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phalaenopsis amarela

Bonitas, duráveis e fáceis de cuidar, as orquídeas do gênero Phalaenopsis agradam a todos. É também uma das plantas mais usadas na hora de presentear, já que suas flores se mantêm vistosas por pelo menos três meses.

Elas surgem ao longo de hastes compridas e suas pétalas arredondadas parecem formar uma borboleta. Daí seu nome – em grego, phalaina, significa “borboleta noturna” e opsis, “semelhança”.

A questão que intriga quem nunca cultivou a planta, no entanto, é o que fazer com a falenópsis após o fim da florada.

As melhores opções são mantê-la em vaso – mas é importante trocar o substrato, pois com o tempo ele se decompõe e fica saturado de sais minerais –; prendê-la ao tronco de uma árvore; ou transferi-la para um recipiente suspenso – pode ser um cesto ou um vaso – e cultivá-la como pendente. Acompanhe explicações detalhadas de como proceder.

replantio

Replantio em vaso
Mesmo que você opte por manter a sua falenópsis em vaso, é importante, uma vez ao ano – sempre após a florada –, substituir o substrato. Se o tamanho das raízes estiver compatível com o do recipiente em que a planta se encontra, o replantio pode ser feito nele mesmo. Caso contrário, é melhor usar um vaso maior.

1. Delicadamente, retire a orquídea do vaso. Se as raízes estiverem presas ao recipiente, raspe com a ajuda de uma tesoura ou faca para soltá-las.

2. Com as mãos, vá soltando as raízes do substrato. Jogue fora a mistura antiga e corte as raízes mortas – aquelas mais escuras e murchas.

3. Acomode a planta em um novo vaso. Para que ele ofereça espaço suficiente para a orquídea se desenvolver por mais um ano, é importante que as raízes ocupem no máximo dois terços do recipiente.

Preencha o restante do espaço com casca de pínus tamanho 4 ou 5 ou com uma mistura de casca de pínus com pedra britada ou carvão.

4. Nos primeiros cinco dias após o replantio, não é recomendável regar a orquídea. Apenas pulverize água em suas folhas. Após esse período, as regas podem ser feitas normalmente, a cada dois dias, e a adubação, semanalmente com NPK 18-18-18 ou NPK 20-20-20.

Se as raízes da orquídea estiverem apertadas no vaso, replante-a em um recipiente maior. Assim a planta crescerá sem problemas por mais um ano

plantada em tronco de árvore

Plantio em tronco de árvores
Por serem plantas epífitas, as orquídeas conseguem se desenvolver sem dificuldades presas aos caules de árvores e palmeiras. A vantagem nesse caso é que o jardinista não precisa mais se preocupar em replantá-la ou substituir o substrato periodicamente, pois a planta passa a retirar da Natureza tudo o que precisa para se desenvolver.

Assim como no caso do replantio em vasos, a orquídea deve ser retirada do recipiente, ter as raízes limpas e o substrato antigo jogado fora. Feito isso, escolha uma árvore ou palmeira que aceite plantas epífitas – as mais indicadas são as que têm a casca mais grossa e rugosa, como o ipê – e siga os passos.

No início, a falenópsis deve ser regada diariamente e adubada semanalmente com NPK 20-20-20 ou NPK 18-18-18. Depois que as raízes se fixarem, esses cuidados passam a ser dispensáveis.

1. Posicione a falenópsis em uma parte do tronco de frente para o sol da manhã, para que ela receba boa luminosidade. A planta deve ficar levemente inclinada.

2. Coloque um pouco de musgo entre as raízes da orquídea, para reter a umidade, e fixe-a no caule da árvore amarrando-a com fio de barbante ou plástico ao redor do caule – evite usar arames e fios de metal. Com o tempo o material da amarração cairá sozinho. Caso isso não aconteça, você pode removê-lo depois que a planta tiver enraizado.

A falenópsis deve ser amarrada ao caule da árvore. Depois que a planta enraizar os fios podem ser removidos.

vaso pendente

Vasos pendentes
Um jeito de inovar na decoração da varanda e de ambientes internos com falenópsis é cultivando a orquídea em vasos e cestas suspensos. Assim, na época da florada, as hastes que sustentam as belas “borboletas” coloridas pendem do recipiente, criando um belo efeito.

Para que a orquídea cresça como pendente, plante-a inclinada em direção à borda do vaso

O procedimento é muito parecido ao adotado na hora de replantar a espécie em vasos: você deve retirá-la do recipiente antigo, descartar o substrato velho, limpar as raízes e acomodar a planta em uma cesta ou vaso suspenso.

Porém, na hora de posicioná-la, em vez de deixá-la com as folhas voltadas para cima, coloque-a inclinada em direção à borda, para que as folhas pendam para fora do recipiente.

Agora é só completar com substrato para manter a falenópsis no lugar. Com esse cuidado, quando surgir, a haste floral crescerá semi pendentes.

pingosnas folhas

cipó-ouro

No mês de outubro é bastante comum, especialmente na região central do Brasil, observamos esta espécie florida, em geral no alto da copa das árvores, avistando-se de longe uma florada intensa e de coloração amarelo forte.

Ela é uma linda trepadeira, ainda pouco aproveitada pelos paisagistas. Ela é uma verdadeira estrela quando plantada em arcadas e caramanchões, já que sua florada é extremamente chamativa.

A espécie é conhecida popularmente no Brasil com os nomes de unha-de-gato, cipó-de-gato e cipó-de-morcego. A denominação mais usual é unha-de-gato, nome atribuído pela característica da sua estrutura de fixação, que apresenta três “garrinhas” recurvadas, semelhantes às unhas dos gatos.

No entanto, não devemos confundir esta espécie com as unhas-de-gato utilizadas tradicionalmente na fitoterapia da região Amazônica (Uncaria guianensis e U. tomentosa).

Embora todas tenham propriedades medicinais, ocorram nas mesmas regiões e apresentem alguma similaridade, são espécies distintas e pertencem à famílias botânicas diferentes.

cipó-ouro

É uma planta da família Bignoniaceae, originária desde o Nordeste e Noroeste da Argentina até o México. Pode chegar até 15 m de altura.

O cipó-ouro pertence à família botânica Bignoniaceae. A planta apresenta ramos finos, com folhas oposta e de formato ovado-acuminadas.

Apresenta gavinha trifurcada no ápice, terminadas em garras. As flores são amarelas e em formato campanulado, com cinco pétalas fundidas; ocorrem isoladas ou em grupos de 2 a 3 unidades.

Os frutos são cápsulas deiscentes, alongadas e finas, contendo numerosas sementes aladas, que se dispersam com facilidade pelo vento.

cipó-ouro

É muito expansiva podendo-se até tornar-se invasora. Por ser muito vigorosa é aconselhável tomar cuidado com sua inclusão nos projetos de paisagismo, ela deve ser posicionada em espaços amplos, onde possa desenvolver seu crescimento.

Trepadeira lenhosa, com flores amarelas, folhas verde escuro, de clima Temperado/Subtropical/tropical, (suporta geadas leves). Deve ser cultivada a sol pleno.

janela-flor

trapoeraba-roxa

Facilmente encontrada na natureza, ela desperta nos cantinhos inesperados e pede pouco em troca do seu colorido. Bastam algumas horas de sol para crescer cheia de vida e emprestar o seu volume ao desenho das paisagens.

Resistente às condições menos favoráveis, como as baixas temperaturas dos dias frios, essa guerreira tem fome de descobrir novos espaços: um galhinho é suficiente para se multiplicar num piscar de olhos, sob o sol pleno ou meia-sombra.

Como planta pendente forma um tapete colorido aos pés de espécies maiores, a trapoeraba-roxa vai bem no jardim dos mais experientes ou daqueles que acabam de despertar para o verde.

tradescantia-pallida-purpurea

Rega - 2x por semana, sob sol pleno, ou 1x por semana, à meia-sombra. Mantenha o solo sempre drenado. Plantar a sua trapoeraba em uma mistura de terra e areia pode te ajudar nessa tarefa.

Iluminação – sol pleno ou meia-sombra.

Problemas comuns – Poucas coisas conseguem derrubar essa guerreira. A falta de iluminação é uma delas.

Se o roxo das folhas está desbotando e ganhando um tom verde, leve a sua planta para o sol. A exposição durante cerca de 2h ao dia costuma ser suficiente para manter o pigmento da folhagem e evitar que a trapoeraba acabe debilitada ao estiolar em busca de luz.

Folhas enrugadas podem ser sinal de falta de água. Verifique terra e regue se for necessário.

tradescantia-pallida

A presença de pequenas teias entre as folhas e caules pode demonstrar a visita de ácaros. Para manter a sua planta protegida, aplique óleo de Neem regularmente. Se os invasores já estão morando no seu verde, cuide dele com um pouco de inseticida.

Mantenha também a adubação em dia para que a sua planta possa presentear você com as pequenas flores cor-de-rosa.

A trapoeraba roxa pode ser usada como forração para criar desenhos nos canteiros; aos pés de plantas maiores, de caule único, como o Ficus lyrata, ou descendo pelos cachepôs pendentes.

janela-neve

Filodendro-roxo

Brilhando de longe, essas folhas até parecem artificiais. Avermelhadas quando nascem, vão ganhando o tom verde-musgo à medida que se desenvolvem.

Crescer cheia de vida parece ser tarefa fácil para essa planta, que empresta seu colorido às paisagens mundo afora, como aquelas criadas por Burle Marx.

As raízes robustas dessa planta tropical desbravam novos lugares em busca de luz, umidade e nutrientes, e precisam de pouco para subir pelas árvores ou escapar pelos cachepôs e canteiros.

Lado a lado com outros membros da família da Araceaes entre eles comigo-ninguém-pode e costela-de-adão, possui a fama de ser uma planta tóxica. Tudo por conta da presença do oxalato de cálcio, substância que causa irritação quando em contato com as mucosas.

Mas, basta a observação e o cuidado para um convívio harmônico entre o seu filodendro, crianças e pets. Afinal, assim como a maioria das espécies ornamentais, ela não é comestível e, portanto, não deve ser ingerida.

filodendro

Rega – 2x por semana. Essa trepadeira precisa de boa ventilação para que as suas raízes não sejam sufocadas. Por isso, nunca use somente terra para plantá-la.

Drene o solo misturando uma porção de chips de coco, casca de pinus ou estilha de madeira queimada, mistura que ao longo do tempo irá se decompor, oferecendo muitos nutrientes.

Sendo uma espécie tropical, essa planta adora receber borrifadas de água. O uso de um umidificador de ar vai ajudar a simular o clima úmido da floresta. Guerreiro, o filodendro-rubro consegue sobreviver dias sem água se receber um banho frio.

Iluminação – meia-sombra. O cantinho iluminado perto da janela é o lugar perfeito para essa planta.

filodendro

Problemas comuns – poucos problemas são capazes de derrubar essa guerreira. Invasores como cochonilhas costumam ser raros se você aplicar óleo de neem com frequência ou limpar as folhas da sua planta com sabão de coco.

Sua folhagem dá sinais importantes. Manchas marrons com aparência úmida, que aumentam com o passar do tempo, podem indicar a presença de vírus ou bactérias. Ao notar o desenvolvimento desses intrusos, não pense duas vezes e arranque pelo caule a folha afetada.

Suas folhas largas costumam acumular pó na superfície, dificultando as trocas gasosas. Procure limpá-las com um pano umedecido.

Folhas apontando para baixo, com aparência murcha, podem demonstrar que a sua planta está precisando de água.

Evite cortar as raízes aéreas que crescem para fora dos vasos e cachepôs conforme seu filodendro se desenvolve. Elas são importantes para a captação de umidade e nutrientes.

Para dar uma forcinha na fixação da sua planta, borrife água nessas estruturas e no lugar onde você quer que elas se acomodem. Logo as raízes estarão desbravando esse novo cantinho escolhido por você.

O pigmento da seiva pode manchar suas roupas na hora da poda. Por isso, proteja-se usando um avental e luvas.

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