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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

gerânios pendentes

Nome popular: Gerânio-pendente
Origem: África do Sul
Família:
Geraniaceae

O gerânio pendente é uma planta herbácea com aparência arbustiva. É originário da África do Sul da mesma forma que o gerânios comun. Os caules são mais finos e maleáveis e o crescimento rasteiro, dando a aparência pendente. Por isso é indicada sua utilização para jardineiras suspensas ou vasos conferindo ao local um visual bem decorativo. O ideal mantê-la com ramos de 30 cm.

A folhagem é suculenta e com formato bem característico. Geralmente possuem cheiro cítrico quando esmagadas, mas existem cultivares com diversos aromas diferentes, desde coco até maçãs.

As flores podem ser simples, semidobradas e raramente dobradas. Cada talo possui 5 a 10 flores, bem menos que a quantidade encontrada no gerânio comum. As cores vão do rosa ao vermelho, lilás ao roxo escuro e branco.

Preferem sol pleno mas conseguem crescer bem na meia sombra, no entanto produzem menos flores e mais folhagem nesse caso.

Pode ser cultivado a pleno sol ou meia sombra, porém na condição de sol pleno, o gerânio tem seu florescimento mais intenso. O gerânio-pendente se desenvolve melhor em regiões de temperaturas mais amenas, pois é típico de áreas semi-tropicais e temperadas.
Apesar de apresentar flores ao longo do ano, são nas estações da Primavera e Verão que o gerânio floresce com mais intensidade. Várias flores são formadas nas pontas das longas hastes em várias cores de tonalidades róseas desde mais claras até as mais escuras.
O substrato para seu cultivo deverá ser uma mistura preparada com húmus de minhoca, farinha de ossos, areia e adubo granulado NPK na formulação 4-14-8.
Se plantadas em vasos pode-se usar o mesmo substrato, neste caso mantendo a proporção de 4 porções de húmus para 1 de areia mais 3 colheres de farinha de ossos e 2 colheres medida de adubo granulado. Misture bem o substrato antes de se empregar.

A propagação deve ser feira através de estacas de ponteiro com até 10 cm de comprimento, colocado em areia e vermiculita, mantidos úmidos, podendo cobrir o recipiente com saco de plástico transparente para não perder a umidade.
A melhor época de realizar a estaquia é durante o Inverno, obtendo resultados em cerca de 15 dias.

Para plantá-la em vasos ou jardineiras deve-se primeiro preparar o vaso colocando brita, cacos de tijolos ou manta geotêxtil no fundo e, por cima areia úmida para garantir a drenagem.
Coloque então o substrato recomendado com a mistura recomendada, cuidando para não danificar as raízes.
Preencha com mais substrato, apertar de leve para fixar e regar. Deixar em local arejado, iluminado, mas sem sol direto.
Não tolera a umidade excessiva do solo, portanto deve-se ter cuidado com as regas para não encharcar o substrato, principalmente nos períodos mais frios.

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Nome Científico: Dianthus caryophyllus
Nome Popular: Cravo, craveiro
Família: Caryophyllaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa
Ciclo de Vida: Perene

O cravo é a flor característica de um craveiro (Dianthus caryophyllus). É uma planta herbácea que pertence à família Caryophyllaceae do gênero Dianthus e que chega a medir até 1 m de altura. Uma característica desta planta, além da forma peculiar de suas flores, é o caule reto, com várias ramificações. As flores apresentam-se dobradas com as bordas recortadas, disponível nas cores branca, rosa, vermelha e amarela, com diversas tonalidades e mesclas.

Dianthus plumariusDianthus plumarius

Dianthus fimbriatusDianthus fimbriatus

Da mesma família das cariofiláceas, pertence a cravina ou cravo-bordado (D. plumarius), cujas pétalas abundantes emergem de seu cálice verde e tubular. Nos trópicos a cravina só se reproduz em grandes altitudes. A espécie D.fimbriatus, originária da Europa, é cultivada em grande escala na América do Sul. Certas variedades exalam um aroma delicado, motivo pelo qual são utilizadas nas fabricação de perfumes. Os cravos reproduzem-se por meio de sementes, e necessitam de solo quente, sem excessiva umidade.

Tem grande importância como flor de corte, mas há muitas variedades para o jardim. Pode compor belos maciços e bordaduras. Como outras plantas melhoradas, o cravo tem um uma versão perene e uma anual.

Cultivada especialmente e com sucesso em bordaduras ou formando conjuntos isolados, a pleno sol ou meia-sombra, em canteiros com terra rica em matéria orgânica e com boa drenagem.
Exige ainda regas regulares. Os cravos perpétuos multiplicam-se por meio de estacas, e os anuais são multiplicados por sementes postas a germinar no fim do Verão. As estacas são preparadas no fim do Inverno e as melhores são retiradas do meio da haste.

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Cananga-do-Japão – (Kaempferia rotunda)
Nomes populares: Cananga-do-Japão, flor-da-ressureição, lírio-misterioso, ilangue-ilangue da terra
Família: Zingiberáceas
Origem: Ásia e Japão
Luminosidade: Luz solar plena e meia-sombra.
Clima: O ideal é o quente e úmido.

A cananga-do-japão, também chamada de flor-da-ressurreição, é uma curiosa planta rizomatosa que nos brinda com duas fases distintas de visual.
É uma planta herbácea, de folhagem e floração peculiares e ornamentais. O rizoma da planta, rico em substâncias de reserva, permite que ela entre em dormência no Inverno, com o amarelecimento e quedas das folhas.

Na Primavera, surgem inicialmente, brotando diretamente do solo, as flores delicadas e perfumadas, apresentando duas pétalas superiores e sépalas de cor rosa claro e duas pétalas inferiores rosa arroxeadas. O conjunto das pétalas lembra orquídeas e amores-perfeitos no aspecto. As flores individualmente duram de um a três dias, mas a pouca duração é compensada, pois elas vão se abrindo sucessivamente pelo período de um mês ou mais.

Em seguida (cerca de dois meses depois), as primeiras folhas de uma linda folhagem entouceirada aparecem como um “renascer”, daí o nome ressurreição, para aproveitar todo o calor e a luz da Primavera e Verão. Elas são grandes, eretas, largas, de cor verde-pálido, com manchas regulares centrais de cor verde-escura.

A página inferior das folhas apresenta uma tonalidade roxa a bronzeada, que lhe confere um charme especial. Seus pecíolos se unem de maneira sobreposta, formando uma estrutura de sustentação que se parece um caule. Atinge de 30 a 60 cm de altura.

kaempferia_rotundaFolhagem da Kaempferia rotunda

No jardim ou em ambientes internos, a cananga-do-japão surpreende com seu efeito mutável. Nos meses quentes ela é uma bela folhagem tropical. No Inverno desaparece, aparentando estar morta, sendo que na verdade está apenas “dormindo”.

Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido no período vegetativo. Prefere o clima tropical e subtropical.

As regas devem ser suspensas no inverno e retomadas quando surgirem os primeiros brotos. Fertilizações com farinha de ossos no plantio, replantio e período vegetativo estimulam florações abundantes.

O solo ideal é o rico em matéria orgânica. Em vasos, usar uma mistura de 1 parte de terra comum, 2 partes de composto orgânico e 1 parte de terra vegetal.
Deve-se regar moderadamente até que a planta entre em dormência. Depois disso, as regas devem ser diminuídas drasticamente.

Pode ser plantada em vasos e jardineiras. Multiplica-se facilmente pela divisão de rizomas.

Na medicina popular, os rizomas são usados em tratamento de pele. Eles são triturados – frescos ou secos – e misturados com água até formar uma pasta, que pode ser adicionada de outras ervas.

Seus rizomas devem ser plantados direto no solo, a pleno sol. Prefere regiões quentes e úmidas. Não se deve cortar as raízes para não prejudicar o desenvolvimento natural.

Sugere-se marcar o local de plantio, pois durante a fase de dormência desaparecem totalmente os vestígios aéreos da planta, permanecendo apenas o rizoma vivo sob o solo.

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Adonis Vermelha – (Adonis aestivalis)
Família:
Ranunculaceae
Nome Populares: Olho-de-faisão
Ciclo de Vida: Anual

Planta rústica, de fácil cultivo, produz belas flores num tom vermelho vivo. Nativa da Europa, a Adonis aestivalis ou Adonis Vermelha acabou se espalhando também pelas Américas e norte da África.

Trata-se de uma planta anual, que alcança em média de 30 a 50 cm de altura. No verão, produz flores com aparência delicada, na cor vermelha, que lembram bastante sua parente próxima – a anêmona – também da Família das Ranunculáceas.

A adonis vermelha necessita de muita luminosidade para florescer em abundância. O Ideal é garantir pelo menos 4 horas de sol por dia. Quanto ao solo, recomenda-se que a mistura contenha um pouco de areia, para que apresente boa drenagem.

A planta requer solo úmido, mas sem encharcamento. O cultivo por meio de sementes é fácil e relativamente rápido.

Curiosidade:
Em alguns locais, a adonis vermelha é considerada uma planta medicinal, além de ornamental.

Embora as flores sejam usadas popularmente como laxante, diurético e cardiotônico, recomenda-se muita cautela com o uso, pois há relatos que atestam a presença de princípios tóxicos que, mesmo em quantidades pequenas, podem trazer algum desconforto. Além disso, sabe-se que a planta é famosa por ser venenosa para cavalos.

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