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Dálias

As flores de dália são conhecidas por sua grande variedade de cores e formatos, tornando-se uma escolha frequente em jardins residenciais e arranjos florais.

Originárias do México, essas plantas pertencem à família Asteraceae e se destacam pela exuberância de suas pétalas e pela facilidade de adaptação em diferentes ambientes.

O cultivo de dálias em casa pode ser realizado tanto em canteiros quanto em vasos, desde que sejam observadas algumas condições essenciais para o desenvolvimento saudável das plantas.

A escolha do local, o tipo de solo e os cuidados com a irrigação são fatores determinantes para garantir flores vistosas e duradouras. Além disso, a dália apresenta um ciclo de vida que permite o florescimento em diferentes épocas do ano, desde que sejam seguidas as orientações adequadas de plantio e manutenção.

Características das flores Dália
As dálias apresentam uma impressionante variedade de formas, tamanhos e cores, que vão do branco ao roxo, passando por tons de amarelo, vermelho, rosa e laranja.

Existem mais de 40 espécies e milhares de cultivares, o que permite ao jardineiro escolher entre flores simples, com poucas pétalas, até variedades com pétalas dobradas e volumosas. A altura das plantas pode variar de 30 cm a mais de 1,5 m, dependendo da espécie e das condições de cultivo.

Outro aspecto relevante é o formato das flores, que pode lembrar pompons, cactos ou até mesmo margaridas. A dália também se destaca pela durabilidade das flores, que podem permanecer viçosas por várias semanas quando bem cuidadas. Além do valor ornamental, essas flores atraem polinizadores como abelhas e borboletas, contribuindo para a biodiversidade do jardim.

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Como cultivar Dálias em casa
Para iniciar o cultivo de dálias em casa, é importante escolher um local que receba luz solar direta por pelo menos seis horas diárias. O solo deve ser bem drenado, rico em matéria orgânica e levemente ácido, com pH entre 6,0 e 7,0.

Antes do plantio, recomenda-se preparar o solo com adubo orgânico e garantir que não haja acúmulo de água, pois o excesso de umidade pode causar apodrecimento dos tubérculos.

Plantio dos tubérculos: O plantio deve ser feito na primavera, após o risco de geadas. Os tubérculos devem ser enterrados a cerca de 10 centímetros de profundidade, com o broto voltado para cima.

Espaçamento: Mantenha uma distância de 30 a 60 centímetros entre as plantas, dependendo do porte da variedade escolhida.

Rega: A irrigação deve ser regular, mantendo o solo úmido, mas nunca encharcado. Durante o florescimento, pode ser necessário aumentar a frequência das regas.

Adubação: Utilize fertilizantes ricos em potássio e fósforo para estimular a floração. Evite excesso de nitrogênio, que favorece o crescimento das folhas em detrimento das flores.

Poda e manutenção: Remova flores murchas e folhas secas para estimular novas brotações e prevenir doenças.

Quais cuidados são necessários para manter as dálias saudáveis?
Manter as dálias livres de pragas e doenças é fundamental para garantir flores bonitas e plantas vigorosas.

Entre os principais problemas estão o ataque de pulgões, ácaros e lesmas, que podem ser controlados com soluções naturais ou produtos específicos para jardinagem. O monitoramento frequente das folhas e flores ajuda a identificar sinais de infestação logo no início.

Além disso, é importante evitar o excesso de umidade, que pode favorecer o surgimento de fungos e apodrecimento dos tubérculos. Em regiões com invernos rigorosos, recomenda-se retirar os tubérculos do solo após o término da floração, armazenando-os em local seco e arejado até a próxima estação de plantio.

Essa prática contribui para a longevidade das plantas e reduz o risco de perdas.

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Por que as dálias são tão populares em jardins residenciais?
A popularidade das dálias está relacionada à sua capacidade de transformar qualquer espaço com cores vibrantes e formas variadas.

A facilidade de cultivo, aliada à possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos e estilos, faz com que essa flor seja uma das preferidas para compor canteiros, bordaduras e arranjos florais.

Além disso, a dália é símbolo de elegância e criatividade, sendo frequentemente utilizada em eventos e decorações.

O cultivo de dálias em casa proporciona não apenas um visual atrativo ao jardim, mas também a oportunidade de acompanhar o ciclo de vida da planta, desde o plantio até o florescimento.

Com cuidados simples e atenção às necessidades básicas, é possível desfrutar de flores vistosas e saudáveis durante boa parte do ano, tornando a experiência de jardinagem ainda mais gratificante.

Como multiplicar as dálias
As dálias podem ser multiplicadas principalmente por meio da divisão de tubérculos, um método simples e eficaz para quem deseja expandir seu jardim. Após o final do ciclo de floração e a retirada dos tubérculos do solo, estes podem ser cuidadosamente separados com uma faca limpa, garantindo que cada pedaço contenha ao menos um broto ou olho.

O plantio dos tubérculos divididos deve ser feito na temporada seguinte, seguindo os mesmos cuidados recomendados para o cultivo inicial. Além disso, dálias também podem ser propagadas por estacas ou sementes, embora esses métodos sejam menos comuns entre jardineiros domésticos devido ao tempo e à complexidade envolvidos.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Avenca peruviana

As folhas delicadas e a coloração verde claro são duas das principais características das plantas do tipo avenca, do gênero Adiantum. Muito usada na decoração, esta espécie desperta uma certa nostalgia já que, para muitos, ela é uma planta que lembra a casa da avó.

A avenca peruviana, também conhecida como “avencão” ou “dólar de prata”,  é uma samambaia do gênero Adiantum, pertencente à família Pteridaceae .

É uma planta ornamental popular devido à sua folhagem delicada e fácil cultivo, sendo frequentemente utilizada em ambientes internos e externos.

Características:
* Folhagem: Apresenta folhas maiores em comparação com outras espécies de avencas, com bordas franjadas.
* Caule: O caule é fino e escuro.
* Porte: Pode atingir de 30 a 40 cm de altura.
* Ciclo de vida: É uma planta perene, ou seja, vive por vários anos.

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Cuidados:
* Iluminação:
Prefere locais bem iluminados, mas sem luz solar direta, pois os raios solares podem danificar as folhas.

* Rega:
O solo deve ser mantido úmido, regando regularmente, mas evitando o encharcamento.

* Substrato:
Utilize um substrato bem drenado, misturando terra vegetal e cascalho.

* Umidade:
É uma planta que aprecia ambientes com alta umidade, mas pode ser cultivada em ambientes internos com boa ventilação.

* Adubação:
Para a planta se desenvolver bem, vale fazer a adubação mensal com compostos orgânicos ou químicos. Quando a espécie der sinais de falta de nutrientes, considere a adubação química (NPK) de 15 em 15 dias.

* Poda:
Remova as folhas secas ou danificadas para promover o crescimento saudável.

* Reprodução
Como a samambaia, a avenca não possui nem flores e nem frutos, a sua reprodução se dá por meio de esporos, pequenos pontos que ficam na parte de trás das folhas. É possível raspar estes esporos e plantá-los em uma sementeira.

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Mas não é tão simples assim. A multiplicação por esporos é uma técnica precisa de umidade e temperatura específicas, o que pode se tornar inviável para propagação em casa. Neste caso, vale apostar em criar novas mudas quando a planta começar a se desenvolver bem.

Curiosidades:
Acredita-se que a avenca peruviana seja capaz de atrair boa sorte e afastar energias negativas, além de ser um bom “termômetro ambiental”, murchando quando há queda de energia ou inveja.

Na medicina tradicional, a avenca pode ser utilizada como expectorante, diurético e anti-inflamatório.

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O charme elegante da flor-de-lis pode ser frustrante para quem cuida com carinho da planta e, mesmo assim, não vê um botão sequer se abrir. Se você também está com sua flor-de-lis travada, sem flores há meses ou até anos, a explicação pode estar em um detalhe que passa desapercebido: o posicionamento em relação ao sol.

E isso vai além de simplesmente “dar mais luz”. Existem dois ajustes que fazem toda a diferença — e um deles é quase sempre ignorado.

A flor-de-lis precisa de sol, mas não de qualquer tipo
Diferente do que muitos acreditam, a flor-de-lis não se dá bem apenas com “um pouco de sol na varanda” ou luz filtrada o dia todo. Para florescer, ela precisa de pelo menos 5 a 6 horas de sol direto e contínuo por dia. Sol que aquece e ilumina por completo, sem ser barrado por cortinas ou telhas translúcidas.

Esse é o primeiro grande erro de cultivo: achar que meia-sombra é suficiente. Se a sua planta só pega o sol da manhã bem cedo ou o sol filtrado do fim da tarde, ela vai continuar viva, com folhas verdes, mas sem flores. A floração exige energia, e essa energia vem da fotossíntese intensa. Se o sol for insuficiente, o ciclo natural da planta trava.

O ajuste fino que muitos ignoram
O segundo ajuste é mais sutil, mas ainda mais decisivo: o posicionamento da planta em relação ao percurso solar ao longo do dia. Mesmo quem cultiva em sol pleno pode estar cometendo um erro se a flor-de-lis estiver num vaso com a face da folhagem voltada sempre para a mesma direção.

Como ela é uma planta que responde à luz, sua arquitetura pode crescer inclinada, o que afeta a distribuição de nutrientes para a produção de botões.

A dica aqui é girar o vaso a cada duas semanas, ou — se for no jardim — garantir que a planta esteja em uma posição central, onde o sol percorra de leste a oeste sobre ela de forma equilibrada. Isso permite que a energia se distribua de forma simétrica, favorecendo a formação de flores em toda a extensão da touceira.

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Como saber se o sol está certo para sua flor-de-lis
Observe a coloração das folhas. Se estiverem muito verdes e largas, mas sem brilho ou sem aquele tom levemente dourado nas pontas, é sinal de luz insuficiente.

Outro indício é o “alongamento” da folhagem, quando as folhas crescem muito, mas com pouca firmeza. Já uma planta com boa incidência solar vai ter folhas mais curtas, firmes e com crescimento bem definido.

Vale também observar o solo. Locais com sol pleno secam mais rápido — e isso pede regas mais frequentes. No entanto, o excesso de água combinado com sombra parcial cria um ambiente propício para fungos e apodrecimento das raízes, o que bloqueia ainda mais o florescimento.

A influência do clima e do substrato
Mesmo com o sol certo, a flor-de-lis precisa de um solo bem drenado e levemente fértil. Terras muito compactadas ou encharcadas impedem que as raízes respirem, e sem raízes saudáveis, não há floração.

A dica é misturar terra vegetal com areia grossa e um pouco de composto orgânico — como húmus de minhoca — para manter o equilíbrio entre drenagem e nutrição.

Além disso, em regiões com invernos rigorosos, a planta entra em dormência e só volta a florescer com a chegada de temperaturas mais amenas. Mas mesmo nesses períodos, a luz direta continua sendo essencial para que a planta armazene energia e se prepare para florescer.

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Quando a flor-de-lis volta a florescer depois do ajuste
Se você fizer os dois ajustes — mais sol direto e posicionamento rotativo — a floração pode começar a dar sinais em até duas semanas, especialmente na primavera ou no fim do verão. A planta costuma emitir hastes florais rapidamente quando está bem nutrida e estimulada.

É claro que tudo depende do estado atual da sua flor-de-lis. Se ela estiver muito debilitada ou se passou muito tempo à sombra, pode levar alguns meses até que ela se recupere por completo. Mas o mais comum é que os primeiros botões apareçam entre 15 e 30 dias após o ajuste correto.

Dica extra: a poda certa também ajuda
A flor-de-lis se beneficia de podas regulares nas folhas mais antigas, principalmente aquelas que já estão amareladas ou secas. Isso evita que a planta desperdice energia com partes improdutivas e favorece o surgimento de brotos novos. Faça a poda com tesoura limpa e corte rente à base, sem deixar talos secos expostos.

Além disso, sempre que notar a formação de hastes florais murchas após a floração, remova-as completamente. Isso impede que a planta direcione nutrientes para a produção de sementes e estimula novos ciclos florais.

Cuidar da flor-de-lis é um exercício de atenção ao detalhe. A planta é resistente, sim, mas exige luz direta e cuidados estratégicos para mostrar todo o seu potencial ornamental.

Ao ajustar a exposição solar e garantir um posicionamento inteligente, você transforma uma planta estagnada em um espetáculo florido. E ver a primeira flor desabrochar depois de tanto esforço vale cada minuto de dedicação.

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portulaca
Ter lindas flores em casa é algo que muitas pessoas adorariam. Mas entre o trabalho, a agenda lotada, a falta de espaço e o desejo de manter as coisas simples, às vezes parece uma missão impossível. Muitas pessoas pensam que ter plantas floridas significa regar, podar e monitorar pragas todos os dias… e bem, às vezes é assim, mas nem sempre.

Felizmente, existem plantas que se destacam de tudo isso, plantas que você pode deixar em paz por alguns dias e elas continuarão crescendo como se nada tivesse acontecido.

Essas são as espécies que amam o sol, não precisam de muito e, como se não bastasse, ainda dão flores o verão todo. Não estamos falando de cactos ou suculentas, embora também sejam resistentes.

O curioso é que, embora não seja tão popular quanto gerânios ou petúnias, a portulaca é uma planta com enorme capacidade de se adaptar a condições adversas e ainda florescer vigorosamente. Sua aparência delicada pode enganar, pois por trás daquelas pétalas de cores vibrantes esconde-se uma verdadeira guerreira do jardim.

Além disso, é uma planta que se conecta a uma ideia muito estética. Menos esforço, mais resultados. Ideal para quem está começando a cultivar plantas, para quem tem varandas ensolaradas, para quem mora em áreas onde o calor não para, ou simplesmente para quem quer muita cor em seus jardins.

flor de seda
A Portulaca grandiflora é uma planta suculenta nativa da América do Sul. Ela é “pequena, mas picante”. Suas folhas carnudas e minúsculas a ajudam a reter água como as de um camelo, dispensando regas constantes. E suas flores parecem papel, em cores intensas como rosa, amarelo, vermelho, laranja, branco e até uma mistura delas.

Também é chamada de “flor-de-seda” devido à textura macia e brilhante de suas pétalas, e não é exagero dizer que ela pode preencher um vaso, floreira ou canto do jardim como um tapete de flores. Em locais quentes, floresce a partir do final da primavera e continua durante todo o verão.

Esta planta abre suas flores somente durante o dia, principalmente quando há sol, e à noite ou em dias nublados, as flores fecham.

Um dos segredos do sucesso desta planta é o seu amor incondicional e absoluto pela luz solar direta. Enquanto muitas outras sofrem de exaustão pelo calor ou ficam tristes com a exposição excessiva ao sol, a portulaca não só aprecia, como também precisa dela. Portanto, se você tem um local onde o sol brilha o dia todo, esta flor é ideal.

A portulaca é uma planta suculenta e não gosta de andar com os pés molhados o dia todo. Se você regar demais, ela apodrecerá e será o fim da planta.

Quanta água ela precisa? Depende de onde você mora; o calor seco do norte não é o mesmo que o calor úmido do sul, então é mais sensato esperar até que o solo esteja completamente seco antes de regar novamente.

Além disso, é uma planta que se conecta a uma ideia muito estética. Menos esforço, mais resultados. Ideal para quem está começando a cultivar plantas, para quem tem varandas ensolaradas, para quem mora em áreas onde o calor não para, ou simplesmente para quem quer muita cor em seus jardins.

Se você a tiver em um vaso, não se esqueça da drenagem, porque se a água ficar parada ali, a flor de seda estará caminhando direto para o desastre.

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Uma grande vantagem é que ela resiste à seca; não murcha; mantém a cor intensa e a aparência firme, como se nada tivesse acontecido. Então, se você sair de férias ou simplesmente esquecer de regá-la por alguns dias, ela não reclamará; ela se adaptará sozinha.

Onde tê-la e como aproveitá-lo ao máximo?
Se você tem um terraço, uma varanda, um terraço na cobertura ou simplesmente um espaço no jardim que precisa ser preenchido, sua portulaca pode ser o lugar ideal. O ideal é mantê-la em vasos grandes e rasos, pois ela não precisa de raízes profundas. Você também pode ser criativo e criar arranjos com pedras decorativas, suculentas e cactos.

Atenção: Se não tiver certeza de qual variedade você tem, não a consuma sem identificá-la bem, nem todas as portulacas são comestíveis.

Acredite ou não, também existem beldroegas que podem ser comidas e até curativas, né? A mais popular é a Portulaca grandiflora (aquela com flores grandes e coloridas). Existem outras variedades, como a Portulaca oleracea, também conhecida como beldroega, que tem propriedades comestíveis e medicinais.

Ambas compartilham a capacidade de se adaptar a solos pobres e, em algumas áreas, são até consideradas ervas daninhas (embora desejássemos que todas as “ervas daninhas” fossem tão úteis e bonitas). A portulaca possui compostos antioxidantes e anti-inflamatórios, o que despertou interesse na ciência e na culinária.

A verdade é que a portulaca vai fazer você se perguntar: “Por que eu não sabia dela antes?”. Ela é perfeita para quem não tem tempo, experiência ou simplesmente não quer lidar com o incômodo de cuidar dela. Um pouco de atenção, um vaso com boa drenagem, um local ensolarado e pronto: você terá um jardim cheio de cores sem que isso se torne tedioso.

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