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A margarida-de-árvore é um arbusto florífero também classificado como planta ornamental.  É originária do México e difundida em países de clima tropical, embora seja ainda pouco cultivada.

Pertence à família Asteraceae, além de ser conhecida por diferentes nomes populares, tais como: Margarida-de-maio e Malmequer-arbóreo. Desenvolve-se muito bem em climas equatoriais, mediterrâneos e tropicais.

Sua estatura é relativamente pequena, fica entre 1.8 a 4.7 m de altura. Seu ciclo de vida é perene, e aprecia luminosidade entremeia sombra e sol pleno.

Seu caule é ramificado, inicialmente herbáceo e após 2 anos passa a se lignificar, tomando estrutura para alcançar até 10 m de altura. Mesmo assim, ela não costuma ultrapassar os 3 m de altura.

Suas folhas são opostas, grandes, pubescentes, de cor verde / acinzentado, de margens serrilhadas, e longos pecíolos usualmente alados.

A florescência da margarida da árvore acontece sempre no outono, quando desponta inflorescências do tipo panícula, as quais são muito ramificadas e compostas por numerosos capítulos.

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Cada capítulo, que tem o aspecto de uma flor, é uma inflorescência, com flores sésseis em um receptáculo cônico no centro, e flores lcom pétalas brancas. Na espécie típica, os capítulos são simples, mas ocorre ainda uma variedade de flores dobradas.

É um tipo de árvore que pode ser cultivada tanto isoladamente quanto em grupos em um jardim. Sua beleza é delicada, o que a torna ideal para jardins de campo.

Também é largamente indicada pelos paisagistas para ser usada em projetos de amplos espaços, uma vez que ela costuma crescer bastante, isto, tanto em altura quanto em diâmetro.

É uma planta que apresenta rápido crescimento. Outra qualidade da margarida da árvore é quanto à sua manutenção, que é bem baixa, se comparada a tantas outras de sua mesma família. Deve ser usada na composição de jardins durante o ano todo, já que seu florescimento é no outono, mesmo sendo muito rápida.

Diz-se que o perfume de suas flores lembra delícias de confeitaria, com aroma quente dos biscoitos recém – tirados do forno. Justamente por isso, a margarida da árvore também é bastante atrativa para abelhas de todos os tipos, que fazem muito barulho durante a polinização de suas flores.

A margarida-de-árvore pode ser usada em plantios isolados ou em grupos no jardim. Indicada para amplos espaços, ela costuma crescer bastante tanto em altura quanto em diâmetro. Apresenta rápido crescimento, aliado à baixa manutenção.

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É interessante na composição de jardins com interesse o ano inteiro, já que seu florescimento é no outono, apesar de ser efêmera. Diz-se que o perfume de suas flores lembra delícias de confeitaria, como biscoitos recém assados.

Também é bastante atrativa para abelhas de todos os tipos, que grande alvoroçado durante seu trabalho nas flores.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia sombra, num solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

É uma planta muito sensível a geadas, embora a maioria dos exemplares afetados, rebrote com vigor na primavera. O ideal é plantá-la em local ensolarado, mas resguardado de ventos fortes.

É interessante podar os ramos muito longos e pendentes, para estimular o crescimento ramificado. Sua multiplicação é feita por sementes e estacas na primavera e verão.

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O íris-amarelo é uma planta conhecida por ser umas das raras espécies de íris com flores amarelas. É uma planta herbácea, rizomatosa, entouceirada, É originária da África, Ásia e Europa e pertence à família Iridaceae.

Ele atinge em média 1,2 m de altura, e apresenta folhas longas e planas, como espadas, de coloração verde-acinzentada. Estas folhas partem do rizoma, de medula rosada, e deixam marcas semelhantes a escamas.

As inflorescências surgem na primavera e verão, e são compostas por cerca de 2 flores, sustentadas em longas hastes cilíndricas. As flores são típicas do gênero Iris, com três sépalas caídas e três pétalas eretas.

Cada pétala e sépala são de uma coloração amarelo-ouro, com veias amarronzadas ou violáceas. Ocorrem ainda variedades de flores cor creme-pálido, de folhas variegadas de amarelo, e de porte gigante, ultrapassando 2 metros de altura.

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No paisagismo, as íris podem ser utilizadas em maciços e bordaduras, como uma excelente opção perene e de baixa manutenção, com florescimento muito vistoso e nobre. As íris também podem ser plantadas em vasos e jardineiras.

Ele é adequado para locais permanentemente úmidos, como ambientes palustres na beira de lagos, rios e áreas baixas do terreno, onde além de embelezar, oferece abrigo à vida aquática e controla a erosão e o assoreamento.

Também pode ser plantado em solos drenáveis, mas neste caso é melhor que seja irrigado regularmente e que permaneça à meia-sombra.

Também pode ser plantado em solos drenáveis, mas neste caso é melhor que seja irrigado regularmente e que permaneça à meia-sombra.

Ainda assim, nestas condições ele crescerá e florescerá menos do que se estivesse próximo à água. Também pode ser plantado em vasos e jardineiras.

Por sua rusticidade, não exige cuidados especiais, a não ser umidade constante durante a fase inicial podendo ser plantado durante o ano todo, em terra comum, numa distância média de 15 cm entre plantas e 5 cm de profundidade.

Iris pseudacorus

Ao plantar, deve-se evitar enterrar demasiadamente os rizomas, pois ficam suscetíveis às doenças e produzem menor quantidade de flores.

Manter o solo limpo de ervas daninhas. Os rizomas vêm tratados com defensivos que os tornam resistentes à maioria das doenças de solo.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, num solo fértil, rico em matéria orgânica e mantido constantemente úmido.

O íris-amarelo é uma planta muito rústica, sendo capaz de tolerar solos ácidos, salinos e anóxicos, submersão completa e até mesmo curtos períodos de seca.

Em invernos rigorosos, ele pode perder as folhas, o que é normal, na primavera elas voltam a brotar com força. Prefere o clima temperado ao tropical. Sua multiplicação é feita por sementes e por divisão das touceiras e rizomas.

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Cuphea gracilis

A cuféia é uma planta herbácea perene de altura até 0,30 m muito ramificada, Sua forma é arredondada e é muito apreciada por florescer o ano todo e exigir pouca manutenção. Pertence família Lythraceae e originária da América do Sul – Brasil.

Sua folhagem é delicada, porém rija e composta de ramificações com folhas bem pequenas. As flores também são pequenas, porém numerosas, e podem ser de coloração roxa ou branca.

Devido às suas qualidades e pequeno porte a cuféia é excelente em vasos e jardineiras, assim como em canteiros adubados e bordaduras.

Pode ser cultivada em todo o país, menos em regiões de inverno muito frio, pois não é tolerante a temperaturas muito baixas nem aprecia podas.

O cultivo deve ser a pleno sol ou meia sombra, num solo bem drenado, fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares.

As flores são campanuladas de pétalas livres, bem pequenas em rosa, lilás e brancas.

Cuphea gracilis rosa

Como plantar a cuféia
O canteiro deve ser preparado com o revolvimento do solo e a adição de composto orgânico de folhas e esterco animal, bem decomposto. Se o solo original do canteiro for do tipo argiloso, pesado e com problemas de drenagem, adicionar também areia.
O espaçamento entre plantas e entre linhas deve ser de 0,20m de distância.

Para obter mudas desta planta, pode recolher as sementes e semear em caixotes ou bandejas próprias para sementeiras, com substrato feito de terra de canteiro e areia.
Mantendo o substrato levemente úmido e a bandeja na sombra. Só transplantar para sacos ou vasinhos unitários quando a muda tiver pelo menos 10 cm.

Também pode utilizar a técnica da estaquia, retirando ramos de plantas sadias e colocar em substrato com terra e areia.
Usar um saco plástico para manter a umidade para propiciar o desenvolvimento das raízes.

A melhor época é no final do inverno, para climas mais frios, nos demais em qualquer época do ano.

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Uso no paisagismo
A cuféia é muito ornamental e tem inúmeros usos no paisagismo. Podemos fazer grandes maciços sob palmeiras ou árvores de sombra mais rala, pois também se desenvolve bem com sombra na parte da tarde, desde que receba muito sol até o meio dia.

Pode servir para bordadura de grandes canteiros, fazendo o acabamento de grandes maciços de arbustos verdes ou coloridos.

Seu uso em jardineiras em conjunto com outras plantas também pode ser utilizado com sucesso.

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A trapoeraba é planta herbácea florífera originária da América Central, América do Norte e América do Sul, mas que possui grande capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. Pertence `família Commelinaceae.

A planta apresenta folhas lanceoladas ou lineares, verdes, macias e de margens arroxeadas, onduladas e com cílios brancos. As hastes são eretas a ascendentes, com cerca de 40 cm de altura e facilmente enraizam quando os nós tocam o solo.

Commelina

As flores são axilares e apresentam duas pétalas azuis, grandes e vistosas e uma terceira pequena, branca e discreta. A floração ocorre na primavera e no verão.

É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos. Adequada para a formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do tronco das árvores, como forração de meia-sombra.

Pode ser plantada em vasos e jardineiras também. Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica, mantido úmido.

Por ter grande capacidade de adaptação e multiplicação, por estaquia e por sementes, a trapoeraba pode se tornar uma planta invasiva.

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