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Alocasia macrorrhizos

Alocásia é o gênero botânico da família das Araceas. São aproximadamente 70 espécies encontradas em regiões tropicais úmidas do Brasil e sudeste asiático. É também conhecida como orelha-de-elefante. Dentro desta é possível encontrar uma grande variedade de alocásias, que se distinguem, principalmente, pelo tamanho.

Essa planta é classificada como herbácea e perene com rizomas que podem chegar a altura de 1m e o diâmetro chegar até 0,65 m.

O tamanho e a variedade das alocásias são os fatores principais que permitem que elas possam ser plantadas em um vaso ou tenha que ser a opção de cultivá-laa em um jardim. Por isso, são plantas que se tornam uma boa opção para quem pretende decorar as partes internas de casa, no caso, um apartamento.

As folhas da alocásia são em forma de seta e bem grandes, o que as fazem ainda mais bonitas são as grandes nervuras em branco e prata que aparecem sobre a cor verde metálica, intensa e brilhante.

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A variedade que normalmente é escolhida para esse fim é a chamada “wenti variegada” e a escolha é porque se trata de uma espécie de todas com menor dimensão. Essa variedade da alocásia se destaca pela beleza das suas folhas, que ganham manchas na cor branca acinzentada e com alguns riscos na mesma tonalidade. Porém, é necessário contentar-se com as folhas, o que não é difícil devido a sua tamanha beleza, porque as flores só aparecem quando ela é cultivada em exterior.

Mesmo com as variedades de alocásia que podem ser cultivadas em vasos porque apresenta menor dimensão, elas não são tão pequenas assim e devem ser cultivadas em vasos bem grandes.

O vaso deve ser escolhido observando o tamanho da planta, o peso que ela atingirá e a dimensão das plantas. Assim como deve ser colocado em um lugar da casa que não seja passagem e que acabe fazendo com que as pessoas esbarrem na planta o tempo todo.

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Cuidados necessários que devemos ter com as alocásias
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Caso você opte por ter uma alocásia de dimensão menor e dentro de casa, o melhor lugar para conservá-la é sempre próximo a uma janela ou em um ambiente que entre muita luz. Essa planta adora a luz natural. Porém, observe que ela não pode ficar num espaço que tenha uma grande corrente de ar e muito menos que seja muito quente.

Outro detalhe importante é que a alocásia gosta do calor do sol, mas não deve receber os raios solares diretamente, esses, acabam queimando as suas folhas. O lugar ideal é aquele que a luz do sol chega indiretamente.

* Sobre a temperatura, a alocásia não suporta aquelas muito frias, se ficar em uma situação de menos de 12ºC, ela começará a perder as folhas. O ideal é que ela esteja em um ambiente cuja temperatura varie entre 18 a 22ºC. Resumindo, em um ambiente com temperatura amena.

* Outro cuidado especial deve ser tomado em relação a alocásia, são as regas, que devem ser feitas com água sem calcário ou melhor ainda, coletando a água da chuva para banhá-las. No verão, a planta precisará de mais água do que no inverno, a rega deverá ser com pausas maiores. Além disso, a alocásia gosta bastante de ambientes úmidos, então, borrifar um pouco de água nas folhas pode ser uma boa ideia, faça isso com frequência.

* Quando for borrifar água nas folhas não use o líquido muito frio e outro detalhe importante, retire o pó que se acumular sobre as folhas. Faça isso usando um pano umedecido, isso evita o entupimento dos poros das folhas. Faça essa operação com muito cuidado, porque as suas folhas são muito macias.

* A alocásia, como qualquer outra planta, exige um substrato adequado a ele, que deve ser misturado com areia e não pode ser muito ácido.

* Na hora de preparar o adubo, lembre-se que as espécies com as folhas mais largas, devem ser adubadas a cada 15 dias, porém, esse processo se faz somente durante os dias quentes. No inverno, não se deve adubar as plantas. E o adubo ideal é aquele com potássio ou enxofre.

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Mais detalhes e características das alocásias
Já foi falado da beleza das folhas das alocásias, algumas delas acabam formando um coração com as bordas e onduladas quando chegam a ter 0,60 cm de comprimento.

Também já foi falado da beleza das folhas, mas as flores da alocásia também são muito bonitas e merecem destaque, são em um espádice branco e fazem lembrar um pouco as flores do lírio da paz. Porém, vale ressaltar que é muito difícil que essa planta tenha o momento de florescência no Brasil.

Falando em território, em nível de curiosidade, no total a alocásia soma 70 espécies e a origem delas se divide entre a América do Sul e a Ásia.

Cultivo da alocásia
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Nada de sol direto nem no plantio e nem depois, mas um local que receba boa iluminação.

* Prepare o solo com boa matéria orgânica e deverá ser ainda solto e permeável.

* No caso do cultivo em canteiros, use a medida do dobro do torrão para abrir o buraco necessário para plantar a alocásia. É importante ainda, colocar no fundo no buraco areia para a água percolar.
Faça a mistura de composto orgânico, folhas, esterco de animal de curral e areia e coloque no fundo do buraco. Depois é só plantar e encher as laterais, sem apertar, com a mesma mistura.

O uso da alocásia no paisagismo
A planta não é usada em lugares onde faz muito frio porque não tolera as temperaturas baixas, como foi dito anteriormente. Porém, é muito usado em lugares mais quentes pelos paisagistas porque as suas folhas possuem formas exóticas, o que as fazem perfeita para usar em jardineiras que devem ficar a meia sombra.

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vasos de plantas

Quando escolhemos as plantas para decorar a nossa casa, seja na parte interna ou na parte externa, temos também que considerar os vasos. Pode parecer que não tem nada a ver, mas na verdade, faz uma grande diferença quando conseguimos o vaso certo para espécie de planta que estamos cultivando. E mais ainda, esteticamente falando.

Não é tão fácil encontrar o vaso ideal para espécie de planta, isso porque a quantidade de modelos disponíveis atualmente no mercado para comprar é tanta, que ficamos na dúvida da escolha. Além do tipo de material, encontramos diferenças de tamanho e acabamentos, entre outras coisas.

A primeira coisa que deve ser levada em consideração quando se procura um vaso não é a estética, como pode parecer, e sim, o tamanho da planta. Ou melhor, o quanto ela crescerá. Muitas espécies precisam de espaço para raiz e o caule.

Uma dica interessante é não dispensar vasos de planta com materiais recicláveis, como garrafas plásticas ou pneus velhos. O que conta neste ponto é a criatividade.

Os paisagistas garantem que o material do vaso ou formato não tem nada para influenciar no crescimento da planta. O que conta mesmo é a rega feita como deve ser feita, a luz do sol que necessária e a boa terra na hora de plantar. Além de considerar qualquer tipo de particularidade que apresente a planta.

Se tivermos que destacar um fator importante em relação ao vaso unicamente, esse seria o controle da umidade do solo, se não for como deve pode fazer com que a raiz apodreça. A drenagem é sempre um ponto muito importante.

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Dicas de vasos de plantas para áreas externas
A parte externa tem suas vantagens e desvantagens para o cultivo de uma planta. Ao mesmo tempo em que ela pode ter tudo que precisa como luz solar e ar, ela também está sujeira a chuva, vento forte, muito calor, etc. Por isso, é aconselhável que sejam usados vasos dos seguintes materiais na parte externa da casa: madeira de boa qualidade, cerâmica, cimento ou fibra de vidro. Isso também garante que o objeto vai durar mais tempo.

Os materiais a serem evitados são: metal, material plástico e madeira de baixa qualidade. São materiais que podem não suportar as mudanças climáticas.

vaso interior

Dicas de vasos de planta para áreas internas
Se plantas na parte interna da casa podem precisar de cuidados especiais, algumas espécies nem podem ficar em ambientes fechados, no caso dos vasos, o material não é um problema.

Qualquer tipo de vaso pode ser usado e neste caso, você pode escolher com base na decoração. Dentro de casa é imprescindível verificar se o tamanho do vaso está de acordo com o ambiente e com os outros objetos de decoração que ele estará dividindo espaço.

Escolhendo o melhor vaso para plantas
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Em primeiro lugar observe quais são as necessidades da planta que será cultivada para escolher o tamanho do vaso.

* Além da planta é importante levar em consideração onde ele ficará.

* Lembre-se que os vasos precisam ter furos no fundo para drenagem.

* Leve em consideração o equilíbrio entre planta e vaso, até porque esteticamente falando é necessário que este exista. Não dá para colocar uma planta pequena em um vaso grande e nem vice-versa.

Alguns tipos de vasos
Podemos dizer que os vasos estão divididos em três grandes categorias, em relação ao material em que foram feitos:

vasos_barro-1 Barro ou Cerâmica

Os vasos de barro ou cerâmica são ótimas escolhas para plantas que “consumem” muita água. Porém, não é aconselhável comprá-los quando são pintados, a tinta faz com que a umidade fique retida fazendo mal a planta.

vasos-de-cimentoCimento ou Concreto

Os vasos de cimento ou concreto além de poder ser usado no jardim ou na varanda ou em qualquer outro ambiente externo, uma vez que é bem resistente, também pode ser usada na sala. Neste caso, a avaliação deve ser feita de acordo com o tipo de decoração que foi montada. Normalmente, eles fazem uma boa “parceria” com plantas de grande porte.

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Os vasos de vidro acima de tudo são decorativos. São para serem usados exclusivamente dentro de casa e o melhor é usá-los com plantas mais fáceis de serem cultivadas e que possa ser criado algum efeito, uma vez que a terra fica à mostra.

vasos-plasticos-Plástico

Os vasos de plástico são aqueles mais baratos e bem mais simples de manuseá-los, inclusive de levá-los de um lugar para outro com a planta já cultivada, porque mesmo com a terra dentro não ficam exageradamente pesados. Porém, por outro lado não são muito resistentes e nem sempre são bonitos para decoração. Se for para uma planta que vai ficar do lado de fora da casa é melhor evitá-los porque o material pode ser aquecido pelo sol prejudicando a raiz.

vasos

As características de um vaso de planta ideal
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Não importa qual é a espécie da planta ou o tipo de vaso que você escolheu, é importante em qualquer caso que ele tenha os furos na parte de baixo para drenagem. O solo não pode ficar alagado nunca, isso causaria o apodrecimento das raízes. Caso você compre um vaso sem os furinhos, faça-os você mesmo.

* Os furos de drenagem do vaso devem ser de acordo com o tamanho do mesmo, quanto maior, a quantidade de orifícios deve ser mais também.

* Você pode usar em vasos de qualquer material pedras no fundo ou cacos de telha, ambos ajudam na drenagem e conseguem evitar o encharcamento.

* Antes de comprar um vaso para planta que deseja cultivar se informe bem sobre todos os detalhes dela e avalie o que ela irá precisar. Nunca faça o contrário, vaso primeiro e planta depois.

* Não perca seu tempo tentando cultivar uma planta que não se adapta ao tipo de clima do lugar onde você mora.

* Prepare a terra da planta com muito cuidado, procure sempre enriquecê-la com material orgânico.

* Lembre-se que não basta plantar e pronto, qualquer planta exige cuidados, umas mais outras menos.

Com essas dicas é só escolher a sua planta preferida e um vaso não só lindo, mas perfeito para ela e pronto, vai ficar com a casa ainda mais bonita.

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A Lumina é uma planta da família Agavaceae e tem origens na África. Trata-se de uma planta tropical bastante atraente. Suas características que chamam muito a atenção é a sua exuberância que pode ser apreciada tanto em interiores que estiverem bem iluminados, perto de janelas, porém sem receber sol diretamente, o que normalmente queima as suas folhas.

Além de vasos, a lumina também poderá ser cultivada em jardins, totalmente isoladas ou ainda em pequenos grupos, em locais que poderão contar com luz filtrada e ainda totalmente protegida pelas sombras de árvores. É importante salientar que o grande exotismo deste tipo de planta é totalmente valorizado nos jardins de coloração tropical e contemporâneos.

É considerada uma planta herbácea, e que tem um grande destaque nos jardins devido ao seu colorido incomum de sua folhagem. Ela conquista um tamanho de pouco mais de 40 cm de altura, contando com folhas bastante largas em coloração roseta, costumam crescer com rizomas carnosos. Suas folhas são o grande atrativo deste tipo de planta.

Na maioria das vezes a planta aparece em tamanhos largos e longos, com um limbo verde escuro e também fosco, além de uma longa e grossa nervura no seu centro, com um brilho totalmente translúcido e de coloração creme alaranjada. A sua inflorescência vem de importância ornamental em um segundo momento, além de apresentar hastes avermelhadas com pequenas flores brancas.

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Cultivo
O cultivo da Lumina deverá acontecer em meia sombra contando com substratos drenáveis, estes que deverão ser enriquecidos com matéria orgânica e ainda mantidos de forma úmida. Pelo fato de a Lumina ser uma planta rústica ela não precisa de cuidados especiais.

Este tipo de planta aprecia bastante o calor e também toda a umidade dos ambientes tropicais, devendo ser cultivadas nas estufas em países que tiver um clima temperado. Uma peculiaridade interessante é que não é necessário a realização de podas nesta planta, basta apenas se remover as folhas que estiverem mortas que estará pronto.

É interessante investir em adubações leves realizando um replantio desta inflorescência pelo menos duas vezes no ano, sempre na época da primavera, o que são suficientes para todo o desenvolvimento de folhagens que sejam vibrantes. Este tipo de planta costuma se multiplicar através de divisões de touceiras e ainda rizomas devido a ocasiões do seu replantio realizado.

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Utilização desta planta
Esta é uma planta considerada nova no mercado brasileiro, porém chegou e conquistou vários adeptos. As suas folhas são bastante estreitas e também compridas, com coloração verde fosca, crescendo através de rosetas apresentando em suas nervuras um tom muito bonito laranja fluorescente, que acontece até a base da planta, oferecendo assim um visual totalmente para encher os olhos a apreciadores de jardins e plantas.

Além de ser caracterizada como uma planta muito bonita ela é bastante rústica, algo ideal para a decoração de ambientes que sejam internos, desde que possam ficar a uma distância equivalente a 1m das janelas.

Ela pode ser cultivada nos jardins, apesar disto sempre deverão ficar em lugares protegidos desta ação dos raios solares, e também pelos fatos de suas folhas facilmente ficarem com um aspecto de queimadas.

A sua multiplicação acontece através de divisões de rizomas, é uma planta originária da África, Camarões e pode ser encontrada também até em Gana. É uma parente bastante próxima dos clorofitos e não crescem muito, atingindo no máximo um tamanho equivalente a 40 cm de altura.

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A rosinha-de-sol é uma planta rasteira muito conhecida pelos jardineiros de plantão, além de ser uma das favoritas para a ornamentação de exteriores. A planta herbácea possui características bem peculiares e que pode ser uma boa opção para cultivo, já que é de baixa manutenção. Para plantar a famosa rosinha-de-sol, com certeza é preciso seguir algumas regras básicas. Vamos então conferir esses desta espécie tão popular.

A espécie rosinha-de-sol faz parte da família Aizoaceae e seus primeiros vestígios foram encontrados na África.

Como a espécie é típica de países africanos, existem alguns climas onde a espécie pode ser facilmente cultivada, fazendo parte das regras para o plantio da mesma. Em alguns climas, ela se desenvolve melhor. São eles o Equatorial, Oceânico, Temperado e Tropical.

A espécie pode alcançar diversos tamanhos, dependendo da sua variante e das formas diversas de cultivo, bem como clima para plantio. A espécie pode aproximadamente menos de 15 cm. Para que cresça o máximo possível, o seu ciclo de vida perene deve ser respeitado, bem como a luminosidade em sol pleno.

A rosinha-de-sol é uma espécie muito vistosa, com florescimento que chama bastante a atenção para uma prática ornamental. É uma suculenta bastante especial de hábito rasteiro e muito ramificado, que pode atingir outras alturas dependendo de toda essa ramagem própria da planta. Em uma forma de plantio mesclada, ela acaba se misturando umas com as outras.

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Suas folhas também podem ser bem aproveitadas para ornamentação, já que possui design único, com uma cor viva em verde escuro. As folhas são ovais e quase cordiformes, podendo se apresentar em tons de verde musgo ou verde-claro variegadas com uma coloração de branco, com funções muito paisagísticas. Os ramos volumosos e numerosos apresentam a mesma cor das folhas, sendo bastante brilhantes para ornamentação.

As flores da rosinha-de-sol possui belas flores, muito coloridas e especialmente feitas para enfeite, já que possuem um design bastante interessante. Elas são pequenas e possuem muitas pétalas, finas, mas com tons bastante diversificados e que cercam do vermelho ao rosa vivo. Nascem nas pontas dos ramos e vão se tornando mais longas conforme a espécie e a variante. A floração se assemelha a margaridas que podem até ser brancas de acordo com a sua variedade.

A floração pode ser muito maior em algumas épocas, especialmente na primavera. Elas ficam volumosas até o verão e podem durar até mesmo no inverno, por causa da sua floração casual. Por isso, ela é dita uma espécie bastante tolerante ao frio, além de ser uma excelente opção para cultivo em todo o país.

A rosinha-de-sol pode ser usada na forma de forração, em canteiros, maciços, bordaduras e em vasos, sendo eles grande sou pequenos, inclusive naqueles suspensos, em que a planta pode ficar pendente, enfeitando bem o jardim.

É uma espécie muito recomendada para os chamados jardins de pedras. Elas possuem a ótima capacidade de fechar bem o solo em que é plantada, impedindo o crescimento de ervas daninhas, que danificam muitas plantações. Podem também formar grandes berços em vastos gramados, já que sua propagação acontece em uma velocidade alta, espalhando a ramagem por todo o espaço. Procure plantar a rosinha-de-sol em volta de espécies como palmeiras e cicadáceas.

A floração se estende durante o ano todo, por causa do seu ciclo de vida perene. As flores são muito atrativas para insetos como abelhas e borboletas, ajudando a enfeitar os jardins externos. É também uma planta que pode ser ingerida, se aproximando do espinafre em termos de sabor.

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Cultivo
Para plantar a rosinha-de-sol é preciso seguir algumas regras e saber qual a melhor forma de plantio. Em locais ensolarados e com solo em boas condições, a planta pode se desenvolver da melhor maneira possível. No solo, é preciso colocar muita matéria orgânica, sendo os mesmos bastante arenosos. Já em solos mais compostos por argilas, Em solos argilosos para garantir seu cultivo eficiente, é preciso adicionar um composto orgânico composto por bastante areia e elementos mais secos, incluindo cascas semi decompostas para finalizar a preparação para cultivo.

Preste atenção aos solos sumidos demais e altamente encharcados. Eles não servem para estas plantas.

O canteiro para o plantio deverá ser bem preparado. Use o revolvimento de terra com pelo menos 15 cm de profundidade em uma cova bastante rica em matéria orgânica. Adicione composto, a areia e cascas secas, se for muito necessário.

Outras características que não devem ser colocadas para trás é que o espaçamento entre as covas ou as mudas deverá ser de mais ou menos 20 cm e no mínimo 15 cm. Isso deverá ser feito por a planta se propaga de forma muito rápida, se espalhando velozmente.

As regas deverão ser altamente reguladas e bastante equilibradas para evitar que o solo fique muito úmido. Depois, é preciso minimizar as mesmas, apenas para garantir o enraizamento inicial da espécie. É importante notar que a rosinha-de-sol se desenvolve melhor em solos secos.

Propagação
A propagação das mudas também é uma etapa importante do seu cultivo. Para começar, é preciso utilizar a estaquia de ramos com pelo menos 3 ou 4 gemas de folhas e ramagem. Elas podem ser colocadas em um recipiente com areia de construção não muito úmida.
Esta umidade leve é necessária para que a emissão de raízes evite a perda da umidade da estaca.

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