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A Crassula muscosa, também conhecida por licopodiose é uma planta suculenta nativa da África do Sul, que pertence à família Crassulaceae.

Cresce na forma de pequeno arbusto ramificado, com forma emaranhada. As hastes são eretas, mas tendem a curvar-se com o tempo, com aproximadamente 30 cm de altura e 5 cm de diâmetro.

As folhas são pequenas e amontoam-se à volta do caule fino, dispostas em rosetas lineares de 4 fileiras de pás, lembrando uma forma quadrada.

As flores surgem na base das folhas, são pequenas e quase imperceptíveis, com tonalidade amarelo esverdeado e mal cheirosas.

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Cultivo e cuidados
Condições de cultivo
Aprecia ambientes com sol ou luz direta, embora tolere a sombra. A sua folhagem fica mais bonita em locais de meia sombra, porém também fica mais frágil. O excesso de sol tende a endurecer a planta e a limitar o brilho das folhas.

Aprecia temperaturas situadas entre os 10 e os 26ºC,  a sua resistência às baixas temperaturas não ultrapassa os -2ºC, nas épocas mais frias proteja-a no interior.

O solo deve ser bem drenado e moderadamente fértil. Um substrato rico em matéria orgânica, misturado com areia de rio adapta-se perfeitamente ás suas necessidades.

Tratos culturais
A rega deve ser moderada, tal como a maioria das suculentas, é sensível ao excesso de água e aprecia ambientes secos. Permita que a terra seque bem entre cada irrigação.

Na Primavera/Verão, faça uma adubação com um adubo indicado a suculentas, uma vez por mês, ou utilize um adubo de libertação lenta incorporado do substrato, no ato do transplante.

Periodicamente faça uma limpeza à planta, elimine os ramos secos ou doentes. No caso de ramos com sinais de podridão, corte abaixo da necrose, de modo a eliminar toda a parte infectada.

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Reprodução da Crassula muscosa
É uma espécie de fácil multiplicação, no seu habitat natural têm tendências invasivas. Propaga-se por via da divisão de touceiras ou a partir de estacas caulinares, com maior sucesso entre a Primavera e Verão.

O enraizamento deverá ser feito em locais de meia sombra, em substrato arenoso ligeiramente umedecido.

Curiosidades sobre a Crassula muscosa
O nome Crassula muscosa vem do latim muscosus traduzido a musgoso, condizente à sua semelhança com o musgo.

Esta planta têm uma grande longevidade, quando tratada com os cuidados mínimos necessários, ela chega a durar mais de 20 anos.

Nomes comuns: Cauda de lagarto, Cipreste de brinquedo, Pulseira de relógio, Cordão de São José, Planta com ziper.

barco

Aeonium

A Aeonium arboreum purpura pertence à família crassulaceae, com origem em Marrocos e nas ilhas das Canárias.

É uma planta suculenta com ciclo de vida perene, que apresenta um porte arbustivo, podendo atingir altura superior a um metro, quando plantada de forma livre.

É muito ramificada, apresenta longas hastes eretas e robustas. As folhas agrupam-se em forma de roseta no topo dos ramos, com tonalidades verde e púrpura nesta variedade.

Do Outono ao Inverno, a Aeonium arboreum oferece inflorescências em forma de pirâmides, com pequenas flores amarelas brilhantes em forma de estrela. Contudo ela é monocárpica, floresce apenas uma vez, depois morre, porém ela pode levar vários anos a florir e ainda assim, nem todas as rosetas florescem ao mesmo tempo.

Aeônio

Como cuidar
* Luz
A Aeonium pode ser cultivada em sol direto ou meia sombra. Quando cultivada em pleno sol, a folhagem da planta fica quase negra, em ambiente de meia sombra as rosetas apresentam tonalidades roxas mais desvanecidas e mais superfícies esverdeadas.

* Temperatura
A planta não gosta de frio, a temperatura ideal situa-se entre os 15º e os 24º C. Embora suporte limites térmicos em torno dos 5º C e seja capaz de suportar temperaturas abaixo do 0ºC por curtos períodos de tempo, com o risco de alguns danos à planta.

* Regas
A Aeonium é tolerante à seca, porém requer uma rega mais regular em relação a outras suculentas sem, contudo, entrar em exageros. Não a encharque e deixe secar a terra entre as irrigações.

* Solo
O solo deve ser bem drenado, idealmente misturado com uma parte de areia. Solos encharcados levam ao apodrecimento das raízes e consequentemente à morte da planta.

A planta quando cresce em solo livre pode alcançar ou ultrapassar um metro de altura, quando cultivada em vaso, o crescimento é limitado em relação ao tamanho do recipiente.

* Cuidados
A Aeonium não requer grandes cuidados, apenas uma poda de limpeza caso seja necessária. Aplique um fertilizante liquido a cada duas semanas, na fase de crescimento ou seja nos meses mais quentes.

* Multiplicação
A propagação faz-se com rosetas novas, que enraízam facilmente em substrato arenoso.
Podem também ser multiplicadas por semente.
aeonio
* Usos da Aeonium
É uma planta excelente para jardins de pedras, jardins de suculentas ou jardins mediterrânicos. Pode ser colocada dentro ou fora de casa, fica linda em vasos isolados ou juntamente com outras plantas, criando arranjos fantásticos.

O nome Aeonium vem do grego “Aeoniuon” que quer dizer eterno. Uma denominação que descreve bem a resistência desta planta.

É conhecido popularmente de: Aeonium arboreum purpura, Aeonio, Saião purpura, Cabeça preta, Pinya groga (arvore abacaxi), Bejeque arboreo (espanhol).

gotas de chuva

interior

Uma casa com plantas é um lar. Ter plantas pela casa toda não é um sonho, é totalmente possível e ainda traz muitos benefícios. E dá para ter verdinhas em todos os cômodos: sala, quarto, cozinha, home e, dependendo da claridade, até mesmo no banheiro e lavabo.

O truque para conseguir cultivar plantas em espaços internos, seja em casa ou até mesmo no escritório, é: identificar a luz. Se o cômodo tem janelas, observe para ver a quantidade de raios solares que entram por elas.

Se o local recebe uma boa iluminação vinda do sol, mesmo que de uma forma difusa, isso pode ser o suficiente para cultivar plantas de sombra. Como explica nossa louca das plantas, lembre-se que sombra não é breu.

Em locais sem janelas, como garagens, hall de elevadores ou aquele espaço embaixo de uma escada, é impossível cultivar plantas por um longo período.

Agora, se tem aquela área que bate um solzinho de manhã ou de tarde, algo em torno de 2 horinhas e o resto do dia ainda fica bem claro, pode encher o lugar com fícus, calatéias, antúrios, samambaias, marantas, enfim,  todas essas são espécies ótimas para filtrar e purificar o ar, trazendo frescor e beleza para dentro de casa..

Outra ótima sacada para compor um ambiente gostoso e verde na sua sala é criar composições com contrastes: plantas grandes e pequenas, folhagens brilhantes e opacas, ou então, desenhos e formas: folhinhas delicadas e longas com outras espécies de folhas grandes e largas.

Essas composições ficam muito bonitas e são benéficas também para as plantas, já que a água do substrato dos vasos e da transpiração das folhas criam uma uma massa de vapor, mantendo a umidade por mais tempo.

plantasnavaranda

Se tiver espaço na varanda, entrada da casa ou até mesmo se a sala é bem ampla, folhagens grandes como ráfis, antúrios, xanadú e aglaonema são ótimas para criar aquela florestinha bem volumosa.

Cozinha também é um ótimo lugar para plantas. Sempre tem uma janela, bastante claridade e dá para cultivar espécies pendentes e de folhas largas; não precisa ficar só nos temperos e ervas.

A cozinha é um ambiente muito prático para fazer as regas, dá até mesmo pra levar os vasos para dentro da pia. Nessa hora, aproveite e lave as folhas, para ajudar a remover poeira e um pouco da gordura,, principalmente em cozinhas onde o fogão é bastante utilizado.

plantano quarto

Esqueça a lenda de que não pode ter plantas dentro do quarto. Ela não vai competir com você pelo ar do ambiente, mesmo que à noite vegetais consomem oxigênio assim como nós. Pessoas dividem o quarto, sejam casais, crianças e até mesmo, com gatos e cachorros.

Então, fique tranquilo porque nenhuma planta vai “roubar” o seu ar mais do que faria outro ser humano ou um pet. Vasos e cachepôs com espécies pelo chão ou mesmo plantas pendentes são bem vindas, só não se esqueça de regá-las e ter claridade o suficiente para cultivá-las no seu quarto.

O escritório também fica mais bonito, colorido e humanizado com plantas. Basta escolher as espécies corretas e, principalmente, o local onde os vasos devem ficar. Quase sempre, pensamos em uma plantinha em cima da mesa de trabalho, mas será que perto da sua janela não tem um equipamento eletrônico?

escritório

Se tiver, troque a máquina de lugar com a planta: assim, você tira a impressora ou o computador do sol, que têm sua via útil comprometida com a luz solar e, coloca ali os vasos com as plantas. A claridade natural fará bem para as verdinhas e todo mundo sai ganhando.

Espécies mais rústicas são bem vindas, como o antúrio e a ráfis, que são plantas que suportam alguns dias sem rega (nos fins de semana) e até mesmo resistem à secura do ar condicionado.

É hora de trazer as plantas para dentro de casa e, deixar lá fora, tudo aquilo que agride e queremos manter longe.

Poluição do ar e sonora, ar seco, e, porque não, um ambiente duro e sem vida. Certeza de que com muitas plantas, você terá um lar mais aconchegante, humano, colorido e feliz.

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Brassocattleya Pastoral Innocence

Quando trocar uma orquídea de vaso? Quando a planta já “mora” há um tempão no mesmo recipiente ou, assim que você a traz da loja? Só quando virou um touceirão ou, enquanto ela é uma jovenzinha? No artigo abaixo há cinco motivos para você saber quando (e como) mudar uma orquídea de vaso. A lista vai do caso mais crítico ao mais fácil.

Antes de tudo: evite trocar – e até mesmo, mexer muito – na sua orquídea quando ela está florida. Isso porque, a planta, que tava ali, tranquila, sente que algo não vai bem com seu ambiente. E o resultado, é a perda das flores. A orquídea aborta a florada e lá se vai aquela beleza toda pro chão…

1 – Orquídea gravemente doente
Não é coisa pouca, é doente mesmo, de quase perder a planta. Manchinha, pintinha, mordida, haste quebrada, nada isso é “grave”, ao menos, pra planta. O motivo aqui é quando a orquídea está desidratada, perdeu praticamente todas as folhas, está visivelmente entrando em fase terminal.

Tira tudo o que não é planta (tutor, substrato, vaso velho) e, mantenha folhas, hastes e, principalmente, raízes. Num garrafão plástico, improvise uma estufa-UTI, com esfagno que ficou de molho em água com Bokashi. Acomode a paciente dentro desse garrafão, feche e deixe num local com claridade por 6 meses! A planta se vira bem lá dentro, é o mesmo que um terrário.

Laelia purpurata sanguinea

2 – Substrato vencido
Seja pínus, esfagno, chips de coco, pedacinhos de madeira ou uma mistura de tudo isso, o que chamamos de substrato pra orquídeas tem validade. Ele deve ter um cheirinho bom, que lembra um jardim depois de uma chuva.

Se estiver com cheiro de algo que foi esquecido há mais de uma semana na geladeira, aquele azedinho denuncia que o substrato venceu. Vale também trocar se já tem mais de 4 anos.

3 – Falta de espaço
A planta parece que mal cabe no vaso? Hora de trocar sua orquídea pra um vaso ou pote maior. Não tenha dó do vaso, porque quando chega neste estágio, tentar arrancá-la do recipiente vai machucar demais a planta, até correndo o risco de perdê-la.

Um bom truque é molhar bastante no dia anterior, pro transplante ser mais tranquilo. Esse aperto também nos leva pro próximo motivo, que é…

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4 – Tirar mudas
Aproveita que a planta está grandona, mal cabe num pote e, separe algumas partes dela pra multiplicar sua orquídea! Aí, você já junta a vontade de trocar de vaso com uma dose gigantesca de conteúdo específico pra multiplicar suas plantas e, aprender a cuidar das suas orquídeas com um profissional!

5 – Estético
O motivo mais simples e, de longe, o que as pessoas mais tentam fazer o transplante de orquídea. Aquele vasinho simples, pode não ser o mais bonito da sua casa, mas é muito útil pra orquídea, já que ele ajuda a manter a umidade do substrato.

O truque aqui é fazer essa troca sem muito mexe-mexe: deixe a planta de molho um dia antes, pro substrato se soltar fácil do vaso e, só. Troca a planta com o torrão e todo o substrato que estiver entre suas raízes.

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