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Cattleya Aurantiaca

As plantas ajudam a decorar qualquer canto da casa com um estilo muito natural, romântico e elegante, transmitindo, ao mesmo tempo, paz e bem-estar. Você se anima a decorar sua casa com plantas? Nós apostamos na natureza, e por isso abaixo segue algumas explicações de como cuidar das orquídeas no verão.

Vamos aos passos:
A primeira coisa que deve saber sobre o cuidado das orquídeas é que a qualidade da água é muito importante. Recomenda-se usar água pobre em minerais, já que a água da torneira pode prejudicar esta planta.

Tenha cuidado também com a quantidade de água usada para regar as orquídeas. Na realidade, este tipo de planta não precisa de muita. O ideal é manter a terra levemente úmida, mas sem exagerar na quantidade de água usada.

Durante os meses do verão, será suficiente regar as orquídeas uma vez a cada três ou quatro dias. Neste sentido, um detalhe importante para cuidar das orquídeas é borrifar a planta com água. Experimente!

Outro aspecto que deve considerar para cuidar das orquídeas no verão é o sol. Não deixe nunca suas orquídeas expostas diretamente à luz solar, já que pode ser muito prejudicial para esta planta tão delicada e bela. As orquídeas são plantas de interior que precisam de luz natural e claridade para crescerem saudáveis e fortes, mas não de uma exposição muito direta.

Bulbophyllum eberhardtii

A temperatura é outro detalhe que deve considerar para cuidar das suas orquídeas durante o verão. Não se esqueça que este tipo de planta não resiste a temperaturas superiores a 30 graus.

Mesmo que não precisem ser regadas com muita frequência, as orquídeas precisam de um clima com aproximadamente 40% de umidade. Por isso, lembre-se deste detalhe ao cuidar das orquídeas no verão.

Apesar de serem plantas de interior, as orquídeas também agradecem um pouco de brisa fresca, principalmente no verão. Por isso, ventile sua casa mas evite o vento forte, que é o pior inimigo no cuidado das orquídeas.

Além de controlar todas as condições climáticas próprias do verão, você também pode ajudar suas orquídeas para que cresçam saudáveis e bonitas.

Como fazer isso? Para um cuidado correto das orquídeas no verão, é recomendado usar algum fertilizante específico para orquídeas, que ajude a melhorar a saúde da sua planta. Pergunte em qualquer comércio especializado.

entardecer

Zamiokulkas-23

As zamioculcas são plantas ideais para decorar um ambiente fechado ou pequeno, pois além de serem bastante resistentes à ausência de luz, as zamioculcas exigem poucos cuidados.

Envasada é que se percebe o verdadeiro potencial de paisagismo da zamioculca. Elas combinam com todos os espaços – desde que estejam longe da exposição direta ao sol -, como por exemplo halls de entrada, escritórios, quartos, salas de estar, cozinhas, lojas e shoppings. Em qualquer ambiente que não entre luz direta mas que precise de um toque de vida, pode-se colocar a zamioculca.

Os cuidados com a zamioculca
A zamioculca é uma planta muito simples: com poucos cuidados, a sua planta estará sempre bonita. É ideal não só para locais que seriam inóspitos para outras plantas, mas também ideal para quem não tem muito tempo para dedicar-se ao cuidado, bem como jardineiros de primeira viagem, sem muita experiência.

É uma planta que precisa de pouca assistência, sendo ideal para lugares que não estão sujeitos à exposição direta ao sol, além de aguentar exposição ao ar condicionado. Além disso, ela é bastante resistente e precisa ser regada poucas vezes.

Para o plantio, use solo drenável e rico em matéria orgânica e irrigue sem encharcar. A mistura de solo indicada para adubar a zamioculca é 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal adubada e 1 parte de areia.

Não são exigidas podas constantes, apenas retire folhas amareladas, doentes ou mortas quando for necessário, para manter a beleza da sua zamioculca. As regas devem ser feitas um ou duas vezes por semana e reenvase a planta a cada dois ou três anos para garantir que ela cresça sempre saudável e bonita.

zamioculca-1

Apesar de resistente, deve-se tomar cuidado com o excesso de água na sua planta. Nas regas, use pouca água e observe a qual frequência e quantidade de água sua zamioculca responde melhor. Lembre-se de não regar a planta mais do que duas vezes na semana.

No inverno, diminua a quantidade de água da sua zamioculca e mantenha-a numa temperatura de 16 a 18ºC. Durante o verão, não a exponha ao sol diretamente e mantenha-a numa temperatura de 19 q 25ºC. A exposição direta ao sol pode queimar as folhas da zamioculca.

Atente-se também para o uso de fertilizante. A zamioculca possui um crescimento mais lento, no entanto, se sua planta não cresce há algum tempo, talvez seja a hora de lançar mão de fertilizantes.

O mais recomendado é o uso do fertilizante NPK 10-10-10. Tenha cuidado para não pecar pelo excesso. Se você colocar fertilizante demais no solo da planta, as raízes morrem e as folhas ficam amareladas. Não se esqueça de esclarecer possíveis dúvidas do fertilizante no ato da compra.

Com um crescimento saudável, a zamioculca pode atingir até 1,5 m de altura.

Reprodução da Zamioculca em vasos
O cultivo da zamioculca envasada deve ser feita num solo drenável, rico em matéria orgânica e principalmente prudência e atenção extra na hora da rega. O principal ponto em que se deve prestar atenção é no crescimento da planta – às vezes, o vaso em que ela inicialmente está pode não comportar seu crescimento, sendo necessário trocar de vaso.

essência floral

Como mudar a zamioculca de vaso?
O processo para mudar a zamioculca de vaso é bastante simples. Dias antes de fazê-lo, regue a planta, pois a umidade vai ajudar bastante. Segure a planta pelo caule e puxe delicadamente. Caso tenha dificuldade, bata nos cantos do vaso, a fim de soltar a terra. Em último caso, talvez seja necessário quebrar o vaso. Se algumas raízes se quebrarem, não se preocupe – isso não irá prejudicar o crescimento da planta.

Acrescente um pouco de terra no vaso novo, coloque a planta e adicione mais terra, para preencher todo o espaço ao redor da planta. Dê batidinhas de leve pelo vaso para ajudar as raízes da planta a se fixarem melhor, ajudando também no crescimento das raízes.

zamioculca-em-vaso-de-vidro

Como plantar zamioculca em vasos de vidro?
Para sua própria segurança, enquanto a planta ainda estiver crescendo, não utilize vasos de vidro. Caso ela cresça demais e o vidro não a comporte, a força da zamioculca pode acabar quebrando o vidro, aumentando a possibilidade de ocorrer um acidente.

Como plantar mudas de zamioculca?
Para fazer uma muda de zamioculca, retire um galho jovem da planta original e coloque-o na água. Troque a água com frequência para que não seja um criadouro de mosquitos da dengue, e deixe o recipiente com a água e o galho em um lugar com entrada de luz indireta.

Em cerca de um mês a raiz estará em um tamanho ideal para ser plantada novamente. A técnica de fazer mudas ajuda a desafogar a planta original, replantando-a em outro lugar.

Se você está pensando em colocar uma planta para decorar um ambiente fechado ou pequeno e não tem muita ideia qual planta aguentaria essas condições, zamioculca é ideal. Além de ser bastante resistente à ausência de luz, essa planta também é perfeita para quem não tem muito tempo para cuidar ou quem está dando seus primeiros passos na jardinagem, pois ela exige poucos cuidados, além de ter o crescimento lento.

Zamioculca com folhas amarelas?
Se as folhas da sua zamioculca estão ficando amareladas, é sinal de que alguma coisa está errada. O erro mais comum é o excesso de umidade – é provável que você esteja regando sua planta com água demais ou com muita frequência. Retire a parte amarelada da planta, replante-a em outra terra e veja se há melhora.

Outras causas possíveis para o amarelamento da zamioculca podem ser:
* Mudança brusca de temperatura;
* Pragas;
* Causas naturais: neste caso, as folhas mais antigas ficam amareladas e caem, para dar lugar às novas folhas. É normal e indica que a planta está saudável.

Importante
* Antes de regar novamente, observe se a planta já absorveu toda a água da rega anterior.
* Caso observe o vaso da zamioculca se deformando, mude-a o mais rápido possível para um vaso maior, que comporte seu crescimento.

gaivotas

cartamo

Em algumas regiões o cártamo é conhecido como açafroa, açafrão-bastardo, açafrão-dos-pobres ou sultana. A planta pertence à família das Compostas, a mesma do girassol e da margarida. A palavra “carthamus” vem do árabe “kurthum” que, por sua vez, vem do hebraico “kartami” que significa “tingir”. Isso nos dá uma boa indicação da antiga utilidade da planta.

Em termos de fornecimento de material para tingimento, o cártamo era tão importante quanto o índigo e só foi substituído lentamente com a descoberta e aplicação dos corantes químicos.

Os povos antigos extraíam de suas flores uma espécie de extrato vermelho e amarelo – ambos eram usados para tingir tecidos e também como corantes para uso culinário.
Já os nomes populares açafrão-bastardo e açafrão-dos-pobres têm origem menos nobre: é que suas flores já foram muito usadas como açafrão falsificado.

Como as flores produzem dois pigmentos – um amarelo e outro vermelho – sua aplicação como corante sempre foi muito bem explorada. O pigmento vermelho, por exemplo, misturado com um talco bem fino, era usado como rouge para embelezar a face das mulheres.

Das flores é que são as extraídas as substâncias usadas em tinturaria – especialmente a cartamina – que até hoje é utilizada em pinturas. Já as sementes são muito ricas no famoso óleo de cártamo.

Cártamo-3

As sementes apresentam elevada quantidade de óleos (35 a 40%) utilizados tanto para consumo humano, como para uso industrial.

O óleo de cártamo possui altos teores de ácidos linoléico (70%) e oléico (20%).

O óleo extraído das sementes do cártamo é ainda usado popularmente para dar alívio a paciente portadores de uma inflamação crônica do intestino conhecida como “doença de Crohn”.

Além das flores e das sementes, as folhas também eram usadas na medicina popular e sua infusão indicada como sudorífica e antitérmica.

Há registros de seu cultivo na Ásia, antes da Era Cristã. Atualmente, o cultivo do cártamo é mais difundido na China, Egito, Estados Unidos, Índia e no México.

A planta é anual e pode medir 1 m de altura, possui caule ereto e ramificado, folhas serrilhadas e espinhosas. Já os capítulos florais são volumosos, isolados, de coloração amarelo-alanjada, que surgem de numerosas brácteas. O sistema radicular é bastante desenvolvido e de característica pivotante.

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Uso medicinal
O cártamo é uma planta rústica e resistente à seca, às altas temperaturas e aos ventos fortes. Sua capacidade de adaptação a diferentes condições de solo e clima também merece destaque.

Sua multiplica-se a partir de sementes e seu cultivo em larga escala é feito em sulcos, no espaçamento de 70 a 90 cm. O cultivo do cártamo tem se destacado atualmente não apenas com a finalidade de produção de óleo para consumo humano, mas também como alternativa para a indústria (especialmente na fabricação de tintas, esmaltes e sabões) e na produção de biodiesel.

Recentemente, o óleo de cártamo ganhou ainda mais destaque, desta vez contribuindo também para estética humana, além da saúde. Cápsulas à base de óleo de cártamo, estão sendo estudadas por suas propriedades na redução do apetite, queima gordura, enrijecimento dos músculos e ainda no combate ao mau colesterol

O óleo, segundo os estudos, ajuda o organismo a queimar a gordura acumulada, além de liberar uma substância que ajuda a reduzir o apetite, enviando ao cérebro comandos de saciedade. Além disso, o óleo de cártamo teria a capacidade de auxiliar na definição da musculatura.

O grande trunfo da planta neste aspecto é que suas sementes são ricas em ácidos oléico e linoléico. O ácido oléico é um ácido graxo que recebe o nome de ômega 9 e é encontrado em boas quantidades no azeite de oliva. Seu consumo traz grandes benefícios para a saúde, pois ele ajuda a equilibrar os níveis de colesterol e desempenha um papel importante ao regular os processos metabólicos do organismo.

Estudo realizado na Universidade da Califórnia (EUA) comprovou que o ácido oléico estimula a produção do lipídio oleiletanolamida, substância que reduz o apetite, aumenta a perda de peso e diminui a produção de LDL, o chamado “mau colesterol”.

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Já seu companheiro, o ácido linoléico é o chamado ômega 6, também utilizado como auxiliar na queima de gordura e tonificação dos músculos. O ácido linoléico é encontrado naturalmente nas carnes vermelhas, nos laticínios e em óleos como o do cártamo.

As cápsulas à base de óleo de cártamo, ricas em ácido linoléico são indicadas para quem vive em “guerra” com a balança ou busca uma opção para tonificar a musculatura. Ao inibir o aumento do tecido adiposo, o óleo de cártamo faz com que o organismo acumule menos gordura e, consequentemente obriga o corpo a queimar suas reservas.

O uso do óleo de cártamo, segundo os estudos, pode mesmo ajudar na aceleração do emagrecimento e na tonificação muscular, desde que – é claro – seja acompanhado de uma dieta equilibrada e da prática de exercícios físicos.

Rega
Devido a um sistema de raiz forte, para que período seco atinge o seu tamanho máximo, a planta é menos exigente. As raízes penetram no solo a uma profundidade de 2 m. As folhas carnudas retêm bem a umidade. A planta consome muita água e tolera períodos secos. Durante o desenvolvimento de brotos é necessária uma grande quantidade de umidade do solo para altos rendimentos.

Solo
O cártamo não é exigente quanto a qualidade do solo. A planta pode crescer em solos marginais, e até mesmo em solução salina. Antes de ser plantado o solo deve ser profundamente arado. Perfeito para o plantio em solos argilosos e arenosos. O alto nível de águas subterrâneas também é o preferido fator para o crescimento de cártamo. Mas, mesmo em regiões áridas e condições desfavoráveis, esta planta mostra um alto rendimento, em contraste com outras culturas de oleaginosas.

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Cuidados de culturas
A planta requer muito pouca manutenção. Em primeiro lugar, é romper a crosta do solo. Em segundo lugar, o desbaste de mudas após o seu aparecimento. Como acontece com qualquer planta, o cártamo não gosta de solo com ervas daninhas. Por isso, requer capina regular.

Curiosidade
Na Índia, onde é conhecido como “kusumba”, o cártamo é muito usado na medicina popular: de suas flores secas é preparado um chá para tratar a icterícia; além disso, o óleo de gergelim aquecido com pedaços da planta é usado para tratar dores reumáticas e artrite.

folhas caindo outono

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A flor feijão-borboleta tem sido procurada por muitas pessoas por ser comestível.  Ela é conhecida aqui no Brasil como Cunhã, mas é proveniente da Ásia e lá, eles a usam para pintar várias coisas, visto que a flor possui um azul bem forte e seu pigmento serve para corar.

Ela é uma planta leguminosa, ou seja, faz parte da mesma família que a vagem, a ervilha e o feijão, dai vem seu nome de feijão-borboleta por apresentar feijõezinhos de aspecto em borboleta; outros nomes que a dão: Palheteira, Ismênia e ervilha-borboleta.

O feijão-borboleta é também caracterizado como uma trepadeira, cresce se adaptando e utilizando um substrato próximo como apoio para se u desenvolvimento. Suas sementes vingam rápido e a planta também pode ser cultivada em vasos pois se adapta muito bem.

Clitoria ternatea L.

Como já dito, o feijão-borboleta vem da família das leguminosas, então, utilizam-na muito para fixar o nitrogênio na terra, ou seja, para locais onde há a depleção de nutrientes e é necessário dar a terra sua riqueza para nutrir outros vegetais, as leguminosas fazem esse papel devolvendo o nitrogênio à terra e isso o feijão-borboleta faz.

O planta pode chegar até 4m de comprimento e por isso suas folhas e vagens são muito utilizadas. Diz-se que o feijão-borboleta tem várias propriedades. Utilizam suas vagens para comer, suas flores para embelezar e também na culinária. Como suas flores são muito azuis, são utilizadas como corantes naturais de chás, comidas, temperos e líquidos em geral.

Acredita-se que possui propriedades terapêuticas também, apesar de corar a água de azul, seu sabor é neutro e acredita-se que seja um protetor do fígado, ansiolítico, propriedades antidiabéticas e para curar doenças de pele e várias outras coisas.

Aqui vão mais algumas informações resumidas sobre a planta: Ela é bastante rústica e trepadeira perene, se adapta a vários ambientes, sendo de fácil manuseio e plantio. Se você deseja uma planta bonita e gosta do azul, esta é a planta para você e ainda pode comer suas flores.

Clitoria ternatea L. branca

Para fertilizá-la não é necessário esforço, ela não é exigente quanto a isso, mas é claro que um composto orgânico pode a ajudar a se desenvolver e deixar as floradas mais vivas e fortes.

Quanto a seu chá, pode-se associar outras coisas, como erva-doce, anis-estrelado ou até manjericão-anis. Também há relatos de pessoas que colocam gotas de limão no chá, dando um gosto muito bom, apesar de o ácido do limão alterar as propriedades químicas da água e a coloração mudar, pois a substancia presente, antocianina é reagente ao pH ácido e reage, deixando o ambiente rosado.

Para fazer o chá basta ferver a água, desligar o fogo e colocar as flores feijão-borboleta, tampar e esperar de 10 à 15 minutos. Dá para servir quente ou gelado.

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Outra propriedade para o uso medicinal também são suas raízes, diz-se que possuem propriedades emenagogas, ou seja, promovem o ato da menstruação. No Brasil há 8 espécies endêmicas de Clitoria.

Temos a C. cearensis huber que é endêmica da Caatinga; C. irwinii Fantz, endêmica do cerrado; C. mucronulata Benth, endêmica da Amazônia; C. selloi Benth, endêmica da Mata Atlântica; C. snethlageae Ducke, também endêmica da Amazônia; C. stipularis Benth, endêmica da Amazônica e Caatinga e por ultimo C. tunuhiensis Fantz, endêmica da Amazônica e Caatinga

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