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Eranthemum pulchellum_2

O camarão-azul, também chamado de “salva azul”, é um arbusto de origem indiana e possui flores de cor azul. É uma planta pertencente à família Achanthaceae.

Suas flores são pequenas, delicadas e aparecem em inflorescências terminais e eretas, no final do inverno e começo da primavera. Sua ramagem é muito ornamental, ramificada e densa e suas folhas são ovaladas, de coloração verde escura, com bordas finamente serrilhadas e com os sulcos bem marcados.

Essa planta, que cresce rapidamente, pode ser cultivada como planta isolada, em conjunto, em maciços, junto em muros e em vasos e jardineiras espaçosas. Deve ficar à sombra ou à meia-sombra, em solos férteis, leves e bem adubados, regados regularmente.

É importante lembrar que essa espécie possui intolerância à salinidade. São plantas que crescem rapidamente e são rústicas, bem como muito utilizadas como elementos decorativos e em canteiros e jardins. Hoje em dia essa planta é uma das eleitas dos decoradores e paisagistas.

Eranthemum pulchellum-arbusto

As espécies devem ser cultivadas à meia-sombra ou sombra, em solos férteis, leves e bem adubados, com regas regulares. Não tolerante à salinidade. Deve ser podada anualmente no final do inverno, para uma formação compacta e boa floração.

Essa é uma planta que gosta do calor, as estações que muitas pessoas também curtem, conhecidas como primavera e verão, florescendo nessa época. Tem um estilo ornamental, é ramificada e densa.

Suas folhas são ovais e de cor verde escura, possuem bordas serrilhadas e os sulcos bem marcados. Seu ciclo de vida é perene, isto é, tem vida longa.

Como cuidar da planta
Ela deve ser podada uma vez por ano no final do inverno para conseguir uma boa formação e floração. O camarão azul alcança cerca de 1 a 1,5 m de altura e para ser cultivado em vaso, exige podas mais periódicas, para que a planta se torne mais compacta e adequada ao local. Os climas em que ela prefere se desenvolver são o subtropical e o tropical.

Eranthemum pulchellum

Não se esqueça de regar com frequência o seu camarão azul. Entretanto, tome bastante cuidado para não encharcar, pois ele gosta muito de umidade e esse é um fator essencial para que o seu crescimento se dê de maneira sadia e a planta possa desenvolver da melhor forma possível.

Quando o ambiente é muito seco, normalmente não suporta a falta da água e acaba morrendo. O camarão-azul pertence ao grupo de plantas ornamentais chamado de “camarões de jardim”, que tem como espécies mais comuns o amarelo (Pachystachys lutea) e o vermelho (Justicia brandegeana). O camarão azul é o mais raro de encontrar.

Pachystachys luteaPachystachys lutea

Justicia brandegeanaJusticia brandegeana

O crescimento dos camarões azuis na terra é bem interessante de observar. Eles se multiplicam facilmente em estacas colocadas especialmente para o seu enraizamento, obtendo-se assim um belo visual.

O camarão-azul é um dos poucos arbustos que produz flores com a tonalidade azul-genciana em regiões tropicais. É também considerado um dos arbustos floríferos mais belos do mundo.

Cultive um camarão azul em sua casa e desfrute da beleza que as flores dispostas em numerosos cachos podem proporcionar.

Multiplicam-se por estacas postas a enraizar em ambientes protegidos.

lago

chiquita-bacana

A chiquita-bacana é uma planta bastante rústica, porém não muito difundida. Trata-se de um arbusto nativo do México e pertence à família Euforbiceae. Seu porte médio fica entre um e 1,5 m e é famoso pela grande quantidade de flores pequenas e axilares que produz.

Suas folhas são escuras, em formato de lança. Sua ramagem não é compacta. As flores despontam nas extremidades dos ramos e são pequenas, adornadas por brácteas que parecem pétalas verdadeiras, que podem ser vermelhas, laranjas, róseas ou amarelas, de acordo com a variedade.

Euphorbia fulgens branca

Essas flores são extremamente coloridas e produzidas sobre os ramos arqueados da planta em finais do outono e inicio do inverno. Essas flores podem ser brancas, amarelas, rosadas e vermelhas.

Vale lembrar que as plantas da família das euforbiáceas apresentam seiva leitosa e não é necessário irrigá-las em excesso, são tipicamente nativas de regiões mais secas e muita irrigação pode causar apodrecimentos.

O ideal é manter o solo levemente úmido sem encharcamentos. O plantio deve ser feito em substratos leves, de boa drenagem e a pleno sol.

rosa

Sua seiva é tóxica se ingerida. Destaca-se como planta isolada, em grupos ou em composição com outras plantas no jardim. A floração ocorre nos meses de outono e inverno.

Seu cultivo deve ser a pleno sol, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, regada a intervalos regulares. Não é tolerante ao frio ou geadas. É capaz de resistir à períodos de estiagem. Sua multiplicação é feita por estaquia.

passaro

Liquidambar-styraciflua

A liquidâmbar é uma árvore muito ornamental, nativa dos Estados Unidos e de regiões montanhosas do México e América Central e pertence à família Altingiceae. O nome liquidâmbar se refere à  seiva da planta, que é de cor âmbar (marrom-claro), resinosa e doce, e exsuda em abundância quando o tronco ou os ramos são feridos.

Apresenta uma copa cônica,  piramidal e grande porte, chegando a atingir entre 20 e 30 m de altura. Uma característica distintiva desta árvore é o aspecto peculiar de seus ramos e galhos.

A casca acumula-se sobre estes em placas nas pontas ao invés de lateralmente, formando estranhas formas. Suas folhas são brilhantes, longo pedunculadas, aromáticas, alternas, com margens denteadas. Elas são profundamente lobadas, formando 5 a 7 pontas, o que lhes confere o aspecto estrelado.

Durante a primavera e verão as folhas tem a cor verde-escura, mas no outono elas atingem diferentes tonalidades de verde claro, amarelo, laranja e vermelho, muitas vezes de forma simultânea. Na primavera surgem as inflorescências, esféricas,  amarelas e de pouca importância ornamental.

Liquidambar Slender SilhouetteLiquidambar Slender Silhouette

Liquidambar styraciflua GumballLiquidambar styraciflua gumball

Há muitas variedades de liquidambar, entre estas pode-se citar ‘Slender Silhouette’, de crescimento colunar e ‘Gumball’, de porte arbustivo – não ultrapassando 6 m de altura.

O liquidambar é uma árvore interessante para o paisagismo em grandes áreas, como parques, praças e avenidas nas regiões sul e sudeste do Brasil, com clima subtropical a temperado.

Ela confere um visual com “ares alpinos”, e por isso é cada vez mais utilizada em regiões serranas, com vocação turística, juntamente com carvalhos, álamos, e plátanos.

É interessante plantá-lo em linhas, formando alamedas ou em grupos, para dar um efeito impactante. Mesmo plantado isolado, o liquidambar torna-se o foco de atenção durante o outono, com sua grande variedade de cores.

As árvores despidas no inverno já acrescentam um efeito mais dramático, e permitem a passagem da luz solar. Os numerosos frutos produzidos podem ser bastante inconvenientes quando caem, pois além da sujeira, os espinhos machucam a quem andar descalço sobre o gramado.

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Em regiões tropicais pode se tornar perenifólia, fornecendo sombra farta, mas sem as variações de cores e queda das folhas características das estações frias.

O crescimento inicial é lento, mas logo que atinge cerca de três anos torna-se rápido. É muito longeva, vivendo por mais de 400 anos. Sua madeira é de boa qualidade, com densidade e textura média, cor escura e fácil de ser trabalhada.

Ela é largamente explorada em plantios comerciais. Serve para o fabrico de móveis, caixotes, dormentes, extração de celulose e laminação de chapas compensadas. A sua seiva concentrada é uma goma balsâmica e perfumada, utilizada na produção de perfumes, medicamentos e produtos de higiene.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, preferencialmente em solos areno-argilosos, neutros, úmidos porém drenáveis, para um pleno desenvolvimento radicular. No entanto, o liquidâmbar vegeta também em outros tipos de solo.

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A necessidade hídrica da planta é alta e é importante irrigar nos primeiros anos após o plantio. Depois de bem estabelecida é capaz de tolerar curtos períodos de estiagem.

Resiste ao frio intenso, neves e geadas. Sua multiplicação é feita por alporques e por sementes. Ao efetuar o transplante das mudas para o local definitivo, abrir covas amplas e fertilizá-las bem com esterco curtido e farinha de ossos.

Atenção:
Esta espécie possui características invasivas, tanto por sua intensa produção de sementes aladas com ampla dispersão, como pelo crescimento vegetativo a partir de suas raízes adventícias, tendendo a formar pequenos bosques com o mesmo genótipo. Seu uso deve ser criterioso.

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Bambusa textilis gracilis

O bambuzinho-de-jardim com sua cor e textura espetacular, só acrescenta vida aos nossos jardins. Sua folhagem fina e coloração amarelo-limão, vai muito bem em renques e muros, não podendo faltar no jardim japonês, para quebrar a austeridade. Multiplica-se pela divisão da touceira.

Ele pertence à família Poaceae e é originário da Ásia – China e Japão e pode alcançar uma altura que fica entre 3.6 a 4.7 m ou 4.7 a 6.0 m.

O bambuzinho-de-jardim é uma planta essencialmente ornamental e é bem popular no mundo todo. Em geral esse bambu de jardim é considerado do tipo bambu arbustivo. Ele conta com colmos finos e pode chegar a atingir até 4 metros de altura.

As suas folhas são verdes e com o passar do tempo vão ficando amareladas, isso traz um visual bem bonito e interessante para a planta.

Essa planta pode ser conhecida como bambuzinho e a sua folhagem é bem rica. Isso oferece mais vida ao jardim, a sua cor amarelada contrasta de forma interessante em qualquer ambiente.

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Em relação ao seu ciclo de vida o bambu é considerado uma planta perene e para fazer a sua multiplicação é indicado fazer a divisão de touceira ou rizoma. Trata-se de um tipo de técnica bastante utilizada na jardinagem em que são feitos cortes nos rizomas subterrâneos do bambu e isso é o que gera novas plantas.

O melhor período de ano para realizar esse procedimento é a primavera e o verão. Para fazer o plantio do bambu de jardim é importante contar com um solo (terra) bem fértil e que esteja enriquecido com compostos orgânicos para que a planta cresça saudável.

As podas devem ser feitas de forma regular, pois assim será mais fácil estimular o seu adensamento e o seu crescimento.

O bambu é bastante resistente e pode aguentar bem até o clima mais frio, porém, é também bastante suscetível a pragas. Sendo assim é importante ter um bom cuidado para evitar o aparecimento de pragas. As pragas mais comuns de aparecerem nesse tipo de planta são a e o caruncho do bambu.

Nesses casos é necessário fazer a remoção manual das pragas que estejam nos caules e nas plantas. Fique atento para fazer a remoção completa das pragas e também das suas larvas que podem ficar escondidas nos gomos furados.

Bambusa textilis gracilis_P

O processo de combate químico das pragas no bambu representa uma boa opção, porém, é importante que seja feita com o uso dos produtos corretos. A forma mais certa de fazer o cultivo do bambu de jardim é sob o sol pleno ou sob a luz difusa, em geral ele deve ficar isolado ou mesmo colocado em renques que fiquem próximos a paredes ou muros.

O bambuzinho-de-Jardim é uma planta que não costuma florescer em condições climáticas como as gerais do Brasil. O seu cultivo pode ser feito com uma luminosidade a sol pleno ou então na luz difusa.

É possível plantar esse bambu de jardim de forma isolada ou mesmo em renques acompanhado de cercas, muros, paredes e também em conjuntos maciços como em solo fértil e que seja rico em húmus. A irrigação ideal é a periódica.

Uma forma interessante de enaltecer o belo efeito de amarelamento das folhas é através da insolação da planta.

Pode ser facilmente multiplicada por meio da divisão de touceira, o mais indicado é fazer isso durante o período da primavera e do verão. O seu plantio deve ser feito em solo fértil e que seja irrigado de forma abundante.

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