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borrifar

Muitos amadores recomendam que você borrife água nas folhas das orquídeas. “Afinal, se a planta precisa de umidade, vamos borrifar água! Certo?” Não faça isso! Uma coisa é manter a umidade alta, outra coisa é você manter as folhas molhadas.

O que acontece se você manter as folhas molhadas?
Assim como a nossa pele, as folhas das orquídeas mantidas sempre molhadas começam a ser atacadas com fungos (em nós, aparecem as micoses). Isso porque os fungos precisam de gotas d’água para atacar mais facilmente a planta.

O problema não é da umidade que se cria, mas sim manter essas gotas d’água nas folhas sempre.

É claro que molhar as folhas de vez em quando não gera problema algum. Afinal, as folhas das orquídeas são molhadas na natureza durante as chuvas.

O que não podemos é ficar mantendo as folhas constantemente molhadas, pois isso tende a favorecer o aparecimento de fungos. Se fungos já estiverem aparecendo, é melhor você tentar não molhar as folhas durante as regas, jogando a água diretamente no substrato.

Orquídea Sapatinho

O que fazer então para aumentar a umidade?
É verdade que as orquídeas precisam de um ar mais úmido para crescerem bem. Manter a umidade relativa do ar em volta da planta é desejável, mas às vezes moramos em locais que tem um ar muito seco.

Se você quiser aumentar a umidade do ar, você pode lançar mão do uso de umidificadores de ar, o que pode se tornar caro. Outra opção mais barata e eficiente, é manter o vaso sobre uma bandeja cheia de pedras com água entre as pedras.

Isso tende a aumentar a umidade do ar em volta da planta sem apresentar um risco de proliferação do mosquito da dengue.

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catasetum denticulatum

Apesar de comprarmos quase sempre floridas, durante a maior parte do tempo as orquídeas ficam somente com suas folhas. Se a sua orquídea parece saudável, mas não floresce faz tempo, você pode estar fazendo algo de errado.

Orquídeas florescem bem quando estão saudáveis, e em suas condições ideais de cultivo. Plantas murchas e estressadas raramente darão um bom florescimento.

Abaixo as principais dicas para que a sua orquídea volte a florescer.

1 – Deixe em um local bem iluminado
Dentro de casa os melhores locais são próximos a janelas e sob sacadas. Se for deixar a planta no jardim, debaixo da copa de uma árvore é o local ideal, já que ela pegará bastante luz difusa, a ideal. Se você possuir uma área coberta por telas (sombrites), é claro que este é o melhor lugar.

Ok, quando a orquídea estiver florida, nada impede que você a deixe em um local mais visível, pois as flores não irão morrer mais rápido por causa disso.

Dendrobium - Orquidea

2 – Adube
Colocar adubos na orquídea é sempre um bom caminho para um bom florescimento. Os adubos podem ser químicos, orgânicos, ou mistos. No caso de adubos minerais, como o NPK, prefira utilizá-los dissolvendo-os em água, aplicando no substrato a cada 15 dias.

Adubos orgânicos, como a torta de mamona, a farinha de osso e o Bokashi são muito bons, além de mais seguros. Adubos mistos podem ser encontrados em lojas especializadas, devendo ser aplicados conforme as instruções da embalagem. Mas seja cauteloso, pois o excesso de adubo mata mais do que a falta.

3 – Deixe a orquídea crescer fora de casa
Muitas orquídeas precisam de uma variação de temperatura para ativar o florescimento. Quando mantidas dentro de um ambiente fechado, a variação pode não ser suficiente, gerando um bloqueio do florescimento.

Se isso não for possível, mantenha a orquídea próxima a uma janela entreaberta, para que o ar frio entre durante a noite.

Ryncholaeliocattleya Alma Kee

4 – Cuidado com as regas excessivas
Regas excessivas são uma das maiores causas de problemas para orquídeas. Apesar de originárias de regiões tropicais, em sua maioria, as orquídeas não toleram água em excesso.

Muita água costuma sufocar as raízes e gerar apodrecimento das mesmas. Com raízes ruins, não há bom florescimento. Para saber o momento de regar não há método melhor: coloque o dedo no substrato a 2 centímetros de profundidade. Se estiver úmido, não regue. Regue somente quando o substrato já estiver seco.

Seguindo todas essas recomendações, dificilmente sua orquídea deixará de florescer. Entretanto, em algumas regiões, certas orquídeas não conseguem florescer devido à falta de variação de temperaturas. Verifique com um orquidário ou casa de jardinagem da sua região se a orquídea que você pretende cultivar é capaz de florescer na sua região.

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violeteira

A violeteira é um arbusto que a cada ano vem ganhando popularidade no meio dos jardineiros. Uma de suas maiores vantagens é crescer bastante, até formar um belo arbusto em qualquer ambiente que se preze.

A planta pode ser cultivada nos mais diversos locais, sejam eles grandes ou pequenos, podendo ser mesclado com outras espécies da sua família.

A violeteira é conhecida por seus nomes populares. São eles:  durância, duranta e fruta-de-jacu. A maioria deles já consegue identificar algumas das principais características da planta, que ajuda os botânicos e jardineiros a escolherem as suas mudinhas.

A espécie pertence a família Verbenaceae e está inserida em diversas categorias diferentes, que também ajudam a identificar as suas principais características, tais como: arbustos, arbustos tropicais e cercas vivas.

violeteira

Climas de cultivo
Para iniciar o cultivo da espécie, além de prestar a atenção ao solo, é preciso verificar os melhores climas de cultivo para a espécie. A planta, originária de diversos países, consegue se desenvolver muito bem em países de climas: equatorial, subtropical e tropical, sendo bastante plantada em regiões quentes.

A violeteira foi encontrada em vários países da América Central e em países mais ao sul, como o Brasil por exemplo.

Origem da violeteira
A planta é originária de alguns países da América do Sul, mas foi encontrada no México, onde é cultivada até hoje para enfeitar locais públicos. No Brasil, a planta também é utilizada para a decoração de exteriores.

Com o clima, solo e tempos adequados, além de conseguir seguir as regrinhas de plantio da planta, ela pode atingir diversos tamanhos, sendo considerada uma planta de grande ou médio porte.

A violeteira é um arbusto muito florífero e atinge mais ou menos de 3.0 a 3.6 m, 3.6 a 4.7 m ou pode chegar a alturas máximas de 4.7 a 6.0 m. Além de todos os seus recursos de cultivo, a espécie precisa de uma luminosidade específica para conseguir atingir esses tamanhos, além de ter que respeitar o seu ciclo de vida perene.

Junto à meia sombra e raramente sob sol pleno, a planta consegue se desenvolver facilmente, pelo menos atingindo o seu tamanho mínimo de forma rápida.

duranta repens

Descrição da espécie
A violeteira está dentro do grupo dos maiores arbustos de clima tropical do mundo. Além disso, ele é adorado por suas flores que brotam em grande volume e quantidade. Como o próprio nome já diz, as flores que brotam se assemelham muito às violetas comuns, possuindo até as cores mais normais dessas espécies.

As folhas costumam ter suas bordas serrilhadas e crescem em meio a um verde vivo e muito chamativo. A folhagem geralmente é grande e contrasta bastante com a floração da espécie. Elas também crescem de forma muito volumosa e quando são podadas, adquirem uma forma muito mais estética, para fins de ornamentação.

Os seus ramos costumam ser muito ramificados, o que contribui para as suas formas de propagação e o seu volume ou porte arbóreo. Não é muito exigente quanto as formas de cultivo e possui baixa manutenção.

Além disso, consegue atingir portes grandes com muita facilidade e com a ajuda de algumas podas semanais. Tais ramos também são fortes contribuintes para que a violeteira seja usada facilmente como cerca viva, limitando pequenos ou grandes locais com o seu belo porte.

Florescimento
As inflorescências são o que tornam a espécie tão chamativa. Por causa das belas flores que brotam, a espécie tem caráter ornamental muito forte. Em geral, as inflorescências são pendentes e aparecem em grande quantidade.

As numerosas flores podem possuir diversas colorações e nos seguintes tons: roxa, azul ou branca. A espécie é uma planta excelente para a chamada topiaria, principalmente para os jardineiros que estão apenas começando neste ramo. Mesmo assim, apresenta um rápido crescimento.

Após o aparecimento da sua floração, que costuma ser bastante intensa na primavera e no verão, se estendendo ao longo de todo este período, mantendo as flores pendentes, acaba por produzir pequenos frutos em formato de esferas, pequenas e amarelas, muito apreciados por pássaros.

duranta repens

Cultivo
A violeteira precisa de algumas regras para se desenvolver e atingir o seu porte arbóreo tão esperado, apesar de ser um mero arbusto. Mesmo assim, as técnicas são simples, básicas e não requerem grandes exigências.

Para começar a plantar a violeteira, siga as instruções abaixo:
* Pra começar, analise bem o solo, o clima e o local de cultivo. Deve ser cultivado sob o solo fértil. É preciso manter as regas de forma regular, praticamente diárias onde devem ser colocada muita matéria orgânica.

* Tome cuidado com locais ou períodos de seca, a espécie não costuma tolerar grandes períodos sem rega. Pode ser plantada sob sombra parcial, onde pode atingir facilmente o seu porte arbustivo.

* Após o plantio da muda e o crescimento dos seus primeiros ramos, é preciso realizar algumas podas para deixar a espécie muito mais compacta. Dessa forma, ela fica bem mais bonita, adquirindo o seu aspecto ornamental.

* Um dos cuidados mais importantes que se devem ter quando for plantar a violeteira, é a utilização de luvas, já que entre os ramos da planta, existem alguns espinhos que podem machucar bastante.

* Depois de plantar, podar e deixar o substrato bem fixo ao solo enriquecido, é preciso ficar atento as formas de propagação da espécie.

Dessa maneira, você pode ter várias plantas-filhas em seu jardim e a forma de multiplicação é bem simples:
- Para começar,  podem ser propagadas por estaquia  ou sementes. O inverno é o seu principal mês de propagação. Evite fazer a tarefa no período de crescimento das suas flores.

banconolago

Planta Jade

Impossível não se apaixonar por elas! Fofinhas e com maravilhosas formas e cores, elas são as queridinhas do mundo das plantas.

Origem
Provenientes de regiões de bastante calor, as suculentas são espécimes ideais para ambientes de sol forte e pouca água, pois absorvem e armazenam quase toda a água que conseguem extrair do meio.
Encontram-se vários exemplares na África, Madagascar, desertos e regiões semi-áridas, como o cerrado brasileiro.

Facilmente adaptáveis, são encontradas hoje em dia em barracas de hortos em grandes cidades.Originárias em sua maioria de ambientes desérticos, onde predomina o clima árido e as altas temperaturas, elas desenvolveram características especiais para que pudessem se adaptar.

Algumas têm uma espécie de “pêlo” nas folhas, outras uma camada de cera, ambas as coberturas previnem a perda de água armazenada nas seguintes estruturas: folhas, caules, ou ainda nos troncos e raízes.

A capacidade de armazenar água e a grande resistência faz com que elas exijam pouquíssima manutenção. Geralmente basta um substrato bem drenado, no mínimo 4 horas diárias de sol e um bom regime de regas.

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Alguns cuidados ao manter plantas suculentas em vasos:
1 – Certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. Raízes precisam de espaço para desenvolver-se;
2 – Várias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Para tê-las em casa por um bom tempo, basta seguir estas dicas:
* Sua suculenta pode ser plantada tanto no vaso plástico como no de cerâmica, mas tenha sempre em mente que o plástico vai exigir um número menor de regas, pois ele não absorve a água como o de cerâmica, e consequentemente, permanece mais tempo molhado.
* Aumente o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.
* Use um substrato bem drenado. Existem muitas recomendações de substrato, você pode encontrar uma que dê melhores resultados. Para isso teste em casa com suas mudinhas.

suculenta

Sugestão  de substrato
1 parte de terra vegetal; 2 partes de areia grossa; 1 parte de terra vermelha; 1 parte de húmus de minhoca; 1 parte de areia grossa e 1 parte de carvão vegetal moído
As regas devem ser cuidadosas, uma vez por semana no verão, de maneira abundante, e uma vez a cada quinze dias no inverno.

Não use pulverizadores para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água, caso as folhas da base começarem a apodrecer, diminua.

Não adube excessivamente seus vasos. O excesso de nitrogênio faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas.

A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças. Use 1 colher de café de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use também farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração.

Deixe seus vasinhos ao sol, a maioria das suculentas gosta dele. As plantas que não tomam a quantidade necessária de luz ficam estioladas, tem sua aparência descaracterizada, a cor fica pálida e elas começam a apodrecer na base.

Sempre observe o desenvolvimento e pesquise sobre as necessidades da sua planta, só assim ela vai ficará sadia e poderá oferecer toda sua beleza.

As suculentas são fáceis de cuidar, requerem pouquíssima água e muitas espécies possibilitam mudas obtidas através do destaque de folhas sadias e estas deixadas sobre o solo de um vasinho.

Echeveria agavoides

Cuidados
Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados.
Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra.

Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também se adaptam bem a ambientes internos.
Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.

Cultivo
Dentro de Casa

Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados.
As Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul).
Os Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra.
As plantas pendentes, como a Ceropegias e Hoyas também se adaptam bem a ambientes internos.
As Echeverias e Rosularias também preferem janelas como menos 4 horas de sol.

Fora de casa
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC.
Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados. Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.

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Luminosidade
As suculentas procuram as fontes de maior luminosidade e tendem a inclinar-se. Deve-se girar de tempos em tempos o vaso ou bandeja onde elas se encontram.

Solo
50% areia, 50% barro ou terra vegetal. O solo deve permitir uma drenagem suficiente para não reter a água e consequentemente afogar as raízes capilares.

Água
Uma coisa é certa: se você quer que suas suculentas mantenham o tamanho diminuto, evite ficar regando suas plantas. Elas acabam ficando inchadas. Molhe apenas 1 ou 2 vezes ao mês, sempre deixando vazar pelo fundo do vasinho.

Temperatura
Algumas espécies suportam variações entre 5° C a 80° C, entretanto a maioria delas detesta geadas e temperaturas abaixo de 5° C.

Vasos
Certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. V árias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Replantio
Só o faça caso deseje um jardim em bandeja, colocando algumas espécies de tamanhos, necessidades e cores que combinem. Cubra com pedrinhas brancas a terra e pronto.

Crassula ovata
Ventilação e umidade
Uma boa ventilação é importante apenas para espécies que possam ser cultivadas ao ar livre.

Adubação
As suculentas podem ser adubadas de três em três meses, suspendendo durante o inverno.

Reprodução
Estaquia de folhas
Muitas suculentas podem ser multiplicadas por estaquia de folhas, como Crassulas e Echeverias. Se a folha destacar com facilidade do caule, é provável que este método de propagação terá bons resultados. Esta é a maneira mais rápida e fácil de obter filhotes de rosetas.
* Escolha folhas maduras e saudáveis. Destaque-as com cuidado na junção com o caule e deixe-as em repouso por um ou dois dias.
* Você pode aguardar até que apareçam raízes e pequenas folhas no local de junção da folha com o caule para então plantá-la. Aguarde que as raízes estejam firmes e as novas folhas bem desenvolvidas antes de remover a folha-mãe.
* Outra maneira de induzir o aparecimento da muda é colocar as folhas (com o local de junção para baixo) em um vaso com terra e umedecer o solo ocasionalmente.

Sedum morganianum - 1

Estaquias de galhos
Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos.
* Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo.
* Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.
* Você pode estimular o aparecimento de raízes aplicando hormônio de enraizamento no local do corte e então plantar o galho, ou aguardar o surgimento natural de raízes em alguns dias.

Filhotes
Algumas suculentas, como a “rosa-de-pedra” produz “filhotes” logo abaixo de suas folhas, junto à planta, de maneira que basta retirar estas pequenas mudas e plantá-las em local definitivo.

Um mini jardim é a reprodução de uma paisagem em miniatura.
Usando-se cactos e suculentas cria-se a miniatura de uma paisagem de deserto.
Um dos segredos de um arranjo bem executado é o equilíbrio visual.
Tudo começa com a vontade de criar um mini jardim.

No carinho ao manusear plantas delicadas como suculentas. No cuidado na escolha das mudas, da peça a ser usada como vaso e dos acabamentos. O toque final é sua sensibilidade, que irá combinar tudo isso.

suculentas

Equipamentos e materiais
Vaso raso de terracota, cerâmica ou qualquer material de tamanho adequado para a montagem de um mini jardim:
* Suculentas, cactos, liliáceas, crassuláceas ou euforbiáceas;
*Manta Bidim ou tela plástica;
* Substratos, areia, argila expandida, brita nº 0 ou tijolitos;
* Colheres de jardinagem (pequena e média);
* Pedras ornamentais;Forração do seu agrado (pedriscos coloridos, seixos, pedras roladas, cascalhos)Borrifador;
* Trincha ou pincel;Luvas e avental;
* Plástico ou jornal para forrar a mesa ou bancada de trabalho.

Montagem
1. Forre o fundo do vaso com a manta Bidim para impedir que o substrato escorra durante as regas. Em seguida, coloque aproximadamente 3 cm de tijolito ou brita e uma camada fina de areia para drenagem. Se necessário reduza o furo do vaso com cacos ou pedras;
2. Coloque um pouco de substrato, lembrando que iremos usar um pouco do torrão das plantas;
3. Com as plantas ainda nos vasos faça um projeto organizando as plantas e as pedras decorativas, de forma que uma não atrapalhe a visão da outra. O ideal é que a disposição das plantas permita a visão de qualquer ângulo do vaso, formando novas paisagens. Utilize sua sensibilidade e não se esqueça dos conceitos de harmonia, equilíbrio e proporção;
4. Faça uma limpeza das mudas (eliminação de folhas mortas ou danificadas e excesso de raízes);
5. Depois de plantar os componentes do arranjo, salpique o substrato delicadamente ao redor das raízes, utilize a colher pequena para firmar as raízes e o substrato em volta das mudas;
6. Coloque uma camada de areia e logo em seguida use a forração que mais lhe agradar, se quiser utilize outros elementos decorativos como pedras, enfeites e miniaturas;
7. Limpe as plantas com a trincha ou pincel, regue levemente utilizando o borrifador e faça a limpeza do vaso;
8. Deixar em lugar protegido e à meia sombra por 1 dia.
A maioria das casas especializadas em artigos de jardinagem vende todos os materiais, inclusive pedras, seixos e cascalhos, para montar e decorar mini jardins.

suculentas

Cuidados
1. Suculentas são plantas que devido ao acúmulo de água em seus tecidos (caules e folhas) têm a aparência de “gordinhas”. Como os cactos são, geralmente, originárias de regiões com irrigação escassa e adaptadas a esta condição;
2. Deixe o mini jardim em local que receba de 3 a 4 horas diárias de sol. Você pode deixá-lo dentro de casa por um certo período e levá-lo novamente para um local onde receba mais luz;
3. Deve ser regado uma vez por semana no inverno e de 4 em 4 dias no verão; não utilize pratos ou recipientes que armazenem água; a umidade em excesso pode causar apodrecimento das plantas ou doenças que são difíceis de curar;
4. O uso de um bom substrato no plantio reduz a necessidade de adubação. Se achar necessário faça a adubação foliar de acordo com as instruções do fabricante do produto e sempre pela manhã;
5. A troca de vaso ou substrato deve ser feita preferencialmente no início de setembro. Normalmente é realizada uma vez por ano, ou quando você julgar necessário, para trocar o vaso, por excesso de mudas ou desgaste do substrato utilizado;
6. Para conhecer mais sobre cactos e suculentas leia e pesquise sobre o assunto.

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