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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

coqueiro-de-venus

O coqueiro-de-vênus também conhecido por fiteira, lírio-palma, cordiline, dracena-vermelha, peregum e peregum-roxo  é uma planta arbustiva e perene pertencente a família Asparagaceae.

Originário do sudeste asiático, Papua Nova Guiné, Melanésia, nordeste da Austrália, além das Polinésias e outras ilhas do Oceano Índico, o coqueiro-de-vênus pode atingir de 1 a 3 metros de altura.

Apesar de ser considerado um coqueiro pelo nome e aspecto, não é um coqueiro de fato. Se for preciso encaixá-lo em uma categoria, é mais fácil atribuir ao coqueiro-de-vênus um parentesco próximo às dracenas e aos aspargos.

Seu aspecto original, decorativo e colorido fez da espécie pantropical, originando-se, ao longo do tempo, dezenas de cultivares de cores, formas e tamanho de folhas distintas. As cores podem variar de diversos tons de verde, rosa, vinho, púrpura, laranja e amarela.

Uma folhagem deslumbrante, ornamental e que acrescenta uma deliciosa sensação tropical ao jardim, assim podemos caracterizar o uso paisagístico do coqueiro-de-vênus. As cores vibrantes e diferentes, são perfeitas para adicionar belos contrastes o ano todo.

Este arbusto ereto e lenhoso possui apenas um tronco. Apresenta rizóforos, aéreos e subterrâneos, profusamente ramificados e intumescidos, que funcionam como um “órgão reserva”.

O caule é delgado e ereto, com pouca ramificação, dando aspecto linear à planta. Expande-se apenas nas suas extremidades por conta do leque de folhas, que por sua vez apresenta-se com filotaxia espiralada e folhas dispostas em roseta, mantendo eretas, levemente arqueadas.

Suas folhas podem atingir até 50 cm de altura, podendo ser oblongas, lanceoladas ou elípticas. São também pecioladas, flexíveis, com bordas lisas e nervuras finas paralelas ao longo da lâmina. O caule fica com uma cicatriz à medida que as folhas caem, e com o tempo se torna cheio de anéis horizontais.

Suas flores têm um aroma doce, com pétalas brancas ou rosadas, distribuídas densamente em longos e pendentes terminais do tipo panícula, que contribuem mais ainda para o uso decorativo. Seu fruto é tipo baga, de cor púrpura, com pequenas sementes escuras.

Cordyline fruticosa

Curiosidades sobre o coqueiro-de-vênus
Há quem diga que o coqueiro-de-vênus foi levado pelos nativos do sudeste asiático às ilhas do Pacífico e proximidades, até chegar ao Havaí, regiões onde seu cultivo foi essencialmente iniciado, tornando-se naturalizada e popular. É localmente conhecida como Ti plant (planta Ti).

Sua utilidade para os povos nativos variou muito de local para local. Além da medicina tradicional, revelou-se também uma extensa cultura etnobotânica com ritualidade e religiosidade profundas.

Outros usos curiosos também apareceram, como usar as folhas para embrulhar alimentos, cobrir telhados e em rituais para fins de magia, por ser uma planta considerada supostamente capaz de comunicar-se com o sobrenatural. Devido a isso, foi considerada sagrada e auspiciosa.

Ela encontra-se presente em casas, terrenos, altares, santuários e cemitérios, ou seja, sendo utilizada das mais diversas formas, até mesmo como amuleto, oferenda e alimento em cerimônias.

Também é comumente usada em rituais de iniciação, de cura, de guerra, de caça, exorcismo, noivados, casamentos, funerais, demarcação de terras e fronteiras, plantios, pesca, entre outras coisas.

Sua função nos rituais é sempre proteger ou mediar junto à entidade superior, para pedidos de proteção e sorte, atraindo assim bons espíritos e afastando os maus.

No Havaí, as folhas do coqueiro-de-vênus são usadas tradicionalmente na confecção das saias usadas para dança havaiana e nos colares usados pelas mesmas.

E não acabou por aí. Além de todos usos já citados, ainda tem o seu uso como sandálias, amarradas às solas dos pés dos famosos firewalkers (homens praticantes da inacreditável e tradicional caminhada sobre brasas).

Eles explicam que a imunidade ao fogo, supostamente é concedida pelos espíritos através das folhas, devido aos poderes mágicos de conexão consagrados nelas. Seja por poderes mágicos ou devido às propriedades medicinais, há cosméticos à base desta folha usados especialmente para alívio e hidratação dos pés.

Dracena-cordyline

O cultivo do coqueiro-de-vênus
O coqueiro-de-vênus deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, nas variedades coloridas, ficam com as cores mais intensas e bonitas no sol pleno. O solo é fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica. A irrigação deve ser regular.

É uma espécie que tolera o frio e a salinidade de regiões litorâneas. Não resiste à estiagem e baixa umidade do ar, embora não deva ser encharcada para que suas raízes não apodreçam.

Água que contenha flúor, entre outros produtos químicos, pode manchar as folhas. Dê preferência por irrigá-la com águas naturais, como de poço, da chuva e afins. O fertilizante deve ser aplicado durante o período de crescimento, mas tome cuidado para que ele não atinja as folhas.

Multiplica-se facilmente por estaquia, além de brotos que surgem espontaneamente direto do rizoma, em torno da planta-mãe, preservando assim as características da cultivar.

A reprodução por estaquia é realizada mediante o corte de segmentos maduros do caule da planta, postos a brotar em substrato mantido úmido, sob sombra filtrada. Após a brotação, é realizado um corte na região brotada e replantada em vasos para o enraizamento.

A reprodução por sementes é mais rara, muitas vezes resultando em diferenças com a planta-mãe. A taxa de germinação é alta e leva de um a três meses para se completar.

banquinho

hortênsia

A cor azul apesar de pouco comum entre as plantas é a característica mais marcante da incrível hortênsia.  Uma planta de rápido e fácil cultivo e por isso muito utilizada para produção comercial.

A hortênsia é uma planta rústica e se adapta a diferentes tipos de solos. Muito utilizada como planta ornamental, ela ganha destaque devido os cachos que possui.

As maiores exigências para o bom desenvolvimento da hortênsia são a disponibilidade de água e temperatura adequada. Confira, neste post, dicas certeiras de como cultivar hortênsias e ter lindas flores!

Sobre a Hortênsia
A hortênsia é um arbusto semilenhoso, com altura aproximada de 1 a 2,5 metros e folhas grandes, brilhantes e coriáceas.  Apresenta variação de cores nas flores, influenciada pelo nível de acidez e concentração de alumínio no solo.

Como o solo brasileiro é naturalmente acidificado, o azul é a cor que prevalece na hortênsia plantada e cultivada aqui em nosso país.

Informações de cultivo
* Solo: solos férteis, bem irrigados, com boa drenagem e muita matéria orgânica;
* Clima: subtropical, tropical e temperado;
* Luminosidade: meia-sombra.

Espaços para cultivo
A espécie é bastante cultivada em vasos seja para decoração de varandas ou até mesmo comercialização. Mas ela também ganha espaço em pergolados e outros espaços.

As hortênsias são ótimas opções para canteiros e garantem um toque ornamental aos jardins de residências, comércios, praças ou até mesmo parques.

-hortensia

Solo adequado
Embora a hortênsia aceite os mais variados tipos de solos, alguns precisam de um tratamento adequado, como aporte de adubos, composto orgânico e irrigação.

O desenvolvimento ideal se dá em solos férteis, bem irrigados, mas com boa drenagem e dotado de elevado nível de matéria orgânica.

Clima
Como a hortênsia é originalmente de clima ameno, não se desenvolve bem em climas mais quentes e secos.

Mas, devido a técnicas de melhoramento genético, há variedades dela cultivadas em países de clima tropical, temperado e subtropical.

Mudas
O ideal para iniciar o cultivo de hortênsias é adquirir mudas já prontas, através de viveiros, floriculturas, lojas de jardinagem ou através daquela amiga que as cultiva e sempre troca mudinhas com você. Essas mudas já são formadas e preparadas para o plantio.

Como regar a hortênsia?
Como dito anteriormente, a planta se adapta bem em locais com temperaturas amenas.

A hortênsia também é cultivada sob estufas com irrigação. Porém, devido ao calor, é preciso prestar mais atenção nas regas, que deverão ser mais frequentes para favorecer as condições climáticas ideais para o bom desenvolvimento das plantas.

hydrangeas

Luminosidade e podas
Para o crescimento das plantas você precisará de um lugar que receba luz solar pela manhã e sombra parcial de tarde.

É importante saber que as podas deverão ser feitas apenas quando necessário. As plantas jovens não precisam de podas e caso você as faça, sua planta poderá não produzir flores para a próxima primavera.

No entanto, se suas hortênsias já estiverem adultas e muito grandes, certifique-se de podá-las no período correto do ano de acordo com a variedade que você cultiva.

A propagação da hortênsia é feita por estacas. Elas podem ser extraídas da planta-mãe o ano inteiro, apesar de a melhor época ser após o florescimento.

hortensias

As estacas podem ser herbáceas, que é quando as brotações laterais que ocorrem ao longo dos ramos. Mas, atenção: precisam ter cerca de 8 centímetros e de quatro a seis folhas pequenas.

As estacas semilenhosas também pode ser utilizadas, desde que os ramos contenham pelo menos duas gemas laterais. Assim, uma fica sob o substrato para desenvolvimento e formação das raízes e outra fica na parte aérea. As estacas levam cerca de 40 dias para enraizar.

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Phlogacanthus turgidus

Quando as hastes cor de vinho do camarão-de-sinos-violáceos começam a despontar, fique atenta(o): é uma questão de dias para que o jardim seja tomado por beija flores e borboletas.

Afinal, é ao longo delas que se abrem gradativamente, sempre de baixo para cima, as delicadas flores tubulares, rosadas e suavemente perfumadas da espécie. No Brasil, mesmo com ótimas condições climáticas para a espécie, a planta é pouco cultivada.

Como tê-la em seu jardim? Confira!
Também conhecida como camarão-de-sino-rosa e sininho, essa planta vai bem tanto em clima tropical quanto subtropical.

Evite o plantio  em áreas sujeitas a geadas e temperaturas negativas. Dê preferência para locais de sol pleno e meia-sombra.

Como atinge até 3 metros de altura têm múltiplos usos no paisagismo: forma cercas vivas, se destaca em canteiros e pode até ser plantada em vasos.

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Características
Nomes populares: camarão-de-sinos-violáceos, camarão-de-sinos-rosa e sininho-rosa

Família: Acantáceas

Origem: Ásia tropical, principalmente do Laos e Vietnã

Características: arbusto perene, que pode medir de 2,5 m a 3 m altura. Seus ramos são fortes e resistem bem ao vento.

Folhas: são grandes, vistosas e verde brilhantes.

Flores
São pequenas, em formato de sino, começam a despontar entre 20 e 60 dias após o plantio da muda. Formam-se em cachos e se abrem gradativamente, de baixo para cima.

As pétalas são irregulares e a corola em forma de tubo pode exibir tom violáceo ou rosa, com o interior amarelo.

Phlogacanthus turgidus

Quando plantar?
O camarão-de-sinos-violáceos é rápido na florada e os primeiros botões começam a despontar entre 60 e 90 dias.

Faça o plantio preferencialmente no final do inverno ou início da primavera, em berços com o dobro do tamanho do torrão. Se a muda estiver com muitas folhas, corte 95% delas, preservando as mais próximas dos ponteiros.

Para quem opta por deixar a planta crescer livremente, o único cuidado é remover as flores secas para que o arbusto rebrote e volte a florescer em 60 ou 90 dias.

No caso das cercas vivas, é importante fazer uma poda mais drástica duas vezes ao ano – em agosto e dezembro – com o corte de até 70% do comprimento dos ramos.

Plantio
Abra um berço com o dobro do tamanho do torrão da planta e preencha-o com uma mistura de terra vegetal acrescida de 25% de húmus de minhoca e de 25% de adubo orgânico.

Phlogacanthus turgidus

Luz e clima
A planta aprecia sol pleno ou meia-sombra. O clima ideal é tropical e subtropical, em áreas não sujeitas a geadas.

Regas
Na primeira semana após o plantio, molhe a planta diariamente para manter o solo bem úmido. Depois, diminua a frequência para duas regas semanais.

Adubação e podas
A adubação deve ser feita a cada 90 dias, com torta de banana. As podas são feitas após a floração, corte as flores secas para que a planta volte a brotar.

cortina voando

azálea

A azálea é uma espécie de planta que mostra flores lindas e coloridas ao longo da sua vida. Aliás, ele veio da China e é adaptada a ambientes mais áridos e de pouca água. Uma das dicas mais importantes na hora de cultivar a sua azaléia é prestar atenção na composição do solo.

Ela é extremamente importante, porque define se as raízes vão conseguir expandir durante o crescimento da azálea ou não. Além disso, as terras brasileiras são ácidas por natureza e precisam, geralmente, de uma adubação com calcário para poder entrar em uma faixa de PH mais aceitável para o cultivo.

Algumas informações sobre a azálea
Elas crescem como arbustos e apresentam folhas verde-escuras. Enfim, suas flores podem variar na coloração, passando por branco, rosa, vermelho e um misto dessas cores.

Elas lidam relativamente bem com climas mais frios, mas conseguem prosperar em climas mais quentes também.

O que a azálea não gosta de jeito nenhum é de um solo úmido por muito tempo. Portanto, não fique regando sempre o seu vaso, a não ser que viva em um local extremamente quente. Mas, é preciso respeitar a origem da espécie e imitar as condições naturais dela, o melhor possível.

Além disso, as azálea são flores que florescem no inverno. Assim, são ótimas opções para a decoração dos jardins e interiores de casa, uma vez que a maior parte das outras plantas perde as suas flores e folhagens durante o inverno.

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Luminosidade e rega ideal da azálea
Em relação à luminosidade ideal, ela precisa estar em um local de meia sobra ou sol pleno. Afinal, precisa de pelo menos 4 horas diretas de luz solar para ficar saudável.

A rega deve ser feita espaçadamente. Só regue quando perceber que o solo secou, um ou dois dias depois.

Não fique com medo de regar. Sendo assim, quando precisar, regue abundantemente. O mais importante não é a quantidade de água, mas sim a velocidade de escoamento da sua terra.

Então, para isso, vamos te passar uma mistura de terra top, que vai fazer a sua azálea crescer bastante e embelezar o seu ambiente.

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Mistura de solo
Para compor o seu solo, pense em utilizar algo que seja bem drenante. Dessa forma, a areia lavada é uma ótima opção para deixar o seu solo mais parecido com o de montanha.

Misture com um pouco de terra vegetal e esterco de boi curtido, nas seguintes proporções:
* 1 parte de areia lavada ou fibra de coco;
* 1 parte de esterco de boi curtido ou produto da compostagem;
* 1 parte de terra vegetal de qualidade;
* 50 gramas de calcário dolomita.

Por fim, essa mistura irá prover os nutrientes necessários para nutrir a sua azálea, ao mesmo tempo em que deixará a terra macia e soltinha.

azálea

O calcário a deixará mais alcalina e neutralizará alguns minerais tóxicos do solo, como por exemplo, o alumínio. Já que ela será cultivada em um espaço limitado (canteiro ou vaso), é importante que essa terra seja bastante nutritiva.

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