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Ao prolongarem a vegetação durante o Inverno, crisântemos e margaridas, entre outras, emitem na Primavera ramos basais que pode utilizar como material para conseguir mais exemplares.

Como? Muito fácil, pelo sistema de estacas, a partir de um ramo que não tenha emitido flores.

Para aproveitar os novos rebentos para conseguir mais plantas, só tem de seguir os três passos que de seguida enumeramos:

1. Pegue na estaca de um ramo da base da planta. Este deve ter cinco centímetros. Retire as folhas de baixo e corte a base por cima de um nó.

2. Numa bandeja com substrato, coloque as estacas em fila, começando pelas margens. Regue com roseta fina ou por capilaridade.

3. Coloque as estacas num propagador onde recebam luz mas não sol. Quando emitirem raízes, plante separadamente

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lagos

Diversas são as opções de plantas para o paisagismo de um lago, no entanto, é importante que a planta escolhida atenda aos seguintes fatores:
* Estar em harmonia com o jardim, com a residência e com o próprio lago;
* Possuir folhas perenes e de tamanho grande e flores duradouras para contribuir na redução da manutenção quanto à retirada de folhas e flores que poderiam cair na água;
* Ter raízes não agressivas e não superficiais;
* Galhos não quebradiços;
* Se o lago for visitado por crianças pequenas deve-se cuidar para que não seja tóxicas.

Para locais ensolarados e lagos tropicais, podemos escolher palmeiras, bananeiras ornamentais, bambu-mirim, moréias, fórmio, aves-do-paraíso, orquídeas-bambu, etc.

No caso de zonas sombreadas, a escolha ainda engloba palmeira-ráfia, camaedória, lírios-da-paz, beijos, samambaias, entre outras.

Devemos cuidar que muitas plantas palustres têm caráter invasiva. Caso o lago não seja de alvenaria, deve-se controlar o crescimento ou até mesmo evitar o plantio dessas plantas em suas bordas, uma vez que podem avançar e tomar conta do lago.

Muitas trepadeiras também são boas opções para efeito de sombra. Elas podem ser mantidas em pérgolas, caramanchões e suportes naturais.

Árvores de médio e grande porte devem ser evitadas próximas aos lagos ornamentais construídos, principalmente o chorão que, apesar da grande beleza e harmonia, tem capacidade de “procurar” água pelas raízes e a Tipuana, o Fícus e o Flamboiã que têm raízes superficiais e agressivas, além de folhas pequenas.

magnólia

flor da canela-de-ema

Uma das características que mais impressiona no cerrado são suas flores. Para quem pouco conhece do cerrado, tem-se, à primeira vista, uma impressão de que o cerrado é um ambiente hostil, rústico, pobre e, às vezes, um tanto agressivo.

Isto se dá pela aparência tortuosa e rugosa de suas árvores, o clima seco e árido em determinadas épocas e pela baixa fertilidade do solo, o que resulta em uma vegetação de pequeno porte.

Mas, quando nos deparamos com uma flor do campo, como as canelas-de-emas, ou uma gonfrena, a rosa-do-campo ou as flores das Eriocauláceas, nos maravilhamos em ver como pode tamanho constraste. A beleza destas flores, tendo com pano de fundo o céu azul a a vastidão dos campos, é muito marcante.

O Cerrado tem o auge de sua floração nos meses de abril a julho, isto é, no início da seca. Daí, podemos afirmar que não há primavera no cerrado. No Cerrado, o certo é dizermos que há duas estações climáticas, a seca e as chuvas. Não há primavera nem outono.

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Nome Científico: Aechmea fasciata
Nome Popular: Aequimea, vaso-prateado, bromélia-aequimea
Família: Bromeliaceae
Origem: Brasil

Ciclo de Vida: Perene
Uma das bromélias mais comercializadas, a Aequimea é normalmente vendida em vasos. Sua folhagem é rígida, com estriações verticais, espinhos nas bordas e apresenta escamas esbranquiçados, principalmente quando a planta é jovem.

A inflorescência, muito durável, também é rígida, formada por brácteas cor-de-rosa, cheias de espinhos nas bordas, e flores roxas delicadas.

Os frutos são pequenos e arredondados. A floração ocorre quando a planta está madura e recebeu iluminação e nutrientes suficientes. Após a floração a planta emite brotações laterais e morre.

Muito indicada para a decoração de interiores durante a floração, após este período deve ser levada ao jardim para locais semi-sombreados, frescos e úmidos.

Devem ser cultivadas em substrato para epífitas, como casca e fibra de coco, areia, entre outros materiais, sempre à meia-sombra, irrigadas regularmente.

Multiplica-se por separação das mudas laterais, quando estas atingem 2/3 do tamanho da planta mãe. Profissionalmente pode ser multiplicada por sementes e meristema.

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