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Posts para categoria ‘Flores e Folhagens’

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A agave-dragão é uma planta considerada herbácea de caule lenhoso e curto. Na fase adulta, a espécie pode chegar até 1,50 m de altura. Suas folhas são suculentas, podendo haver algum tipo de variação de acordo com o modo de cultivo ou até mesmo com a variante escolhida para cultivo.

Há muito tempo, não se sabia por que a agave-dragão tinha certos nomes. Com isso, diversos estudos específicos foram feitos em torno da espécie até se chegar ao título pescoço de cisne, um dos nomes populares da planta. Tudo isso só foi possível por causa do curioso  inflorescência da espécie.

Na maioria das vezes, ela se apresenta em uma espiga de flores muito espessa e que cresce de forma muito alta. Com isso, a planta acaba curvando o pescoço, ficando com aspecto de cisne. Não podemos deixar de mencionar também seu nome científico que foi dado por causa de seu aspecto botânico. A agave-dragão ou agave attenuata, recebeu este nome por causa da sua folhagem. “Attenuata” significa frágil ou fino, justamente por causa das suas folhas.

Na maioria das vezes, a folhagem aparece em tom verde-azulado, bem largas na base e que acabam por culminar em uma ponta seca que é muitas das vezes reconhecida como um espinho. A disposição das folhas é em roseta basal, segundo intitulam os próprios botânicos especializados na espécie.

Ao seu redor, a planta, depois de desenvolvida apropriadamente, forma seus “filhotes”. Com isso, ela é capaz de gerar densos maciços, com enormes dimensões. Um detalhe muito importante que relaciona o seu cultivo com praticidade e facilidade é que a espécie pode ser cultivada em todo o país, independente de clima ou qualquer outro aspecto.

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A espécie vinda do México e seu nome intriga botânicos até hoje, mas seus verdadeiros objetivos são inumeráveis.

As folhas da agave-dragão são bastante curiosas e interessantes por si só, mas as flores são ainda mais. Somente nas plantas mais velhas é que tal fenômeno ocorre. As inflorescências  surge composta em pequenas flores, que vão se desenvolvendo em uma espiga grande e ereta. Após o processo de florescimento, a espécie acaba entrando no seu período de fenecimento.

Cultivo
Mesmo que a planta seja adaptável a qualquer terreno, existem algumas condições próprias para o seu cultivo.

Neste caso, é preciso seguir um roteiro bem simples para se ter uma agave-dragão no jardim. Confira logo abaixo:
* A espécie, acima de qualquer coisa, precisa de um local onde o sol bata e fique por bastante tempo na região. A planta adora locais ensolarados e quentes. Por isso, não insista em colocá-la bem exposta ao sol.

* A agave-dragão precisa de um solo bastante arenoso para se desenvolver. Se for cultiva-la em jardim, misture areia ao solo, deixando a matéria orgânica agir bem sobre a terra. A areia por si só já é boa para drenagem, mas certifique-se que este processo poderá ser feito com bastante facilidade.

* Neste etapa, é preciso ter cuidado na hora de plantar a muda sob o substrato. O buraco para que a muda repouse deverá ser maior que o torrão.

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* A adubação é essencial depois que a muda for instalada e algumas dicas do processo podem ser bastante úteis para um desenvolvimento eficaz da planta. Primeiro, é preciso utilizar um balde para misturar adubo animal de curral bem curtido. Nesta mistura, acrescente um dos principais ingredientes que é o material orgânico em si. Você pode utilizar húmus, minhocas e areia ao mesmo tempo e misturar tudo em uma proporção 1:2: 1.

* Para fazer com que as raízes das mudas se desenvolvam facilmente, sem nenhum obstáculo, é preciso ir soltando a terra das paredes. No fundo, sempre ir colocando areia.

* No fundo do buraco onde se encontra a muda, é necessário colocar o torrão e completar com a mistura receitada na etapa anterior. Com isso já feito, logo em seguida, aperte o solo ao redor para deixar o substrato e a mudinha bem fixos ao terreno.

* Depois de todos os passos seguidos com cautela, é hora de fazer a sua primeira rega! Nunca é bom regar muito a espécie até deixa-la encharcada  Quando a terra já estiver úmida e saturada de água, pare o processo. Não esqueça que a espécie precisa estar bem regada diariamente, menos na época de chuvas e talvez no inverno.

* Após alguns dias, As regas deverão ser espaçadas, embora no início elas foram   bastante constantes. Isso acontece por causa de uma característica bem especial da agave-dragão: Ela é uma planta xerófita.

* A agave-dragão é uma espécie que se propaga rapidamente por diversos meios. Após a sua propagação, é hora de retirar os “filhotes” que surgem ao redor da chamada “planta-mãe”. Feito isso, na inflorescência, os bulbilhos que se formam, mesmo levando muito tempo para se desenvolverem, também podem ser uma boa alternativa para a multiplicação da espécie.

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Paisagismo
Como muitos já devem ter percebido, a agave-dragão é muito usada no âmbito do paisagismo. Mesmo assim, os especialistas não recomendam o seu uso em fachadas e entradas de prédios no geral, pois é onde os pedestres passam, assim como as grandes jardineiras de prédios devem ser evitadas.

O motivo dessa restrição é claro: A espécie tende a formar grandes touceiras  o que pode atrapalhar ou obstruir a passagem de pedestres. Com isso, a ponta aguda da planta pode acabar machucando as pessoas de alguma forma. A forma ideal de usa-la na ornamentação é cultivando a mesma em grandes canteiros, onde ela possa formar os seus grandes e belos maciços.

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clorofito

O clorofito é uma planta herbácea pequena, nativa da África do Sul, mas muito comum no Brasil, e pertence à família das Agavaceae. Por aqui, ela também é conhecida como gravatinha e paulistinha. Essa planta pode permanecer sem luz solar durante um longo período de tempo, e também pode ser utilizada tanto em ambientes externos como internos.

É considerada também, uma planta de porte pequeno já que sua altura não ultrapassa a 1 m em casos especiais, mas no habitual, ela mede 30 cm, sendo assim, muito parecida com uma grama..

Não existe dificuldade em cultivar a clorofito, já que a planta é perene e pode ser plantada tanto sob o sol pleno como a meia sombra que se desenvolve perfeitamente. Você vai encontrar a clorofito em diversas outras regiões diferentes da África e pelo mundo inteiro.

Quanto a sua formação, a planta apresenta folhas curtas, com um verde muito brilhante e típico de plantas. Algumas espécies de clorofito mostram-se em cores diferentes com algumas listras brancas ou amarelas localizadas nas extremidades ou no centro de cada folha. Ela também apresenta flores, que geralmente florescem no verão e são bem bonitas, na cor branca e igualmente pequena, como a planta.

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Cultivo
De fácil cultivo, o que torna o seu plantio muito comum em vasos e jardineiras. Ela pode ser cultivada tanto em jardins abertos quanto em locais fechados. Nesses últimos não exige condições especiais de tratamento suportando inclusive, locais com resfriamento de ar condicionado, o que não é muito comum até em plantas de interiores.  De certa forma é uma planta bem resistente às condições de temperatura, mas ao mesmo tempo é frágil quanto à outras condições como pisoteio.

Para cultivar o clorofito o solo deve ser preparado, deixando-o bem fértil, leve e muito rico de matéria orgânica. As regas devem ser regulares, mas deve-se evitar que a planta fique muito encharcada, principalmente na areia, pois isso pode ajudar na proliferação de fungos e doenças comuns em plantas. Além desse fator, a raiz dessa planta consegue reter uma boa quantidade de líquido então você não precisa exagerar quanto às regas para não matar a sua planta.

Clorofito-chlorophytum-comosum

Reprodução
O clorofito reproduz-se apenas através de touceiras ou por muda. A muda pode ser comprada em qualquer loja de jardinagem e implantar em canteiros que ela cresce perfeitamente, já as touceiras podem ser retiradas a partir da planta-mãe quando esta já tiver com a raiz toda formada.

Curiosidades
Assim como todas as plantas, a clorofito apresenta algumas curiosidades que é bom conhecermos para ajudar na hora de cultivar.
* Elas são plantas de forrações. Elas devem, no entanto, serem cultivadas com esse intuito. Se quiser manter o clorofito no jardim, é bom cultivar em locais de pouca circulação, porque ela é muito frágil e não suporta pisoteio. Se não tiver um ambiente assim, cultive essa planta em vasos suspensos que elas ficam muito bem na decoração.

* O clorofito está entre as 10 plantas mais fáceis de cuidar do mundo.

* Não regue antes de conferir se a terra da planta está totalmente seca. Não deixe secar demais, mas evite que ela fique encharcada ou receba uma nova rega ainda com a areia úmida. Para certificar, basta inserir o dedo indicador alguns centímetros na terra e sentir se está muito úmida ou já está seca. O tempo de adubação ideal para essa planta é de 2 em 2 semanas.

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* Atente-se sempre sobre as pragas. A mais comum para o clorofito são as cochonilhas e se você não conhecer a sua planta, dificilmente será detectada no início e quando perceber, a planta estará toda infestada. Para tratar dessa doença, é necessário pulverizar bem todas as folhas, uma a uma, até mesmo as que não forem constatadas estarem doentes até que o problema desapareça por completo.

* Quando cultivadas em vasos, podemos acabar com as raízes saindo pelas extremidades. Nesse caso, o indicado é que seja trocado o vaso sempre que isso acontecer e podem ter certeza que irá acontecer porque as raízes do clorofito crescem em uma velocidade maior do que a planta.

Mudas de clorofito são encontradas facilmente no mercado ou então através de lojas pela internet.

Quando suspensa em vasos, a planta tem um visual muito bonito e quando bem tratada pode descer até o chão, pois suas inflorescências que dão origem a pequenas e novas plantas podem, consequentemente crescer em cascatas com pequenos tufos de plantas.

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Quando plantada no chão, fica muito bonita em bordaduras de outras plantas ou mesmo em árvores, mas tem que se ter maior cuidado com o crescimento da mesma, cortando todos os rebentos que ao tocarem no solo se transformam em novas plantas, para que não perca a forma original dada por nós.

É ideal para  para cestas suspensas, interiores, mas também bordaduras e floreiras.

Mudas de clorofito são encontradas facilmente no mercado ou então através de lojas pela internet.
Importante: Se ingerida é venenosa, não causando a morte, mas vômitos e perda de apetite (anorexia)

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Espécie herbácea pertencente à família Gesneriaceae, nativa de Java, uma região de florestas tropicais.

Possui folhagem perene e formato da folhagem, num todo, pendente. Costuma ser cultivada em vasos ou jardineiras postas em locais altos. Os rizomas possuem boa capacidade de otimização das funcionalidades do substrato, desenvolvendo densos caules com muitas ramificações.

As folhas são de estética simples, dispostas em pares opostos nas hastes, são ovais, acuminadas e de textura serosa. As flores dessa espécie são vistosas, de coloração vermelha, com cálice tubular de cor variando de tom esverdeado ao avermelhado, com corola na cor vermelha de formato tubular, com as pétalas espaçadas e de pontas arredondadas. Formadas nas pontas das hastes, as flores da planta-batom florescem, normalmente, quando a primavera está para findar e, a floração perdura até o final do verão.

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A planta-batom pode ser cultivada em todo o Brasil, porém nas regiões de invernos mais rigorosos, recomenda se que a espécie seja cultivada sob alguma proteção durante outono até a chegada da primavera.

A espécie tem como uma das características mais evidentes a grande ramificação das hastes, as quais chegam à mais de um metro de comprimento. Por essa última razão, é comum e de boa aceitação da planta que ela seja cultivada em vasos suspensos, assim você permite que essas hastes cresçam livremente.

Fato que destaca os muitos ramos pendentes e, também, facilita o acesso de beija-flores às flores da planta, pássaro conhecido pela preferência dessa espécie.

Propagação da planta-batom
As mudas dessa espécie pode ser feita através do corte de touceiras ou, também, por estaquia de hastes. Após o período da floração ou já no início da primavera há a possibilidade de remoção de uma haste, atente para remover aquela que esteja menos à mostra, assim você não prejudica a estética da planta.

Depois de escolhida a haste, remova as folhas da base e enterre a haste em um vaso com areia umedecida ou com perlita ou com uma mistura de casca de arroz carbonizada com composto orgânico.

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Coloque o vaso com a haste recém removida em local protegido das intempéries do tempo e, cuidando sempre, para que a umidade do vaso seja mantida. Quando a haste começar a se desenvolver no vaso, significa que a haste enraizou, ou seja, você possui uma nova muda da espécie.

Tendo se certificado do enraizamento da planta, transplante a com calma para outro vaso com terra de boa qualidade. Lembre se de regar o vaso quando o ar estiver com pouca umidade.

Cultivo da espécie
A planta-batom desenvolve se bem sob meia-sombra, em local de solo com bom dreno e enriquecido com matéria orgânica. A rega da planta deve ser feita apenas quando a superfície do substrato estiver com baixa umidade ou, caso você more em uma região muito quente, ao menos a cada dois ou três dias, ou melhor dizendo, sempre que o ar ficar com pouca umidade, fique mais atento com a rega da planta.

Uma dica importante é notar se as folhas da planta-batom se desprendem com facilidade quando as tocamos, isso é um sinal de que o vaso está úmido em excesso. Outra característica notável dessa planta é que ela gosta de se manter em um local e lá ficar, em outras palavras, escolha um local e deixe a lá se desenvolvendo vistosamente.

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Dicas sobre a adubação da planta-batom
Somente adube a planta-batom quando o exemplar que possuir estiver bem desenvolvido e acostumado com o local em que estiver. Preferencialmente, faça a adubação da planta com adubo orgânico.

Uma dica é utilizar adubo bovino, o qual é rico em fósforo e ajuda numa melhor e mais rápida floração. Porém, seja qual for o adubo escolhido, coloque pequenas quantidades na terra do vaso, conforme a quantidade e frequência indicadas na embalagem do produto.

Utilização da planta como elemento decorativo de espaços externos e internos:
Pela descrição da espécie logo se nota o potencial ornamental da planta. Mesmo quando não está no período de floração, essa espécie agrega beleza ao ambiente em que está pela grande ramificação das hastes que crescem a partir da touceira.

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A planta-batom pode decorar ambientes internos, desde que esses possuam boa luminosidade indireta e natural. Para aqueles os quais gostam das flores vermelhas que marcam a espécie, porém não possuem um local interno ideal, a dica é cultivar a planta em um ambiente externo até o início de sua floração. Contudo, vale lembrar que mudanças bruscas afetam o bom desenvolvimento da planta.

Para que a espécie não sinta tanto a mudança de ambiente, traga a para o ambiente interno, deixe a por uma semana e leve a novamente para o ambiente externo, a fim de recuperar a planta.

Ambientes com decoração rústica ou moderna combinam com a planta-batom. Obviamente os ambientes rústicos são mais fáceis de receberem plantas como elemento decorativo.

Para garantir que os ambientes mais modernos combinem com uma planta, coloque-a em um vaso com estilo mais moderno, com cachepô metálico ou de vidro, por exemplo. Outra dica é combinar as cores. Se a decoração da sua casa for de cores claras ou neutras, as flores vermelhas da planta-batom serão um charme à parte.

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Luminosidade ideal da espécie
Essa é uma planta a qual está costumada à luz forte, porém sempre indireta. Indica se pendurar o vaso próximo de uma janela ou debaixo de uma lâmpada própria para estimular o crescimento de plantas, caso você a cultive em ambiente interno ou externo e pouco iluminado.

Os extremos da luminosidade não agradam essa espécie. Ou seja, o excesso de sol ou a falta dele são duas condições as quais prejudicam o acontecimento da fase de floração da espécie.

Dicas para um solo para a planta-batom
A planta-batom prefere um solo leve e gaseificado, para os casos de cultivo em ambiente interno. Uma dica que agrada a planta é fazer uma mistura de um pouco de violeta africana com bastante perlita e acrescentar no solo. Lembrando se sempre de que o solo deve estar bem drenado.

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A aglaonema é mais do que uma espécie interessante. Ela possui nada mais nada menos do que 50 variações com diversas características diferentes, seja na folhagem ou na estrutura no geral.

Para completar, a espécie é uma das plantas ornamentais mais cultivadas em ambientes interiores do planeta, não que ela não possa ser plantada em quintais ou jardins. Além disso, ela é frequentemente colocada em varadas por causa da sua forma de cultivo.

Informações gerais
A aglaonema também é conhecida popularmente por café-de-salão e falso-café-de-salão. A planta pertence à família Araceae e originária da Ásia, Filipinas, Oceania. É considerada uma planta herbácea de pequeno porte, atingindo as medidas de 20 a 150 cm de altura.

As suas folhas são a característica marcante das espécies, pois são, em geral, grandes, bem coriáceas, glabras, quase sempre espessas em todas as variedades, geralmente verdes, mas com tonalidades e padrões que variam em diversas espécies. Muitas vezes essas folhas são machadas, mesclando sempre tons de verde claro com escuro.

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Flores
Como a maioria da espécies consideradas herbáceas, a aglaonema também possui flores. Suas inflorescências são axilares com  espata e espádice de cor branca ou branca-esverdeada. A pouca importância ornamental das flores já era de se esperar, já que as folhagens da planta é o que mais chama a atenção de jardineiros por todo o mundo.

Frutos
Para completar a estrutura geral da espécie, a aglaonema produz seus próprios frutos. Eles têm aspecto avermelhado e podem ter importância fundamental na decoração do lar. Em alguns casos, ainda que as flores não tenham a função de enfeitar, os frutos podem ter mais importância do que a bela folhagem da espécie.

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A importância das folhas
As folhas da espécie cumprem um papel importante na sua verdadeira função. Para começar, a folhagem da planta é considerada exuberante e de aspectos tropicais. De acordo com a forma de cultivo de cada variante da espécie, as folhas podem ser compactas ou não.

A planta é considerada rústica e pode ser usada em diversos locais que incluem salas de estar, escritórios shoppings e outros lugares fechados.

Porém, é preciso tomar cuidado com o seu desenvolvimento em determinados locais. A aglaonema não suporta lugares muito secos. Portanto, fique atento ao ar condicionado e outros aparelhos que possam tornar o local seco demais para a espécie.

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Cultivo
Além de não se desenvolver bem em locais secos, a aglaonema precisa de muita ventilação para sobreviver. Mesmo adotado todas essas condições de cultivo que não são tão complicadas assim, a espécie é tão fácil de cultivar que é muito recomendada para jardineiros iniciantes.

A planta pode se adaptar a diversos lugares dentro e fora de jardins, sejam eles grandes ou pequenos. Assim como varias de suas variantes, a aglaonema pode formar lindos maciços e bordaduras, podendo ser cultivadas em canteiros, Jardins de inverno e até mesmo em vasos com tamanhos diferentes.

Vale lembrar que a espécie não precisa de cuidados para lá de especiais para que ela cresça bem e cumpra a sua função. Para muitos, apenas um solo bem fértil e regas regulares são o suficiente para manter a aglaonema sempre bela e bem desenvolvida. Entretanto, é preciso ter alguns cuidados para não prejudicar o crescimento da planta.

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Abaixo, segue um pequeno passo a passo para começar a cultivar bem a aglaonema.

1 . Em primeiro lugar, é preciso começar a se preocupar com o local onde a espécie será plantada. Ela adora um pouco de luz difusa e por isso deve ser cultivada sempre a sombra, bem longe do sol forte. Coloque a sua plantinha em algum canto que você tenha a certeza de que os raios solares não penetrarão por ali de forma alguma.

2 . O solo onde a espécie será plantada deverá ser facilmente drenável, com irrigação correta, além de possuir uma grande quantidade de matéria orgânica. A terra realmente deverá ser bastante rica em todos esses recursos para que a espécie tenha liberdade para crescer e se desenvolver da melhor forma possível.

3 . Com relação a sua adaptação ao substrato em que foi plantada, é preciso ficar sempre atento as temperaturas, já que a planta não suporta lugares muito frios, sempre se adaptando a locais mais quentes, sejam eles internos ou externos. Evite deixar a sua espécie exposta s geadas, por exemplo, evitando que ela morra antes de completar o seu ciclo de vida. Não se esqueça de manter a planta longe de locais com baixas temperaturas sempre que possível.

4 . Existe uma boa explicação para que as espécies desse tipo tolerarem o calor intenso. É que elas sã nativas de florestas densas, apreciando as altas temperaturas e a umidade dos climas tropicais e subtropicais. Além disso, nesses locais existe muita vegetação, o que torna a umidade muito maior do que se possa imaginar.

Aglaonema commutatum

5 . As regas são outro muito extremamente importante na criação das aglaonemas. No inverno especialmente, as regas podem ser feitas de forma esparsa, ou seja, sem ser diária ou frequente.

6 . Outro ponto muito importante para o desenvolvimento da planta é o seu replantio anual durante a primavera. Este pequeno fato pode deixar a sua planta bem mais vigorosa e bonita.

7 . No que diz respeito a propagação da espécie, existem três tipos de métodos. Elas podem se multiplicar por sementes, estaquia e através das divisões por touceiras. Por este motivo, é uma ótima opção plantar cada semente de forma bem espaçada uma da outra para que as suas raízes não acabem se entrelaçando entre si ou com outras espécies diferentes.

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