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árvores

Árvores de pequeno porte
São aquelas cuja altura permite o plantio sob a rede de energia elétrica. Deve ser observada a altura livre de ramos para a passagem de pedestres. Na fase adulta ela pode atingir de 4 a 6 m de altura total, sendo que sua copa fica em torno de 2,5 m aproximadamente. Esse tipo de árvore é apropriado para plantio em calçadas estreitas (menores do que 2,0 m), onde existe a presença de fiação elétrica e ausência de recuo predial.
Exemplos:
• Pata de vaca ou Bauhinia forficata – Família Caesalpiniaceae – altura média 5 m, copa de forma arredondada, folhas semicaducas, espécies exótica;
• Resedá ou extremosa ou Lagerstroemia indica – Família Caesalpinaceae – altura média 5 m, clima tropical ou subtropical, folhas semicaducas, copa de forma arredondada, propagação por estaca ou semente, espécies exótica;
• Marinheiro ou Trichilia cathartica – Família Meliaceae – altura média 5 m, clima tropical, folhas perenes copa de forma elíptica sentido horizontal, propagação por semente, espécie nativa.

Árvores de médio porte

São aquelas cuja altura na fase adulta atinge de 6 a 8 m e o raio da copa varia em trono de 4 a 5 m. São apropriadas para calçadas largas (maiores do que 2,0 m), com presença de recuo predial e ausência de fiação elétrica.
Exemplos:
• Dedaleiro ou Lafoensia pacari – Família Lythraceae – altura média 8 m, clima tropical/subtropical, folhas perenes, copa de forma arredondada, propagação por semente, espécies nativa;
• Quaresmeira ou Tibouchina granulosa – Família Melastomataceae – altura média 7 m, clima tropical/subtropical, folhas perenes, copa arredondada, propagação por semente, espécie nativa;
• Cassia imperial ou Cassia fistula – Família Fabaceae – altura média 8 m, clima subtropical/tropical, folhas perenes, copa arredondada, propagação por semente, espécie exótica;
• Aleluia ou Senna multijuga – Família Caesalpiniaceae – altura média 8 m, clima subtropical/tropical folhas perenes, copa arredondada, propagação por semente, espécie nativa;
• Sibipiruna ou Caesalpinia peltophoroides – Família Caesalpiniaceae – clima tropical, altura média 8 m, folhas semi caducas, copa caliciforme, propagação por semente, espécie nativa.

Árvores de grande porte

São aquelas que, na fase adulta, ultrapassam 8 m de altura e o raio da copa é superior a 5 m. Essas espécies, devido ao porte e ao sistema radicular, são recomendadas para plantio em locais como praças, parques e grandes avenidas.
Exemplos:
• Ipê amarelo ou Tabebuia alba – Família Bignoniaceae – clima tropical/subtropical, altura média 10 m, copa arredondada, folhas caducas, propagação por sementes, espécie nativa;
• Tipuana ou Tipuana tipu – Família Fabaceae – clima tropical/subtropical, altura média 12 m, copa flabeliforme, folhas semicaducas, propagação por sementes;
• Ipê roxo ou Tabebuia avellanedae – Família Bignoniaceae – clima tropical e subtropical, altura média 10 m, copa arredondada, folhas caducas, propagação por sementes, espécie nativa;
• Jacarandá mimoso ou Jacarandá mimosifolia – Família Bignoniaceae – clima tropical/subtropical, altura média 10 m, copa arredondada horizontal, folhas semicaducas, propagação por semente, espécie nativa.

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As orientações abaixo descritas poderão ser utilizadas, porém o mais importante, é que sejam adotadas como orientação básica, devendo ser ajustadas para cada situação:

- As plantas em vaso pequeno requer rega mais freqüente do que a da mesma espécie plantada em vaso maior: volume menor de solo implica em menor reserva de água.

- Solos com maior teor de areia, seca mais depressa que o solo com menor concentração de argila, húmus, pó de xaxim e outros que possuem capacidade maior de retenção de água.

- Plantas em vasos de cerâmica vitrificada ou esmaltada e de plástico precisam de menos rega do que as que estiverem em vasos de barro cozido comum, porque nestes a água evapora mais depressa.

- Muitas plantas requerem não apenas solo constantemente úmido, mas também alto grau de umidade do ar. A umidade do ar pode ser suplementada pela evaporação da água de recipientes de larga superfície (bandejas), posicionadas logo abaixo do vaso, mas sem contato com ele. Pode-se também borrifar água em aspersão bem fina sobre toda a parte aérea da planta que não tolere ambientes muito secos.

- É preferível regar as plantas na primeira hora da manhã, de modo que ela disponha de reservas para o período diurno, quando é mais abundante sua perda de água, evaporada da superfície das folhas. Se não puder regar de manhã, regue à noite, mas não nas horas de sol quente.

- A melhor água de rega é a da chuva. A de segunda melhor qualidade é a do degelo do congelador (depois de ter assumido a temperatura ambiente). Em princípio, toda água potável é também aceitável para as plantas, embora venha sendo cada vez mais difícil obter-se água verdadeiramente apropriada para beber ou regar, mesmo nas torneiras.

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Calorileya nigra

Um grande número de pragas e doenças atacam as orquídeas, e embora boa parte delas não provoque danos consideráveis às orquídeas, acabam de certa forma lesionando alguma parte ou mesmo danificando esteticamente a apresentação das mesmas.

É comum observar o aparecimento de pragas e doenças principalmente após a introdução de novas plantas em um orquidário. De certa forma estes problemas poderão ser evitados com a construção de um pequeno espaço, separado do orquidário e das demais orquídeas, onde as plantas serão introduzidas e assim isoladas do resto da coleção por algumas semanas. Durante esse período, devemos fazer aplicações de produtos com ação inseticida, acaricida e fungicida, espaçadas semanalmente, com pelo menos duas aplicações de cada um destes produtos, acabando assim com todos os focos de infestação.

Um dos ataques mais comuns hoje em dia, e que provoca danos não tão consideráveis às orquídeas, principalmente nos gêneros Cattleya e Laelia, é o da Calorileya nigra, conhecida como vespinha negra.

Na fase adulta apresenta coloração escura, com cerca de 2,5 mm de comprimento. Na sua fase larval são esbranquiçadas, ápodes e recurvadas, medindo de 2,0 a 2,5 mm de comprimento, quando completamente desenvolvidas.

A vespinha negra ataca as extremidades das raízes, efetuando ali o seu ciclo evolutivo. Após o depósito das larvas nas extremidades das raízes, ocorre o desenvolvimento das mesmos, que por sua vez vão crescendo, ocorrendo assim a formação de galhas radiculares na região apical, ou seja,  o intumescimento no local de desenvolvimento destas larvas. O ciclo evolutivo completa-se em 50 a 60 dias e o adulto sai da raiz através de um orifício feito na galha, deixando assim espaço para a saída das novas vespinhas.

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Apesar de feias e deformadas, após algum tempo as raízes atacadas continuam o seu desenvolvimento normal, seguindo seu crescimento a partir das galhas formadas. Vale lembrar que em momento algum este problema corta a absorção de nutrientes através das raízes afetadas e que paralisa apenas temporariamente o crescimento das mesmas.

Apesar de serem chamadas de vespinhas negras, não podemos confundir a Calorileya nigra com a Eurytoma orchidearum, que atacam apenas os brotos e novos pseudobulbos, também provocando o intumescimento no local de desenvolvimento das larvas, e principalmente na base dos pseudobulbos, provocando a morte desta parte afetada.

Em geral as medidas preventivas são bem mais fáceis e que as de combate, e são as seguintes:
- Manter não só o orquidário como também as plantas sempre bem limpas.
- Evitar ter nos orquidários outros tipos de plantas ornamentais ou arbustos e árvores frutíferas.
- Também é aconselhável a limpeza na parte externa dos orquidários, evitando acúmulo de lixo, xaxim velho, pilha de vasos, pois todos estes fatores servem de abrigo para insetos.
- Limpar frequentemente as bancadas e paredes com solução a base de cloro.

A partir do momento do aparecimento dos primeiros focos, o combate da Calorileya nigra pode ser feito através da extirpação da parte afetada, lembrado que é muito importante a incineração destas galhas extirpadas, para que assim combate das larvas e vespinhas que estejam dentro das galhas se torne efetivo. Todo esse procedimento não valerá nada se não houver a associação de um inseticida sistêmico, que poderá ser administrado em duas aplicações com intervalo de pelo menos 30 dias, para que assim dê o tempo necessário para o desenvolvimento, e consequentemente a eliminação das larvas ou vespinhas de dentro das galhas radiculares.

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horta
Enriqueça a terra com composto orgânico antes de montar a horta e a cada novo plantio. Assim, você garante os nutrientes necessários para as hortaliças que vai cultivar.

Para preparar uma boa quantidade de composto, escolha um canto da área externa e vá intercalando esterco, folhas secas e terra. Cada camada deve ter cerca de 10cm de altura e a última deve ser de terra.
Feito isso, cubra tudo com uma lona, plástica para acelerar a decomposição. Não estranhe se ele ficar quente. Uma vez por semana revire e molhe a mistura.

Adubo na horta
Existe uma infinidade de adubos orgânicos e produtos utilizados na sua produção. A receita geral é: 2 litros de adubo para cada 10 litros de terra retirada da cova.

Como o poder de fertilização varia entre os diferentes adubos orgânicos, essa medida varia de acordo com o tipo usado:
- Composto orgânico (restos de vegetais misturados, grama, folhas, verduras, frutos): 4 litros de adubo para 10 litros de terra.

- Húmus de minhoca, esterco de boi ou de cavalo: 2 litros de adubo para 10 litros de terra.

- Esterco -de porco ou de frango: 1 litro de adubo para 10 litros de terra.

- Torta de mamona: 500 ml para 10 litros de terra.

- Esterco de galinha ou de coelho: 650 ml para 10 litros de terra.

Somente uma análise de solo indicará as quantidades com precisão, devendo ainda, serem observados o volume da cova ou do solo que vai ser adubado.

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