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De fácil cultivo, a suculenta greenovia conquista no primeiro olhar. Isso porque sua aparência lembra uma roseta compacta, que encanta os amantes de plantas.

Essa espécie ganha destaque em coleções particulares e jardins urbanos, não só por sua beleza, mas também por ser resistente e adaptável a diversas condições – uma ótima opção para quem não dispõe de tempo para cuidar ou está começando na jardinagem. Confira suas características e saiba como cuidar.

Origem
A suculenta greenovia tem origem nas Ilhas Canárias, um arquipélago espanhol localizado na costa noroeste da África, cujo clima árido e montanhoso oferece o ambiente ideal para essa planta crescer.

Pertencente à família Crassulaceae, as suculentas greenovia são adaptadas para armazenar água em suas folhas grossas, o que lhes permite sobreviver em ambientes secos.

Por isso no Brasil, ela pode ser encontrada em regiões onde prevalece o clima ameno e seco. É uma planta relativamente nova no mercado de jardinagem brasileiro.

Aeonium aureum

Características
Populares entre os apreciadores de suculentas e plantas exóticas, a greenovia tem características particulares que vão além de visual:

* Folhas carnudas: assim como outras suculentas, a greenovia tem folhas espessas e carnudas, projetadas para armazenar água. Isso a torna resistente à seca e capaz de sobreviver em ambientes com pouca água.

* Cores variadas: o tom vibrante de suas folhas pode variar entre verde-claro e azulado. Algumas variedades podem apresentar tons acinzentados ou até um avermelhado nas bordas das folhas.

* Flores: além de sua forma já lembrar uma flor, esta suculenta também apresenta florescência, com predominância de pequenas flores amarelas. Essa fase normalmente ocorre na primavera.

* Tamanho compacto: a espécie tende a ser pequena, com rosetas que podem variar de poucos centímetros até 10 cm de diâmetro.

Ajuda na limpeza do ar
As suculentas são plantas que absorvem dióxido de carbono (CO₂) e liberam oxigênio durante a fotossíntese, um processo que acontece à noite, o que ajudar na purificação do ar, tornando a greenovia uma excelente opção para pequenos ambientes fechados.

Embora as suculentas, em geral, contribuam para um ar mais puro, sua capacidade é mais limitada quando comparada a plantas de grande porte ou folhagem densa, como palmeiras ou samambaias.

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Cultivo
A greenovia é uma excelente escolha para quem busca uma planta de fácil manutenção e de grande impacto visual. É usada na decoração em ambientes internos e externos, sendo ideal para jardins verticais, jardins de pedra e vasos, pois promove o contato com a natureza de forma simples e prática.

Outra opção é usá-la em arranjos com outras suculentas, o que confere um aspecto visual delicado e exótico. Ideal para composições tanto rústicas quanto modernas, a planta é muito apreciada por colecionadores de suculentas.

Cuidados
Confira as dicas dos especialistas para cuidar da suculenta greenovia:
* Solo
A greenovia precisa de um substrato específico para suculentas e cactos, que é arenoso e permite uma boa drenagem. Isso evita o acúmulo de água nas raízes e seu apodrecimento. É importante evitar solo que retém muita umidade.

Se estiver em vaso, recomenda-se que a peça tenha furos de drenagem para garantir que o excesso de água possa sair e não fique acumulado no fundo.

* Adubação
Apesar de ser uma planta de baixa exigência nutricional, Fabiana declara ser recomendável adubar a greenovia uma ou duas vezes ao ano. Fertilizantes específicos para suculentas, ricos em potássio e fósforo, são ideais para fortalecê-la.

Deve-se fertilizar de forma leve durante a primavera e o verão, quando a planta está em crescimento ativo. Já no período de dormência, geralmente no inverno, não é necessário adubar, pois a planta desacelera seu crescimento.

* Regas
Como outras suculentas, a greenovia armazena água em suas folhas, então não precisa de regas frequentes, portanto, regar a planta quando o solo estiver completamente seco para evitar o apodrecimento das raízes.

Durante o inverno, as regas devem ser ainda mais raras.
Para evitar solo encharcado, um bom método é verificar a umidade do solo com o dedo: se estiver seca a alguns centímetros de profundidade, é hora de regar.

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* Luminosidade A greenovia prefere ambientes com bastante luz indireta. Ela se desenvolve melhor em locais com luz natural abundante, mas não deve ficar exposta diretamente ao sol intenso por longos períodos, pois isso pode queimar suas folhas.

Uma janela bem iluminada, mas sem luz solar direta durante as horas mais quentes do dia, é ideal, exemplifica João. Por outro lado, como a espécie não tolera bem o frio extremo, o indicado é que seu cultivo em áreas de clima ameno.

Podas
A poda raramente é necessária, mas remover folhas mortas pode melhorar a estética da planta. Isso também ajuda a manter o vegetal saudável e evitar o surgimento de fungos.

Se estiver crescendo de maneira desordenada, sugere-se podar algumas folhas para estimular um crescimento mais compacto.

Propagação e plantio
O modo mais comum de propagação é por meio de folhas e mudas, que surgem naturalmente ao redor da planta-mãe. Isso pode ser feito retirando uma folha saudável ou uma pequena roseta lateral e plantar em solo adequado.

Existem ainda sementes para plantar, mas, a germinação por esse método pode ser demorada e exigir condições específicas de luz e umidade, tornando o processo mais difícil para pessoas que não têm experiência em plantio.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Monstera adansonii

A mini-costela-de-adão é uma planta muito popular na decoração de interiores. Ela é famosa por suas folhas perfuradas, que trazem um visual exótico e tropical para qualquer ambiente.

Apesar de ser da mesma família da costela-de-adão tradicional (Monstera deliciosa), a versão “mini” tem folhas menores e mais delicadas, mas com o mesmo charme das folhas recortadas que lembram uma costela humana — daí o nome.

Cuidados com a mini-Costela-de-Adão
Essa planta é relativamente fácil de cuidar, o que a torna ideal para quem está começando no mundo das plantas. Aqui vão alguns cuidados básicos para manter sua mini-costela-de-adão saudável e bonita:
* Luz: Ela prefere ambientes com luz indireta. Evite exposição direta ao sol, pois pode queimar as folhas. Um local próximo a uma janela com cortina fina é ideal.

* Regas: A mini-costela-de-adão gosta de umidade, mas não tolera encharcamento. Mantenha o solo úmido, mas espere secar um pouco entre as regas. No verão, as regas podem ser mais frequentes do que no inverno.

*Solo: O substrato ideal deve ser bem drenado. Um mix de terra com perlita ou areia garante que a água não fique acumulada nas raízes.

* Umidade: Como é uma planta tropical, a mini-costela-de-adão aprecia ambientes úmidos. Pulverizar suas folhas com água de vez em quando ajuda a simular seu habitat natural.

* Temperatura: Evite temperaturas muito baixas. A mini-costela-de-adão prefere ambientes entre 18°C e 27°C.

Monstera adansonii variegata

Onde Usar a mini-Costela-de-Adão na decoração
Por seu porte menor e formato marcante, essa planta é versátil na decoração de ambientes internos: * Estantes e prateleiras: Como ela tem um crescimento pendente, suas folhas caem de forma elegante, o que fica lindo em prateleiras altas.

* Suportes e cachepots: A mini-costela-de-adão pode ser colocada em suportes de planta ou em cachepots decorativos, combinando com diferentes estilos de decoração, desde o moderno até o rústico.

* Escritório: Se você busca trazer um pouco de natureza para o ambiente de trabalho, a mini-costela-de-adão é uma excelente escolha, pois traz um toque de frescor sem ocupar muito espaço.

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Multiplicação
Essa planta pode ser facilmente propagada por meio de estacas. Basta cortar um pedaço do caule com algumas folhas e colocá-lo em água até que novas raízes comecem a se desenvolver. Depois disso, é só transferir para o solo.

A mini-costela-de-adão é uma planta que, além de linda, é prática para quem ama natureza, mas não tem muito tempo para cuidados complexos.

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A flor-morcego, ou planta-morcego, é uma das plantas mais enigmáticas e visualmente intrigantes do reino botânico. Ela tem um significado cultural em algumas regiões asiáticas, onde é associada ao mistério, à transformação e à proteção.

Seu aspecto sombrio e exótico faz com que seja cercada de misticismo e lendas, muitas vezes sendo relacionada a símbolos de proteção em mitologias locais.

Originária das florestas tropicais do sudeste asiático, essa planta ganhou notoriedade por suas flores exóticas, que lembram a aparência de um morcego em pleno voo, com longos filamentos que se assemelham a bigodes. Sua presença é tão marcante que, ao observá-la, fica difícil não ser cativado por sua forma e mistério.

O visual único da flor-morcego
A flor-morcego é uma planta herbácea perene, cujas flores são sua característica mais impressionante. As pétalas são geralmente de um roxo escuro, quase negro, que reforça a semelhança com morcegos.

Suas brácteas (folhas modificadas que cercam as flores) são grandes e também escuras, podendo ter um tom púrpura ou vinho intenso. Essas brácteas envolvem um aglomerado de flores menores, que são quase imperceptíveis à primeira vista devido à cor densa.

Outro aspecto curioso dessa planta são seus longos e finos filamentos que se projetam para fora da flor, podendo atingir até 70 cm de comprimento. Esses filamentos pendem como fios e são uma das características que mais impressionam, aumentando a semelhança com as asas e bigodes de morcegos.

As folhas da flor-morcego são grandes, largas e de um verde vibrante. Elas formam uma roseta basal, a partir da qual emergem as inflorescências. Essas folhas podem atingir até 60 cm de comprimento e são bastante ornamentais por si mesmas, conferindo à planta um aspecto exuberante.

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Coloração
A coloração da flor-morcego é predominantemente escura, o que é bastante raro no mundo das plantas com flores. Sua coloração varia de tons de púrpura escuro a preto, dependendo das condições de crescimento e da variedade específica.

As flores menores no centro são de um verde pálido ou branco-creme, contrastando com o tom escuro das brácteas e filamentos. Essa combinação de cores cria um visual dramático, especialmente em florestas tropicais sombreadas, onde a planta se destaca em meio à vegetação.

Ciclo de vida
Como planta perene, a flor-morcego pode viver por vários anos, florescendo anualmente. Suas flores geralmente surgem no final da primavera ou no verão, após um período de crescimento vegetativo.

Ela prefere climas quentes e úmidos, característicos de suas regiões de origem, e necessita de um ambiente com boa drenagem e sombra parcial para prosperar.

O ciclo de vida da planta-morcego envolve a produção de flores que, após a polinização, geram frutos pequenos e discretos, que contêm as sementes. Quando cultivada em condições ideais, a planta pode florescer várias vezes ao longo de sua vida, proporcionando um espetáculo visual a cada floração. Suas flores podem durar algumas semanas, mantendo-se vistosas e atraentes.

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Durante o inverno, especialmente em regiões com clima mais temperado, a planta pode entrar em um período de dormência, onde cessa o crescimento e a floração. Nessa fase, é comum que as folhas murchem ou caiam, mas, na primavera seguinte, a planta volta a brotar com força total.

Embora nativa do sudeste asiático, a planta também é cultivada em várias partes do mundo como planta ornamental, especialmente em estufas e jardins tropicais.

No entanto, fora de seu habitat natural, ela pode ser um desafio para jardineiros inexperientes, uma vez que exige condições bastante específicas para florescer adequadamente. É uma planta que não tolera frio intenso ou geadas, sendo mais adequada para regiões tropicais ou subtropicais.

A flor-morcego, com suas flores incomuns e de tonalidade escura, é um verdadeiro tesouro para os amantes de plantas exóticas. Suas características únicas a tornam uma jóia da flora tropical, e seu cultivo, apesar de desafiador, pode ser extremamente recompensador.

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Você pode não conhecê-la como branca-de-neve, mas pode ser que já tenha ouvido falar em orquídea anjo o que é bem menos provável. Se trata de uma entre tantas espécies de orquídea, neste caso, epífita, cuja suas origens são registras das montanhas do Himalaia. Esse tipo de orquídea é uma das que são mais cultivadas no mundo inteiro entre todas as espécies dessa planta.

As suas flores são um espetáculo à parte porque suas sépalas são de um branco branquíssimo, o mesmo pode-se falar das pétalas franjadas com uma mancha amarelo ouro no labelo. Falando nas belas flores, para vê-las é preciso esperar o fim do inverno e o início da estação das flores, a primavera.

É dentro desse período que os pseudobulbos velhos e pendentes começam a ganhar flores na base, bem no plural, cada um pode receber até 10 delas. As flores da orquídea branca-de-neve podem ser perfumadas ou não, dependerá do tipo de cultivo que foi feito. Além do perfume o seu charme faz com que ela seja usado para decorar vasos suspensos.

É um tipo de planta que não exige sol direto e por isso, pode ser perfeitamente usada para enfeitar os ambientes da casa, até mesmo o banheiro, bastando somente que fique próximo a uma janela com boa luz natural.

Porém, se queremos falar de um lugar verdadeiramente apropriado a uma orquídea branca-de-neve devemos pensar em um local bem protegido de ventos fortes, que ela não suporta, e que possa usufruir do ar fresco das noites.

Outro detalhe sobre a orquídea branca-de-neve é se comparada com outras espécies de orquídea é uma daquelas que se mantém com flores por pouco tempo e é muito usada em buquês ou arranjos.

Ela pode ser cultivada sem muitos cuidados particulares, precisa: de um substrato feito com materiais porosos, que o cultivo seja feito sob luz difusa, que solo tenha excelente drenagem e que consiga reter bem os nutrientes e a água.

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Falando nisso, ela exige regas com frequência de modo que o solo sempre esteja úmido e nunca encharcado. Outro detalhe importante é que ela exige fertilização a cadas semestre na primavera e no outono e para isso devem ser usados somente os fertilizantes próprios para elas, consultar o florista.

Quando a branca-de-neve se vê em um lugar que faz muito frio é importante, sempre que possível fazer com que ela tenha a luz direta do sol. Os momentos mais apropriados são à tarde e pela manhã bem cedo. No caso de orquidários se usa deixá-la em local com 70% de umidade. Enquanto a sua multiplicação se faz deixando 4 pseudobulbos por muda, através de multiplicação.

Como proteger a orquídea Branca-de-neve
Ao contrário do que muita gente imagina as orquídeas não são sensíveis, são robustas e resistentes. Mas, como é normal a qualquer ser vivo podem morrer ou adoecer. Elas também estão sujeitas a ataques de insetos e parasitas, que podem gerar infecções e acabar levando-as à morte.  Porém, não é necessário virar-se em 4 para garantir a boa saúde da sua orquídea e muito menos gastar rios de dinheiro.

Para combater as pragas e as doenças, o principal hábito que devemos observar é a higiene, por exemplo, que usa telas na estufa para proteger as plantas deve mantê-la sempre muito bem limpa.

Não se deve também cuidar das orquídeas ao mesmo tempo e no mesmo espaço que está se cuidando de outra planta.  E mais, acabe com os desníveis do solo quando esses existirem, tampe os furos, acabe com frestas ou buracos nas paredes no local onde elas estão e não deixe que se acumule lixo perto das plantas.

Todas as dicas citadas acima “ajudam” as pragas a chegarem mais próximo da sua planta e gerarem doenças perigosas.

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A limpeza garante o bem estar da orquídea
Considere essa uma daquelas dicas que servirá para usar com qualquer espécie de planta você tenha em casa. O lugar onde elas serão mantidas deve sempre ser muito bem limpo.

Limpe o chão com água e sabão, além disso, utilize produtos com cloro, que ajudam a desinfetar o ambiente. Essa é uma forma de prevenir a entrada de insetos e fungos. Além disso, não se esqueça de aplicar os inseticidas e fungicidas. O ideal é que esses produtos sejam usados a cada 3 meses.

Falando um pouco das pragas que podem atacar a sua orquídea e que por isso, você deve estar sempre atento para defendê-la, a mais comum é o percevejo da orquídea. Podemos dizer que essa praga faz aquele estrago porque suga a seiva da sua planta e depois de “colocar o seu veneno”, consegue matá-la em pouco tempo.

Outro grande vilão contra a boa saúde das orquídeas são os pulgões porque eles conseguem se espalhar muito rapidamente e também as levam à morte. Sempre, porque como os percevejos, sugam a seiva e a planta acaba desnutrida. Esse tipo de praga é levado até a planta pelas formigas.

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Também não menospreze o “pode de destruição” das cochonilhas, que são capazes de não acabar com uma única orquídea, mas com uma plantação inteira, e isso em bem pouco tempo. Porém, essa praga é mais fácil de ser combatida, basta lavar a área que ela atacou com sabão neutro e água com a ajuda de uma escova macia.

Fique de olho também na vespinha negra que prefere atacar os bulbos, enquanto os caracóis, outro problema para as orquídeas, devoram exatamente o lugar onde as flores da planta deveriam nascer.

E não para por aí, além dessas pragas que foram citadas, vírus, fungos e parasitas também podem criar problema para o seu cultivo de orquídeas. Então, use o ditado que diz “antes prevenir do que remediar”, cuide bem das duas plantas, principalmente observando a questão higiênica.

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