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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

adenium obesum

A Rosa do deserto pertence à família Apocynaceae e seu nome científico é Adenium obesum. A planta, que pode ser encontrada na Tailândia, desertos e na África, se adapta facilmente ao clima seco e quente e consegue viver bem em lugares ensolarados, como é o caso do Brasil.

O cultivo de rosas do deserto desperta muitas dúvidas. Aprenda nesse artigo como plantar, regar, adaptar, polinizar, trocar de vaso, enxertar, podar, adubar e várias outras dicas para cultivar a rosa do deserto com sucesso!

Como plantar rosa do deserto em vasos
O primeiro passo para o plantio da rosa do deserto em vasos é preparar uma receita com substratos que ofereçam uma excelente drenagem. Além de opções prontas, você pode fazer um mix com 40% de areia grossa + 40% de substrato Carolina + 20% de carvão moído.

A areia grossa é indispensável em qualquer que seja o mix, totalizando 40% da mistura, assim como os 20% de carvão, mas o terceiro elemento pode variar.

Por que optar pelo vaso bacia/concha?
A estética e o tipo do tronco (caudex) da rosa do deserto se adapta muito bem aos vasos que sejam de bordas baixas, seja ele quadrado, redondo ou cuia. Esses formatos de vasos contribuem com a oxigenação do sistema radicular da planta, favorecendo o caudex, que engrossa mais rápido do que se estivesse em um vaso profundo.

Além disso, mesmo quando a muda é nova a aparência já é grossa e robusta, passando a impressão de “planta bonsai”, o que é ótimo para uso ornamental na decoração de casas ou ambientes corporativos.

A rosa do deserto pode ser plantada no chão?
Sim! E fica tão linda quanto as que são cultivadas em um vaso, mas a diferença é que as raízes terão mais espaço para crescer e, dessa forma, o caudex não vai engrossar tão rápido.

Nesse caso, a recomendação é fazer o replantio e o levantamento de caudex, para ter uma rosa do deserto bem desenvolvida e com maravilhosos caudex externos.

O transplante de uma rosa do deserto plantada no chão exige mais atenção: cave com cautela e, de preferência, utilizando as mãos, para não cortar raízes grossas ou com belos formatos.

adenium

A rosa do deserto gosta de sol?
Sim, de forma geral, as rosas do deserto amam o sol pleno. Porém, é necessário fazer a aclimatação da planta para viver nestas condições, principalmente quando a muda foi adquirida em garden centers ou com cultivadores que vendem em escala comercial e utilizam um substrato extremamente drenante e sistema de regas constantes.

Para esses casos, ao adquirir uma planta em um bom porte, por exemplo, em um vaso número 15 (pote 15) o ideal é replantá-la.

Depois disso, coloque-a em um local que receba o sol do período da manhã até meio dia, por até 3 meses. Depois desse tempo de adaptação, você poderá movê-la para o sol pleno.

Mesmo com a preferência pelo sol pleno, isso não quer dizer que a rosa do deserto não vai bem em jardins de inverno. É importante que o ambiente receba de duas a três horas de sol por dia e claridade constante. Nessas condições, a rosa do deserto costuma se adaptar bem, ao contrário de áreas internas sem iluminação alguma.

Cultivo
As rosas do deserto podem ser cultivadas por sementes ou estacas. Os troncos grossos com a característica parecida com os grandes Baobás, só podem ser obtidos através do cultivo de sementes.

Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente.

Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes na planta. Use luvas nas podas e manuseio da rosa do deserto, pois a seiva é tóxica.

Ambiente adequado
A planta, assim como os cactos, exige um local ensolarado e com temperatura mínima de 10°C. A rosa do deserto, como o próprio nome sugere, se adapta muito bem às condições de baixa umidade.

Adenium-obesum

Como regar a rosa do deserto?
O termo “deserto” no nome acaba causando confusão quando o assunto são as regas!

A rosa do deserto cultivada em vaso pode ser regada diariamente, desde que o substrato no qual ela está plantada tenha uma alta capacidade de drenagem. Isso significa que em dois segundos a água deve começar a baixar, até vazar pelo fundo do vaso.

A importância do carvão
Devido a necessidade de alta drenagem, costuma-se usar carvão na composição do substrato da rosa do deserto. Esse composto ajuda a segurar fertilizantes colocados no vaso, seja farelado ou fertirrigação, que podem escorrer junto à água.

Regue somente quando o substrato secar totalmente e nunca jogue água nas folhas, botões ou flores, pois pode afetar a floração e deixa o ambiente propício para pragas.

A rosa do deserto pode ficar na chuva?
Em semanas mais chuvosas, a recomendação é retirar as rosas do deserto da chuva, principalmente quando ocorrem por mais de 5 dias seguidos. Nestas situações, faça regas somente quando o substrato estiver totalmente seco.

Como adubar a rosa do deserto
A adubação com bons fertilizantes é necessária para o cultivo das rosas do deserto, a fim de alcançar um bom diâmetro de tronco e floração abundante.

Mas, atenção: os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente nas raízes ou quando o substrato estiver completamente seco. Sempre regue antes para evitar queimaduras das raízes e a queda de folhas.

rosa do deserto

O que é osmocote para rosa do deserto?
O osmocote é um adubo de liberação lenta em formato de bolinhas, que lembra muito uma semente peletizada e também ovos de caramujos. Como esse tipo de adubo de liberação lenta não é tão conhecido, muitas pessoas adquirem a rosa do deserto ou outras plantas e realmente confundem com ovinhos de bichos.

Hoje as cores mais comuns de osmocote são: amarelo, verde escuro, verde claro, cinza e azul escuro.

O mix de micros e ou micros e macros nutrientes que compõem as bolinhas são liberados lentamente quando misturados por cima do substrato da rosa do deserto, que pode seguir a recomendação de 3 a 5 meses de adubação, com uma única dose (lembre-se de respeitar a dose recomendada por cada fabricante).

Como fazer a rosa do deserto florir?
Para fazer a rosa do deserto florir, primeiramente devemos verificar ou fazer uma boa correção de solo, de 3 a 6 meses antes de uma adubação para floração.

Ele explica que a planta costuma dar muitas flores, portanto, exige muito fósforo e potássio na adubação, que podem ser encontrados, por exemplo, no Forth Equilíbrio ou em qualquer corretor de solo.

A rosa do deserto precisa dos micronutrientes da mesma forma que os macros, porém, em quantidades menores.

Os fertilizantes de formulação que podem estimular e auxiliar na floração da rosa do deserto são os: 04 14 08, 09 45 15 , 15 09 12. Além deles, elas também amam bokashi e esterco de galinha.

rosa do deserto

Por que não floresce?
Há inúmeros fatores que podem prejudicar a floração em uma rosa do deserto. Os principais motivos são: falta de poda, adubação em excesso sem correção de solo e até mesmo falta de irrigação, visto que muitos cultivadores ainda acreditam que não é preciso regá-la com frequência.

Quando podar a rosa do deserto?
A poda da rosa do deserto pode ser feita uma vez por ano, seguindo alguns princípios do replantio, sobretudo quanto à época mais ativa da planta, que é de setembro a março e também ao uso da canela em pó ou pasta selante após a poda, para evitar contaminação.

Lembre-se que esta etapa é tão importante para boa formação e abundância de flores quanto o replantio.

Como podar a rosa do deserto?
Deve-se retirar, no mínimo, 40% das hastes principais da planta e também os galhos mais finos e ou indesejados que surgiram depois, mantendo, assim, sua forma com galhos na mesma espessura.

Depois da cicatrização da parte superior onde foi feito o corte, surgem duas ou três gemas em cada galho. Eles geram até três novos galhos para dar flores, ao invés de somente um, como estava antes da poda e assim sucessivamente.

adenium-obesum

Como cuidar da rosa do deserto doente?
São vários os fatores que podem levar a rosa do deserto a adoecer e até morrer. O mais comum é a podridão da planta, que acontece, inicialmente, nas raízes ou na parte interna e afótica do caudex.

A parte mais difícil é detectar o problema com antecedência, fazendo a raspagem e tirando totalmente a parte marrom e mole da planta.

Nesse processo, deve sobrar, no mínimo, 40% de seu caudex, para que a planta seja salva. Em seguida, deixe secar na sombra por 24 horas e, após esse período, passe canela em pó e faça o replantio em um substrato esterilizado, de preferência.

Além de ácaros e vírus, a gomose também é uma doença comum em rosas do deserto. A principal característica é o surgimento de manchas marrons enrugadas no caule da planta como um cancro, levando ao apodrecimento total.

Nesse caso, há vários tipos de acaricidas e fungicidas como o Forth Defende, que pode ser utilizado para salvar a planta.

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ixora

A ixora é usada como cerca-viva, bordadura ou vaso. De origem asiática, suas flores são bastante resistentes. Seu ciclo de vida é perene. Um tanto peculiar, a planta deve ser cultivada sempre em sol pleno e não suporta geadas.

Para o paisagismo, são usadas por volta de 15 espécies de ixora, entretanto há mais de 300 conhecidas. Por ter portes diversos, é sempre bom saber qual é o tipo mais adequado ao seu jardim.

Plantio da ixora
A ixora pode ser cultivada em jardins de diferentes portes, atendendo, inclusive, o de pequeno e em vasos. Ela se desenvolve bem em solos ricos em matéria orgânica, mas o ideal é que o solo apresente pH mais ácido.

O melhor substrato para o plantio deve ser fértil, rico em nutrientes, aerado e com boa drenagem para evitar encharcamento.

A espécie prefere solos arenosos, bem adubados e úmidos. Essa flor não tolera solo encharcado, principalmente na fase ideal do plantio.

Por ser uma muda de origem tropical, o clima ideal para seu desenvolvimento é com temperaturas quentes. É importante frisar que ela não suporta geadas e locais com inverno rigoroso.

ixora laranja

Sua irrigação pode ser realizada até três vezes por semana, principalmente nos períodos secos. Possui inflorescências terminais grandes com numerosas flores pequenas de diversos tons de laranja e vermelho nas variedades mais antigas.

Atualmente são cultivadas também variedades de tons rosa e amarelo. São muito duráveis e atraem beija-flores e borboletas. Formam-se durante a primavera e verão.

Quando adulta pode atingir até 4 m, porém quando plantada em vasos, não costuma passar de 1 m,

Possui inflorescências terminais grandes com numerosas flores pequenas de diversos tons de laranja e vermelho nas variedades mais antigas.

ixora branca

Atualmente são cultivadas também variedades de tons rosa e amarelo. São muito duráveis e atraem beija-flores e borboletas. Formam-se durante a primavera e verão.

A Ixora é bastante resistente à exposição ao sol. Pode ser mantida em jardins sob Sol pleno, ou em locais bastante iluminados.

O solo deve ser mantido moderadamente úmido, podendo secar entre uma rega e outra. Plantas em jardim: Em dias quentes a água deverá ser fresca para ajudar a planta a se refrescar. Pode-se molhar toda a planta.

A frequência de rega será determinada por você, pois é de acordo com a temperatura e umidade do ar que a planta perde mais ou menos água.

Para maior desenvolvimento, misture na terra um pouco de adubo com grande quantidade de húmus, seguindo Sempre as indicações e recomendações do fabricante sobre dosagens e frequências.

ixora vermelha

Poda: Mantenha o vaso sempre limpo, eliminado com uma tesoura afiada as folhas e flores velhas e mortas. No jardim, não é necessário podar, porém caso queira fazer uma poda de contenção, recomenda-se podar os galhos maiores.

Método de Propagação ou Replante: Na primavera, por meio de estacas de 10 a 15 centímetros de comprimento, removidas de ramos jovens e vigorosos. Deve-se deixa-las enraizar em ambiente úmido e de preferência protegido.

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Brugmansia suaveolens

Muitas plantas são usadas para fins paisagísticos  ainda mais quando a maioria delas possui belas flores e que atraem seres externos, enfeitando ainda mais o ambiente. Mas como proceder quando essas belas espécies possuem características tóxicas?

Será mesmo que optar por outra espécie é mais conveniente? Este é o caso do magnífico Trombeteiro. Essa espécie mesmo sendo tóxica, ela é bastante aclamada pelos jardineiros.

Mesmo possuindo apenas um título específico, ela compensa em seus nomes populares que, na verdade, são muitos. São eles: Trombeteiro;  Babado;  Cartucheira;  Cartucho; Copo-de-leite;  Datura;  Saia-branca;  Sete-saias;  Trombeta-cheirosa; Trombeta-de-anjo e  Trombeta-rosa. A espécie conhecida mais comumente como Trombeiro pertence à família Solanaceae.

Os climas ideais para o seu cultivo englobam o Equatorial, Subtropical e Tropical. Sua altura máxima pode chegar até os 3 m de altura, dependendo da variação da espécie ou até mesmo formas de cultivos adequadas.

Por causa do seu porte, ela é considerada um arbusto grande ou até mesmo médio para algumas ocasiões de cultivo. Com uma luminosidade ideal e um solo bem preparado, se consegue ter um bom desenvolvimento da espécie.

O trombeiro é considerado um arbusto bastante ereto, robusto e rústico. Além disso, é dito como um arbusto grande, podendo atingir seus três metros de altura facilmente.

As folhas da espécie costumam ser grandes ovais, alternas, bastante caducas, variando em tons de verde e pubescentes na face inferior da planta. Elas podem possuir até 30 cm de comprimento, assim como as suas bonitas flores.

Brugmansia

Flores
As flores do trombeiro também são grandes e possuem dimensões bem parecidas com as de suas folhas. Além de terem um formato parecido com o de trombeta, elas são são pêndulas, simples e extremamente perfumadas.

Em geral, possuem as colorações amarelas ou brancas e por causa disso podem ser mescladas com outras plantas da mesma espécie e que possuem cores mais chamativas que as suas. Flores de tons rosas e dobradas também podem ocorrer dependendo das suas variações ou das possíveis hibridizações entre as espécies.

Utilização no Paisagismo
O trombeiro é bastante criticado no meio botânico por causa de sua utilização como elemento de design. A planta é considerada bastante tóxica e narcótica. Isso ocorre porque todas as partes da espécie possuem substancias conhecidas como alcalóides.

Tais substâncias podem ocasionar uma série de sintomas perigosos para o organismo humano. As consequências dos alcalóides no corpo do homem estão listados logo abaixo.
* vômitos
* náuseas
*  mucosas secas
*  febre
*  taquicardia
*  alucinações
*  dilatação de pupilas

Brugmansia suaveolens

Por causa desse motivo, muitas prefeituras proíbem o uso dessas espécies em locais públicos. Mesmo assim, utilizando o bom senso, é muito importante manter a espécie longe do alcance de crianças e animais domésticos.

Com isso, você pode ter uma planta muito atrativa em seu jardim e com muita responsabilidade.

A espécie também pode ser plantada em renques para evitar o contato com o organismo. Por isso, também é muito importante cultivá-la em locais isolados sob as condições ideais para o seu desenvolvimento saudável.

Formas de Cultivo
A planta é considerada de baixa manutenção e por isso, muitos também optam por cultivá-la em seus jardins, apesar de todos os contras. Ela deve ser colocada em baixo do sol, onde possa captar todos os raios para si, ou seja, deverá ser plantada sob sol pleno.

O solo para plantio deverá ser bem fértil, envolto em matéria orgânica. O solo arenosos é o mais adequado para o seu cultivo. As regas devem ser feitas em abundância, mas com intervalos regulares e espaçados.

É muito comum observar estas espécies crescendo nas beiras de riachos e rios, tudo por causa da umidade apreciada pela planta. Nestes locais, elas podem crescem ser maiores problemas, até porque estarão recebendo uma grande oferta de água para o seu crescimento e floração.

trombeteiro

Outra forma de plantar o trombeiro é sob a luminosidade de meia sombra. Porém, neste caso, a floração poderá se desenvolver de forma diferente. Assim, as flores se tornarão mais  esparsas nesta situação.

A planta não tolera temperaturas muito baixas mas, mesmo assim, pode ser cultivada dentro de estufas.

Adubação
A adubação deve ser feita após a floração para que as flores se desenvolvam muito bem. As podas devem ser realizadas após a floração no caso, bem como uma segunda adubação.

O trombeiro é uma das plantas que mais apreciam a umidade e o calor e por isso deve ser colocada sob o sol. As florações costumam acontecer no verão justamente por causa dessa característica da espécie.

Brugmansia_suaveolens

Multiplicação
A multiplicação da espécie é feita através de dois métodos muito usuais no universo da botânica. Uma dessas formas de propagação é por estaquia, realizada por diversas espécies da mesma família que o trombeiro.

Porém, está não é uma das formas mais comuns da sua propagação. A mais utilizada pela planta é a propagação por sementes. Mesmo assim, a espécie não se torna invasiva.

mar

dracena-vermelha

A dracena-vermelha, como geralmente é chamada, é uma espécie arbustiva muito utilizada no paisagismo por ser ornamental e se destacar entre o verde das outras vegetações. Com folhas grandes, que variam entre o rosa e o roxo, a planta é a aposta perfeita para colorir a casa.

A espécie é um arbusto tropical e perene que pode atingir até 3 m de altura, mas que, geralmente, não ultrapassa um metro e meio. Por isso, é importante você pensar no espaço em que ela será cultivada.

A dracena-vermelha gosta, assim como a maioria das vegetações, de um solo fértil e bem drenado. Por isso, evite o encharcamento para que não haja o apodrecimento das raízes. Porém, nunca deixe o solo totalmente seco e atente-se a regas constantes.

Quanto ao local em que se deve cultivar a planta, as dracenas-vermelhas gostam bastante de sol. Neste caso, é indicado o plantio em alguma área externa.

Para mantê-lo em espaços internos, é necessário que o arbusto fique perto de alguma janela que tenha incidência de luz direta ou indireta por pelo menos quatro horas no dia.

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Como plantar dracena-vermelha em vasos
Seguindo os cuidados necessários, é possível cultivar a dracena em vasos. No entanto, o ideal é que você opte por um recipiente mais profundo. Abaixo o passo a passo do plantio da dracena-vermelha. Confira!

1. Prepare um vaso com furo e faça a drenagem no fundo somente suficiente para não ver mais o furo do vaso. Para isso você poderá utilizar argila expandida ou pedra brita.

2. Coloque por cima desta drenagem uma manta drenante ou qualquer tecido poroso de preferência sintético, caso contrário, ele irá se decompor com o tempo.

3. Por cima desta drenagem, acomode o substrato.

4. Adube com o fertilizante de sua preferência seguindo as recomendações do fabricante ou utilize um composto orgânico.

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5. Em seguida, retire com cuidado a dracena-vermelha do vaso de origem, utilizando uma pazinha.

6. Coloque a planta no vaso preparado e cubra o torrão com o substrato. Não se esqueça de centralizar a plantinha e apertar bem sua raiz no vaso novo, sem danificá-la.

7. Regue a planta de forma abundante após o plantio, mas, posteriormente, mantenha as regas mais espaçadas, procurando não deixar o solo encharcado.

8. Quatro a seis meses após o plantio, as folhas da dracena se desenvolvem e atingem o tamanho considerado comercial.

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