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O que é um Kokedama?
Kokedama é uma bola de solo coberto de musgo com plantas arranjadas nesse solo, dando a impressão de que a planta está flutuando no ar. É uma arte muito popular em todo o mundo e no Japão mais ainda.

Uma kokedama pode ser feita com infinitos tipos de plantas, como suculentas, flores, flores silvestres, gramíneas, ervas e outras plantas.

kokedama

Como fazer um kokedama de suculentas
Materiais a serem utilizados

* Uma ou duas plantas suculentas;
* Musgo de folha verde ou musgo solto;
* Corda fina  ou barbante;
* Solo composto de areia de construção (areia de rio), terra adubada e pedriscos;
* Musgo de turfa;
* Água;
* Jornal;
* Fio de cobre;
* Alicates;
* Tesoura.

kokedama de suculenta

Procedimentos
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Primeiramente você deverá preparar o seu musgo, se estiver usando musgo solto você deverá utilizar o dobro de musgo que acha que irá precisar se usasse o de folha. Se for o de folha, corte o musgo e mergulhe-o em água para torna-lo mais flexível;

* Regue todas as plantas que você for utilizar – Pois elas deverão continuar juntas ao serem retiradas de seu vaso original;

* Remova delicadamente as suculentas que você irá usar de seu vaso e deixe descansando em cima de um jornal;

* Corte o jornal em um círculo com tamanho suficiente para cobrir a raiz;

* Junte o jornal em volta da raiz e prenda com o fio de cobre;

* Agora é a hora de começar a moldar sua bola de musgo. Pegue o fio de cobre e faça um laço prendendo o jornal a um pedaço de musgo. Vá adicionando musgo e enrolando o fio. No começo pode ficar confuso e parecer que não vai dar certo, mas vai! Confie!

* Se você estiver usando musgo solto, continue a adicionar pedaços de musgo ao enrolar o fio sobre o solo. Se você estiver usando musgo de folha de malha, puxe as bordas ao redor da bola do solo e das raízes. Comece a enrolar o fio em torno de sua bola;

* Você pode fazer isso com um barbante que também funciona, mas é mais difícil pois o barbante não cria forma fixa e firme;

* Vá fazendo isso até que sua bola de musgo esteja no tamanho que você deseja;

* Pegue outro arame e prenda a este para que forme as alças da kokedama;

* Prenda dois fios de cobre ou barbante nas emendas das alças e pendure sua kokedama.

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Como cuidar de sua kokedama de suculentas?
Para cuidar é muito simples. As bolas de musgo de suculentas devem durar tanto quando as suculentas em vaso convencional.

Pendure a sua kokedama na quantidade certa de iluminação. Geralmente a luz indireta do sol ou a luz parcial do sol funciona bem.

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As gloxínias são herbáceas tuberosas originárias das matas tropicais do nosso país, mas antes de serem cultivadas no Brasil eram plantadas na Europa.

As gloxínias chamam a atenção principalmente pelo seu aspecto exótico, cores intensas, pétalas e folhas aveludadas, realmente são plantas exuberantes. Mai ainda, pelas suas belíssimas flores que também são aveludadas e são bem grandes, podendo chegar a media 10 cm de diâmetro.

O mesmo podemos falar da sua folhagem, também com a textura aveludada é muito vistosa e se apresenta na forma oval. Somadas todas essas características, as gloxínias atraem os paisagistas e são muito usadas na ornamentação, principalmente aquela de interiores.

Se você pensa que a beleza da gloxínia termina por aqui, não, ela ainda reserva muito mais beleza para os olhos por conta das suas cores. Tons arroxeados, alaranjados, ou ainda, o seu intenso colorido nos presenteia com tonalidades rosadas ou avermelhadas.

As flores ainda podem ser encontradas com menos frequência nas cores púrpura, na cor vinho ou nas bordas das pétalas, quando essas são esbranquiçadas.

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Outra vantagem da gloxínia é que sua florescência pode acontecer nos 365 dias do ano, porém, não se assuste quando ela passar por um pequeno período de dormência.

Ela poderá parecer seca e chegar a ficar sem folhas ou flores, mas voltará a ser linda logo em seguida. Claro, se ela receber os cuidados necessários.

Para garantir a beleza das gloxínias é necessário ter os seguintes cuidados:
* Quando a gloxínia parece ser seca, sem flores e sem folhas, no período de dormência, o correto é ir gradualmente diminuindo as regas. Faça isso até que a planta fique completamente seca.

Esse período pode durar até 3 meses, quando só tubérculos estarão dormentes e a terra deverá ficar neste período levemente úmida. Você observará que passado o tempo de dormência será possível ver novos brotos e não demorará muito para que a planta volte a crescer.

* O ideal é que as plantas gloxínias sejam cultivadas em solo poroso e uma boa base pode ser feita dessa forma: 2 partes de composto orgânico para 1 parte de farinha de ossos e mais 1 parte de areia grossa e mais 1 parte de terra.

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* Outro cuidado de extrema importância que se deve ter com a gloxínia é na hora de regá-la. Se a planta receber mais água do que precisa, ficará úmida e isso fará com que se proliferem insetos e fungos. Essas pragas, normalmente, ficam escondidas embaixo das folhas.

* Ainda falando de rega: as pétalas não devem ser molhadas porque isso poderá fazer com que elas fiquem manchadas e expostas ao ataque de pragas.

* Se por acaso, mesmo com todo cuidado, a gloxínia sofrer com ataque de pragas, use sabão neutro com água morna para lavar a parte da folha doente. Porém, quando as folhas ou as pétalas estiverem muito murchas, deverão ser retiradas.

* A gloxínia não deve ser exposta diretamente ao sol, porém, é melhor deixá-los próximo a janela para receber indiretamente a luz solar e o calor matinal e à tarde.

* A gloxínia é uma planta para ser cultivada em vasos e o seu uso mais adequado é na parte interior da casa em lugar que tenha boa iluminação natural.

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O Cultivo da Gloxínia
O cultivo é feito com a retirada do tubérculo da terra, que deverá ser colocado em lugar seco e arejado. Um bom lugar para deixá-los é dentro de uma caixa de papel e cada um enrolado em um papel, que poderá servir para identificar que cores são as flores que tem aquela gloxínia.

Esse primeiro processo pode ser feito no outono, momento em que a planta entra em dormência e as folhas caem. Quando a primavera chegar é hora de preparar o vaso para receber as plantas.

Crie um substrato com adubo animal curtido pode ser de aves ou gado e não esqueça de misturar húmus de minhoca ou composto orgânico. Incremente com uma colher de adubo NPK tipo granulado que tenha a fórmula 4-14-8. Outra alternativa é a mistura dada anteriormente.

O fundo do vaso deverá ser coberto com uma manta geotêxtil, você encontra em lojas que vendam produtos para cultivo de plantas. Depois é só jogar areia úmida e você não terá problemas com a drenagem.

Por fim, pode colocar o substrato que foi preparado e abrir os buracos para receberem o tubérculo. Não aperte e nem enterre, apenas depois de colocar o tubérculo jogue um pouco de substrato por cima.

Nos primeiros dias, deixe a sua planta em lugar quente e com boa iluminação. E não precisa adubá-la novamente quando as flores começarem aparecer, assim como a rega deverá ser feita somente com o substrato quase secando.

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Mais dicas e cuidados com a Gloxínia
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Uma forma simples de irrigação é deixar um prato grande sob o vaso com cascalhos e colocar a água nele para que a planta absorva, evitando de encharcá-la por engano.

* Se quiser fazer a multiplicação poderá escolher entre: divisão de tubérculos, estaquia das folhas ou sementes, sempre trâmite os bulbos.

* Não molhe as haste para evitar o apodrecimento.

* Durante o crescimento o adubo se faz necessário uma vez por mês.

* A planta deve repousar depois da primeira floração pelo menos 2 meses e no máximo 4 meses.

* É normal que depois da floração a planta sugue das folhas os nutriente e estas, em consequência morram. Elas deverão ser retiradas.

* Com algumas gotas de água sanitária na água você poderá evitar que as folhas morram.

* Para aproveitar as folhas retiradas, elas poderão ser colocadas dentro de uma bacia plástica, com furos no fundo e cheias com areia de construção. As folhas colocadas no recipiente não poderão ter o pecíolo.

Depois é só deixar essa areia na sombra e sempre úmida. Você observará que se formarão raízes, que estarão prontas para o plantio. Dentro de um ano, estarão crescidas e dando flores.

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* O processo de plantio com sementes, segundo os especialistas, é aquele mais lento e para que funcione será necessário o uso de estufas.

Para quem deseja cultivar flores que dão o ano inteira, as flores de Gloxínias são uma ótima opção, visto que florescem durante todo o ano, entrando em períodos de dormência apenas entre as florações.

São flores de pequeno porte, atingindo somente 30cm de altura. São lindas flores que são encontradas em diferentes cores como vermelho, lilás, entre outras.

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Tuia strickta – Juniperus chinensis Stricta

As variedades cultivadas no Brasil são originárias da Europa, América do Norte e da Ásia, sendo muito utilizadas para a formação de cercas vivas, componentes de projetos paisagísticos.

É o tipo de planta que aceita bem a poda, que lhes confere diversos formatos, bem como a criação de bonsais e árvores de Natal.

O cultivo de tuias não é muito complicado. Na verdade, além do ar bastante úmido, essas plantas pedem apenas muito sol e um solo bem drenado. Não é essencial que se aplique fertilizantes, embora a adubação possa acelerar o seu lento crescimento.

Para atingir 1,2 m de altura, tamanho mais procurado, as tuias levam até quatro anos.

A reprodução da tuia talvez seja a parte do cultivo que mais exige cuidados. As mudas são formadas por estaquia, ou seja, o processo consiste basicamente na escolha de árvores sadias para o fornecimento de galhos, que devem ser plantados em terra virgem, boa e de preferência tirada de barranco.

Devem ser cultivadas em lugar sombreado e úmido, protegido por tela ou teto de folhas de bananeira.

Um hormônio presente na planta faz com que os galhos lancem raízes no período de dois a três meses.

As mudas devem ser regadas tanto durante o desenvolvimento no viveiro, quanto nas primeiras semanas após o transplante para o campo, que ocorre com cerca de um ano de vida. Quando adulta, a tuia torna-se bastante sensível a mudanças de ares.

Apesar de serem arrancadas com raízes e plantadas em grandes vasos, aquelas destinadas a alegrar o Natal muitas vezes acabam morrendo logo, mesmo se plantadas em um belo jardim depois das festas.

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O longo tempo no ambiente estranho do vaso dentro de uma sala de estar muitas vezes é fatal.

Um conselho para quem quiser tentar o plantio é regá-la diariamente, tomando cuidado para não encharcar a terra.

Na hora do transplante, faça uma cova de cerca de 50 cm de largura e 50 de profundidade, em local arejado e ensolarado, e continue regando moderadamente todos os dias.

O que faz secar os galhos são a forma de rega, só se deve molhar no torrão na parte da raiz , pois a água que usamos tem cloro e isso faz secar.

Uma Dica: Molhar sempre na raiz e deixar ela pegar chuva a vontade agua da chuva não tem cloro, se a pessoa se dedicar e na região tiver muito calor molhar por cima com água filtrada.

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Phaius Tankervilleae

A Phaius é um gênero composto por aproximadamente 30 espécies de orquídeas terrestres vindas de solos alagados e margens de pântanos em lugares tropicais da Malásia, Indonésia, Japão e muitos outros.

Essa orquídea é também conhecida como capuz-de-freira, freirinha ou orquídea-da-terra . Devido à exuberância das flores, essa planta foi alvo de excessiva coleta e hoje sofre risco de extinção. A Phaius Tankervilleae é a orquídea mais conhecida do gênero. Elas são vistosas e fáceis de cultivar.

Cada caule floral pode dar de 5 a 10 flores, nas quais possuem um formato de trombeta. Estes caules podem atingir 1,20 m de altura e os pseudobulbos dessas plantas apresentam de 3 a 4 folhas com cerca de 60 a 90 cm de comprimento.

Sua época de floração é geralmente em março ou abril.

Phaius tankervilleae

A Capus-de-freira é uma orquídea terrestre, é uma planta nativa das regiões tropicais da Ásia e Oceania, em locais de até 1300 m de altitude, pantanosos e úmidos.

Ela apresenta pseudobulbos cônicos a ovais, envoltos desde a base pelas bainhas foliares. As folhas são acuminadas, plissadas, grandes.

As inflorescências são altas, chegando a 1,8 m. de altura, eretas, do tipo rácemo e com numerosas flores que se abrem sucessivamente de baixo para cima.

As flores são perfumadas, duradouras, de cor marrom-terrosa, com o verso branco, e labelo cônico, rosa escuro. Há também uma variedade ‘Alba’, com a flor amarelo-esverdeada e o labelo branco.

Phaius Tankervilleae
A Capus-de-freira é umas das orquídeas terrestres mais fáceis de cultivar. Ela é muito rústica, de crescimento rápido a moderado e flores em abundância.

Suas folhas são decorativa também, formam touceiras que se prestam para plantios isolados, bordaduras e maciços, valorizando os jardins tropicais.

Esta orquídea também pode ser plantada em vasos, de preferência largos e de pouca profundidade, e desta forma é própria para adornar interiores bem iluminados, varandas e pátios.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz indireta, em substrato com bastante húmus, composto por terra comum, terra vegetal e material fibroso, como casca de pinus ou coco, devem ser mantidos úmido, mas sem encharcamento.

A porcentagem de sombreamento para esta espécie é de 30%. Não tolera frio intenso ou geadas (manter acima de 5ºC). As adubações devem ser frequentes durante o período de crescimento vegetativo e floração.

Extremamente decorativa, pode ser cultivada tanto em grandes vasos quanto diretamente no solo, onde rapidamente formará touceira de bela folhagem. As flores são abundantes, perfumadas e duradouras, surgindo de longos pendões eretos.

O curioso é que as flores se abrem sucessivamente de baixo para cima, criando um belo efeito nas cores marrom-terrosa, com verso branco e labelo rosa escuro.

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Apresenta crescimento bastante ligeiro. Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa, em substrato humoso, composto por terra comum, terra vegetal e material fibroso (como casca de pinus ou coco), mantido úmido mas sem encharcar.  Não tolera o frio intenso ou geadas.

Cultivo
Elas gostam de ser regadas à medida que forem se aproximando da secura, pois não possuem recursos para armazenar água.

Se tiver o interesse em propagá-las, a divisão funciona bem. Você pode separar os ramos de flores logo após a floração, desde que contenham um ou dois nós em cada sessão.

Coloque as divisões em meio ao musgo esfagno umedecido até que os keikis comecem a crescer. Esse processo demorará alguns anos para que amadureçam o suficiente ao ponto de dar flores.

pingos sobre lago