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Brassavola
Gênero distribuído pela América Central e do Sul, com aproximadamente 17 espécies.
Caracteriza-se por possuir pequenos pseudobulbos, com folhas apicais semi-terete.
A inflorescência sai do ápice do s pseudobulbos e contém um labelo branco arredondado em torno da coluna formando um tubo, que abre na frente como um coração. São encontradas em florestas úmidas desde o nível do mar até 1000 metros de altitude.
A grande maioria das espécies possui hábito epífito e são facilmente cultivadas em vasos, sob temperaturas intermediárias e boa luminosidade.
Produzem lindas flores, bastante duráveis e perfumadas.

Brassavola_flagellaris
Brassavola fragans
Gênero epífito sul-americano, com folhas roliças e sulcadas. Distribuída no Centro e Sul do Brasil. Pétalas e sépalas cor branco-esverdeado e labelo branco. Deve ser cultivada em cestinhas (cachepô) de madeira, necessitando de muita luz.

Brassavola Perrinii

Brassavola pereinii
Gênero epífito exclusivamente americano com folhas roliças e profundamente sulcadas. Espécie proveniente do interior do centro e sul do Brasil. Flores com labelo elíptico e pontiagudo envolvendo a coluna na base. Pétalas e sépalas branca-esverdeadas e labelo branco. Deve ser cultivada em cestinhas (cachepô) ou cubos de madeira, necessitando de muita luz.

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Cattleya guttata var. Leopoldii
Cattleya gittata var Leopoldii
Magnífica espécie com pseudobulbos eretos e cilíndricos de 50 cm de altura, bifoliadas. Inflorescência com trinta flores de 10 cm de diâmetro. Sépalas e pétalas castanhas salpicadas de púrpura. Labelo trilobado em forma de istmo e disco largo roxo-ametista.
Cheiro agradável a canela. Originária do litoral brasileiro desde o Rio de Janeiro até a Bahia. A sua cultura exige bastante rega durante a vegetação.

Cattleya intermédia
Cattleya intermédia
Espécie bastante espalhada no litoral meridional brasileiro – desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul.
Planta de fácil cultura, com pseudobulbos roliços e sulcados, de 25 cm a 45 cm de altura, bifoliados, com inflorescências de 3-5 flores de 10 cm de diâmetro. A planta tem flores com sépalas e pétalas róseas ou brancas e labelo púrpura-escuro.

Cattleya labiata autumnalis
Cattleya labiata autumnalis
Espécie que é considerada o protótipo de todas as Cattleyas do grupo Labiatas. Cognominada Rainha do-nordeste.
Planta com pseudobulbos com uma única folha. Inflorescência com 3-5 flores de 20 cm de diâmetro. Sépalas e pétalas róseas ou róseas-lilás. Labelo muito aberto e encrespado com a parte central púpura-arroxeada-brilhante passando para estrias púrpura e fauce amarelo. Tem muito perfume e variedades raras. É de fácil cultura em ripados.

Cattleya labiata
Cattleya labiata
Flor grande caracteriza o grupo das Cattleyas labiata. São todas nativas da América do Sul e epífitas, com pseudobulbos de 15 a 20 cm de altura. Flores de 15 a 25 cm de diâmetro. As Cattleyas de flor média também são nativas da América do Sul e produzem hastes florais com até 10 flores em cacho.

Cattleya loddigesii
Cattleya loddigesii
Espécie bastante conhecida no Centro-Sul do Brasil, principalmente em São Paulo e Minas Gerais. Com pseudobulbos cilíndricos de 30 cm a 50 cm de altura e bifoliadas. Sépalas e pétalas róseo-lilás, largas, labelo trilobado, lóbulos laterais arredondados, ondulados e lóbulo frontal de cor ametista-pálido passando para amarelo na base. A variedade Alba é totalmente branca. Fácil cultura em ripados.

Cattleya mossiae var. coerulea1
Cattleya mossiae var. coerulea
Magnífica variedade azulada desta significativa espécie venezuelana com flores de 20 cm de diâmetro. Sépalas e pétalas encrespadas, cinzentas-azuladas, labelo róseo-azulado. Limbo amplo, largamente aberto com centro purpúreo matizado de roxo, margem branca, fauce amarela estriada de carmesim. Floresce em setembro/outubro.

Cattleya nobilior
Cattleya nobilior
Espécie originária do Brasil Central que aparece numa altitude entre 600 a 900 metros. Pseudobulbos de 10 cm de altura, oval, fusiforme ou claviforme sulcados e com duas folhas de 10 cm de comprimento, elíptico-ovais e coríaceas. As flores nascem da base dos pseudobulbos. Flores nascem da base dos pseudobulbos. Flores de 15 cm de diâmetro de cor róseo-púrpuras. Labelo grosso, profundamente trilobado e com lóbulos frontais uniformes e emarginados, disco amarelado com estrias púrpuras.
Para obter uma boa floração deve-se parar totalmente as regas após o amadurecimento dos pseudobulbos. Floresce em agosto/setembro.

Cattleya walkeriana
Cattleya walkeriana
Espécie com floração hibernal, crescimento esparramado e desordenado. Vegeta sobre árvores ou rochas numa altitude entre 700 a 1000 metros. Pseudobulbos curtos, cilíndricos, fusiformes e sulcadas com uma única folha elíptica-lanceloada, coríacea. Inflorescências que nascem de falso pseudobulbo com duas e três flores de 10 cm de diâmetro. Flores com muita substância e grande durabilidade. São de cor rosa-púrpura até magenta.
Labelo panduriforme, plano, branco no centro e magenta no restante, com zona marginal mais escura. Existem belíssimas variedades albas, semi-albas e coeruleas. Seu cultivo vai bem em placas de peroba ou toco de madeira inclinado dentro de vaso de barro, completado com xaxim e casca de pinus. Flores entre maio e julho.

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Hidrângeas

As hortênsias são flores de exterior muito bonitas e fáceis de cuidar, requerem pouca atenção para estarem bem bonitas e saudáveis.

São originárias da Ásia, mais especificamente da China e do Japão, razão pela qual também é conhecida como Rosa do Japão.

A melhor maneira de propagá-las é através de mudas ou estacas (galhos), obtidas a partir de ramos saudáveis da planta-mãe, geralmente a melhor época de retirar essas estacas é após o florescimento da planta.

estacas de hydrângeas

As estacas deverão ser cortadas em bisel, e preferencialmente as que apresentarem as medidas aproximadas de 20 centímetros de comprimento por 1 centímetro de diâmetro.

Para facilitar o enraizamento pode-se utilizar um hormônio enraizador.

Mergulhar as estacas no hormônio enraizador, justamente na parte que irá ser enterrada.

Mesmo assim, demorarão em torno de dois meses para que desenvolvam raízes.

As estacas deverão ser plantadas em balainhos e em seguida, levadas à sombra para enraizamento. A sombra pode ser de árvores, ripados, estufas, sombrites etc. , protegendo-as da incidência direta do sol.

O solo dos balainhos deverá ser uma mistura bem homogeneizada de terra vegetal e de areia fina, na proporção de 2 x 1, ou seja: duas partes de terra para uma parte de areia.

Obs. Ao preparar as estacas para o plantio, deverá ser observado o seguinte detalhe: cortar a parte inferior da estaca, logo abaixo de um nó ou gema, o corte da parte superior também deverá ser imediatamente acima de um nó.

Outro detalhe importante é o cuidado de se fazer o desbaste das folhas da base deixando-se somente 2 ou 3 folhas pequenas na parte superior da estaca.

A época recomendada para o plantio e o outono.

A hortênsia é uma planta bastante rústica, portanto, exige poucos cuidados.

Porém se plantada em terra de cultura, com boa dosagem de material orgânico ela se tornará mais robusta com flores mais vistosas.

Devem-se fazer regas freqüentes, para manter o solo sempre bem umedecido. Passadas 3 semanas já estarão começando a aparecer os primeiros brotinhos, lá podem ser deixadas ao sol, no exterior.

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As flores, sejam elas lindas ou feias, cheirosas ou não, são classificadas pelos botânicos, como Angiospermas. A função da flor é garantir a reprodução, pois é nela que acontece a união dos gametas masculino e feminino por um processo que chamamos de polinização. Na verdade a flor produz e protege as estruturas encarregadas da reprodução sexual e suas pétalas, que na realidade são folhas modificadas, ajudam a proteger estas estruturas e atrair os polinizadores.

Mas o que nos deixa muito surpresos são as estratégias da natureza para que a polinização aconteça. Algumas flores dependem do vento para transportar o pólen de flor para flor, e outras dependem de animais (insetos, pássaros e até morcegos) para concluírem esse feito. Mas as primeiras flores que existiram não eram assim tão lindas e atraentes, elas na verdade evoluíram e se desenvolveram tanto para se tornarem mais leves a ponto de serem levadas pelo vento como para atrair animais polinizadores. Isso não é fantástico?

Diversas flores têm néctar em várias partes para atrair animais. As abelhas, por exemplo, são atraídas por essas flores através de um padrão de cores que só elas podem ver. Os pássaros, assim como as abelhas, têm visão colorida, e escolhem aquelas com coloração forte e brilhante. Mas não são só as cores que podem atrair, o aroma é um grande aliado como estratégia de atração de polinizadores, por isso algumas flores são tão cheirosas! Porém não pensem que o cheiro é sempre agradável, algumas espécies liberam um odor de carne apodrecida para atrair moscas e outros insetos saprófagos (que adoram a carne). E saibam que os morcegos também são importantes na polinização e são atraídos por flores grandes, com mau cheiro e com cores pardas para facilitar o trabalho noturno.

As flores polinizadas pelo vento (as gramíneas, por exemplo) não precisam atrair agentes polinizadores, é por isso que elas têm aromas discretos,são chamadas de anemófilas. Sendo assim, as flores polinizadas por insetos (as entomófilas) costumam ter um pólen grudento, com granulatura maior e acreditem: algumas têm até “plataforma de pouso” para ajudar no trabalho. E aquelas que escolheram os morcegos como polinizadores (as quiropterófilas), possuem as pétalas bem reforçadas para sustentar o peso do bichinho, ou para não serem destruídas por ele.

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