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dendrobium

Todos sabem que orquídeas são flores especiais e desejadas por todos. Existem cerca de trinta e cinco mil espécies e o seu cultivo é um dos processos mais trabalhosos e cuidadosos no mundo da cultura de flores.

A maior dificuldade do cultivo de orquídeas reside em manter as condições atmosféricas exatas e efetuar a polinização cuidadosa dos exemplares de forma a garantir uma reprodução bem sucedida e que produza uma variedade saudável e controlada das plantas.

A polinização de orquídeas na natureza depende de inúmeras estratégias desenvolvidas para driblar a impossibilidade da difusão do pólen através do vento. Utilizando artimanhas como cores e perfumes diferenciados e (em alguns casos incrivelmente chamativos) elas seduzem insetos polinizadores como abelhas, mariposas, morcegos e outras coisas mais.

Existem orquídeas que chegam a imitar fêmeas de determinados insetos e assim garantir que os machos daquela espécie venham “acasalar” com elas e difundir o seu pólen. A variedade de técnicas é quase tão incrível como a variedade de flores e podem-se considerar as orquídeas como uma espécie de flores extremamente especial.

O cultivo de orquídeas é considerado uma verdadeira arte pelos entendidos e apreciadores dessas flores únicas. A venda dessas flores é um comércio próspero e profundamente difundido em todos os países onde o cultivo é possível e a importação é a ferramenta utilizada onde não é possível cultivá-las. O fascínio e a extrema beleza dessas flores superam qualquer obstáculo quando se trata de conseguí-las.

O tipo de solo, a pureza da água, a freqüência com que serão regadas, a umidade do ar, a espécie que melhor se adapta a região em que será cultivada e o tipo de adubação a ser utilizado são apenas alguns dos fatores a serem levados em consideração e controlados com perfeição para as pessoas que desejam se dedicar ao cultivo profissional ou amador das orquídeas.

Por mais que possam parecer e os cuidados necessários para cultivá-las possam indicar, as orquídeas não são flores tão frágeis e extremamente delicadas capazes de morrerem ao menor descuido. Em geral, as orquídeas são plantas resistentes e com certo grau de rusticidade e chegam a sobreviver por muitos dias estando fora do meio em que foram cultivadas.

Por isso mesmo, quando você compra uma orquídea para dar de presente; elas duram muito mais do que uma flor qualquer. Isso é a confirmação de que as orquídeas são mesmo resistentes.

Um outro mito difundido entre o público leigo, é o que diz que algumas espécies de orquídeas são parasitas e destroem as plantas hospedeiras. Isso não é verdade. Nenhuma espécie de orquídea prejudica a planta onde se apóia.

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ferramentas-de-jardinagem
Qualquer pessoa que queira ter a jardinagem como hobby pode começar o cultivo com o auxílio de algumas poucas ferramentas, indispensáveis para o manuseio das espécies.

Abaixo as aplicações de ferramentas que irão ajudar àqueles que querem se iniciar na jardinagem:

Pazinha larga: compacta para facilitar trabalhos em terraços, canteiros e jardineiras, essa ferramenta é utilizada para a retirada/depósito de materiais como adubos. O cabo ergonômico facilita o manuseio e proporciona maior comodidade durante a execução dos trabalhos.

Garfo largo: para a manutenção rotineira do vaso ou da horta é importante que se tenha um cultivador ou um sacho para o preparo do solo e remoção de ervas daninhas.

Transplantador: os transplantadores têm a função de retirar a terra necessária para acomodação da planta ao vaso. É importante que os transplantadores possuam marcadores de profundidade, pois cada planta exige uma determinada profundidade de plantio em função do ritmo de crescimento da raiz (em geral a profundidade é especificada na embalagem de sementes e bulbos).

Tesoura para colheita e poda: as podas variam de acordo com a planta e são muito importantes, pois permitem a renovação de galhos e flores necessária ao bom desenvolvimento da planta. Uma opção para a colheita de frutas, flores, corte e poda de pequenos caules é a tesoura para colheita.

Enxadinha: para romper superfícies e retirar ervas daninhas cortadas pela raiz.

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substrato

Existe uma mudança da relação dinâmica entre a planta e o seu substrato em um recipiente. Percebemos que as plantas crescem e mudam, mas nós não consideramos que o substrato também. No recipiente de crescimento, é importante entender a expectativa de vida do solo para a freqüência de transplante. Isto assegura que suas plantas no vaso não serão obrigadas a lutar em uma mistura de solo em “colapso”, com o passar do tempo eles tendem a quebrar, reduzindo o tamanho das partículas e reter mais água, este processo pode realmente corresponder às necessidades de crescimento e taxa de umidade da planta, se cuidadosamente equilibrado.

As plantas recém transplantadas não absorvem tanta água como as que já estão estabelecidas no vaso, isso ocorre porque o sistema radicular é comprometido, no transplante há a poda de raízes e retirada do substrato antigo, algumas em sua totalidade, levando isso em conta, é fato a diminuição de transpiração a nível foliar.

Como as raízes crescem e novos brotos e folhas se desenvolvem, aumenta a transpiração, isso pode ser tratado pela poda aérea para reduzir a transpiração, o aumento da irrigação, reduzindo a luz solar, etc. Mas uma das coisas realmente importante é um componente orgânico no solo, é que ele começa a quebrar com o tempo de acordo com a exigência da planta em questão de umidade. Isto efetivamente aumenta a capacidade de retenção de água, um solo bem estruturado e manutenção da planta apropriada irão ajudar a manter a umidade em equilíbrio. Uma vez que o substrato já esteja bem colonizado de raiz não está sujeita ao colapso na maioria das espécies a menos que a planta seja submetida a maus tratos, tais como umidade constante, falta de luz direta do sol, etc. A rede de raízes tenderá a manter o solo arejado, criando uma estrutura lenhosa.

A vida do substrato
Deve-se entender que a mistura do substrato feitas em viveiros são projetadas (se assim o são) para crescimento rápido e de curta vida (até 5 litros), pois não ficam neste mesmo vaso até um ou dois anos. Passando disso o solo entra em colapso e também chega-se a condições limite da raiz, a mistura para o bonsai deve durar mais tempo, e eles devem ser mais flexíveis e estáveis para dar conta de poda e de formação, isso significa que temos que prestar muito mais atenção às características do solo de viveiros em geral. O ideal é fazer a mistura de substrato durar tanto quanto possível, mesmo aquele em vasos de formação, use casca fresca e estável, com inorgânicos (pedras, cacos cerâmicos), um solo deve ser projetado, para durar o tempo que a planta necessita para se manter em vasos.

Concluindo: Não importa o que você usa para o substrato, se você usar componentes puramente inorgânicos, provavelmente você vai ter que usar fertilizantes orgânicos e seus problemas decorrentes como a remoção de resíduos da superfície, o mal cheiro, insetos, etc., se você usar mais do que o necessário de componentes orgânicos, então você vai ter problemas relacionados com a água e aeração, colapso mais rápido e você terá que prestar mais atenção para as práticas de irrigação. Não existe “melhor” substrato, existem apenas as misturas que funcionam bem em um conjunto de condições ambientais que incluem as espécies de plantas e seu estado atual (idade), como ela é manipulado (técnicas aplicadas à ela e intervenções neste período), a rega, o clima, tipo de adubo, quantidade de exposição a luz / sombra, todas estas coisas estão interligadas.

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