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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

Crossandra

Nome Científico: Crossandra infundibuliformi
Nome Popular: Crossandra, Crossandra-laranja, Crossandra-salmão
Origem: Índia e Sri Lanka
Ciclo de Vida: Perene

A crossandra é uma planta florífera, perene, ereta, de textura herbácea e porte arbustivo, alcançando de 30 a 90 centímetros de altura. Suas folhas são lanceoladas, opostas, glabras, com margens por vezes onduladas e de um verde intenso e brilhante. As flores surgem no outono e inverno, em longas inflorescências do tipo espiga, eretas, verdes e podem ser axilares ou terminais. O florescimento se inicia no ápice da inflorescência, com poucas flores desabrochando por vez. As flores são assimétricas, porém muito vistosas. Elas se apresentam em diferentes tonalidades de amarelo, salmão, rosa, laranja e até em um delicado tom de azul claro, de acordo com a cultivar.

No paisagismo, esta planta tropical de crescimento moderado pode ser utilizada como florífera perene ou como arbusto. Assim, é possível aproveitá-la em bordaduras, maciços, cercas vivas, conjuntos e até mesmo em vasos e jardineiras. O pinçamento ou beliscamento das mudas, estimula o adensamento da planta durante o crescimento, e as podas, realizadas após o florescimento, renovam a folhagem e dão o formato desejado.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, permeável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Mesmo tolerando o sol pleno, a crossandra aprecia mais a meia-sombra ou a luz filtrada. Apesar de perene, o florescimento e o vigor da planta decaem com a idade e é recomendável renovar os canteiros com mudas jovens a cada 3 ou 4 anos. Não resiste ao frio ou às geadas. As podas, realizadas após o florescimento, renovam a folhagem e dão o formato desejado ao arbusto. Multiplica-se por sementes e por estaquia.

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Clerodendrum ugandense (2)

Arbusto originário de Uganda e Zimbábua – África, o arbusto é muito ornamental e atinge até 3 m de altura.

Cresce vigorosamente e deve ser podada uma vez ao ano. É sensível a geadas.

As flores com nuances azuladas surgem quase todo o ano todo reunidas em inflorescências curtas nas pontas dos ramos do clerodendrum-uganense.

É indicado para formar maciços ou renques ao longo de cercas e alambrados, em regiões de clima tropical quente.

Reproduz-se por estaquia e se desenvolve em clima tropical quente e solo areno-argiloso, acrescido de matéria orgânica.

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santolina-chamaecyparissus

Nome Científico: Santolina chamaecyparissus
Nome Popular: Santolina, Abrótano-fêmea, Guarda-roupa, Pequeno-limonete, Roquete-dos-jardins
Família: Asteraceae
Ciclo de Vida: Perene

A santolina é uma planta arbustiva a sub-arbustiva, entouceirada e popularmente conhecida pelo seu aroma delicioso. Apresenta porte baixo, alcançando de 30 a 90 cm de altura, com ramagem ramificada, formando moitas densas. As folhas são cinzentas, finamente divididas, aromáticas e pontiagudas, que lembram folhas de cipreste. As inflorescências, do tipo capítulo, são delicados e assemelham-se a pequenos pompoms de cor amarelo brilhante, perfumados. Floresce no verão.

No paisagismo, a santolina presta-se para a formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. Sua rusticidade e tolerância à estiagem a tornam uma planta ideal para jardins rupestres, de estilo mediterrâneo, campestre ou contemporâneo. Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde.

As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais e, depois de secas, são excelentes para potpourris de ervas aromáticas, utilizadas para espantar traças e perfumar armários, bibliotecas e guarda-roupas. Pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos perfeitamente drenáveis, preferencialmente arenosos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados a intervalos espaçados. Tolera curtos períodos de estiagem, e não tolera encharcamentos.

A poda regular estimula o adensamento e o formato arredondado do arbusto. Após alguns anos, a planta perde a beleza e deve ser replantada. Aprecia o clima ameno de regiões subtropicais ou tropicais de altitude.

Multiplica-se por divisão da ramagem enraizada, estacas ou sementes. Recomenda-se o espaçamento de 40 cm entre plantas.

florzinha

kalmia_latifolia
Nome Popular:
Louro-da-montanha, louro-da-serra, pau-de-colher
Origem: Estados Unidos
Ciclo de Vida:
Perene

O Louro-da-Montanha é um arbusto da famílias das azaléias e rododendros. Ele é perenifólio, isto é, não perde as folhas no outono / inverno. Seu caule é lenhoso, bastante ramificado, e seu porte é pequeno, alcançando de 2 a 4 metros de altura. A principal cor das flores do louro-da-montanha é a cor-de-rosa pálido, mas as suas flores são famosas pelas inúmeras manchas que parecem formar padrões geométricos definidos. As folhas têm por sua vez uma página superior verde-escuro e uma inferior verde-claro. As diversas variedades oferecem uma gama incrível de cores.

A beleza das flores e das folhas são o ponto forte do louro-da-montanha a tornam adequada a qualquer situação. Através de podas, ele pode ser conduzido como arbusto ou arvoreta, isolado, ornamentando pátios e calçadas com muito charme. Em grupos, presta-se para a formação de cercas-vivas informais, maciços e bordaduras. Quando plantado em local semi-sombreado, sua folhagem se desenvolve mais aberta e as florações são menos abundantes. Ocorrem variedades naturais e artificiais para diferentes necessidades, com portes, folhas e flores diferentes. Entre estas podemos citar Kalmia latiofolia augustata, K. latifolia fuscata, K. latifolia myrtifolia e K. latifolia polypetala. Pode ser plantado em vasos.

É tolerante a estiagem e ao encharcamento, e não aprecia solos pesados, argilosos. Multiplica-se por sementes, por estaquia e por alporquia. É uma planta difícil de propagar, com variedades mais fáceis e outras mais complicadas. Comercialmente é propagada através da cultura de tecidos. Seu crescimento é lento e pode demorar anos até a primeira floração. Cuidado: as folhas são tóxicas se ingeridas.

Transplantar e manter (em jardins)
Muda, enxada, adubo e matéria vegetal para cobertura.

1 – Escave covas de 5 cm mais curtos em relação ao torrão de terra do vaso onde estão as mudas, mas que sejam mais largos;

2 – Junte adubo ao solo. Extraía as kálmias dos vasos e liberte as raízes externas mais emaranhadas antes do transplante;

3 – Coloque as plantas nos buracos de forma a que o colo fique pelo menos 5 cm acima do nível do solo;

4 – Encha o buraco com o solo corrigido e compacte com as mãos. Regue bem para eliminar as bolsas de ar;

5 – Cubra a base da planta com material vegetal, distribuindo-o em uma espessa camada. Desta forma as raízes são protegidas.

Truque para cortar as flores
Corte as flores murchas das plantas jovens para que não dêem semente. A planta produzirá mais botões no ano seguinte.

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