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Posts para categoria ‘Pragas e Doenças’

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As pragas causam muitos estragos em plantações e favorecem doenças de origem fúngicas nas plantas, que podem ser prejudiciais ao seu desenvolvimento. Elas costumam atacar nos períodos de primavera, quando as atividades de fertilidade das plantas estão mais ativas e com maior desempenho.

Em desequilíbrio ecológico os problemas se tornam ainda maior que podem envolver ainda outros desequilíbrios que também são importantes, como temperatura, água e luminosidade.

Há diferentes espécies de pulgões que atacam regiões diferentes das plantas, sendo raízes ou folhas. Quando o solo está empobrecido de matéria orgânico e nutriente, ou excesso dessas coisas que tornam os ataques mais comuns. Isso acontece porque muda os teores de açucares das plantas através das próprias bioquímicas, o que é extremamente atraente aos fitoparasitas.

O pulgão pode ser encontrado em diversos gêneros e espécies e se identifica pelo pequeno tamanho e por ser encontrado em plantas com características de parasitismo bem relevantes. Eles se alimentam basicamente da seiva desses vegetais através dos vasos condutores de xilema e floema. São causadores de grandes prejuízos para produtores agrícolas e muito danosos às plantas, pois podem transmitir diversas doenças que são passadas de plantas para plantas além de favorecerem o crescimento de fundos.

O pulgão chega a medir no máximo cinco mm de comprimento, é uma das pragas mais perigosas para os vegetais devido ao tamanho do seu estrago. Quando a sua infestação não é controlada, pode acabar com uma plantação inteira.

Estes animais apresentam aparelho bucal sugador está no grupo dos sugadores de seivas, liberando uma secreção açucarada que alimenta fungos escuros. Esses fungos cobrem as lâminas foliares impedindo a fotossíntese da planta e consequentemente seu desenvolvimento. Esse líquido também atrai outros insetos e deixa a planta mais suscetível a danos causados por bactérias e fungos.

Como esses insetos podem atingir desde plantas silvestres até as cultivadas artificialmente, existem mais de mil tipos deles, sendo de cores variadas como marrons, pretos, brancos, verdes, cinzas e amarelos e vivem em colônia.

Pulgoes
Eles preferem as folhas e folíolos mais novos. Suas fêmeas se reproduzem por partenogênese (sem fecundação) geralmente nos meses mais quentes do ano  enquanto que no outono já ocorre o acasalamento entre machos e fêmeas. Esses insetos são sociais, porém a maior convivência é entre fêmeas. Os sinais podem ser observados através de manchas pelas folhas, ou pelo atrofiamento da planta fitoparasitada.

Como se livrar desse inseto indesejável
Como podem ser carregados através do vento para bem longe, os pulgões podem aparecer em qualquer época do ano, mas os períodos mais propícios acontecem na primavera, início do outono e verão.

Existem algumas espécies que podem parasitar até plantas tóxicas, o que não influencia na maneira de eliminação desse pequeno inseto, coisa que é muito fácil de fazer.

Uma primeira dica é de que não se devem usar inseticidas desses comprados em mercados para insetos domésticos. Esses inseticidas não são completamente eficazes e ainda matam os predadores naturais do pulgão.

Pesquisadores em horticultura e biólogos afirmam que a presença de joaninhas e outros insetos minimizam de forma mais eficaz o aparecimento de pulgões. Através de controle biológico também a praga pode ser controlada.

O controle biológico implica na utilização de um organismo para eliminar o outro. Nesse caso existe uma pequena vespinha que põe ovos dentro do corpo desses pulgões que se alimentam desse inseto como hospedeiro. Porém o controle biológico deve ser feito apenas através de especialistas que entendem do assunto, afinal de contas introduzir organismos em ecossistemas diferentes pode ser mais complicado do que parece.

Embora essa alternativa de incluir organismos predadores da espécie praga pareça ser a melhor idéia e opção para resolver o problema, esse tipo de atividade deve ser avaliado e estudado muito bem, a migração de espécies invasoras (como são chamadas) pode trazer mais problema ainda para o ambiente local ou invés de resolver o problema.

Porém ainda mais fácil mesmo seria a aplicação de inseticidas que sejam mais fracos, e próprios para serem usados em plantas ornamentais. Você pode optar ainda por receitas naturais, ou caseiras que apresentam os mesmos resultados.

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Uma forma de combate bastante eficiente para combater o pulgão de forma caseira é a calda de fumo, ele é excelente na eliminação de pulgões assim como também elimina as cochonilhas, vaquinhas, ácaros e lagartas.

Receita de caldo de fumo
Essa fórmula é mais usada para áreas pequenas de controle de pulgões.
Ingredientes
* 100 ml de álcool hidratado;
* 1 litro de água fervente;
* 250 g de fumo de corda.

Como preparar?
Em primeiro lugar deve-se picar o fumo em pedaços pequenos, coloque-os em uma vasilha, acrescente água previamente quente e deixe tampado para que a mistura descanse umas 24 hora.
Feito isso, agite tudo de uma só vez para misturar, filtre o líquido, aqui pode-se utilizar um pano fino e ir espremendo para retirar todo o líquido do fumo. Acrescente o álcool, que vai servir para conservar a solução. O caldo deve ser guardado em um frasco escuro.

Na hora da aplicação, o ideal é diluir 100 ml do caldo em 1 litro de água. Acrescente ainda 10 gotas de detergente (isso faz com que a tensão superficial da água seja quebrada). Pulverize a planta e repita sempre que for necessário.

Receita de suco de alho
Junte dois dentes de alho pra uma quantidade de 1 litro de água, pulverize as plantas pelo menos uma vez na semana com o suco.

Receita de calda de sabão
Ingredientes
* 1 litro de água;
* Uma colher (sopa) de sabão em barra ralado.

Como preparar
Ferva a água e derreta o sabão completamente. Dissolva essa mistura com mais 4 litros de água e aplique com um pulverizador nas plantas uma vez durante a semana.

O mais indicado para acabar com este tipo de praga são os inseticidas sistêmicos, mas é importante lembrar que qualquer inseticida para ser usado em relação à agricultura, deve-se levar em consideração diversos requisitos como periculosidade, contato com animais e crianças, se esse solo tem contato com reservatórios de água. Nesse caso deve-se procurar a orientação de um especialista no assunto, ele saberá informar qual inseticida é mais apropriado para determinado tipo de espécie.

Importante
As soluções para eliminar os pulgões ou outras pragas devem ser pulverizadas Para tratar os pulgões, deve ser pela manhã.

Não aplique o produto no calor da tarde. O calor do sol é intensificado pelo sabão e óleo no pesticida e pode queimar as folhas das plantas. Outras opções para o controle de pulgões incluem a pulverização com um fluxo constante de água ou permitir que insetos predadores, como joaninhas e crisopídeos, os cace. Plante ervas com flores em seu jardim, como endro e borragem, para atrair esses insetos.

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A cochonilha é uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais. Primeiro surgem pequenas bolinhas brancas que se mantêm praticamente estáticas nos caules mais próximos às folhas. Depois, as folhas começam a apresentar manchas e murchar. Logo em seguida, a planta perde vigor a ponto de, em casos extremos, morrer.

Esse é um roteiro resumido de um típico ataque de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais.
Embora minúsculos, medindo não mais do que 35 mm, esses insetos sugadores de seiva podem fazer grandes estragos, não apenas pelos nutrientes que rouba, mas também por secretar uma espécie de cera que facilita o ataque de fungos, diminui a capacidade fotossintética da planta e, de quebra, atrai formigas doceiras.

Parentes próximos das cigarras e dos pulgões, as cochonilhas apresentam formas muito variadas, o que dificulta a sua identificação. A coloração pode ser branca, marrom, avermelhada, verde ou enegrecida. Algumas espécies possuem corpo mole e se depositam sobre as plantas como se fosse algodão, enquanto outras têm uma carapaça dura. Sempre em conjunto, os insetos normalmente se instalam nas axilas das folhas (ponto onde a folha encontra o caule), sob as folhas, nos ramos e troncos das árvores e até mesmo em frutos e raízes.

A proteção do jardim contra esses intrusos começa na manutenção das plantas em condições saudáveis. O ataque dessa e de outras pragas sempre ocorre em plantas submetidas a condições ambientais e/ou nutricionais impróprias. Entre os fatores que propiciam esses ataques, ela destaca a existência de solo ou substrato inadequados, quantidade insuficiente de luz, falta de água, déficit de nutrientes ou adubação em excesso. Outro fator favorável às cochonilhas é a eliminação dos predadores naturais, como percevejos, joaninhas, moscas e alguns fungos.

Em teoria, todas as espécies vegetais utilizadas na ornamentação de jardins e de interiores, quando submetidas a condições inadequadas de cultivo, estão vulneráveis ao ataque de cochonilhas. No caso das suculentas, algumas espécies são mais suscetíveis, como nas Echeverias (Rosa-de-pedra). Outras plantas comumente atacadas por esses insetos são a Hortência chinesa, a camélia, as laranjeiras e os limoeiros.

Como intervir?
A boa notícia é que livrar o jardim das cochonilhas não é tarefa difícil. De acordo com a intensidade e as condições do ataque, o controle pode ser feito com a poda e a destruição das áreas mais comprometidas. A limpeza das partes mais infestadas com esponja ou escova secas, ou a remoção dos insetos com cotonete embebido em vinagre ou álcool etílico, também são medidas que surtem efeito.

Para os casos em que é necessária uma intervenção mais dura, uma solução é pulverizar a planta atacada com emulsões de sabão de coco ou detergente neutro e, em seguida, pulverizar óleo mineral emulsionável. O óleo mata os animais por asfixia ao formar uma película sobre eles que impede a respiração. Para maior proteção das plantas, é importante que a pulverização seja feita sempre no final da tarde quando há menor incidência de sol.

A batalha contra as cochonilhas pode ser vencida, ainda, com a aplicação de inseticidas de baixa toxicidade próprios para uso em plantas ornamentais. Outra estratégia de combate válida é a pulverização de extratos vegetais naturais, como a calda de fumo e a calda de Santa-maria (ver receitas abaixo).

Receitas caseiras contra cochonilhas
Calda de fumo
Ingredientes:
100 gramas de fumo de corda;
1/2 litro de álcool;
1/2 litros de água;
100 gramas de sabão em pedra neutro.

Preparo:
Misture 100 gramas do fumo cortado em pedacinhos em 1/2 litro de álcool. Acrescente 1/2 litro de água e deixe a mistura curtir por aproximadamente 15 dias. Após este período, corte o sabão em pedaços pequenos e dissolva-o em 10 litros de água. Misture o sabão à calda de fumo curtida. Em áreas com ataques muito intensos, pulverize a mistura diretamente sobre as plantas. Caso a infestação ainda seja pequena, dilua o preparo em até 20 litros de água limpa antes da pulverização. As aplicações devem ser feitas em períodos de sol ameno. Uma dose  tende a resolver o problema, caso os bichinhos não desapareçam, porém,  vale borrifar as plantas atacadas uma vez por semana, até que a infestação acabe.

Calda de Santa Maria
Ingredientes:
200 gramas de Erva-de-santa-maria (Dysphania ambrosioides);
1 litro de água fria;

Preparo:
Amoleça 200 g de erva de Santa Maria em 1 litro de água fria durante 6 horas. Aperte bem as folhas para extrair o suco. Dilua o extrato obtido em 5 litros de água limpa. Pulverize o preparado sobre as partes atacadas uma vez por semana, sempre sob sol ameno, até que a praga seja eliminada.

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Entre as pragas que atacam as plantas uma se destaca, isto é, é mais “feroz”, é a mosca-branca, que apesar do nome, na idade adulta tem a coloração de branca a amarelo-pálido, os olhos são negros e se destacam no corpo do inseto. A medida delas fica entre 1 e 2 mm e o macho é menor do que a fêmea. s asas ficam um pouco separadas permanecendo com os lados paralelos quando elas estão de repouso e ainda é possível ver o abdômen.

Quando está em repouso, mantém as asas fechadas, parecendo haver um par somente. Não se move rapidamente sendo de fácil captura, no entanto tem grande capacidade de dispersão pela quantidade de ovos, 200 em média por fêmea, e pela ação do vento como agente dispersante. Prefere climas mais secos, onde são maiores sua longevidade e fertilidade.

O tempo que uma praga como essa vive depende da temperatura que ela está exposta e o tipo de alimentação. E o seu estágio de crescimento para do ovo a adulto sob temperatura que deve ficar em torno dos 32 graus e leva entre 18 e 19 dias.

O ovo da mosca-branca também é de cor amarela e o seu formato lembra muito aquele de uma pera, a medida fica entre 0,2 e 0,3 mm. As fêmeas colocam os seus ovos na parte de dentro das folhas de forma irregular. E essa fase dura entre 6 a 15 dias, o que faz variar o tempo é a temperatura em que ela está.

Tecnicamente não se trata de uma mosca, pois é um hemíptero, mesma ordem dos pulgões e percevejos, e não díptero que é a ordem das moscas comuns. Uma regra prática para não confundir é o número de asas: hemípteros têm quatro asas enquanto que dípteros têm duas. Existem duas espécies bastante conhecidas como pragas, Bemisia tabaci e Bemisia argentifolii. A segunda é conhecida por ser mais destrutiva e resistente a certos inseticidas.

Bemisia tabaci

Bemisia argentifolii

Os danos causados pela mosca-branca são, além da sucção de seiva que enfraquece as plantas, o deposito de toxinas que provocam crescimento desuniforme dos tecidos vegetais. Ainda, assim como os pulgões, a mosca-branca também secreta uma substância açucarada que permite o desenvolvimento de fumagina, um tipo de fungo escuro que impede a fotossíntese nas plantas.

Outro dano, talvez o mais importante em algumas culturas, é o fato de esta praga ser transmissora dos vírus Begomovírus e do VMDF (vírus do mosaico dourado do feijoeiro). A mosca branca infesta muitas espécies de plantas conhecidas, como tomateiro, feijoeiro, soja, brócolis e diversas ornamentais. Também é encontrada em plantas daninhas presentes em jardins, terrenos baldios e cultivos comerciais.

Controle químico para eliminar a mosca-branca
Esse é chamado o controle mais generalizado, mas alertam os especialistas, muitas vezes é feito de forma irracional. Veja qual a maneira de usar o controle químico de forma eficiente e segura!

Inseticidas
- Procure o inseticida apropriado para controlar a mosca-branca.
- Use somente a dosagem que é recomenda nas instruções do rótulo.
- Outra opção é usar também óleos desde que a dosagem fique entre 0,5% e 0,8% ou detergentes e sabões neutros com dosagem de 0,5%. Ambos servem principalmente para diminuir a oviposição da mosca-branca. Porque as ninfas não conseguem se alimentar onde tem óleo e acabam morrendo desidratadas.
- Os produtos devem ser aplicados em rotação temporal ou espacial.
- Quando e usa a rotação você consegue fazer com que o efeito do seu inseticida dure por mais tempo.
- Nunca aumente a dose do produto por sua conta e nem é recomendado usar um único produto. Com um tempo, a praga se torna resistente a ele.
- Mistura inseticidas não garante maior eficiência. Eles devem ser mudados, mas de forma rotativa.

Também podemos utilizar armadilhas de coloração amarela, em lona, plástico, etiquetas, etc., untadas com óleo. Estas devem ser colocadas entre as plantas, na mesma altura das plantas presentes no local.

Existem diversos inimigos naturais de mosca-branca, são várias espécies de percevejos, lixeiras, besouros e vespas. Há, ainda, espécies de parasitóides dos gêneros Encarsia, Erectomecerus e Amitus. Realizando prevenção e/ou controle químico racional,  podemos manter e até aumentar a presença desses inimigos naturais de mosca branca.

O importante é que todo o controle, seja ele cultural, cultivo resistente, uso de inseticida, deve ser atento para não favorecer os inimigos.

janela e castelo

cochonilha

As cochonilhas são insetos que se parecem com algodão com bocas sugadoras. Elas sugam os fluidos de folhas e caules, roubando nutrientes essenciais das plantas.

Parentes próximos das cigarras e dos pulgões, as cochonilhas apresentam formas muito variadas, o que dificulta a sua identificação. A coloração pode ser branca, marrom, avermelhada, verde ou enegrecida. Algumas espécies possuem corpo mole e se depositam sobre as plantas como se fosse algodão, enquanto outras têm uma carapaça dura. Sempre em conjunto, os insetos normalmente se instalam nas axilas das folhas (ponto onde a folha encontra o caule), sob as folhas, nos ramos e troncos das árvores e até mesmo em frutos e raízes.

Elas se alimentam de todas as partes da planta, mas especialmente sobre as partes novas da planta em crescimento. As folhas murcham e ficam amareladas e, em espécies produtoras, as frutas podem cair prematuramente.

Primeiro surgem pequenas bolinhas brancas que se mantêm praticamente estáticas nos caules mais próximos às folhas. Depois, as folhas começam a apresentar manchas e murchar. Logo em seguida, a planta perde vigor a ponto de, em casos extremos, morrer.

Esse é caminho resumido de um típico ataque de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais. Embora minúsculos, medindo não mais do que 35 mm, esses insetos sugadores de seiva podem fazer grandes estragos nas plantas.

A proteção do jardim contra esses intrusos começa na manutenção das plantas em condições saudáveis. O ataque dessa e de outras pragas sempre ocorre em plantas submetidas a condições ambientais e/ou nutricionais impróprias. Entre os fatores que propiciam esses ataques, ela destaca a existência de solo ou substrato inadequados, quantidade insuficiente de luz, falta de água, déficit de nutrientes ou adubação em excesso. Outro fator favorável às cochonilhas é a eliminação dos predadores naturais, como percevejos, joaninhas, moscas e alguns fungos.

Em teoria, todas as espécies vegetais utilizadas na ornamentação de jardins e de interiores, quando submetidas a condições inadequadas de cultivo, estão vulneráveis ao ataque de cochonilhas. No caso das plantas suculentas, algumas espécies são mais suscetíveis, como nas Echeverias (rosas-de-pedra). Outras plantas comumente atacadas por esses insetos são a hortência chinesa, a camélia, as laranjeiras e os limoeiros.

Como intervir?
Livrar o jardim das cochonilhas não é tarefa difícil. De acordo com a intensidade e as condições do ataque, o controle pode ser feito com a poda e a destruição das áreas mais comprometidas. A limpeza das partes mais infestadas com esponja ou escova secas, ou a remoção dos insetos com cotonete embebido em vinagre ou álcool etílico, também são medidas que surtem efeito.

Para os casos em que é necessária uma intervenção mais dura, uma solução é pulverizar a planta atacada com emulsões de sabão de coco ou detergente neutro e, em seguida, pulverizar óleo mineral emulsionável. O óleo mata os animais por asfixia ao formar uma película sobre eles que impede a respiração. Para maior proteção das plantas, é importante que a pulverização seja feita sempre no final da tarde quando há menor incidência de sol.

A batalha contra as cochonilhas pode ser vencida, ainda, com a aplicação de inseticidas de baixa toxicidade próprios para uso em plantas ornamentais. Outra estratégia de combate válida é a pulverização de extratos vegetais naturais, como a calda de fumo e a calda de santa-maria (ver receitas abaixo).

Receitas caseiras contra cochonilhas
Calda de fumo
Ingredientes:
100 gramas de fumo de corda;
1/2 litro de álcool;
1/2 litros de água;
100 gramas de sabão em pedra neutro.

Preparo:
Misture 100 gramas do fumo cortado em pedacinhos em 1/2 litro de álcool. Acrescente 1/2 litro de água e deixe a mistura curtir por aproximadamente 15 dias. Após este período, corte o sabão em pedaços pequenos e dissolva-o em 10 litros de água. Misture o sabão à calda de fumo curtida. Em áreas com ataques muito intensos, pulverize a mistura diretamente sobre as plantas. Caso a infestação ainda seja pequena, dilua o preparo em até 20 litros de água limpa antes da pulverização. As aplicações devem ser feitas em períodos de sol ameno. Uma dose  tende a resolver o problema, caso os bichinhos não desapareçam, porém,  vale borrifar as plantas atacadas uma vez por semana, até que a infestação acabe.

Calda de Santa Maria
Ingredientes:
200 gramas de erva–de–santa–maria (Dysphania ambrosioides);
1 litro de água fria;

Preparo:
Amoleça 200 g de erva de Santa Maria em 1 litro de água fria durante 6 horas. Aperte bem as folhas para extrair o suco. Dilua o extrato obtido em 5 litros de água limpa. Pulverize o preparado sobre as partes atacadas uma vez por semana, sempre sob sol ameno, até que a praga seja eliminada.

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