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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

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Em todo o mundo existem mais de 250 espécies diferentes do gênero Pelargonium a que vulgarmente chamamos Gerânios ou então Pelargonium. A maior parte destas espécies é originária do continente africano.

Os quatro tipos mais comuns e que encontramos no mercado à venda são:

Pelargonium x hortorum

Pelargonium x hortorum
É o gerânio mais comum e mais conhecido. Resulta do cruzamento entre o Pelargonium zonale e o Pelargonium inquinans e é portanto um híbrido.

Pode apresentar flores simples ou dobradas e existem variedades de flor branca, rosa, salmão, laranja, vermelho (diversos tons) magenta, lavanda e bicolores.

Pelargonium peltatum

Pelargonium peltatum
Espécie muito conhecida. Pelargonium pendente. Esta espécie apresenta um porte rasteiro e é normalmente utilizada em cascata nas varandas.

Pelargonium grandiflorum

Pelargonium grandiflorum
Esta espécie é menos comum que as anteriores. A sua característica principal é o tamanho das suas flores como o próprio nome latino da espécie o demonstra.

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Pelargonium_capitatum

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Pelargonium graveolens, Pelargonium capitatum e Pelargonium crispum
Apesar de serem diferentes espécies apresentam, no entanto, uma característica comum – possuem folhas aromáticas.

Como cultivar
Estas espécies precisam de muita luz e devem ser colocadas em locais onde apanhem bastante sol. No entanto, em climas muito quentes e durante o Verão, alguma sombra durante as horas de sol mais intenso pode ser vantajosa.

A espécie Pelargonium grandiflorum é a mais adequada para cultivar em interior numa janela virada a sul.

Quando as plantas são colocadas em locais sombrios ficam estioladas, ou seja, apresentam um crescimento débil, hastes finas e delgadas e pouca (ou nenhuma) floração.

Temperatura
Os gerânios não gostam de frio e não resistem a temperaturas abaixo de 0ºC. Nos climas onde ocorram geadas é conveniente protegê-los no Inverno.

Se estiverem em vaso convém trazê-los para dentro de casa durante o período invernal. Caso estejam no jardim podemos aproveitar para lhe dar uma poda forte e podemos cobri-los com um plástico perfurado para permitir a saída da humidade em excesso.

Rega
Deve-se ter cuidado com o excesso de rega pois é uma planta que, com facilidade, sofre de podridão do caule e das raízes.

Não aguenta o solo encharcado. É necessária uma boa drenagem da terra ou do substrato no caso de estarem em vaso.

Evitar o mais possível molhar as folhas e as flores. Evitar regar pulverizando as folhas.

No Outono e no Inverno diminuir bastante as regas. 1 vez por semana ou menos é suficiente.

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Adubo
Fornecer de 15 em 15 dias e no período de floração activa um pouco de adubo líquido para plantas de flor.

A carência de nutrientes provoca um crescimento lento, o amarelecimento das folhas e a diminuição da floração.

Poda dos Gerânios
No final do Inverno ou no início da Primavera deve-se podar as plantas para estimular a emissão de novos rebentos.

Durante a fase de crescimento deveremos ir despontando os ramos para obrigar a planta a emitir hastes laterais – não esquecer que nestas espécies, quanto mais hastes mais flores.

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Planta pertencente à família Caryophyllaceae, originária da Europa e Ásia

O cravo-dos-poetas é uma planta pode atingir 25 a 50 cm de altura. As suas flores perfumadas formam cachos densos e arredondados.

É uma planta herbácea anual ou bienal de curta duração, muitas vezes cultivada como anual. O cravo-dos-poetas possui caule herbáceo, ramificado, de cor verde claro a verde médio, de porte ereto e com nós salientes.

As folhas são persistentes, sésseis, de inserção oposta e de forma linear, de cor verde médio. As flores são agrupadas, panículadas ou no topo do caule, com cálice tubular com 5 sépalas abertas e estendidas com 1 diâmetro de cerca de 3 cm, dobradas com as bordas recortadas.

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Apresenta uma vasta variedade de cores desde o branco, rosa, vermelho e amarelo, com diversas tonalidades e misturas. O fruto é uma cápsula.

Planta de crescimento médio e seu cultivo deve ser sol o sol, pois é exigente em luminosidade. Prefere solos arenosos, férteis, bem drenados, neutros a calcários. Planta sensível à falta de arejamento.

As regas devem ser regulares e aprecia clima temperado a temperado/quente. É uma planta semi-rústica.

A adubação deve ser feita quando ou na época da floração. Não utilizar fertilizantes á base de amônio. Ex. 5-10-5.

Poda: Cortar as flores secas para prolongar a floração. Amparar os caules altos com canas.

A floração ocorre no verão. Nas espécies perenes, em condições adequadas pode florir durante todo o ano. Sua multiplicação é feita por semente ou estacas.

Utilização: Canteiros, maciços e bordaduras, flor de corte, vaso.

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dalia chocolate

Originária da América Central e América do Sul, principalmente México (onde são consideradas flor nacional), a Dahlia ‘Karma Choc’ ou Dália-chocolate como ficou popularmente conhecida, era comercializada apenas como flor de corte, mas sua beleza agora pode ser contemplada também no jardim.

Medindo até 1 m de altura, a Dahlia ‘Karma Choc’ só se desenvolve bem no Brasil se for cultivada na região sul do país ou nas áreas serranas do sudoeste. Os habitats naturais das Dálias são as frias encostas das montanhas úmidas e para se difundirem para o resto do mundo, tiveram que se adaptar.

As belas flores vermelho amarronzadas de até 20 cm de diâmetro possuem pequenas variações conforme a exposição a luminosidade, surgindo durante a Primavera e Verão, entrando em repouso vegetativo no Inverno.

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O melhor opção de solo para a Dália chocolate é o poroso, rico em matéria orgânica e com regas periódicas.

As flores das Dálias sempre foram apreciadas por causa de sua beleza, mas os Astecas usavam os tubérculos como alimento, bem como também para fins medicinais. Os botânicos que embarcaram nos navios dos conquistadores espanhóis descobriram a Dália no século 17.

Primeiro foi consumida pelos europeus como alimento, mas logo a beleza das suas flores falou mais alto. O nome Dália foi uma homenagem a A. Dahl, botânico sueco.
Durante o século XIX, a Dália conquistou o mundo principalmente pela beleza de suas flores e por causa de suas mais de 20.000 variedades diferentes, todas descendentes da Dahlia rosea.

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Oxalis versicolor

Também conhecida no Brasil como Trevo-listrado a Oxalis versicolor é uma planta bulbosa originária da África e África do Sul e pertence à família Oxalidaceae.

Ela encanta as crianças por suas cores e formato lembrarem as tradicionais guloseimas doces em forma de bengalas.

A bela herbácea possui folhas trifoliadas semelhante aos trevos, porém com folíolos lineares e delicados.

As suas flores em forma de funil são brancas e com cinco pétalas e seu aspecto listrado acontece apenas de um lado de cada pétala, que é margeada por uma listra vermelha em seu verso.

O seu florescimento acontece no final do Inverno, época em que a planta encanta a todos por seu visual muito ornamental.

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Logo pela manhã é possível observar melhor a beleza da planta, pois as flores em botão evidenciam as listras em espiral, efeito que desaparece com o decorrer do dia quando o sol já predomina, e as flores abrem-se completamente, aparentando serem apenas brancas.

A Azedinha prefere o solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica, irrigado periodicamente, a planta não tolera encharcamento, pois o seu bulbo apodrece facilmente.

A planta deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, não tolera o frio e se multiplica por divisão dos bulbilhos formados em torno do bulbo principal.

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