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begonia

A begônia tuberosa é uma planta da família das begônias, nativa da América do Sul. É uma planta perene, herbácea, que pode chegar a medir até 1,5 m de altura. A begônia tuberosa tem um caule ereto, ramificado, e folhas arredondadas, coriáceas, de coloração verde escura.

As flores são solitárias, grandes e perfumadas, podendo ser de diversas cores, como branco, amarelo, vermelho ou rosa.

Características da begônia tuberosa
A begônia tuberosa é uma planta muito resistente e fácil de cultivar. Ela é ideal para plantio em vasos e jardineiras, e pode ser cultivada tanto em ambientes internos quanto externos.

No entanto, é importante tomar alguns cuidados especiais com a begônia tuberosa no inverno, pois ela não suporta o frio intenso.

Cuidados para plantar a begônia tuberosa
Para plantar a begônia tuberosa você vai precisar de:
*
1 tubérculo da planta;
* 1 vaso ou jardineira;
* 1 colher de areia;
* 1 colher de terra vegetal;
* 1 copo d’água.

Modo de preparo:
* Lave o tubérculo da planta com água limpa e deixe-o secar bem;
* Coloque o tubérculo em um vaso ou jardineira com um pouco de areia e terra vegetal;
* Regue a planta com um copo d’água;
* Coloque o vaso ou jardineira em um local ensolarado, mas sem exposição direta aos raios solares;
* Aguarde a germinação da planta, que geralmente acontece em 2 a 3 semanas.

begonia tuberosa

Como tratar doenças e pragas da begônia tuberosa
A begônia tuberosa é uma planta muito resistente e raramente é afetada por doenças ou pragas. No entanto, se você notar algum problema com a sua planta, consulte um especialista para diagnosticar a doença e receber orientações sobre o tratamento adequado.

Algumas doenças que podem afetar a begônia tuberosa são: manchas nas folhas, podridão das raízes e ataque de insetos sugadores de seiva.

Dicas para cultivar a begônia tuberosa
– A begônia tuberosa prefere ambientes ensolarados, mas não suporta o sol forte direto. Por isso, é importante escolher um local bem iluminado para cultivar a planta, mas sem exposição direta aos raios solares.
* A rega da begônia tuberosa deve ser feita regularmente, mantendo o solo sempre umedecido, mas evitando encharcamento. O ideal é regar a planta 2 vezes por semana.
* A adubação da begônia tuberosa deve ser feita uma vez por mês, utilizando um fertilizante orgânico líquido diluído na água da rega.

begonia-vaso

Cuidados
Como todos os cuidados com as plantas, o primeiro passo para manter sua begônia tuberosa (ou begônia-roxa) bonita e saudável é escolher o local certo para ela.

Apesar de ser uma planta que se adapta bem a ambientes internos, é importante levar em consideração a quantidade de luz natural que entra no ambiente. Se a ideia é cultivá-la dentro de casa, fique atento às janelas e procure um espaço que receba bastante luz natural durante o dia.

A begônia tuberosa também é uma planta que exige bastante água, por isso, é importante manter o solo sempre úmido, sem encharcar.

O ideal é regar a planta duas vezes por semana. Outra dica importante é não molhar as folhas da begônia, pois isso pode favorecer o surgimento de doenças na planta.

A melhor forma de molhar a begônia é utilizando um regador com bico fino para direcionar a água somente para o solo.

Por ser uma planta que exige muitos cuidados, não é recomendado cultivá-la em vasos muito grandes. O ideal é utilizar vasos pequenos, de preferência aqueles que têm furos na parte inferior para facilitar a drenagem da água.

Além disso, outro cuidado importante com a begônia tuberosa é adubar a planta periodicamente, utilizando um adubo orgânico ou específico para plantas ornamentais.

Com essas dicas simples, você pode cultivar uma bela begônia tuberosa em sua casa e ter um jardim cheio de vida e cor!

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Como fazer replantio ou transplante da planta begônia tuberosa
A begônia tuberosa é uma planta muito bonita e resistente, ideal para quem quer decorar o jardim ou a varanda. No entanto, ela não é imortal e, às vezes, precisa ser replantada ou transplantada. Aqui vamos ensinar como fazer isso da melhor forma possível!

Primeiro, você precisa escolher um local bem iluminado, mas sem sol direto. A begônia tuberosa gosta de muita luz, mas o sol direto pode queimar suas folhas. Depois disso, prepare o solo: ele deve ser bem fértil e enriquecido com matéria orgânica. Uma dica é misturar húmus ou composto com a terra.

Agora é hora de plantar as begônias. Coloque as tubérculos em cima do solo e cubra-os com mais terra, pressionando levemente para que fiquem bem firmes. Regue bem a planta e pronto: sua begônia está replantada!

Caso esteja transplantando uma begônia que já esteja crescendo em outro lugar, siga os mesmos passos acima, mas cuidado para não danificar as raízes ao retirá-la do vaso antigo. Depois é só colocá-la no novo local e regar bem.

Dúvidas
1. Como regar a begônia tuberosa?

A begônia tuberosa precisa de bastante água, mas não pode ficar encharcada. O ideal é regar a planta todos os dias, sempre que o solo estiver seco. Para saber se a begônia precisa de água, basta colocar o dedo na terra: se estiver seco, é hora de regar.

2. Como podemos adubar a begônia tuberosa?
A begônia tuberosa precisa de um adubo rico em nitrogênio para crescer bem. Uma boa opção é o adubo orgânico, que pode ser encontrado em qualquer jardinagem. Outra opção é o fertilizante NPK 10-10-10.

begonia tuberosa

3. Por que a begônia tuberosa precisa de bastante luz?
A begônia tuberosa precisa de bastante luz para crescer bem e produzir muitas flores. Por isso, é importante escolher um local bem iluminado para plantá-la.

4. Qual a temperatura ideal para a begônia tuberosa?
A begônia tuberosa prefere um clima mais quente, entre 20ºC e 30ºC. Se a temperatura do ambiente for muito baixa, a planta pode ficar estressada e até mesmo morrer.

chuva no jardim

Manacá-da-serra

O manacá-da-serra  é uma árvore pioneira da Mata Atlântica brasileira, muito característica da encosta úmida da Serra do Mar e da floresta ombrófila densa  da encosta atlântica dos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Ocorre quase exclusivamente em matas secundárias, onde chega a ser a espécie dominante. É encontrada também em restingas em todo o litoral de São Paulo, e na floresta ombrófila de sudeste do mesmo estado.

O manacá-da-serra é uma planta ornamental muito usada em projetos paisagísticos. Ela pode ser plantada em jardins, praças e também em vasos. Mas a escolha depende da espécie, pois há algumas que crescem muito e outras menores.

Como são plantas de sol pleno, não vão bem dentro de casa, mas podem ser plantadas em vasos, em jardins e quintais. O sol pleno é necessário para que a planta receba o máximo estímulo de energia para a floração abundante.

Por ser uma árvore muito florida, o manacá-da-serra deixa qualquer ambiente mais bonito. E é muito fácil de cuidar. Assim, é uma boa opção para quem não tem muito tempo ou muita experiência em cuidar de plantas.

Tipos de manacá
Entre os diversos tipos de manacá-da-serra, há dois que se destacam: o manacá de jardim e o manacá-anão.

manaca-da-serra-

O primeiro, também chamado de manacá-de-cheiro, tem flores com tons que vão do azul ao branco e que são muito perfumadas — por isso o nome.

Por ser uma árvore maior, é indicada apenas para o plantio direto no solo e em áreas abertas e espaçosas, como os jardins e praças.

manacá-da-serra anão

Já o segundo tem essa denominação por não crescer tanto como um manacá-da-serra tradicional. O manacá-anão chega a no máximo 3 m, sendo uma boa opção para ser plantado em vasos.

Flor de Manacá
A árvore do manacá tem folhas verdes escuras que, no período de floração, ficam ainda mais bonitas em contraste com as flores brancas que vão lentamente mudando a coloração, passando pelo tom de rosa até chegarem à cor lilás.

Essa característica das flores do manacá-da-serra faz com que seja chamada por muitos de “árvore que dá flor de três cores”.

E como as raízes do manacá-da-serra crescem pouco e não são agressivas, esta planta é uma boa opção também para plantar em calçadas, sem nenhum tipo de dano.

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Floração do Manacá-da-serra
O período de floração de um manacá-da-serra acontece no fim da primavera e no verão, entre os meses de novembro e fevereiro.

Nesse período é importante ter ainda mais atenção à adubação do solo, para potencializar as flores e deixar a sua planta mais bonita.

Como cuidar da muda
A principal diferença de um manacá-da-serra plantado diretamente no solo de um plantado no vaso é em relação aos cuidados.

Quando o manacá-da-serra é plantado no solo, as raízes conseguem ir em busca de água e nutrientes. Assim, as regas e adubações são menos frequentes. Já nos vasos, é preciso fornecer mais água e nutrientes para o desenvolvimento saudável da planta.

Plantada no vaso
Para plantar o manacá-da-serra em vasos, o primeiro passo é ter um vaso médio ou grande, que permita o crescimento. É recomendado o uso de um substrato com compostos muito ricos em matéria orgânica, como turfa, húmus de minhoca e esterco curtido. Eles fornecem uma grande variedade de nutrientes importantes para a saúde geral da planta.

Uma dica para ficarem bonitos em vasos é sempre repor o substrato, regar e podar. Mas, como não é uma planta que espalha muito horizontalmente, a poda é mais para limpeza de partes secas.

Se estiver em um espaço com sol pleno, a rega pode ser diária nos dias mais quentes. Já em épocas mais frias pode ser espaçada. E em épocas de chuva é possível cessar.

Plantada no solo
Escolha um espaço no jardim onde tenha a maior incidência direta de luz solar e que seja perto de uma torneira para facilitar as regas. Após o plantio é necessário primordialmente realizar as regas em dias intervalados porque nesse período a planta necessita de bastante água para enraizar.

Depois, a orientação é regar de uma a duas vezes por semana e podar somente nos períodos de outono e inverno, quando as plantas estão no período de dormência. Assim a brotação e a floração virão com tudo na primavera.

E é necessário tomar cuidado com as adubações em excesso. Evite adubar nos períodos de outono e inverno e potencializar a adubação durante a primavera e verão. Dessa maneira, seu Manacá ficará sempre lindo e florido.

Um jardim com Manacá-da-serra
Por ser uma planta que necessita de bastante luz solar direta para se desenvolver, o ideal é que o manacá-da-serra seja sempre cultivado em ambientes externos. E os jardins são ótimos para isso, além de ficarem mais bonitos durante a floração.

É importante ter atenção porque, quando é cultivado em locais de sombra ou meia-sombra, as folhas ficam pequenas e atrofiadas, não há florações e a planta fica mais suscetível ao ataque de pragas e doenças.

manacá da serra

Perguntas frequentes
Quem pensa em cultivar um manacá-da-serra costuma ter algumas dúvidas, principalmente em relação ao crescimento e ao melhor espaço para que a planta fique saudável e bonita. Abaixo um esclarecimento de algumas das perguntas mais comuns:

Manacá gosta de sol ou de sombra?
Como já explicado pelas profissionais, o manacá-da-serra é um tipo de planta que gosta de sol e depende dele para ter um melhor desenvolvimento.

Além disso, gosta de umidade. Mas pode apresentar dificuldades de desenvolvimento, acima de tudo em locais com ar muito seco.

manacá da serra

Manacá cresce rápido?
O crescimento não é tão rápido. O manacá-da-serra leva em torno de dois anos para alcançar a altura de 2,5 m, desde que tenha luz direta.

Portanto, é bom ter paciência, manter os cuidados e entender que a planta tem o seu tempo certo de se desenvolver.

Qual a altura de um manacá?
O manacá-da-serra é considerado uma das maiores plantas domésticas do Brasil. Dependendo da espécie, pode chegar a até 12 m de altura.

Mas há espécies menores, como o manacá-anão, que não passa de 3 m e é uma escolha mais adequada para espaços menores, como varandas.

janela-brisa

grapete

A Orquídea-grapete tem cheiro de uva, rivalizando com a cheirosa gardênia. O gênero Spathoglottis inclui cerca de 40 espécies, das quais a orquídea-grapete é uma das mais conhecidas.

Nativa de vários países no sudeste asiático e sudoeste do Oceano Pacífico, ela é famosa por seu perfume, que lembra o cheiro de uva, daí seu nome popular.

Ela faz grandes touceiras em encostas rochosas e clareiras de florestas, lugares onde há alta umidade e incidência direta dos raios de sol durante quase o ano todo.

Os numerosos botões surgem numa haste que pode alcançar 1 metro de altura, e se abrem em sequência, uns cinco ou seis ao mesmo tempo, em qualquer época do ano, despontando acima da folhagem belas inflorescências racemosas, densas e eretas, que vão abrindo as flores da base em direção ao ápice.

As flores são roxas, com o labelo franjado e amarelo, e possuem cerca de 4 cm de diâmetro, além de um delicioso aroma que remete a uvas.

A floração se estende por 30 a 45 dias. Se polinizadas produzem frutos alongados e verdes, com nervuras longitudinais marcadas e numerosas sementes diminutas.

Orquídea-grapete

Como cultivar a Orquídea-grapete
Por ser uma orquídea terrestre, não precisará de nenhum substrato especial para plantá-la, somente terra e húmus de minhoca.

Ela também pode ser cultivada diretamente no chão, numa mistura de terra, areia e composto orgânico, adicionando farinha de osso à terra uma vez por mês.

Apesar das florações sucessivas e duráveis, o efeito decorativo da folhagem de textura grossa predomina sobre as flores.

Uma boa ideia é combinar esta orquídea com plantas de flores amarelas, para um belo efeito de cores complementares.

Também pode ser plantada em vasos ou jardineiras, e assim adornar pátios e varandas. Se conduzida em interiores há que se ter cuidado de colocá-la em local bem ventilado e iluminado.

A sua multiplicação é feita por divisão das touceiras, de forma que cada nova muda seja uma planta completa, com folhas e raízes sadias, além de uma guia de crescimento (jovem pseudobulbo em formação). Também pode ser propagada por sementes ou meristema.

Como adora sol e tem folhas grandes e plissadas – bem diferentes das folhas de outros gêneros mais populares de orquídeas, essa espécie costuma ser vendida como planta comum de jardim, sem a pompa toda com que são comercializadas as Cattleya, por exemplo.

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Evite regar demasiado e não utilize pratos sob o vaso com a planta Prefere clima quente e úmido, e não tolera o frio intenso. O ideal é cultivá-la em clima com médias superiores a 20°C.

A época da floração é variável, podendo florir mais de uma vez ao ano quando bem cultivada,

Cuidados especiais
Importante mantê-la úmida, especialmente durante os meses em que estiver florida, diminuindo as regas quando notar que a floração acabou e a planta entrou em dormência. A adubação precisa acontecer a cada 14 dias.

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O gênero Aucuba inclui algumas espécies, mas apenas uma, Aucuba japonica, se tornou vulgar como planta de interior. Embora ao ar livre as aucubas possam atingir uma altura de 4,50 m, nenhuma das várias formas cultivadas em interior excederá os 90 cm.

As suas folhas opostas, de 10-17,5 cm de comprimento e pecíolos de 1,5 cm, são ovais, lustrosas e ligeiramente dentadas.

Todas produzem flores roxas, insignificantes no Verão, a que se seguem, em algumas espécies, pequenos grupos de bagas vermelho-vivo. Todas as inúmeras formas da Aucuba japonica apresentam folhas variegadas (as da espécie original são de um verde médio).

Aucuba_japonica1

A forma mais conhecida é provavelmente a Aucuba japonica variegata, com as folhas profusamente salpicadas de amarelo-dourado.

Cuidados
Luz
As aucubas de interior requerem luz forte ou sol direto velado.

Temperatura
Estas plantas estão particularmente indicadas para locais frios e sujeitos a correntes de ar; suportam mesmo frio intenso. Não toleram, no entanto, as temperaturas muito acima dos 23ºC. Nas divisões quentes proporcione um elevado grau de umidade.

Rega
Regue abundantemente durante todo o ano com a frequência necessária para manter a mistura bem úmida, mas nunca deixe os vasos em água.

Adubação – Aplique um vulgar adubo líquido uma vez por mês.

flores - Aucuba japonica-1

Envasamento e reenvasamento
Utilize uma mistura à base de terra. Estas plantas dão-se bem em vasos relativamente pequenos; vasos de 12 a 20 cm têm espaço suficiente para as raízes de uma planta bastante grande.

As plantas pequenas podem ser mudadas na Primavera para vasos do tamanho acima quando necessário. Uma vez atingido o vaso do tamanho máximo aconselhável, é conveniente proceder à substituição superficial da mistura todas as Primaveras.

Propagação
As estacas de 10-15 cm de comprimento enraizarão facilmente na Primavera se forem plantadas em vasos pequenos com uma mistura umedecida de turfa e areia grossa ou perlite.

Coloque cada vaso num saco de plástico e mantenha-o à temperatura normal de interior em sol direto velado, não voltando a deitar água até que o aparecimento de novas folhas revele que já se deu o enraizamento.

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Em seguida, retire o vaso do saco de plástico, regue ligeiramente a nova planta e comece a adubá-la mensalmente com um adubo líquido. Quando a planta tiver atingido 30 cm de altura, mude-a para um vaso de 10 cm com a mistura indicada para plantas adultas e trate-a como tal.

Observações especiais
Se as plantas se tornarem demasiado grandes, pode-as no inicio da Primavera.

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