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Farfugium japonicum Aureomaculata_P

A pata-de-cavalo, conhecida popularmente gorro-de-vasco e planta-de-leopardo-gigante é uma planta herbácea, rizomatosa, de folhagem e florescimento ornamentais e pertencente à família das Asteraceae, a mesma das margaridas.

É uma planta natural de regiões costeiras e ao longo de rios da Ásia, como no Japão, Coréia do Norte e Coréia do Sul . Forma moitas esparsas, espalhando-se através do rizoma superficial.

Apresenta folhas grandes, de margens lisas, crespas ou denteadas, com nervuras deprimidas e bem marcadas e bordos que podem ser planos ou curvados para baixo. As folhas tem um formato que lembra um coração ou rim, e são invariavelmente lindas, coriáceas e muito brilhantes, sustentadas por hastes longas e fortes.

Na espécie típica, apresenta cor verde-escura, no entanto há muitas variedades da planta, com folhas de tamanhos, formatos e padrões diferentes.

Farfugium-japonicum-GiganteumFarfugium japonicum Giganteum

Farfugium japonicum Aureomaculata_
Farfugium japonicum Aureomaculata

Farfugium-japonicum‘CrispatumFarfugium japonicum Crispatum

Farfugium japonicum Argenteum Farfugium japonicum Argenteum

Entre essas podemos citar a ‘Giganteum’ , com folhas gigantes, de bordos recurvados, a ‘Aureomaculata’, com folhas salpicadas de amarelo, a ‘Crispatum’, de folhas encrespadas e a ‘Argenteum’, manchada de branco como uma aquarela.

Floresce no outono e no inverno, despontando surpreendentes hastes longas acima da folhagem com inflorescências compostas, com numerosos capítulos amarelos.

No jardim, a pata-de-cavalo é uma planta única, com uma textura diferente e floração decorativa. Ela pode ser utilizada para acrescentar um efeito dramático em bordaduras, maciços ou canteiros, sob a sombra das árvores ou ao longo de muros.

Ela pode ser plantada em grupos, renques irregulares ou mesmo isolada, como destaque. As cultivares variegadas da planta são interessantes para adicionar luz e cor aos espaços escuros e sombreados do jardim.

Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando varandas, pátios e sacadas protegidas.

Seu cultivo deve ser sob luz difusa ou meia sombra, em solo bem drenável e muito rico em matéria orgânica, com irrigações regulares.

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Prefere temperaturas amenas, frescas, com boa umidade ambiental e pouca incidência de ventos. Em locais com verão quente, ou inverno com temperaturas abaixo de -6°C, é interessante levá-la para ambientes internos ou estufas.

Em regiões onde o frio é muito intenso, sujeitas a geadas,  a pata-de-cavalo perde suas folhas, mas rebrota com vigor na primavera.

Não tolera encharcamento ou estiagem muito grande. A planta também não gosta de fertilizantes químicos, perdendo o vigor e a beleza.

Utilize apenas o húmus de minhoca, terra vegetal, turfa ou outros adubos naturais. Se necessário, renove a folhagem da planta através de podas anuais.

Sua multiplicação é feita por sementes ou divisão da planta, preferencialmente na primavera.

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Crinum_powellii

O Crinum x powellii, é um híbrido de origem hortícola, perene e bulbosa pertencente à família Amaryllidaceae e sua origem é da África.

Como outras espécies do gênero, tem flores atraentes semelhantes às dos lírios e é cultivada em jardins por esse motivo.

É uma planta de belíssimo aspecto pela abundante floração que apresenta. Um só bulbo plantado formará vários outros facilmente nos anos seguintes, projetando-se para fora da terra com cada um dos bulbos apresentando várias hastes florais. As flores são cor-de-rosa claro, em forma de cone e em cachos.

Florescendo quase todo ano, o crino pode ter flores brancas e róseas. As flores são como as das açucenas e as folhas são largas e suculentas.

No paisagismo é perfeito para a formação de grandes maciços a pleno sol, principalmente em áreas extensas, como sítios e jardins amplos.

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Deve ser cultivado sob sol pleno em um solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Exige pouca manutenção, apenas uma fertilização anual, com adubos orgânicos, no período que antecede a floração. Tolera o frio e a umidade.

Como plantar
O plantio pode ser em qualquer época do ano, colocando-se o bulbo em terra de boa qualidade, de preferência sob luz solar direta cobrindo-o totalmente, exceto a ponta, que deverá ficar fora da terra.

As regas devem ser moderadas na fase de crescimento. O solo deve ser limpo de ervas daninhas.

A multiplicação desta planta é através da divisão dos bulbos e replantio, na primavera.

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madrepérola

A madrepérola é uma planta suculenta com folhagem compacta e ornamental muito aproveitada na decoração de interiores, como planta envasada. É uma planta fácil de ser propagada, assim, torna-se muito fácil de cultivar. Pertence à família Urticaceae e origina-se das Américas Central e Sul.

A graça desta planta está justamente nas suas folhas, que são opostas, acolchoadas e mais ou menos pilosas, o que lhe confere uma atraente textura. Seu caule é bastante frágil, suculento e também piloso, ele pode ser ereto e até mesmo escandente, de acordo com a cultivar.

As inflorescências não tem importância ornamental e são raras nas plantas cultivadas em interiores, mas em condições adequadas, surgem na primavera, de cor rósea, esverdeada ou creme.

Moon Valley

As cores variam de acordo com a cultivar, e na forma típica apresenta folhas marrons, com listras prateadas ou acobreadas. Uma forma bastante frequente desta espécie é a “Moon Valley”. Nesta planta, as folhas são verdes, muito pilosas, com as áreas próximas às nervuras arroxeadas e margens denteadas, como é possível ver na foto.

As formas compactas da madrepérola podem ser utilizada em maciços ou canteiros sombreados, como sob a copa das árvores, ou ao longo de muretas. É importante, no entanto, resguardá-la de locais de pisoteio, visto que ela se quebra com facilidade.

Já as formas com caules escandentes, com comportamento trepador, são mais frequentes em vasos. Ela é bastante versátil e rústica, com crescimento rápido, tornando-se assim uma alternativa interessante para reduzir o custo de implantação de jardins. O uso da madrepérola não se limita a forração ou como planta de vaso.

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A madrepérola também é excelente na composição de jardim vertical, jardim de inverno e até mesmo terrário, desde que lhe seja fornecido ambiente adequado.

Seu cultivo deve ser feito sob meia sombra ou luz filtrada, em substrato rico em matéria orgânica, drenável e irrigado com frequência. Para manter a forma compacta, deve-se podar os ramos muito altos.

Da mesma forma, durante o crescimento das novas plantas, é interessante proceder ao beliscamento, ou seja, remover os brotos terminais para que o adensamento da planta seja estimulado.

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Aprecia o calor e a umidade tropicais e não tolera encharcamento ou frio intenso. Em regiões de clima temperado, convém trazê-la para estufas ou para o interior, afim de protegê-las do frio.

Plantas antigas tendem a perder as folhas basais, ficando com um aspecto feio. Aproveite este momento para replantar a propagar a espécie. Sua multiplicação é facilmente feita por estacas dos ramos, postos a enraizar em substrato mantido úmido em qualquer época do ano.

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A Haworthia cooperi é uma planta suculenta e acaule, originária da província do Cabo Oriental na África do Sul e pertence à família Xanthorrhoeaceae. Ela cresce em aglomerados de rosetas densas, com folhas carnudas, de cor verde clara.

Suas folhas apresentam estrias transparentes nas pontas, que formam uma “janela”, permitindo a entrada de luz no interior e aumentando sua capacidade fotossintética. No seu habitat é comum visualizar apenas estas pontas transparentes, enquanto o restante da planta permanece soterrada pelo solo arenoso.

Uma característica que diferencia essa espécie de outras do mesmo gênero é a presença de uma fileira de pelos nas margens das folhas, e que muitas vezes termina em uma longa cerda na ponta. De acordo com a variedade e o ambiente, as folhas podem terminar arredondadas ou acuminadas e serem mais ou menos suculentas.

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Floresce na primavera e verão despontando espigas com flores delicadas, tubulares, bilabiadas e brancas, com estrias de cor vinho.

É uma suculenta fácil de cultivar e bem difundida entre colecionadores, sendo relativamente fácil de encontrar. Ela é procurada principalmente por seu formato geométrico e suculento, além de suas curiosas folhas translúcidas.

No paisagismo seu uso é interessante em jardins rochosos ou de inspiração desértica, ao longo de pedras, ou como forração, em maciços ou conjunto com outras plantas.

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Devido ao pequeno porte também pode ser plantada isolada em vasinhos de cerâmica ou em vasos maiores, em composição com outras suculentas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, meia sombra ou luz difusa, em solo arenoso, perfeitamente drenável, próprio para suculentas, com regas periódicas. Aprecia regas com certa frequência, mesmo no inverno, no entanto deve-se aguardar o substrato secar antes de irrigar novamente.

Como toda planta suculenta, não tolera encharcamentos, o que provoca podridão nas raízes e rápida morte da planta. Tolera o frio de até -5°C, mas seu crescimento cessa com temperaturas abaixo de 5°C. Suscetível a geadas.

Haworthia cooperi

No inverno e sob sol pleno pode adquirir tons avermelhados nas folhas. Sua multiplicação é facilmente feita por estaquia das folhas e separação das mudas formadas entorno da planta mãe.

Antes do plantio é importante deixar as estacas e mudas cicatrizarem sob sombra, o que evita apodrecimento. Também pode ser propagada por sementes.

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