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lavanda

As lavandas são vibrantes e cheias de cor, com flores lilás, cor de rosa, brancas e azuis. As lavandas são uma das flores mais populares, com mais de 250 variedades. Elas fazem belas ondulações, cheias de cor.

As lavandas têm milhares de variedades, a rosa e a roxa são as mais populares. Elas crescem de plantas anãs até 1 ou 2 metros; variedades grandes crescem até 8 m. Plantas antigas podem crescer tão alto quanto 4 metros, com abrangência de cerca de 3 m. Existe uma variedade para atender a cada vontade de qualquer pessoa. E são arbustos de baixa manutenção.

Ao requisitar suas lavandas, certifique-se que são garantidas de enraizarem por conta própria ou em estoque, e enxertadas em ligustro. Certifique-se de falar com o seu viveiro sobre todos os detalhes antes de encomendá-las.

Dicas para o plantio
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Plante na primavera, logo que o solo possa ser trabalhado. O plantio tardio pode diminuí-las, e elas não terão crescimento normal no primeiro ano.
- Em climas com invernos rigorosos, é recomendado que você as plante no outono.
- Nos solos de calcário ou neutros, espace as lavandas em 1,5 m. Certifique-se que é uma área ensolarada, com pelo menos 6 horas de sol diárias.
- Espalhe as raízes verticalmente. Lavandas entrelaçam suas raízes, perto da superfície do solo.
- Coloque por cima terra limpa, adicionando um adubo equilibrado, e esterco seco.
- Regue abundantemente até primeira floração, exceto se você tiver muita chuva. Use uma cobertura solta sobre as raízes.

Como cuidar das lavandas
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Tome cuidado ao manusear as plantas, para evitar prejudicá-las.
- Corte o tufo ou grama das hastes para evitar danos do cortador de grama.
- Tome cuidado ao cortar. Se você aprender a cortá-los eles terão um melhor crescimento no próximo ano.
- Cuidado com as pragas. Brocas do caule fazem buracos na planta, deixando para trás serragem, coincidindo com o novo crescimento, causando distorções que só podem ser vistas quando analisadas perto da folha.
- Distorções são causadas por condições climáticas e a proliferação de mofo no final do verão.

Poda
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Corte os ramos próximos do solo primeiro;
- Use uma serra estreita para evitar danos;
- Se for um arbusto grande, corte os brotos;
- Remova os pendões de sementes;
- O corte pode reduzir as flores.

Plante lavandas numa área onde exista uma boa drenagem, elas não gostam de ter suas raízes encharcadas. Você pode regá-las inconstantemente, mas o faça totalmente. Limpe as ervas daninhas para lhes dar uma aparência limpa. Ponha cobertura levemente para conservar a umidade, e mantenha as ervas daninhas longe para que possam sair novos brotos.

Considere o local para a lavanda, pois ela é resistente e vai crescer muito ao longo dos anos, bem como se espalhar.

jerfi

cyclantus

Nome Popular: Mapuá, Ciclanto
Nome Científico: Cyclanthus bipartitus
Divisão: Angiospemae
Ciclo de vida: Perene
Família: Cyclanthaceae
Origem: Floresta Amazônica

Arbusto entouceirado, ereto, robusto, pode ser cultivado em vasos grandes ou diretamente no chão onde formam grandes maciços muito ornamentais
Suas folhas são grandes, largas e com pecíolo longo, bipartidas, dando a impressão de serem duas folhas. Pode chegar até a 1,80 m de altura. O destaque desta planta são as suas folhagens, há florescimentos, mas sem importância ornamental.

Na floresta o solo é úmido e o sol é filtrado pelas árvores, então cultivo deve ser feito à meia sombra (não suporta luz direta das 10 às 17 hs), em substratos ricos em matéria orgânica, permeável e mantida umedecida. Não tolera geadas.

Como plantá-la em jardins:
Prepare a terra do canteiro retirando plantas mortas e qualquer outro tipo de raízes, acrescente adubo animal de curral bem curtido, cerca de 1 kg/m2 de solo, misturando com composto orgânico ou turfa modificada o quanto necessite. Incorpore a mistura no canteiro.

Retire a muda do saco de cultivo, abra um buraco do tamanho do torrão e acomode a planta, cuidando para que as raízes não fiquem dobradas. Colocque terra ao redor da muda e aperte de leve para fixar melhor. Regue bem.

A umidade é essencial para este tipo de planta, então regas frequentes ou irrigação por mangueiras são necessárias para seu bom desenvolvimento.

Como plantá-la em vasos
Escolha um recipiente de boca larga, não precisa se muito fundo, cerca de 50 cm está adequado.
Proteja o fundo e as paredes do vaso com tinta impermeabilizante e deixar secar bem alguns dias.
Coloque no fundo do vaso brita e areia úmida. Pode substitui por um pedaço de geomanta.
Coloque mistura de composto orgânico e adubo animal numa proporção de 6:1 respectivamente e plante a muda.

Se o vaso se destinar para cultivo em interiores, substitua o adubo animal por granulado NPK, na  formulação 10-10-10 cerca de 100 gr por vaso de tamanho grande. Plante a muda e regue bem.

O solo do vaso pode ser protegido com casca de pínus lavada, isto diminuirá a evaporação da água de regas.

O ciclanto pode ser propagado por separação de touceiras. Se estiver em canteiro, abra o maciço e com uma pá reta corte uma porção da planta, sempre levando folhas junto.

Plante do mesmo modo indicado para plantio em vasos e deixar em cultivo protegido longe do sol.
Para esta tarefa não há épocadeterminada.

O ciclanto ainda é pouco usado em paisagismo. Não necessita de manutenção, a não ser a retirada de folhas fenecidas.
A planta pode ser usada em recantos de muros e junto a escadas mais protegidas e sem sol, onde nem todas as plantas ficam bem.

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pimenteiras

As pimenteiras são plantas que apresentam facilidade para seu cultivo, pois não requerem cuidados excessivos e são realmente atraentes pela apresentação de seus frutos, bem como seu sabor. Mas às vezes algumas pragas ou doenças podem surgir, causando aborrecimento e mesmo dando um certo trabalho para o cuidado com a planta, sendo uma delas é a Antracnose.

Dicas de como combatê-la:
A Antracnose é uma doença causada por fungos que podem atingir as plantas da pimenta em qualquer estágio de seu desenvolvimento. Seu aparecimento é favorecido pelo aumento da umidade relativa do ar, principalmente em períodos de chuva ou mesmo pela utilização de irrigação por aspersão (borrifar ou respingar).

As áreas da planta atingidas por essa doença apresentam marcas circulares com núcleo escuro ou alaranjado. A doença é altamente destrutiva e propaga-se com grande velocidade devido a facilidade de transmissão de seus esporos através da água. Ela pode surgir tanto devido à sementes infectadas, de procedência duvidosa, bem como de restos de cultivo anteriores. Uma epidemia pode arrasar até 100% da produção se não for detectada a tempo.

Caso seja detectado a presença desses fungos em uma de suas plantas, é aconselhável destruí-la por completo para evitar a propagação. Não se deve utilizar restos de outros cultivos como parte de composto para preparação do solo para uma nova plantação. O controle das ervas daninhas também é muito importante, pois elas geralmente são hospedeiras desses fungos. Outra dica interessante é evitar a irrigação por aspersão, ou seja, deve-se focar o despejo da água sobre o solo em torno da planta, nunca em seu caule, folhas e frutos. O excesso de nitrogênio na adubagem também favorece o aparecimento desses fungos.

Em boa parte dos casos, utilizam-se fungicidas para o tratamento da doença. Mas isso não evita a possibilidade de uma epidemia. Por esse motivo o tratamento preventivo é de enorme valia para garantir a saúde de suas plantas.

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avenca

Não existe segredo para ter plantas bonitas e saudáveis em casa é dar a elas condições próximas as de seu habitat de origem. Para tal feito basta pensar na composição da terra a ser usada, na incidência de luz, na água e na nutrição.

Veja os segredos para tratar o jardim de vasos de um jeito carinhoso e encontre sugestões de acessórios que ajudam na manutenção.

No caso do cultivo em vasos, prefira recipientes de barro ou cerâmica por imitarem o solo, possibilitando que as raízes respirem mais facilmente. À noite, evite deixar as espécies sob a iluminação artificial: assim como as pessoas, elas precisam passar horas no escuro. Quando chove, sempre que possível, coloque os vasos debaixo d’água, com isso as plantas ganham viço depois de um bom banho de chuva. Essas regras simples nasceram da observação e da sensibilidade dos apaixonados por jardinagem. Convivendo de perto com seus exemplares preferidos, você também pode descobrir como tratá-los da melhor maneira possível. Quem gosta de plantas já entende o assunto. Mesmo que a pessoa erre um pouco no começo, basta ter paciência e atenção à natureza para aprender. As espécies vão nos guiando.

Água na dose certa
Como saber qual é a quantidade de água de que cada espécie precisa? Um caminho é observar o desenvolvimento das plantas para descobrir suas necessidades. Grande parte dos exemplares morre por excesso de água e não por falta dela. É preferível regar freqüentemente e sem exageros. Terra encharcada propicia o aparecimento de fungos e pragas e provoca o apodrecimento das raízes.

Para não errar na dose, veja algumas dicas:
• Sinta a umidade da terra pressionando o dedo no vaso até 2,5 cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco.
• Procure molhar as plantas pela manhã. Assim haverá tempo para a absorção e a evaporação de um eventual excesso. A umidade que persiste por toda a noite aumenta a chance de um ataque de fungos.
• Use um regador que passe entre as folhagens sem machucá-las e libere um pequeno volume de água por vez. Os de bico longo funcionam bem.
• Durante os meses de inverno, as regas devem ser mais espaçadas, pois as plantas entram em repouso.
• Vasos de barro absorvem mais água que os de plástico e pedem um intervalo menor entre as regas. Mas é justamente a porosidade do material que permite que as raízes respirem melhor.

Algumas espécies, como a avenca, necessitam ainda de umidade no ar. Para criar essa condição, um recurso é pulverizar água ao redor da planta todos os dias, mesmo sem molhar a terra. Isso cria um microclima apropriado. Outra sugestão é tentar reproduzir uma mata, agrupando vários vasos num mesmo local. Juntas, as plantas transpiram e liberam maior volume de vapor d’água. Longos períodos sem regas deixam as plantas ressecadas e debilitadas, algumas não se recuperam e acabam morrendo. Quando você viajar, peça para um amigo que goste de jardinagem assumir a tarefa de regar ou, se a ausência for curta, instale no vaso um gotejador de plástico com regulagem de vazão.
Uma alternativa para manter a terra úmida é a técnica do barbante: coloque água em uma garrafa PET, feche e faça um furo na tampa. Passe um barbante pela abertura, de forma que ele chegue ao fundo do recipiente. Enterre a outra ponta do fio no vaso.

O preparo da terra
A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus, esterco), do qual as plantas vão retirar os nutrientes fundamentais. Para dar leveza à receita, pode-se substituir a areia por algum substrato pronto que contenha vermiculita (rochas trituradas), palha de arroz ou outro item que deixe a composição mais areada e mantenha a água e os nutrientes disponíveis por mais tempo. Espécies tropicais, como as samambaias, que apreciam a umidade, podem ser plantadas em outra proporção de ingredientes: 2/4 de húmus, 1/4 de terra e 1/4 de areia.

Qualquer que seja o tipo de planta, as dicas abaixo ajudam a aproveitar melhor os nutrientes do solo:
• As regas vão achatando a terra. Sempre que notar que ela está endurecida, revolva para afofar, com o cuidado de não ferir caules e raízes.
• Se não conseguir deixar a terra soltinha, verifique se as raízes da espécie cresceram demais. Em caso positivo, é hora de transplantá-la para um vaso maior.

Luz garante o verde
Sem luminosidade, as plantas não realizam a fotossíntese, uma de suas funções essenciais. O pigmento verde clorofila, sob a ação da luz, retém gás carbônico, libera oxigênio e vapor d’água, que refresca os ambientes. A fotossíntese também é o processo pelo qual as espécies produzem os açúcares que as alimentam. É por isso que, em local escuro, as plantas enfraquecem a ponto de fenecer. Há, claro, exceções. As variedades de interior, de verde mais intenso, suportam melhor os ambientes com baixa luminosidade. Já as folhagens coloridas, como o cróton, e as espécies floridas não abrem mão de luz solar para realçar seus matizes. Se você cultiva exemplares dentro de casa, não se esqueça destes detalhes:
• A claridade das janelas chega lateralmente às plantas, que tendem a crescer em direção à luz. Resultado: um lado fica mais farto e viçoso que o outro. Para evitar o problema, gire o vaso com regularidade.
• Quem tem quintal ou varanda aberta pode fazer um rodízio: deixe os vasos que ficam em ambientes fechados tomando sol por alguns dias e traga os da área externa para o interior.

Cuidados ao podar
A remoção de partes da planta só deveria ser efetuada com um objetivo: dar saúde e vigor à espécie. Isso quer dizer retirar galhos secos, doentes e mal-formados, que danifiquem o equilíbrio do formato original da planta. A operação é conhecida como poda de limpeza. Excetuando esses casos, não se deveria podar, pois cada corte desnecessário faz a planta sofrer um estresse.
No caso de plantas lenhosas, que tenham galhos duros e secos, recomenda-se, após o corte, passar algum cicatrizante no local, como o gel das folhas de babosa (Aloe vera) ou própolis em gotas. Espécies que dão flores merecem uma atenção a mais: sempre remova as flores secas e murchas. Flores mortas podem apodrecer e levar ao aparecimento de fungos.

Adubo que revigora
Os três elementos básicos para um solo sadio estão contidos na sigla NPK, que significa nitrogênio, fósforo e potássio. Eles podem ser comprados juntos, em um adubo à venda em lojas de jardinagem, ou separados, em fontes naturais. O nitrogênio é encontrado em húmus de minhoca, esterco e torta de mamona, o fósforo, na farinha de ossos, e o potássio, em cinzas de madeira obtidas da queima de lenha. Você pode pedir o material em uma pizzaria ou padaria. Já as cinzas de churrascarias contêm muito sal e prejudicam as plantas.

Outras dicas para uma adubação correta
• Use de preferência adubos orgânicos. Eles contêm os mesmos microorganismos do solo e tornam a terra nutritiva e fofa para que as plantas respirem melhor.
• Retire cerca de um terço da terra do vaso, acrescente o adubo a ela, na proporção indicada, e depois recoloque a mistura no recipiente.
• Após a adubação, molhe a terra. A água serve de condutor para os sais minerais e dissolve eventuais excessos, que podem prejudicar as raízes.

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