
As assim chamadas “begônias tuberosas” são apreciadas por serem plantas duradouras e com flores viçosas, sendo ideais para vasos ou cachepots, sempre impressionando pelo seu belo colorido.
Obtida através de hibridação e seleção de várias espécies originárias dos Andes, a Begônia Rieger produz flores das mais variadas cores que encantam já à primeira vista.
As folhas de formatos variados podem ser orbiculares, ovaladas e cordiformes e também são bastante decorativas.
Podem ser cultivadas em vasos largos para que possam espalhar melhor ou em potes menores, ficando mais decorativas se acondicionadas em cachepots.
Luz: Alta intensidade, bem próxima a uma janela de face norte ou leste.
Temperaturas: 10 a 27 graus, tolerando até 4 graus.
Água: Espere a superfície do solo do vaso secar, antes de regar novamente.
Adubação: Uma vez por mês em pequenas quantidades, não muito próximo do caule da planta. Pode ser com NPK 4-14-8 granulado.
Propagação: Estaquia.
Cuidados: Quando o vaso estiver pequeno para o tamanho da planta é recomendado transplantar para um maior usando uma mistura com 50% de matéria orgânica.
Dicas: Em caso de poucas flores mudar a planta para um local mais iluminado.


A hortênsia é um arbusto de porte ereto, bastante ramificado e muito florífero produzindo grande quantidade de flores estéreis nas colorações azuis, rosas e brancas. Esta planta pode crescer de 1,5 a 3 metros de altura, é de porte ereto, bastante ramificado e adquire formato mais regular quando é podada periodicamente. As regiões de origem desta espécie são a China e o Japão.
Sempre que falamos em hortênsias lembramos-nos das regiões de clima mais frio tipo região sul, Campos do Jordão, Monte Verde entre outras.
Mas engana-se quem acha que ela produz só nestes locais, as hortênsias podem ser vistas floridas também em locais de clima subtropical como, por exemplo, o interior do estado de São Paulo.
Outro fato interessante que ocorre com as hortênsias é que dependendo do pH do solo em que forem cultivadas a coloração de suas flores podem variar de intensidade ou até mesmo mudar.
Dicas de cultivo: As hortênsias são muito fáceis de cultivar, desenvolvem-se melhor sob luz indireta e a temperatura ideal fica entre 12 e 21 graus centígrados, o que não significa que não possa ser cultivada em temperaturas mais altas.
O solo deve ser mantido úmido, porém sem encharcamentos e usando pouco fertilizantes. Quando cultivada em vasos dentro de residências preferir os locais mais claros sem descuidar da irrigação e quando passar a florada pode ser plantada em jardins desde que passe por um período de aclimatação preferencialmente sob um sombrite 50%.
Quando cultivadas em áreas externas ela deve ser podada anualmente para adquirir um formato mais compacto e produzir mais flores.


O Clorofito (Chlorophytum comosum) é uma das forrações mais populares em jardins brasileiros e uma das mais antigas em uso pelos paisagistas.
Isso se deve ao seu grande valor decorativo e também pela versatilidade da planta que pode ser usada em vasos. Também conhecida por “Gravatinha”, o Clorofito é uma planta herbácea com porte variando entre 15 a 20 cm de altura com folhas achatadas e verdes na espécie mais comum.
Apresenta estolhos que quando tocam o solo rapidamente desenvolvem raízes. A espécie Chlorophytum comosum variegatum tem folhas verde-claras com bordas brancas que a torna bem mais decorativa que a espécie típica.
Pertence à família das liliáceas é nativa da África do Sul.Quando cultivada em vasos seu efeito ornamental é ressaltado pelos filhotes (estolhos) que brotam e ficam pendentes principalmente quando exposto em local alto. A multiplicação do Clorofito é feita a partir dos filhotes desenvolvidos nas extremidades dos caules ou pela divisão das raízes.
Dicas de cultivo: Os clorofitos se desenvolvem melhor quando cultivados sob luz solar indireta, em locais mais ensolarados mantém um aspecto mais compacto e com folhagem mais colorida.
A temperatura mais indicada fica entre 18 a 29 graus centígrados e quanto ao solo prefere os de maior umidade.
Mudinhas recém plantadas só devem ser adubadas depois de seis meses.
Posteriormente as adubações de manutenção podem ser feitas a cada três meses.


Para quem procura plantas decorativas para ambientes internos com bastante sombra e pouca ventilação com certeza a espécie mais indicada é a Jibóia (Epipremnum pinnatum , anteriormente Scindapsus aureus ).
Esta planta é a mais resistente à falta de luz e ventilação, mesmo em condições desfavoráveis ela continua crescendo e soltando folhas novas durante bastante tempo e só deve ser trocada de ambiente para recuperação em casos em que a folha apresente alguma necrose ou manchas.
A Jibóia é uma espécie trepadora semi-herbácea e pertence à família das aráceas, a mesma dos filodendros, espatifilos e antúrios entre outras. É nativa das Ilhas Salomão e seu principal atrativo é a folhagem variegada de amarelo sendo que as folhas da planta quando cultivada em vasos são pequenas e tornam-se grandes e recortadas quando plantadas diretamente ao solo em projetos paisagísticos.
Dicas de cultivo
Luz: Sombra e meia-sombra
Solos: Ricos em matéria orgânica e bem drenados. Quando cultivada em vasos o substrato deve ser bem fibroso e de fácil drenagem tipo terra vegetal, casca de pinus e fibra de coco.
Pragas e doenças: Pelo fato de ser cultivada mais à sombra pode ser atacada por pulgões e cochonilhas que podem ser controlados com produtos naturais à base de nim. Em caso de podridão das folhas deve ser trocada para ambiente mais ventilado para recuperação.
