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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

portulacaria afra

A Portulacaria afra, também conhecida como arbusto-do-elefante ou grama-do-elefante, é uma planta que surpreende com sua beleza e efeito ornamental. Você pode cultivá-la no seu jardim externo ou dentro de casa, desde que ofereça a ela as condições necessárias para um crescimento saudável.

Nos últimos tempos, a espécie ganhou popularidade entre aqueles que amam bonsai. Isso porque a Portulacaria afra também parece uma miniatura de árvore.

Quem cultiva bonsai – árvore na bandeja – precisa se preocupar com cuidados periódicos, como é o caso das regas diárias. No entanto, aqueles que não possuem tanto tempo livre, podem apostar na Portulacaria afra, pois os cuidados com esta planta são mais fáceis e se adaptam bem a uma rotina corrida.

Abaixo as características da portulacaria afra, os cuidados necessários e a forma de propagação.

O que é a Portulacaria afra
Em seu habitat natural, o arbusto que pertence à família das suculentas, pode ser encontrado em regiões quentes e rochosas.

A planta se adapta bem às regiões quentes e áridas. Ela desenvolve uma folhagem suculenta vistosa, por isso também é conhecida como mini-jade. Mas, aqui vale uma ressalva: a Portulacaria afra não pertence à mesma família da planta Jade (Crassula arborescens minor).

Na verdade, a Portulacaria afra é prima de uma plantinha muito conhecida dos brasileiros, a famosa onze-horas (Portulaca grandiflora).

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Origem e características da Portulacaria afra
Originária da África do Sul, a Portulacaria afra é encontrada especialmente nos matagais, savanas e vales. Os exemplares tomam conta da paisagem de alguns lugares em Moçambique, KwaZulu-Natal, Suazilândia e Mpumalang.

A planta africana cresce de forma arbustiva, podendo atingir de 2 a 6 m de altura na natureza. No entanto, quando cultivada dentro de casa ou em vasos, o crescimento é mais lento e garante um formato bem mais compacto.

Com relação às suas características, a Portulacaria afra possui folhas brilhantes, bem verdinhas e arredondadas, que lembram moedas. Cada folhinha atinge, no máximo, 3 cm.

Já o caule, que mescla tons de canela e cinza, é bem grosso e suculento, sendo capaz de guardar toda a umidade que a planta necessita.

Aliás, todas as partes da Portulacaria são suculentas. Dessa forma, os galhos, as folhas e até mesmo os brotos conseguem armazenar água por longos períodos.

A espécie também produz flores, que nascem nas extremidades dos ramos com tons de rosa. No entanto, a floração geralmente acontece quando a plantinha está na natureza. Em outras palavras, é muito difícil (para não dizer raro) um exemplar cultivado dentro de casa florescer.

Ter alguns exemplares desta planta suculenta dentro de casa é uma forma inteligente de purificar o ar. Isso porque a Portulacaria afra absorve carbono e torna a atmosfera mais agradável ao seu redor.

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Como cuidar da portulacaria afra
Regas
Em primeiro lugar, para manter a planta sempre saudável, não pese a mão nas regas. Por ser suculenta, esta planta faz estoque de água e consegue suportar até 4 semanas sem receber água.

Antes de fazer uma nova rega, toque o solo com os dedos e verifique a umidade. Se a terra ainda estiver úmida, adie a rega para o dia seguinte. Lembre-se de que esta espécie aprecia um solo bem seco e não tolera um substrato encharcado.

Outra dica para saber se a sua planta precisa de água é observar as folhas. Quando estas estão finas e enrugadas, indicam que as regas estão sendo insuficientes. Por outro lado, quando as folhas crescem muito rápido e cheias, é sinal de que você está exagerando na quantidade de água.

Nos meses de inverno, é aconselhável reduzir a frequência de regas. A umidade e o frio são condições propícias para que a planta sofra com o apodrecimento das raízes, portanto, tome cuidado.

Solo
A planta resistente não só suporta falta de água como também consegue se desenvolver em solos pobres em nutrientes.

Em suma, escolha um substrato com boa drenagem e com alta quantidade de material inorgânico. O solo pode conter húmus de minhoca, cascas de pinheiro, fibra de coco ou qualquer outro material do tipo.

Luz solar
Para favorecer o crescimento e o desenvolvimento das folhas, cultive a Portulacaria em área bem arejada e com sol pleno. A ausência de luz solar no dia a dia da planta pode tornar as folhas menores e deixar o arbusto mais compacto do que o normal.

A plantinha costuma dar sinais quando recebe pouco sol. Um deles é o espaçamento entre as folhas.

Caso escolha ter a Portulacaria afra dentro de casa, lembre-se de deixar a planta perto de uma fonte de luz solar, como é o caso de uma janela ensolarada ou porta de vidro. Em resumo, quanto mais sol a plantinha receber por dia, melhor.

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Temperatura
Esta espécie ornamental surpreende com sua resistência. Ela suporta viver em áreas quentes e secas, sem ter a sua beleza impactada. Além disso, é tolerante com o inverno, podendo suportar condições de temperatura entre 10ºC e 16ºC.

Em geral, a Portulacaria afra se adaptou bem ao clima do Brasil. No entanto, ela só não gosta de algumas áreas da região Sul, que apresentam geadas e temperaturas abaixo de 5ºC durante a temporada de frio.

Adubação
Se você quer estimular o desenvolvimento da Portulacaria, é aconselhável usar fertilizante líquido (NPK 10-10-10) uma vez por mês, nos períodos de primavera e verão. Além disso, a cada 90 dias, tenho o cuidado de aplicar adubo orgânico bokashi.

Não adube durante o outono e nem no inverno, pois nestas temporadas mais frias a planta costuma descansar.

Vaso
É mais saudável para a planta que o seu cultivo aconteça em jardins ou canteiros, pois assim ela tem acesso às condições de sol pleno. Contudo, se isso não for possível, use vasos de plástico ou de barro.

Em geral, o recipiente de barro absorve mais umidade e evita o excesso de água. Já o plástico mantém a umidade no solo por mais tempo e não tem esse “poder” que favorece qualquer suculenta.

Quando cultivada em vaso, a Portulacaria afra mantém o porte pequeno e não vai além de 40 cm de altura.

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Pragas e doenças
Assim como toda planta suculenta, a Portulacaria afra é alvo do ataque de ácaros, percevejos, formigas e outras pragas. Logo, para identificar uma infestação, observe se as folhas estão manchadas ou com danos visíveis.
Podas
Por último, lembre-se de podar o seu bonsai Portulacaria afra. Para isso, corte os galhinhos no começo da primavera e controle o aparecimento dos novos brotos.

Em alguns casos, para garantir a forma bonita da planta, você vai precisar de varetas para não deixar os galhos penderem demais.

Outra dica fundamental: use uma tesoura afiada para fazer a poda e jamais remova partes das plantas com as mãos. Cada galho deve ter pelo menos duas folhas após a poda, caso contrário, ele vai secar, morrer e cair.

Como fazer muda de Portulacaria afra
A propagação desta planta africana é bem mais simples do que parece. Veja:
* Escolha um galho saudável da planta, com pelo menos uma folha ou um ramo com folhas. Faça a poda.
* Prepare um recipiente com substrato adequado para enraizamento. Use uma mistura de terra vegetal e areia para obter um solo drenável.
* Limpe a base da estaca e plante no substrato úmido.
* Deixe a muda em um local bem iluminado, mas evite a exposição ao sol pleno. Além disso, mantenha o solo úmido para estimular a formação de raízes.
* O enraizamento ocorre dentro de poucas semanas. Assim que isso acontecer, você já pode fazer o transplante da planta para o local definitivo de cultivo. O melhor momento para isso é sempre na primavera.

folhas sobre lago

Ledebouria concolor

Ledebouria concolor exibe folhas suculentas e oblongas em um tom verde claro com uma textura aveludada. Adaptável a condições áridas, a base bulbosa da ledebouria concolor armazena umidade vital, facilitando a sobrevivência em seus habitats preferidos rochosos ou arenosos.

Suas flores modestas, embora não seja sua principal atração, adicionam um charme sutil durante sua temporada de floração.

Como regar Ledebouria a concolor?
A ledebouria concolor prospera em condições que imitam suas origens, requerendo umidade moderada e umidade consistente sem encharcamento. Esta espécie é tolerante à seca uma vez estabelecida, mas se beneficia de um equilíbrio de hidratação para apoiar seu crescimento.

A rega deve ser feita uma vez a cada três semanas, permitindo que o solo seque ligeiramente entre as sessões. Geralmente cultivado em ambientes internos devido ao seu apelo decorativo, o ledebouria concolor prefere solo bem drenado, desempenhando um papel crucial durante sua estação de crescimento ativa, retendo apenas o suficiente de umidade para sustentar suas necessidades sem tornar-se encharcado.

Qual é a temperatura Ideal para Ledebouria concolor?
Ledebouria concolor é altamente resiliente a flutuações de temperatura, capaz de suportar temperaturas frias até -5℃ e calor até 43℃.  Essa robusta tolerância significa que ledebouria concolor pode prosperar em ambientes diversos, embora medidas protetoras sejam essenciais durante condições extremas.

Em clima frio, os sintomas de estresse incluem crescimento lento e descoloração das folhas, enquanto o calor excessivo pode causar murcha e queimaduras nas folhas. Para mitigar esses efeitos, isole a planta durante as geadas e forneça sombra ou água adequada durante ondas de calor.

Compreender esses requisitos de cuidados garante que ledebouria concolor permaneça saudável apesar das extremes de temperatura.

Ledebouriaconcolor 5

Como podar a Ledebouria concolor?
Conhecida por sua folhagem bulbosa atraente, a ledebouria concolor prospera com podas moderadas. O momento ideal é no início da Primavera, antes que o novo crescimento comece.

Remova quaisquer folhas mortas ou danificadas para promover um desenvolvimento saudável. Pode conservadoramente, pois cortes excessivos podem estressar a planta.

A manutenção regular ajuda a controlar o tamanho e encoraja uma folhagem mais densa. A posa também melhora a circulação de ar, reduzindo o risco de doenças. Certifique-se de que os cortes sejam limpos e as ferramentas estejam esterilizadas para evitar infecções.

Como transplantar a Ledebouria concolor?
A Ledebouria concolor prospera melhor quando transplantada no início ou meados da Primavera. Esta temporada oferece condições de solo ideais e incentiva o desenvolvimento de raízes fortes. Garantir uma localização bem drenada e ensolarada preparará ledebouria concolor para um crescimento bem-sucedido.

Pragas e doenças comuns
Apodrecimento do tronco –
A infecção bacteriana pode fazer com que as hastes fiquem moles e apodrecidas.

Soluções: Se a planta estiver apenas um pouco infectada, às vezes ela pode ser salva. Isso se aplica principalmente a plantas de casa que são cultivadas em vasos. Aqui está o que fazer. Retire a planta do vaso e sacuda suavemente o máximo de terra possível.

Usando ferramentas de poda que foram desinfetadas, remova qualquer folhagem e raízes doentes. Certifique-se de que o novo vaso tenha bons orifícios de drenagem e lave-o com uma parte de alvejante e nove partes de água para garantir que esteja completamente limpo e higienizado.

Mergulhe as raízes da planta em fungicida para matar quaisquer esporos fúngicos restantes antes de envasar no meio de cultivo limpo. Regue a planta apenas quando a parte superior do solo estiver seca e nunca deixe a planta ficar na água.

Para plantas cultivadas no solo, é melhor apenas remover as plantas infectadas e destruí-las. Não plante no mesmo local até que o solo seque e tenha sido tratado com um fungicida.

Podridão suave – A podridão mole faz com que toda a planta fique preta e apodreça de dentro para fora.

Soluções: Uma vez que podridão suave aparece, é difícil de controlar. Para questões menores de podridão suave em que apenas uma pequena área é afetada: Reduza a rega . Regue apenas quando o solo estiver completamente seco.

Podar o tecido afetado. Remova todas as raízes e folhas mortas e/ou podres. Use ferramentas estéreis. Replante usando solo novo  Se envasado, replante a planta com novo solo. Certifique-se de usar uma panela com orifícios de drenagem adequados.

Para casos graves quando uma grande quantidade de tecido está infectada ou preta: Descarte a planta . Plantas severamente infectadas não se recuperarão. Descarte a planta para que outras plantas próximas não sejam infectadas. Não faça compostagem da planta infectada.

ledebouria concolor

Falta de água – A rega insuficiente fará com que as folhas da planta murchem e amarelam, depois gradualmente sequem e caiam. Em casos graves, isso levará à morte da planta.

Soluções: A maneira mais fácil (e mais óbvia) de abordar falta de água é hidratar totalmente a planta. No entanto, isso deve ser feito com cuidado.

Um erro comum que muitos jardineiros cometem é molhar suas plantas submersas com água. Isso pode sobrecarregar as raízes da planta e chocar seu sistema, algo que pode ser ainda mais prejudicial do que a falta de água para começar.

Em vez disso, regue bem e lentamente, fazendo pausas para deixar a água saturar lentamente pelo solo para chegar às raízes. Use água à temperatura ambiente, pois a água fria pode ser um choque muito grande. No futuro, reduza o tempo entre as regas.

Uma boa regra é verificar o solo ao redor de cada planta diariamente. Se estiver seco a pelo menos dois centímetros, é hora de regar. Se uma planta de vaso estiver secando repetidamente muito rapidamente, replantar em um vaso de drenagem mais lenta também pode ser uma boa ideia.

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De fácil cultivo, a suculenta greenovia conquista no primeiro olhar. Isso porque sua aparência lembra uma roseta compacta, que encanta os amantes de plantas.

Essa espécie ganha destaque em coleções particulares e jardins urbanos, não só por sua beleza, mas também por ser resistente e adaptável a diversas condições – uma ótima opção para quem não dispõe de tempo para cuidar ou está começando na jardinagem. Confira suas características e saiba como cuidar.

Origem
A suculenta greenovia tem origem nas Ilhas Canárias, um arquipélago espanhol localizado na costa noroeste da África, cujo clima árido e montanhoso oferece o ambiente ideal para essa planta crescer.

Pertencente à família Crassulaceae, as suculentas greenovia são adaptadas para armazenar água em suas folhas grossas, o que lhes permite sobreviver em ambientes secos.

Por isso no Brasil, ela pode ser encontrada em regiões onde prevalece o clima ameno e seco. É uma planta relativamente nova no mercado de jardinagem brasileiro.

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Características
Populares entre os apreciadores de suculentas e plantas exóticas, a greenovia tem características particulares que vão além de visual:

* Folhas carnudas: assim como outras suculentas, a greenovia tem folhas espessas e carnudas, projetadas para armazenar água. Isso a torna resistente à seca e capaz de sobreviver em ambientes com pouca água.

* Cores variadas: o tom vibrante de suas folhas pode variar entre verde-claro e azulado. Algumas variedades podem apresentar tons acinzentados ou até um avermelhado nas bordas das folhas.

* Flores: além de sua forma já lembrar uma flor, esta suculenta também apresenta florescência, com predominância de pequenas flores amarelas. Essa fase normalmente ocorre na primavera.

* Tamanho compacto: a espécie tende a ser pequena, com rosetas que podem variar de poucos centímetros até 10 cm de diâmetro.

Ajuda na limpeza do ar
As suculentas são plantas que absorvem dióxido de carbono (CO₂) e liberam oxigênio durante a fotossíntese, um processo que acontece à noite, o que ajudar na purificação do ar, tornando a greenovia uma excelente opção para pequenos ambientes fechados.

Embora as suculentas, em geral, contribuam para um ar mais puro, sua capacidade é mais limitada quando comparada a plantas de grande porte ou folhagem densa, como palmeiras ou samambaias.

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Cultivo
A greenovia é uma excelente escolha para quem busca uma planta de fácil manutenção e de grande impacto visual. É usada na decoração em ambientes internos e externos, sendo ideal para jardins verticais, jardins de pedra e vasos, pois promove o contato com a natureza de forma simples e prática.

Outra opção é usá-la em arranjos com outras suculentas, o que confere um aspecto visual delicado e exótico. Ideal para composições tanto rústicas quanto modernas, a planta é muito apreciada por colecionadores de suculentas.

Cuidados
Confira as dicas dos especialistas para cuidar da suculenta greenovia:
* Solo
A greenovia precisa de um substrato específico para suculentas e cactos, que é arenoso e permite uma boa drenagem. Isso evita o acúmulo de água nas raízes e seu apodrecimento. É importante evitar solo que retém muita umidade.

Se estiver em vaso, recomenda-se que a peça tenha furos de drenagem para garantir que o excesso de água possa sair e não fique acumulado no fundo.

* Adubação
Apesar de ser uma planta de baixa exigência nutricional, Fabiana declara ser recomendável adubar a greenovia uma ou duas vezes ao ano. Fertilizantes específicos para suculentas, ricos em potássio e fósforo, são ideais para fortalecê-la.

Deve-se fertilizar de forma leve durante a primavera e o verão, quando a planta está em crescimento ativo. Já no período de dormência, geralmente no inverno, não é necessário adubar, pois a planta desacelera seu crescimento.

* Regas
Como outras suculentas, a greenovia armazena água em suas folhas, então não precisa de regas frequentes, portanto, regar a planta quando o solo estiver completamente seco para evitar o apodrecimento das raízes.

Durante o inverno, as regas devem ser ainda mais raras.
Para evitar solo encharcado, um bom método é verificar a umidade do solo com o dedo: se estiver seca a alguns centímetros de profundidade, é hora de regar.

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* Luminosidade A greenovia prefere ambientes com bastante luz indireta. Ela se desenvolve melhor em locais com luz natural abundante, mas não deve ficar exposta diretamente ao sol intenso por longos períodos, pois isso pode queimar suas folhas.

Uma janela bem iluminada, mas sem luz solar direta durante as horas mais quentes do dia, é ideal, exemplifica João. Por outro lado, como a espécie não tolera bem o frio extremo, o indicado é que seu cultivo em áreas de clima ameno.

Podas
A poda raramente é necessária, mas remover folhas mortas pode melhorar a estética da planta. Isso também ajuda a manter o vegetal saudável e evitar o surgimento de fungos.

Se estiver crescendo de maneira desordenada, sugere-se podar algumas folhas para estimular um crescimento mais compacto.

Propagação e plantio
O modo mais comum de propagação é por meio de folhas e mudas, que surgem naturalmente ao redor da planta-mãe. Isso pode ser feito retirando uma folha saudável ou uma pequena roseta lateral e plantar em solo adequado.

Existem ainda sementes para plantar, mas, a germinação por esse método pode ser demorada e exigir condições específicas de luz e umidade, tornando o processo mais difícil para pessoas que não têm experiência em plantio.

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Stapelia flavopurpurea
A Stapelia flavopurpurea é uma planta fascinante encontrada na Namíbia, continente africano, e que se caracteriza por ter flores em forma de estrela.

O florescimento acontece em geral nos meses de verão e outono. Quando em contato com o sol a parte da planta adquire uma tonalidade roxa.

Trata-se de uma planta do tipo rastejante suculenta que possui hastes alongadas de tom um lindo de verde.

As belas flores dessa planta são relativamente pequeninas podendo ser encontradas em tonalidades que vão do amarelo brilhante ao esverdeado. Alguns espécimes podem apresentar flores com toques de marrom.

Essa planta especificamente possui um aroma doce e delicioso que lembra cera de abelha. Essa característica é única em relação a plantas do grupo Stapelia.

Cuidados com a Stapelia flavopurpurea
Sendo essa uma planta de aspecto tão incomum é fácil entender que ela irá demandar uma série de cuidados especiais para crescer com saúde. Por ser uma planta com hastes longas e peludas demanda regas constantes especialmente nos meses mais quentes.

Nos meses de inverno as regas devem ser menos frequentes e se deve cuidar para que não ocorra alagamento do substrato causando o apodrecimento das raízes.

Essa planta é originária de um local muito quente e que quase não conhece temperaturas baixas de maneira que o máximo de frio que a Stapelia flavopurpurea suporta é 10°C.

Numa temperatura tão baixa é fundamental manter essa planta seca. Você pode contornar as baixas temperaturas com estufas aquecidas. Porém, é necessário dizer que não se deve cultivar essa planta diretamente no sol.

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A meia sombra é essencial para garantir que a planta não seja queimada pelo sol. Os espécimes mais delicados devem ser cultivados em potes de argila. Para ajudar a planta a crescer pode ser interessante adubá-la.

Uma dica de cuidado de alguns produtores é usar um composto exclusivamente mineral impedindo que fungos ataquem as raízes. Os fungos são os principais problemas que se pode ter com essas plantas.

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