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Hortencia
Gênero com 80 espécies, originário do leste da Ásia, América do Norte e América do Sul.

As cultivares da Hydrangea macrophylla são divididas em dois grupos:

Hortênsia prato, também descrita como Hydrangea serrata – tem cachos de flores em formato achatado similar a um prato, compequenas flores férteis no centro e em volta, na beirada do cacho as flores maiores são muito vistosas, porém estéreis.
Hortênsia bola – tem cachos redondos quase em formato de uma esfera, as flores grandes e vistosas, porém estéreis.

Hortênsias são muito versáteis nas mais diversas situações nos jardins e na paisagem. Elas são excelentes como planta isolada ou em grupos dentro de um canteiro com outros arbustos ou em grandes vasos ou floreiras.

As Hortênsias trepadeiras (no Brasil ainda desconhecidas) gostam de uma parede na sombra ou o tronco de uma árvore. Os cachos das flores podem ser secados e usados em arranjos florais.

Todas as partes da Hortênsia podem causar indisposição digestiva se ingeridas e o contato com as folhas pode causar reações alérgicas cutâneas em pessoas sensíveis.

Cultivo:
As hortênsias devem ser cultivadas em solos úmidos, bem drenados, moderadamente férteis e ricos em húmus, em locais ao pleno sol ou a meia sombra. Em regiões extremamente frias onde ocorrem ventos secos, ela gosta de um pouco de proteção.

Algumas Hortênsias se tornam amareladas se cultivadas em solos muito alcalinos (pH muito alto). A cor da flor das Hortênsias é afetada pela relativa disponibilidade de íons de Alumínio no solo. Solos ácidos com pH mais alto do que 5.5 produzem flores com a cor rosa.

Hortênsias brancas não são afetadas pelo pH do solo.

Poda:
A poda da Hortênsia macrophylla normalmente se restringe a poda das flores passadas logo após a floração. Nesta ocasião se corta a flor com 1 ou 2 jogos de folhas abaixo. No Brasil isto deve ocorrer no inicio até a metade do verão.

Fazendo está poda em tempo a hortênsia proporciona uma segunda floração, não tão abundante como a primeira, no final do verão ou no outono.

Plantas muito grandes podem ganhar uma poda mais rigorosa onde se poda até um terço do comprimento dos galhos.
Recomendamos esta poda em diversas alturas para manter um formato mais natural da planta. Uma parte deste tipo de poda pode ser feita já no verão, época na qual se retira as flores passadas, e outra no inverno.

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Manchas-Foliares
As manchas ou lesões folhares nas nossas plantas podem ser causadas por diversos fatores como excesso de calor, excesso de frio, doenças fúngicas, pragas ou danos fisiológicos.

Identificação
Para uma pessoa não acostumada com a identificação de doenças nas plantas esta tarefa não e fácil e muitas vezes temos que trabalhar com a exclusão. Isto significa que em primeiro lugar temos que ter certeza que todos os fatores de crescimento como luz e temperatura, água e adubo assim como o substrato estão à disposição da planta na quantidade que ela precisa.

Tendo verificado estes fatores podemos verificar se há algum inseto, ou vestígio dele, na planta. Não encontrando nada pode-se concluir que algum fungo, um vírus ou uma bactéria está causando o problema. No caso dos vírus e das bactérias podemos até identificar de que tipo se trata mas não há nada que possa ser feito. No caso dos fungos existem diversos tipos que podem causar as manchas e muitos destes fungos se instalam freqüentemente em certas culturas, e em outras, com menor freqüência. A experiência e a vontade de se informar são a melhor base para adquiri alguma habilidade de identificação.

A ferrugem
A ferrugem se mostra geralmente no em forma de pequenos pontos amarelos no lado de cima da folha. A identificação e o combate neste estágio são importantes para o sucesso e para evitar que a doença se espalhe. 13 dias após a infecção pode-se ver manchas de cor marrom em forma circular abaixo das folhas. Estas manchas circulares contém os esporos altamente contagiosos e elas se espalham pelo toque, pela água ou pelo ar.

O que fazer
· Através do trabalho dos melhoristas já se tem hoje em dia variedades mais resistentes, as quais devem substituir as variedades mais sensíveis;

· O local adequado é o fator mais importante após a escolha da variedade adequada;

· A retirada das folhas com os primeiros sinais da doença e o combate do problema com fungicidas são as últimas armas que devemos utilizar. Produtos a base de Mancozeb, Triodimetol, Azoxystrobin, Kresoxim-Methil, Myclobutanil e Propicanazole são usados na produção comericial com acompanhamento técnico de um agrônomo responsável.

Sintomas da doença:
Típicos anéis em volta de um único ponto, região da lesão da ferrugem. Manchas cor marrom 13 dias após infecção.

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Uma boa sugestão para canteiro rente a muro é o fórmio (Phormium tenax). Resistente e de crescimento rápido, o fórmio é uma planta excelente para qualquer clima do Brasil, mas necessita muito de sol pleno.

Há variedades com folhas na cor verde escuro, vermelho-acobreado (Phormium tenax ”Atropurpureum”) e também as variegadas com listras mais claras no centro ou nas bordas das folhas (Phormium tenax ”Variegata”). Incluindo o pendão floral, a planta pode atingir até 3 metros de altura.

O plantio pode ser feito com o espaçamento de 30 cm entre as mudas.

O fórmio é uma planta herbácea rizomatosa da família das Liliáceas, originária da Nova Zelândia e se reproduz por divisão de touceiras. Gosta do solo mais para o seco do que para o úmido. Recomenda-se a adubação orgânica para o fórmio e, no caso de utilizar fertilizante químico, prefira NPK de fórmula 10-10-10

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Trepadeira vigorosa da familia das apocináceas.

Originária do Himalaia esta planta produz grande quantidade de flores brancas em formato de trombetas e levemente perfumadas.

Com a poda periódica dos ponteiros pode ser mantida como arbusto.

Solo Drenados e ricos em matéria orgânica

Clima Sub-tropical e tropical

Luz Plena luz

Origem Himalaia

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