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plantas

1. Na Austrália a diversidade de espécies vegetais é muito grande o que levou a que os primeiros exploradores a designarem por “Botany Bay” (Baía Botânica) um local onde encontraram mais de 1000 espécies diferentes de plantas.

2. Na Austrália há cerca de 600 espécies diferentes de eucaliptos (Eucalyptus spp.).

3. Os Larícios (Larix spp.) são coníferas, tal como o pinheiro, mas têm a particularidade de mudarem de cor no Outono e perderem as folhas.

4. As árvores funcionam como bombas de água, pois através do seu sistema de vasos (ou vascular ou de transporte de seiva) podem elevar, da raíz até às folhas, uma quantidade extraordinária de água.

5. Uma árvore nova e com pouco mais de um metro pode elevar para as folhas até 45 litros de água por dia. Um carvalho de tamanho médio pode elevar mais de meia tonelada de água para prover as suas necessidades.

6. A largura dos aneis das árvores varia na razão direta da quantidade de madeira formada num ano.

7. As árvores mais velhas que existem à superfície do globo terrestre são o Pinus aristata, existindo alguns exemplares com mais de 8000 anos nas Montanhas Brancas dos Estados Unidos da América, a cerca de 2700 m de altitude.

8. Há sequóias (Sequoia sempervirens (Lamb.) Endl e Sequoia giganteum (Lindley) Buchholz) com mais de 3 000 anos. Por terem tantos anos, possuem uma casca muito espessa e praticamente invulnerável ao fogo, às doenças e aos insetos.

9. As sequóias são as árvores mais altas do mundo, estando referenciadas seis com mais de 100 m de altura, todas no estado da Califórnia.
10. O Louro inamoim é uma espécie arbórea que vive na Amazônia, da qual se pode extrair até 20 litros de seiva, que é utilizada como combustível pois é muito semelhante à gasolina.

11. A Ginkgo biloba  é uma árvore comum no Japão. Diz-se que é muito resistente, pois foi a única espécie vegetal que sobreviveu ao bombardeamento atômico de Hiroshima.

12. Algumas espécies de bambus chegam a crescer mais de 90 cm num único dia.

13. A maior semente do mundo é produzida por uma espécie muito alta de palmeira, que vive nas ilhas Seychelles. É o “coco do mar”, que pode chegar a pesar mais de 20 kg.

14. Uma única planta tem a capacidade de purificar o ar de uma sala de 9 m2.

15. Existe na Amazônia uma flor com mais de 2 metros de diâmetro.

16. O nome urtiga vem do latim “urere” que significa arder. É o nome genérico dado a plantas que apresentam um mecanismo de defesa que consiste em produzir determinadas substâncias, por exemplo a histamina, a acetilcolina e o ácido fórmico), que ao entrarem em contacto com a pele, provocam uma dilatação dos vasos sanguíneos e um inflamação localizada. Estas substâncias são armazenas em minúsculos pêlos do caule e folhas das plantas, possuidores de uma extremidade muito frágil que se rompe ao mais ligeiro toque.

17. O micélio é a parte principal e subterrânea de um fungo que realiza todas as funções das raízes, caules e folhas de outras plantas. É constituído por uma massa de fios muito finos designados por hifas.

18. O micélio de um fungo frutifica sob a forma de cogumelo em condições de umidade elevada. Este cogumelo varia muito de dimensão, forma, cor e grau de toxicidade. Alguns são muito venenosos, mas outros são comestíveis.

19. Um líquen é formado por um fungo e por uma alga unicelular. A alga produz substâncias orgânicas através da fotossíntese que alimenta o fungo. Por sua vez, o fungo, com as suas hifas, protege a alga. Esta associação é tão íntima, que vivem ambos como um organismo único. Os líquenes encontram-se em qualquer tipo de superfície livre, desde rochas a troncos de árvore. Crescem muito lentamente e podem viver centenas de anos. Muitas espécies só se desenvolvem em locais onde o ar não está poluído, pelo que são muitas vezes utilizados como indicadores da qualidade do ar.

20. As micorrizas formam-se quando um fungo invade as raízes de uma planta. O fungo retira nutrientes da planta, mas esta também beneficia, porque o fungo ajuda-a a absorver os sais minerais do solo. Tal como os líquenes, as micorrizas também são um exemplo de mutualismo, uma associação de duas espécies, da qual ambas colhem benefícios. É um tipo de associação que se encontra em muitas plantas. Algumas plantas, como por exemplo, certas espécies de orquídeas, só se desenvolvem com a colaboração dos fungos.

22. As plantas carnívoras apresentam diversas adaptações para capturarem os animais com que complementam a sua alimentação. Um exemplo de estratégias de captura de insetos é o da Sarracenia purpurea, espécie nativa da América do Norte. Ela possui folhas transformadas em jarros, muito coloridos, que funcionam como armadilhas. Para além da cor que atua como elemento atrativo para os insetos, estas folhas emitem ainda um odor, que os atrai para a margem dos jarros. Quando um inseto pousa, ele escorrega para o interior da armadilha, pois esta encontra-se umedecida por uma substância viscosa. Já dentro do jarro, os tecidos do inseto são digeridos por substâncias químicas que a estrutura vegetal secreta, transformando-se em nitritos e nitratos que são, em seguida, absorvidos pelo vegetal. O inseto é impedido de subir as paredes internas do jarro, pois estas encontram-se cobertas por pêlos viscosos, que garantem o insucesso da fuga.

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Romã Ornamental

A romãzeira não é tão comum no jardim do brasileiro como a pitangueira e a jaboticabeira, este arbusto de 2 a 4 m de altura, com flores vermelho-alaranjadas nas pontas dos ramos, embora originária de clima quente, resiste bem a temperaturas mais baixas. Mesmo sendo de fácil adaptação a diferentes tipos de solo, o recomendado é que a romãzeira seja desenvolvida em solos com boa drenagem e ricos em matéria orgânica.

Sua multiplicação é feita por sementes ou mesmo pelo enraizamento de estacas e a produção de frutos. Mais do que sorte, se a intenção é garantir a beleza para o jardim o ano inteiro, que tal uma romãzeira em casa?

A árvore adora o clima brasileiro e se for plantada já grande, com cerca de 3 metros, pode até ser colocada em um vaso com capacidade mínima de 40 litros. Uma vantagem é que, ao contrário de outras espécies vegetais, ela não exige cuidados especiais e complexos para manter uma boa produtividade por muitos anos.

flores de romã
A romãzeira pode ser usada no paisagismo, em jardins mediterrâneos, com características “praieiras”. Há também uma variedade menor da planta, a miniromãzeira, que pode ser cultivada em vasos, o que permite sua adaptação a jardins menores e, até mesmo, em varandas de maior porte. É indicada também para Bonsai, já que usando as técnicas de poda se chega à uma bela árvore em miniatura.

Dicas
- escolha as sementes de acordo com a fruta: romãs grandes e de polpa vermelha são as ideais
- plante a romãzeira a partir de Setembro, assim pegará a época de chuvas e sol, condição que favorece a adaptação da planta no novo habitat
- para plantá-la em um vaso, utilize de terra comum, terra vegetal e composto orgânico
- é essencial que a muda/árvore receba ao menos 4 horas de sol direto por dia
- as regas devem ser abundantes, embora feita de forma cuidadosa: nada de água no tronco, para evitar fungos
- adube a planta anualmente, de preferência em Novembro
- a colheita dos frutos deve ser feita no verão, antes que estejam totalmente maduros

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Oenothera-speciosal

Nome científico: Oenothera speciosa.
Família: Onagraceae.
Nomes populares: gotas-brancas-de-sol, flor-do-dia, prímula-branca-da-tarde.
Origem: Estados Unidos.

Planta herbácea rizomatosa, perene, de porte ereto, atinge de 30 a 60 cm de altura. As folhas são alternas e as flores possuem cálice longo, são solitárias, formadas no verão e apresentam pétalas brancas, modificando para cor-de-rosa.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solos ricos em matéria orgânica, em regiões mais frias, sendo seu cultivo indicado apenas para a região Sul do país.

Propagação: divisão da planta e sementes.

Usos: apropriada para a formação de bordaduras e maciços.

Ela floresce de madrugada e suas flores só ficam abertas até que bata o sol quente. É, portanto, uma planta que amanhece florida.

Esta flor é atrativa de várias espécies de inseto, porém as mariposas são os mais comuns, devido ao fato das suas flores abrirem à noite.

Essa planta pode ser encontrada no Tatuapé Garden Center – SP – Mudas bem formadas de Prímula-branca custam em média R$ 10,00

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PhalaenopsisSchilleriana

As características do gênero são muito elegantes. Algumas variedades apresentam florações espetaculares, como por exemplo, a P. schilleriana, que comumente chega a ter mais de setenta flores em uma única haste floral.

Mas esta espécie também é conhecida por sua belíssima folhagem verde escura, salpicada de cinza prateado, com folhas achatadas em forma de língua e flores róseas ou brancas, com até 7,5 cm de diâmetro.

Nos últimos anos, vários híbridos de Phalaenopsis têm sido criados para obtenção de flores de corte. Suas flores brancas tornaram-se populares para buquês de noivas.

A planta em seu habitat natural
Todas as espécies encontradas são nativas do extremo leste asiático. Fixadas nesta área, estendem-se por Burma, Ilhas Molucas e especialmente nas Filipinas.

As Phalaenopsis são plantas epífitas ou litófitas. Elas crescem prendendo-se a ramos, troncos de árvore e rochas e quase sempre fixadas em lugares sombrios. Algumas espécies crescem bem próximo à praia, recebendo os respingos da água salgada do mar.

Três espécies, P. lowii, P. parishii e P. esmeralda são muito sensíveis nas condições do seu hábitat nativo, onde crescem em cima de pequenos arbustos e pedras limosas. Mas quando cultivadas em estufas, longe das drásticas mudanças climáticas, normalmente têm suas folhas conservadas integralmente.

As folhas têm textura de couro e podem ter até 46 cm de comprimento por 7 cm de largura. São suculentas, servindo de reserva de água e alimento. A maioria das espécies viceja na selva, onde a temperatura é naturalmente uniforme, entre 24 graus à noite e 35 graus durante o dia, com índices pluviométricos de 2.030 mm³ ao ano, e uma atmosfera quase sempre saturada de umidade, razão pela qual são desprovidas de bulbos.

As raízes crescem livremente e aderem a tudo que possam firmar-se, sejam árvores ou rochas. O cultivo em vasos impossibilita que as raízes fiquem soltas por fora do recipiente, desenvolvendo-se, assim, em meio ao substrato, o que retarda seu crescimento. A P. schilleriana e a P. stuartiana têm raízes de coloração prateada, largas e achatadas, algumas com crescimento muito extenso para captar alimento e prover a fixação.

O alimento é principalmente provido pela umidade atmosférica, bem carregada, que contribui para o enraizamento na parte inferior, e grande absorção pelas raízes aéreas e folhas.

Em seu hábitat natural as hastes florais ficam dependuradas em cascatas, sobre suas longas e pesadas folhas, e estão continuamente em floração. Após a floração mais hastes podem surgir da haste original. Se depois da primeira florada tiver caído a haste, esta voltará a produzir outras brotações florais.

Se quiser usar as flores para decoração, corte a haste acima do nó mais alto. A planta irá então produzir uma nova haste secundária dentro de pouco tempo. Geralmente, em cultivo, as hastes são estacadas para cima.

Quando as condições são favoráveis, as plantas são capazes de produzir “keiks”, brotações nas gemas da haste floral. Com o crescimento da jovem planta, ela irá desenvolver suas próprias raízes. No hábitat é comum ver grandes colônias de plantas formadas de “keiks” florais já independentes, avançando ao longo dos galhos, produzindo suas próprias hastes florais.

Em algumas espécies, incluindo a P. violacea, a P. amboinensis e a P. mariae, após a floração, se fecundadas, irão formar uma cápsula de sementes, em que as sépalas e pétalas tornam-se espessas, de cor verde como as folhas, mas seguindo o mesmo caminho das funções de reprodução por sementes.

A condição natural do meio ambiente das Phalaenopsis provê à espécie temperaturas médias estáveis, alta umidade e bom sombreamento. Por ser uma planta delicada, deve preferencialmente ser cultivada em estufas.

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