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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

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Planta herbácea pertencente à família Asteraceae e tem sua origem na Europa, mais precisamente na Zona do Mediterrâneo.

A Santolina é uma planta arbustiva, entouceirada e popularmente conhecida pelo seu aroma delicioso.

Apresenta porte baixo, alcançando de 30 a 90 cm de altura, com ramagem ramificada, formando moitas densas. As folhas são cinzentas, finamente divididas, aromáticas e pontiagudas, que lembram folhas de cipreste. As inflorescências são delicadas e assemelham-se a pequenos pompons de cor amarelo brilhante, perfumados.

O florescimento desta planta normalmente acontece no verão, apesar disto a planta é mais cultivada pela sua beleza da cor de sua folhagem do que exclusivamente pelas cores.

Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde. As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais.

Santolina chamaecyparissus

Como cultivar
Esta é uma planta que precisa de muito sol para ser cultivada, podendo ser criadas em vários lugares como, por exemplo, os vasos, as jardineiras como pendentes, canteiros grandes ou unitários e até mesmo em alguns casos servindo para acompanhamento de árvores e também palmeiras.

No paisagismo, é possível encontrar esta planta como formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. É uma planta bastante tolerante a temperaturas mais frias, e por isso seu cultivo tende a ficar um pouco mais restrito a regiões de clima temperado ou altitude, aqui no Brasil o local perfeito para criação das plantas é o sul do Brasil e as regiões de serra.

Propagação da planta
A propagação da planta acontece de duas formas, como por sementes e também estaquia de galhos. A forma de propagação por sementes poderá ser feita a partir de uma retirada de partes maduras da planta, estas que deverão ser colocadas para secar em um jornal e também fora do sol.

Depois disto, em seguida é só se separar todas as sementes que na maioria das vezes podem parecer estar perfeitas e ainda colocar em sementeiras ou mesmo caixotes que tiverem substratos de casca de arroz e ainda uma mistura de solo mineral e também areia, estes que poderão ficar mantidos úmidos.

Depois de ocorrer a semeadura, é importante que se regue os substratos e eles deverão ser cobertos com sacos plásticos para que se ajude a manter a umidade na sua criação. Assim que elas tiverem emergido, procure retirar o plástico que estava envolvendo as plantas, apesar disto procure manter toda a umidade dos substratos até que as plantas possam se desenvolver.

Os transplantes desta planta deverão ser realizados quando ela estiver com um volume maior e mais de seis folhas que deverão ser manuseadas. É interessante que o cultivo tenha alguns substratos ricos em matérias orgânicas sendo assim é possível se misturar em partes iguais de areia, além de solo mineral e compostos orgânicos que deverão ficar bem misturados.

Santolina

Propagação por estaquia de galhos
Outra forma de realizar a propagação das plantas é retirando os ponteiros existentes de ramos mais jovens e procurar os colorar em um substrato de areia ou ainda casca de arroz que deverá ficar mantido até o seu enraizamento.

É importante ainda cobrir todo o substrato para se evitar a existência da perda de umidade. Depois que ocorrer o enraizamento, é importante se cobrir o substrato para que se evite a perda de sua umidade natural.

Depois do enraizamento é interessante se transplantar a planta para potes que tenham um mesmo preparado que for descrito acima. Em seguida para que você possa colocar em um canteiro ou mesmo em vasos definitivos, procure preparar o seu solo revolvendo em até 15 cm de profundidade, colocando assim um pouco de adubo animal de gado, e aves que deverá estar bem curtido, e ainda compostos orgânicos procurando misturar bem.

Se quiser poderá ainda colocar uma adição de adubo químico NPK formulação 10-10-10 esta que deve ser feita em um solo muito pobre, em uma quantidade relativa a 100 g/m² e que deverá ficar muito bem incorporada nas terras.

Procure em seguida fazer uma boa cavidade do tamanho do torrão que você for utilizar, acomode a sua muda e a deixe chegar a terra procurando apertar levemente para fixar o material. Depois da realização de todo o plantio procure regar com jatos que sejam leves e finos.

Criando um jardim utilizando Santolina
Antigamente nos jardins romanos existia uma influência grega bastante considerável além de persa da santolina. Os jardins eram criados para a recreação sendo sempre em locais fechados de observação externa. Este tipo de jardim se caracteriza principalmente por uma simetria, e também utilizando fontes bem como elementos artificiais como as mesas através de colunas e estátuas relativas de mármore.

É importante neste caso utilizar alguns números reduzidos de espécies consideradas vegetais como, por exemplo, o buxinho, a santolina, e a murta, o louro anão, ciprestes, entre outras plantas são espécies bastante interessantes que poderão permitir este tipo de criação, e utilizadas nos estilos de jardins. As heras, por exemplo, poderão ser utilizadas de forma bem vinda cobrindo todos os muros e também as suas paredes. É importante também utilizar alguns canteiros simétricos de ervas tanto aromáticas, medicinais e ainda poucas flores.

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Regas sempre na medida certa
Procure sempre se informar de todas as suas plantas sobre a quantidade de água que cada uma das espécies ficam ao longo do dia. Procure evitar regar as plantas á noite. Sem ter uma luz natural, a sua umidade é um pouco maior o que poderá ainda facilitar a proliferação dos fungos. É importante se pensar em toda a irrigação antes das espécies serem plantadas.

E desta forma não irá ser necessário se rasgar gramados para instalar tubos. Mas se for molhar as plantas com mangueiras comuns, procure fazer torneiras de 20 metros para facilitar a rega ao trabalho com as suas mangueiras menores. Entre as plantas medicinais é fundamental que se tenha melissa, que é excelente contra a gripe, o orégano é um ótimo expectorante, e por isso você deverá as ter no seu jardim porém não podem ficar em sol direto já que poderão ficar queimadas facilmente.

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A Ixia é originária da África do Sul e por isso, se adapta muito bem ao clima brasileiro. Como toda planta, a ixia pertence a uma família, a sua é a Iridaceae.

É uma planta que se propagada através dos próprios bulbos, porém, pode acontecer que na natureza, em consequência da polinização realizada pelas abelhas e também pelos besouros, ela se multiplique espontaneamente. Os pequenos animais fazem o “serviço” de espalhar a flor pela natureza e basta que seja uma terra boa e em pouco tempo, lá estão elas, crescendo.

A planta faz parte do grupo de plantas que exige mais atenção quando o assunto é irrigação. Ela aprecia muita rega e precisa do líquido para crescer saudável e se desenvolver. Por isso, a rega deve ser feita periodicamente.

Mas, não basta dar água suficiente para ter uma flor bonita, é necessário, também, que a preocupação comece no cultivo, que deverá ser feito em solo fértil.

As exigências da ixia não param por aqui, outro fator de extrema importância para que ela se desenvolva é ficar em um lugar que tenha sol pleno durante a parte da tarde.

Além de se preocupar com uma terra fértil, na hora do cultivo é muito importante dar uma atenção especial para o tamanho da cova onde ela será cultiva. Para plantar a flor ixia é necessário deixar uma distância de 7 cm entre os bulbos e a profundidade para colocá-los também deve ser de 7 cm.

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As Características da Ixia
As plantas variam muito quanto as suas características, elas podem crescer mais ou menos, ter mais flores ou menos, não tê-las, ter frutos de uma forma ou de outra, além das diferenças das folhas. No caso da ixia, a altura média que ela chega é 40 cm. Porém, algumas podem superar essa medida e chegar a medir 60 cm.

O porte da ixia é ereto e falando de folhas são particularmente delicadas. Falando de flores, podemos dizer que possuem inflorescências flexíveis. Outro detalhe que vale a pena destacar em relação às características da ixia é o fato de ela ter nervuras com a cor lilás e suas flores possuírem pétalas rosa ou branca.

A ixia se apresenta em uma grande variedade. Pode-se dizer que existe, pelo menos, cerca de 30 variedades. Podemos encontrá-la nas mais variadas como como: roxa e branca, rosa muito suave,  vermelhas e amarelas, fúcsia e branca com o centro mais escuro.

As flores da flor ixia surgem bem no início da primavera, às vezes, começam a dar sinal no fim do inverno. Esse é o único momento em que a planta tem a sua florescência. Depois que as flores se vão, só aguardando novamente o fim do inverno e o início da estação das flores.

A ixia se adapta bem a várias situações, falando do seu uso para decoração. Ela pode ser cultivada tanto dentro de vasos como pode servir para projetos paisagísticos de jardins, muito usada, neste caso, para fazer bordaduras. Já para quem tem quintal, a planta pode ser uma solução para fazer um lindíssimo canteiro.

Quando é plantada em uma região cujo o clima é mais frio, se adapta melhor, porém não quer dizer que ela não suporta o calor. No primeiro caso, quando as flores aparecem são mais bonitas, em maior quantidade e com a cor mais viva.

É uma planta muito procurada para projetos de paisagismo justamente pela variedade como se apresentam as pétalas das flores, são muitas tonalidades. Além disso, o fato de ser uma flor que não encontra problemas em dividir espaço com outras de espécies diferentes.

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Cultivo da ixia
1 – O primeiro passo é escolher a planta que mais gostar em relação a cor das flores. Consulte o vendedor da muda.

2 – Em seguida, deve ser escolhido o lugar em que ela deverá ser plantada, lembrando de respeitar os 7 cm que foram assinalados logo no início desse artigo. Caso tenha planejado plantá-la em um vaso, lembre-se de que precisa ter uma boa drenagem para evitar que água se acumule e mate a raiz.

3 – Tenha uma terra boa, fértil e enriquecida com material orgânico para dar bons nutrientes para a sua planta.

4 – Escolha uma época mais fria do ano na sua região para cultivar a flor ixia.

5- Coloque a muda no lugar escolhido e use a terra com as mãos para terminar de fechar a cova e “prender” a planta.

6 – Faça a primeira rega e espere que ela cresça um pouco, mas não deixe de colocá-la sob o sol da tarde, o horário que ela mais gosta de receber raios solares.

7 – Ela deverá estar sempre com a terra úmida, mas cuidado para não exagerar na quantidade de água. Esse é um problema para qualquer planta, goste ela de muita água ou não, jamais podemos encharcar as raízes, que acaba matando.

Agora é só escolher a sua flor ixia preferida, a mais colorida, e encontrar o lugar certo para plantá-la. Tenha paciência, pois valerá a pena, quando a cada fim de inverno e início de primavera, ela ficará linda e toda florida.

Lembre-se de pegar todas as informações necessárias na loja onde você adquirir a planta, inclusive de como fertilizar a ixia durante o período de pós-crescimento.

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Existem plantas que, por causa de sua cor, podem até ser confundidos com belas flores. Este é o caso da espécie Tampala. As folhas desta planta possuem cores de fogo e misturam tons quentes como vermelho e o amarelo. Uma ótima combinação para decoração e outros fins. Por isso que a espécie é muito utilizada em jardins e em quintais para alegrar ainda mais o ambiente. Ela também pode ser mesclada com outras plantas de cores mais neutras.

A Tampala pertence à família Amaranthaceae e originária da Ásia, como China, Japão e outros países do continente.

A Tampala é uma planta considerada herbácea e ainda muito cultivada em seu lugar de origem, a Ásia. Lá, ela é plantada como uma verdura, embora tenha várias características para ser uma planta decorativa. Mesmo sendo uma planta ornamental, ela possui folhas comestíveis e que enfeitam mesas por diversos locais do mundo.

O seu caule é bastante ramificado e e ereto, alcançando em média de 0,5 a 1,5 metros de altura. Sua folhagem é considerada lanceolada, mas também pode ser ovalada. Elas também podem ser pecioladas. Quando a espécie varia em seus diversos tipos, pode ter as folhas modificadas, onde elas se tornam mais eretas ou pendentes.

A coloração das suas folhas são muito marcantes. Em uma mescla de vermelho brilhante com um amarelo vivo, ela atrai diversos insetos que confundem a sua folhagem com belas pétalas de flores.

Essas cores podem combinar com outros tons como verde, o roxo, o rosa e as próprias cores da suas folhas. O marrom e qualquer combinação de degradeé podem também estar por perto da espécie em qualquer forma de cultivo.

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As flores são demasiado pequenas e reunidas em espigas bastante volumosas. Elas também são consideradas plumosas e crescem em número bastante grande. Na maioria de suas variantes, as flores não possuem grande postura escultural e muito menos importância ornamental.

A espécie, como foi dito anteriormente, possui folhas que podem ser facilmente ingeridas, com sabor bastante característico. Além disso, elas podem ser muito bem adotadas para fins decorativos.

As sementes dos frutos que surgem na planta são bastante numerosas e diminutas. Elas podem se formar pelo método conhecido como autopolinização ou a difícil técnica da polinização cruzada.

Por causa da rápida e eficaz multiplicação, propagação e dispersão, a planta poderá se tornar extremamente invasiva. Este é um alerta muito importante para os jardineiros que desejam cultivar a espécie. Vale lembrar que é apenas em determinadas situações que ela se torna uma invasora nata. As podas podem evitar bastante a sua rápida multiplicação.

Forma de cultivo
A planta pode ser uma ótima opção na hora de produzir maciços e boas bordaduras para jardins, quintais, pátios e varandas.

Desde que estejam  em pleno sol, estas armações podem contribuir diretamente para a beleza de locais mais amplos e também de lugares menores como vasos. Por causa da sua coloração especial, ela é ótima para enfeitar ambientes de cunho tropical.

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Na horta
Plantada dentro de uma horta, a espécie pode trazer folhas nutritivas e macias. Elas se tornam abundantes quando bem cultivadas e podem oferecer um sabor bastante agradável. Elas podem ser servidas cruas em saladas ou também podem estar cozinhas, assim como o espinafre. Suas folhas são ótimas para complementar alimentos como em sopas, caldos, bolinhos e recheios diversos.

Como Plantar?
A Tampala é uma planta que se dá muito bem com o sol e por isso, deve ser cultivada sob os seus raios mais fortes. Em solo fértil, bem drenado e completamente enriquecido com matéria orgânicas a espécie pode se desenvolver sem maiores problemas. Vale lembrar que a planta deve ser altamente irrigada frequentemente para que possa crescer e desenvolver as suas características mais marcantes. O adensamento da espécie é feito através do estímulo do beliscamento do ápice das mudas.

Já deu para perceber que a Tampala precisa de muita umidade e temperaturas altas para o seu desenvolvimento sadio. Por isso, ela é bastante adaptável aos climas tropical e subtropical, típicos da região da América do Sul. Elas podem ser facilmente plantadas em vasos dentro de casa quando não se tornam muito invasoras. Quando cultivadas em áreas de clima temperado, elas podem ser levadas para casas de vegetação.

É muito importante dar uma atenção especial para a Tampala em seus primeiros meses de cultivo. Elas precisarão de um tutoramento diário para evitar a sua quebra. Além disso, utilize-se sempre do método das podas para evitar que a planta se torne invasiva em canteiros, vasos e outros locais de plantação. Nas horas, as podas também podem ser feitas sem maiores problemas.

Multiplicação
A propagação da espécie pode ser feita de diversas maneiras: sementes e postas que começam a germinar na primavera. Elas tendem a se multiplicar de forma ágil e eficaz

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O Clorofito-lumina é uma espécie da família Agavaceae e tem sua origem na África. É uma planta herbácea que se destaca pelo colorido incomum da folhagem. Ela alcança cerca de 30 a 40 cm de altura, com largas folhas em roseta, que crescem de um rizoma carnoso.

As folhas são o principal atrativo desta planta. Elas são largas e longas, com o limbo verde escuro e fosco e uma longa e grossa nervura central, de brilho translúcido e cor creme-alaranjada. A sua inflorescência vem de importância ornamental em um segundo momento, além de apresentar hastes avermelhadas com pequenas flores brancas.

É uma planta tropical e atraente. Suas características que chamam muito á atenção é a sua exuberância que pode ser apreciada tanto em interiores que estiverem bem iluminados, perto de janelas, porém sem receber sol diretamente, o que normalmente queima as suas folhas.

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Além de vasos, a planta poderá ser cultivada em jardins totalmente isoladas, ou ainda em pequenos grupos, em locais que poderão contar com luz filtrada e ainda totalmente protegida pelas sombras de árvores. É importante salientar que o grande exotismo deste tipo de planta é totalmente valorizado nos jardins de coloração tropical e contemporâneos.

O cultivo da planta
O cultivo do Clorofito-lumina deverá acontecer em meia sombra contando com substratos drenáveis, que deverão ser enriquecidos com matéria orgânica e ainda mantidos úmidos. Pelo fato de ser uma planta rústica ela não precisa de cuidados especiais.

Este tipo de planta aprecia bastante o calor e também toda a umidade dos ambientes tropicais, devendo ser cultivadas nas estufas em países que tiver um clima temperado. Uma peculiaridade interessante é que não é necessário a realização de podas nesta planta, basta apenas se remover as folhas que estiverem mortas que estará pronto.

É interessante investir em adubações leves realizando um replantio desta inflorescência pelo menos duas vezes no ano, sempre na época da primavera, o que são suficientes para todo o desenvolvimento de folhagens que sejam vibrantes. Este tipo de planta costuma se multiplicar através de divisões de touceiras e ainda rizomas devido a ocasiões do seu replantio realizado.

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