do solo antes de regar, inserindo o dedo ou um palito para saber se está seco.

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Substrato e Adubação
* Solo rico e drenado:
Utilize um substrato soltinho e com bastante matéria orgânica, para que tenha boa drenagem.
**  Fertilização:
Adube periodicamente com um fertilizante NPK 10-10-10 ou específico para plantas com flores, a cada 15 a 30 dias durante o crescimento.

Manutenção e Dormência
* Poda de limpeza:

Retire as folhas e flores secas ou murchas para estimular o crescimento saudável da planta.
**  Período de dormência:
No final do outono, as folhas da calla podem amarelar e cair, indicando que a planta está a entrar em período de dormência.

** Cuidados na dormência:
Nesta fase, reduza drasticamente as regas e deixe o bulbo descansar. Ele voltará a brotar na primavera, trazendo novas flores.

Dicas adicionais
* Proteção contra o frio:

As calas não toleram geadas. Em climas mais frios, é preciso protegê-las do gelo ou recolher os rizomas.

** Local protegido do vento:
Para evitar a desidratação, cultive a calla num local protegido de ventos fortes, como uma varanda.

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A planta costela de adão é originária das florestas tropicais da América do Sul e da América Central. Devido a esse habitat natural, a costela de adão prefere locais de muita umidade e temperaturas elevadas.

A folhagem da costela de adão garante a ela uma aparência única, sendo robusta e elegante ao mesmo tempo. Por possuir folhas grandes, além de ser um item decorativo, auxilia na purificação do ar, pois absorve poluentes de forma efetiva.

Também conhecida como Monstera, que, em latim, significa monstruosa, esse nome é uma alusão ao tamanho das suas folhas perfuradas, que permitem que o vento passe pela planta sem a danificar.

Tipos de costela de adão
Antes de aprender como fazer muda de costela de adão, saibam que existem cerca de 60 espécies de Monsteras conhecidas. A altura de cada uma pode sofrer variações, mas o que todas têm em comum são as folhas grandes e o formato, como se houvessem sido cortadas.

A Monstera deliciosa é a mais conhecida e encontrada no Brasil. Muito utilizada por quem quer conferir ao ambiente um clima de “selva”, principalmente se houver mais de uma.

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Como fazer muda de costela de adão
Como agora você já conhece um pouco mais sobre essa lindíssima planta, chejá pode aprender como fazer muda de costela de adão. Essa é uma verdinha bem fácil de multiplicar devido às suas raízes aéreas. Existem algumas maneiras de fazer as mudas.

Muda de costela de adão por estaquia
Provavelmente o método de estaquia para fazer muda de planta é o mais conhecido e também o mais simples de fazer.

O primeiro passo é ter uma planta adulta saudável — sua ou de algum conhecido — para se retirar uma haste, que deve conter pelo menos um nó e algumas folhas.

O corte da haste deve ser feito com uma tesoura logo abaixo do nó e, então, esta é implantada em um vaso com substrato úmido, pressionando-a levemente para ficar firme. Cubra com um plástico para aumentar a umidade e acelerar o processo de enraizamento, que surgirá em algumas semanas.

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Muda de costela de adão por divisão de touceira
Outra técnica para fazer muda de costela de adão é por divisão de touceira. Esse método também é simples e realizado mais rapidamente que o anterior.

É necessário retirar a planta-mãe do vaso e com as mãos dividir a touceira em partes menores e de acordo com a quantidade de mudas que se deseja plantar.

Cada touceira deve ter raízes e folhas saudáveis. Então, coloque cada divisão em um vaso com substrato, depois regue para ficar úmido. Pressione levemente o substrato para que a touceira fique firme.

A técnica de fazer muda de costela de adão por touceira também pode ser adaptada em vasos com água ao invés de usar um vaso com substrato. Nesse caso, a água deve ser trocada semanalmente.

Muda de costela de adão por sementes
Se você não tem pressa em ver sua muda enraizar e crescer, pode fazer muda de costela de adão com a própria semente da planta. As sementes podem ser adquiridas diretamente do fruto de uma planta adulta ou em lojas de jardinagem.

Em um vaso com substrato e boa drenagem, semeie as sementes de forma uniforme. Cubra com uma fina camada de terra vegetal ou com o próprio substrato. Deixe o vaso em um local de alta umidade e longe da luz direta do sol. Para aumentar a umidade, é recomendado cobrir o vaso com um plástico.

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Como cuidar da muda de costela de adão
As mudinhas de costela de adão, e até mesmo a planta adulta, não requer cuidados muito específicos. Basta mantê-las com o substrato úmido e não expostas à luz direta. Faça as regas conforme a necessidade, mas sem encharcar. Também podem ser adicionados ao substrato fertilizantes e adubo.

Quando a muda da costela de adão enraizar e atingir um tamanho considerável é preciso transferi-la para o vaso definitivo, e assim como a mudinha, a planta adulta prefere baixa luminosidade e alta umidade.

Apesar da costela de adão gostar de umidade, suas raízes não devem ficar encharcadas, pois apodrecem. Para evitar esse problema, utilize argila ou cascalho no fundo do vaso a fim de melhorar a drenagem.

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Platycerium bifurcatum

Existem muitas curiosidades sobre o chifre de veado que talvez muitas pessoas não conheçam. Hoje, você vai aprender como fazer muda de chifre de veado e como cuidar dessa verdinha, que é a sensação atual dos projetos de decoração!

Você sabia que o chifre de veado é uma samambaia? E que ele é muito antigo na Terra, datando do período Devoniano, que ocorreu cerca de 200 milhões de anos antes do Período Jurássico? Vamos descobrir mais sobre essa plantinha tão interessante e aprender como fazer muda de chifre de veado?

Qual o motivo do nome popular dessa verdinha?
O nome chifre de veado não é à toa. Quem já viu essa planta já deve ter reparado que suas folhas compridas, com as extremidades entrecortadas e a textura ímpar, dão a impressão de serem de couro, além de se parecerem muito com a galhada de um veado.

É impossível não notar a planta chifre de veado onde quer que ela esteja. Suas folhas podem atingir até 1,5 m de comprimento. Quando ela está na natureza, prende-se em troncos para aproveitar melhor a luminosidade sem prejudicar a planta em que se fixa (ela é epífita).

Como é a estrutura da planta chifre de veado
O chifre de veado é uma planta tão primitiva que possui estrutura peculiar. Além das folhas em galhadas, que são férteis e pendentes, ela possui outra folha, em formato de escudo, arredondada, que cobre as raízes, protegendo-as.

Essa folha, também chamada de placa, é coletora de água e de folhas mortas, que serão alimentos para a plantinha. Com o tempo, a folha fica marrom e com o aspecto seco, o que é normal para a planta, e não deve ser podada nunca.

E mais, esse escudo é por onde a planta fica fixada a outra. Assim, ele serve também como suporte para o Platycerium bifurcatum.

Fazendo a muda de chifre de veado
Afinal, como fazer muda de chifre de veado? É bem simples agora que você já conhece a estrutura da planta. Essa verdinha na natureza se reproduz através de esporos, que são as manchas marrons que aparecem nas pontas das folhas em galhada.

Muitas pessoas acham que isso é uma doença ou uma praga e tentam se livrar dela cortando as pontas das folhas ou borrifando produtos para matar pragas. Mas, não faça isso! Essa parte amarronzada vai aparecer sempre que a planta estiver pronta para se reproduzir e isso quer dizer que ela está saudável!

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Muda por propagação vegetativa
Porém, quando a planta está em um jardim ou vaso, é muito mais fácil fazer a muda de chifre de veado por meio da reprodução vegetativa. Trata-se de pegar um “pedaço” da planta e transplantá-la para o local onde se quer que a muda pegue. Mas não é qualquer pedaço!

No caso dessa verdinha, é preciso pegar uma placa do tamanho da palma da mão com algumas folhas ou uma touceira, como o conjunto é conhecido. Use uma faca ou um canivete bem afiado para cortar esse pedaço e não machucar a planta-mãe.

Como dissemos, essa planta é muito antiga. Tão antiga que as plantas daquela época não possuíam nem flores, nem frutos. Dessa forma, se você está se perguntando se o chifre de veado dá flor, saiba que não.

Sendo assim, se você observar uma flor de chifre de veado, provavelmente não é dele e, sim, de alguma outra plantinha que também acabou se fixando no mesmo tronco que ele.

Plantando a touceira de chifre de veado
Com a touceira em mãos, a muda pode ser colocada em outro tronco. Contudo, também é possível cultivar o chifre de veado em vaso. Basta ter um bom substrato e um local adequado para ele se desenvolver.

Se o local escolhido for outro tronco ou uma madeira decorativa, use um barbante ou um pedaço de sisal para amarrar a touceira de forma que fique bem aderida ao tronco, mas sem apertar demais para não machucar suas raízes.

Caso a nova casa do chifre de veado seja um vaso, é preciso antes prepará-lo para receber a mudinha. Certifique-se de que ele possui furos em seu fundo para a drenagem da água. Coloque uma camada de pedras no fundo desse vaso, pois elas também irão ajudar a drenar a água.

Faça uma mistura de terra orgânica e vermiculita, na proporção de 1:1, isso vai garantir a umidade do substrato. Pegue a touceira e coloque em cima do substrato, sem enterrá-la, somente pressione levemente para haver contato com a terra. Regue bem até que a muda pegue.

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Como cuidar do chifre de veado
O chifre de veado é uma planta de cuidados simples. Ele não gosta de ventos fortes e nem de luz direta por um período muito longo. Por isso, escolha um local de meia-sombra e abrigado dos ventos para colocá-lo.

As regas da muda precisam ser constantes, mas quando a planta já é adulta, ela consegue manter sua própria umidade por mais tempo por causa das folhas-base que coletam a água. A adubação pode ser feita a cada 3 meses quando a planta adulta está em vasos.

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