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Crisantemo
Os crisântemos (Chrysanthemum) pertencem à família das Compostas e são originários das Ilhas Canárias, na África. Trata-se de uma planta herbácea, que floresce o ano todo, mas precisam de sol pleno para o bom desenvolvimento.

Para cultivo em vasos, use a seguinte mistura: 1 parte de terra comum de jardim – 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico. Os crisântemos não suportam solo seco, por isso, nos meses quentes, o ideal é regar de 2 a 3 vezes por semana.

Para manter a planta sadia e estimular a floração faça adubações periódicas com húmus de minhoca e farinha de osso. As pragas que normalmente atacam os crisântemos são as cochonilhas e os pulgões. Para combatê-los, use a calda de fumo e sabão.

Ingredientes:
10 cm de fumo de rolo
50 g de sabão de coco ou neutro
1 litro de água

Modo de fazer:
Pique o fumo e o sabão em pedaços, junte a água e misture bem. Deixe curtir por cerca de 24 horas. Coe e pulverize as plantas atacadas.

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tutoramento

O tutoramento das hastes florais das orquídeas é necessário, pois sem tutor as flores ficam muito juntas entre si e se amassam demais perdendo quase toda a beleza.
Muitas delas nem conseguem se abrir direito pois as pétalas ou sépalas ficam presas, enroscadas em folhas ou em outras flores e depois que a flor se abriu, fica difícil fazê-la ficar com uma boa forma. Tem gente que corta fora alguns dos botões florais só para deixar menos flores nos cachos, permitindo assim que as flores se abram mais e atinjam maior tamanho.

Como fazer:
1) O primeiro passo é, assim que os botões saírem pela metade da espata, deve-se colocar o vaso em um local em que a luz venha só de frente. Com isso, todos os botões ficarão apontando para um mesmo lado à medida que o cacho vai saindo da espata. Isso faz com que nenhuma flor depois de aberta lhe dê as costas.

2) Escolha uma área do vaso que tenha poucas folhas. Amarre as poucas folhas daquela área para trás com cuidado, de maneira que a planta não perca a naturalidade. O espaço que vai se abrir é o espaço para as flores se expandirem. Esse espaço é o que vc coloca do lado que vem o sol. Os botões se dirigirão para lá e ocuparão aquele vazio.

3)  Deve-se tutorar o cacho com os botões assim que eles começarem a querer abrir, quando eles se abrem apenas em algumas partes. Antes é muito cedo e pode quebrar a frágil haste. Depois fica mais difícil de levar à haste à posição desejada.

4) Usar varetas de arame coberto por plástico verde ou tutor de bambu

5) Enrole arame encapado (verde achatado) na haste do tutor.

6) Faça sair da vareta um número de fios de arame compatível com as hastes florais. Geralmente um para cada flor, mas isso nem sempre é necessário. Pode tutorar apenas as flores principais, as flores “guia”.

7)  Aperte com o indicador e o polegar, com firmeza, o arame junto da haste floral quando for fazer a torção desse arame ao redor da haste. Aperte o arame para ele não escorregar e dê uma volta à cima. Aperte mais acima e dê uma segunda volta e vá assim, sempre subindo à medida que a espiral caminha em direção à flor. Se não fizer isso à haste se quebra e perde-se o botão. É muito importante. No início é um pouco complicado, mas depois pega-se o jeito e todo o processo fica bem rápido.

Depois das hastes serem enroladas da base em direção à flor, pode-se posicionar a haste de maneira em que as flores ao se abrirem fiquem separadas e eqüidistantes. O arame garante que elas fiquem na posição.

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Saraca indica

SARACA INDICA

Família: Fabaceae (subfamília Cesalpinioideae).
Origem: Índia, Tailândia e Java.

A Saraca indica é uma belíssima árvore florífera de 4 – 7 m de altura, ramificada desde a base e de copa arredondada. A folhagem jovem com os folíolos ainda imaturos apresenta-se tombada, de coloração róseo-avermelhada, muito ornamental (característica compartilhada com os gêneros Amherstia e Brownea).

Tal fenômeno é popularmente chamado de “lenço-pendente”. Floração abundante, com as flores arranjadas em grandes buquês (panículas globosas), passando por fases de coloração amarela, depois alaranjada até finalmente vermelha.

Devido a sua grande beleza, é recomendada para emprego em jardins, arborização urbana ou parques.

Não pode faltar em nenhuma coleção de árvores floríferas.

Deve ser cultivada em solos ricos, retentores de umidade, e à meia-sombra. Floresce melhor em climas tropicais, mas adapta-se bem a subtropicais brandos. Não deve ser plantada à beira-mar.

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A calda bordalesa é um tradicional fungicida agrícola, resultado da mistura simples de sulfato de cobre, cal hidratada ou cal virgem e água.

Tem eficiência comprovada sobre numerosas doenças fúngicas da videira, caquizeiro, citros e de outros cultivos. Possui também ação contra bactérias e determinadas pragas.

A aplicação deve ser feita preventivamente, com alta pressão, formando uma finíssima camada, que recobre os ó rgãos vegetais dando boa aderência nas chuvas e proteção – contra a instalação de doenças.

Muitas são as vantagens do emprego da calda bordalesa. Tem baixo custo, muito menor que os demais defensivos, por ser produzida na propriedade. Não deixa resíduos tóxicos, com reduzido efeito sobre o homem e a natureza.

Nas plantas, além da ação fungicida, fortalece as folhagens, fornece nutrientes importantes, como cálcio, cobre e enxofre, e pode ser acrescida de micronutrientes na forma de sulfatos, com vantagens.

É uma excelente opção ao agricultor pela redução dos custos e para atender à crescente exigência de produtos mais naturais.

O preparo da calda bordalesa

1 – Dissolver o sulfato de cobre num balde plástico ou em outro recipiente que não seja metal em 10 ou mais litros de água.
Diluir essa solução concentrada numa caixa de cimento ou amianto com o volume necessário de água para a aplicação, mexendo bem.
2 – Em outro recipiente, em 10 ou mais litros de água, dissolver a cal hidratada, formando um leite de cal. No caso de utilizar cal virgem é necessário hidratá-la, antes do preparo, com muito cuidado, pois trata-se de um processo exotérmico, ou seja, com desprendimento de calor e gases. O processo mais rápidoé misturá-Ia, em um balde de lata, com pouca água, formando uma pasta mole até sua efervescência e resfriamento. Outro processo de hidratação, mais lento e menos efervescente, consiste em colocar quatro partes de água no tambor de metal ou caixa de amianto ou cimento e, a seguir, uma parte de cal, deixando em repouso por 24 horas. Exemplo: para 120 litros de água, colocar 30 quilos de cal.
3 – Adicionar lentamente o leite de cal na solução cúprica, mexendo para misturar bem. Verificar o pH da calda. Caso esteja ácida (pH menor que 7), adicionar mais leite de cal até a
sua neutralização (pH igualou superior a 7).

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