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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

bambu_barriga_de_buda

O bambu-barriga-de-buda é uma planta rizomatosa, entouceirada e de hastes e folhagem ornamental. Seu uso ainda é restrito, mas vem se popularizando nos últimos anos como planta de dupla função: escultural e cerca-viva.

Apresenta colmos com entrenós curtos e engrossados, o que lhe confere o aspecto tão característico e curioso. Inicialmente os colmos são verde escuros, mas com a maturidade adquirem tons amarelos a castanhos.

As folhas são alongadas e de cor verde. Elas caem a cada novo crescimento. Assim como outros bambus, esta espécie raramente floresce.

Os colmos “engrossados” deste curioso bambu necessitam de um tanto de estresse para se formarem. Assim, para gominhos bem evidentes, plante em vasos apertados ou em locais com solo bem drenado e pobre em nutrientes.

barriga-de-buda

Nestas condições o bambu-barriga-de-buda permanece com o porte controlado e com crescimento mais lento, porém muito escultural. Por esta característica, ele é um dos bambus preferidos para a arte do bonsai.

Quando cultivado em colmo único ou em grupos de três, podado no topo, assemelha-se a uma arvoreta. Desta forma fica magnífico em vasos adornando varandas, pátios e até mesmo ambientes internos bem iluminados.

No entanto, se cultivado onde possa crescer livremente, com clima tropical e em solo fértil e humoso, o bambu-barriga-de-buda pode se tornar rapidamente um frondoso bambusal.

Neste caso, ele desenvolve uma fina ramagem desde à base, como muitas folhas, que funcionam como um excelente quebra-vento e reduzem também a passagem da poeira e do barulho.

Assim, pode ser utilizado como uma poderosa cerca-viva, com a vantagem extra de efetuar um bom controle da erosão e dar privacidade a diferentes áreas do jardim.

Quando for feito o plantio das mudas, é importante manter a terra úmida, mas não encharcada no inicio (primeiro mês). É recomendo a rega a cada três dias, se não chover, obviamente.

A maioria das espécies de bambu não se adapta bem em terrenos alagados como pântanos onde a agua é perene. Se houver enchentes de 3 meses por ano, como em beira de rios, por exemplo, não há problemas.

barrigadebuda

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia sombra, em solos pobres ou férteis, de acordo com a função que lhe será dada. Aprecia regas regulares, deixando o solo secar entre as regas. Não tolera geada ou frio intenso (abaixo de 9°C).

Em caso de renques ou grandes touceiras, fertilize mensalmente com adubos próprios para gramados. Sua multiplicação é feita por divisão da touceira ou por sementes. O plantio deve ser realizado preferencialmente na primavera.

O Bambu-barriga-de-buda é um bambu muito raro e de extrema beleza. Da família Bambusa, primo do bambu Imperial, por exemplo, forma como que barrigas nos entrenós (distancia entre os nós, divisórias dos bambus).

Grande parte dos bambus é muito tolerante à poda, portanto não hesite em apará-lo.

Diferentemente do eucalipto, bambu não atrai formigas e não é necessário aplicar formicidas.

liquen

Plumeria_pudica

A Plumeria pudica é uma espécie de planta nativa da Venezuela e do Panamá. Bem adaptada ao Brasil. Pertence à família Apocynaceae.

São muitas suas vantagens: floresce praticamente o ano todo, desde que receba bastante sol, cresce rápido, suporta a seca, não é atacada por pragas e doenças, dispensa adubações e pode ser cultivada em solos pobres, desde que bem drenados. Deve ser plantada por estacas (pega com muita facilidade).

É um arbusto que forma normalmente um ou dois troncos finos ramificando desde a base, criando uma fronde compacta, transformando-a em espécie ideal para cercas.

Quando plantada em vasos tem uma folhagem intensa e brilhante de um verde muito escuro, pode ser podada para adquirir uma forma mais arredondada.

plumeria

Quando se rega abundantemente ela se desenvolve em formato de taça e cresce até 3 m. Suas flores ficam sempre na copa. Seus galhos quebram com muita facilidade (até com chuva) e forma uma cerca esplendorosa.

Outra de suas qualidades é que, por ter uma forma colunar, não ocupa espaço, podendo ser cultivada em espaços estreitos, como corredores laterais.

Muito parecida com o jasmim-manga, mas bem menor, sua multiplicação é facilitada quando feita por estacas, com uma polegada de diâmetro e 10 cm de comprimento.

É aconselhável que essas estacas descansem um par de dias, na sombra, para enxugar a seiva leitosa que possuem, antes de plantá-las.

nostalgia

violeteira

A violeteira é um arbusto que a cada ano vem ganhando popularidade no meio dos jardineiros. Uma de suas maiores vantagens é crescer bastante, até formar um belo arbusto em qualquer ambiente que se preze.

A planta pode ser cultivada nos mais diversos locais, sejam eles grandes ou pequenos, podendo ser mesclado com outras espécies da sua família.

A violeteira é conhecida por seus nomes populares. São eles:  durância, duranta e fruta-de-jacu. A maioria deles já consegue identificar algumas das principais características da planta, que ajuda os botânicos e jardineiros a escolherem as suas mudinhas.

A espécie pertence a família Verbenaceae e está inserida em diversas categorias diferentes, que também ajudam a identificar as suas principais características, tais como: arbustos, arbustos tropicais e cercas vivas.

violeteira

Climas de cultivo
Para iniciar o cultivo da espécie, além de prestar a atenção ao solo, é preciso verificar os melhores climas de cultivo para a espécie. A planta, originária de diversos países, consegue se desenvolver muito bem em países de climas: equatorial, subtropical e tropical, sendo bastante plantada em regiões quentes.

A violeteira foi encontrada em vários países da América Central e em países mais ao sul, como o Brasil por exemplo.

Origem da violeteira
A planta é originária de alguns países da América do Sul, mas foi encontrada no México, onde é cultivada até hoje para enfeitar locais públicos. No Brasil, a planta também é utilizada para a decoração de exteriores.

Com o clima, solo e tempos adequados, além de conseguir seguir as regrinhas de plantio da planta, ela pode atingir diversos tamanhos, sendo considerada uma planta de grande ou médio porte.

A violeteira é um arbusto muito florífero e atinge mais ou menos de 3.0 a 3.6 m, 3.6 a 4.7 m ou pode chegar a alturas máximas de 4.7 a 6.0 m. Além de todos os seus recursos de cultivo, a espécie precisa de uma luminosidade específica para conseguir atingir esses tamanhos, além de ter que respeitar o seu ciclo de vida perene.

Junto à meia sombra e raramente sob sol pleno, a planta consegue se desenvolver facilmente, pelo menos atingindo o seu tamanho mínimo de forma rápida.

duranta repens

Descrição da espécie
A violeteira está dentro do grupo dos maiores arbustos de clima tropical do mundo. Além disso, ele é adorado por suas flores que brotam em grande volume e quantidade. Como o próprio nome já diz, as flores que brotam se assemelham muito às violetas comuns, possuindo até as cores mais normais dessas espécies.

As folhas costumam ter suas bordas serrilhadas e crescem em meio a um verde vivo e muito chamativo. A folhagem geralmente é grande e contrasta bastante com a floração da espécie. Elas também crescem de forma muito volumosa e quando são podadas, adquirem uma forma muito mais estética, para fins de ornamentação.

Os seus ramos costumam ser muito ramificados, o que contribui para as suas formas de propagação e o seu volume ou porte arbóreo. Não é muito exigente quanto as formas de cultivo e possui baixa manutenção.

Além disso, consegue atingir portes grandes com muita facilidade e com a ajuda de algumas podas semanais. Tais ramos também são fortes contribuintes para que a violeteira seja usada facilmente como cerca viva, limitando pequenos ou grandes locais com o seu belo porte.

Florescimento
As inflorescências são o que tornam a espécie tão chamativa. Por causa das belas flores que brotam, a espécie tem caráter ornamental muito forte. Em geral, as inflorescências são pendentes e aparecem em grande quantidade.

As numerosas flores podem possuir diversas colorações e nos seguintes tons: roxa, azul ou branca. A espécie é uma planta excelente para a chamada topiaria, principalmente para os jardineiros que estão apenas começando neste ramo. Mesmo assim, apresenta um rápido crescimento.

Após o aparecimento da sua floração, que costuma ser bastante intensa na primavera e no verão, se estendendo ao longo de todo este período, mantendo as flores pendentes, acaba por produzir pequenos frutos em formato de esferas, pequenas e amarelas, muito apreciados por pássaros.

duranta repens

Cultivo
A violeteira precisa de algumas regras para se desenvolver e atingir o seu porte arbóreo tão esperado, apesar de ser um mero arbusto. Mesmo assim, as técnicas são simples, básicas e não requerem grandes exigências.

Para começar a plantar a violeteira, siga as instruções abaixo:
* Pra começar, analise bem o solo, o clima e o local de cultivo. Deve ser cultivado sob o solo fértil. É preciso manter as regas de forma regular, praticamente diárias onde devem ser colocada muita matéria orgânica.

* Tome cuidado com locais ou períodos de seca, a espécie não costuma tolerar grandes períodos sem rega. Pode ser plantada sob sombra parcial, onde pode atingir facilmente o seu porte arbustivo.

* Após o plantio da muda e o crescimento dos seus primeiros ramos, é preciso realizar algumas podas para deixar a espécie muito mais compacta. Dessa forma, ela fica bem mais bonita, adquirindo o seu aspecto ornamental.

* Um dos cuidados mais importantes que se devem ter quando for plantar a violeteira, é a utilização de luvas, já que entre os ramos da planta, existem alguns espinhos que podem machucar bastante.

* Depois de plantar, podar e deixar o substrato bem fixo ao solo enriquecido, é preciso ficar atento as formas de propagação da espécie.

Dessa maneira, você pode ter várias plantas-filhas em seu jardim e a forma de multiplicação é bem simples:
- Para começar,  podem ser propagadas por estaquia  ou sementes. O inverno é o seu principal mês de propagação. Evite fazer a tarefa no período de crescimento das suas flores.

banconolago

celinda

Planta originária das regiões montanhosas da China e do Japão e pertencente à família Hydrangeaceae, É também conhecida como Celinda-de-espigas.

Arbusto altamente ramificado, de folha caduca que pode atingir entre 2 a 3 m de altura e  1 a 2 m de diâmetro de copa. As folhas são ovais-lanceoladas, opostas e dentadas na margem, verde escuro, opaco pelo feixe e um pouco mais claro na parte inferior.

Inflorescências formando panículas axilares de até 12 cm de flores brancas, hermafroditas, com cinco pétalas, em forma de sino.

A floração ocorre entre o final da Primavera e início do Verão. A flor é muito vistosa, branca, muito densa e praticamente não tem cheiro.

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Fácil de cuidar e de rápido crescimento, é possível cultivá-la em vasos, também flor possui abundantes, se plantado em vasos pode-se controlar seu crescimento e fazendo um arbusto ornamental podendo ser cultivado em pequenos jardins ou varandas.

Suporta temperaturas baixas e regiões com alta poluição. Pode ser plantada em locais com sol pleno, mas à meia sombra as flores duram mais. Deve ser abrigada do vento.

Regas regulares no verão e poucas no inverno, mas não toleram a seca.
Em geral, não são atacadas por pragas e doenças, mas é bom de vez em quando fazer uma minuciosa inspeção periódica para eventuais problemas.

Após a floração, a poda deve ser para uma leve limpeza..
A planta pode ser transplantada no inverno, tendo o cuidado de fazer uma proteção contra geada, porque seria fatal.

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Facilmente reproduzíveis por estacas que são colocados em local abrigado, fresco e claro. A reprodução por sementes deve ser feita no final do inverno e leva 3 meses para germinar.

Observações
A manutenção deve ser muito cuidada, passando por bastantes podas de rejuvenescimento.

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