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É uma planta de fácil cultivo e pouco exigente na manutenção, sendo usada em cestos suspensos. Adapta-se muito bem a interiores, tolerando o ar condicionado e eventuais “esquecimentos”.

Na espécie selvagem as folhas são verdes mas nas variedades mais conhecidas e populares são matizadas, apresentando folhas com listas longitudinais brancas ou amareladas. É considerada como uma planta purificadora do ar.

Família – Liliáceas

Origem – África do Sul

Luz
Pode ser cultivada sob sol pleno mas não tolera lugares expostos ao sol mais intenso do dia. Tolera bem os lugares mais escuros mas a obscuridade pode fazê-la perder as faixas brancas.

Temperatura e umidade
Tolera o frio. Pulverizar as folhas para fornecer alguma umidade sem a qual os bordos das folhas ficam acastanhados.

Rega
Regar regularmente sem encharcar. Cada 3 dias no Verão e semanalmente no Inverno. As suas raízes grossas, com boa reserva de nutrientes e água, tornam-na tolerante a pequenos períodos de seca.

Sobrevivência
Adubações quinzenais na Primavera e Verão. Pode crescer muito. Mudar de vaso 2 vezes ao ano ou quando as raízes aparecerem debaixo do vaso.
Pode provocar problemas digestivos e dermatites de contacto nos gatos.

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Asplenium_nidus

Feto que não é facilmente identificável como tal porque as suas folhas são muito diferentes do que se espera de um feto. As folhas nascem enroladas e abrem a partir do centro da roseta formando uma taça ou ninho.

É uma epífita, isto é, nasce e desenvolve-se sobre outras plantas vivas mas pode ser cultivada em terra. Pertence à família Aspleniáceas e sua origem é da Índia (Ásia)

Luz
Preferem sombra e resistem bem a pouca iluminação. A luz solar direta faz murchar as folhas.

Temperatura e umidade
Não resiste ao frio. Como todos os fetos, prefere ambientes úmidos pelo que deve ser borrifada, sobretudo no tempo quente, ou assentar o vaso em base com pedras e água. Aguenta o ar seco do ar condicionado, mas crescerá menos.

Rega
Manter a terra bem regada durante os meses de desenvolvimento e apenas ligeiramente umedecida no Inverno quando não se registra crescimento. É intolerante a água calcária. Sugere-se rega pela base do vaso durante uns minutos para absorção por capilaridade, para evitar o apodrecimento da planta.

Sobrevivência
Necessita de proteção contra ventos. Usar fertilizante líquido de 3 em 3 semanas nos meses de crescimento.Limpar as folhas com pano úmido. Transplantar a cada 2 anos, na Primavera.

jardim

planta vaso_

Vasos que abrigam plantas podem ser utilizadas tanto dentro como fora de casa. Sua grande vantagem é a manutenção rápida, prática, além de possibilitar um número infinito de composições e arranjos. Você pode usar e abusar de tamanhos, cores, materiais e modelos diferenciados, resultando em uma composição bastante criativa e em um ambiente agradável.

Lista de Materiais a serem utilizados
* Terra preta para vasos em quantidade suficiente, o que varia de acordo com o porte da planta e o tamanho do vaso.
* Argila expandida (cinesita) para forrar o fundo do vaso ou se preferir, cacos de barro.
* Adubo químico e/ou orgânico ou fertilizante, se desejar.
* 1 vaso com dreno – orifício no fundo – adequado para o porte da planta.
* 1 planta resistente e que goste de vasos.

Veja algumas sugestões:
Formio; Moréia; Crássula; Bromélia; Xamedória; Pingo de Ouro; Jibóia; Hibisco roxo; Rabo de gato; Filidentros; Flor Coral; Fênix

Atenção: Evite trabalhar com a terra do seu jardim! Como ela não é tratada, pode trazer bactérias para dentro de sua casa.
Todos os materiais acima são encontrados nas principais lojas de jardinagem.

Dica: Para um melhor acabamento e visual mas bonito, coloque pedras pequenas no vaso, depois de ter terminado o plantio.
Cubra a terra com essas pedrinhas até 2 ou 3 centímetros abaixo da borda do vaso. podem ser seixos de rio, pedrinhas brancas, etc… Com certeza, ele ficará bem bonito!

1 – Escolha o vaso certo para a planta certa.
Escolha sempre as plantas mais resistentes, principalmente se forem colocadas dentro de casa. Preste atenção ao tipo de planta que vai escolher; algums precisam de muito sol, outros não. Quanto aos vasos, a regra básica para não errar na hora de escolher o vaso ideal para a sua planta é levar em consideração as suas dimensões. É essencial que o tamanho do vaso seja compatível com o tamanho da planta. Isto quer dizer que é preciso prever, também, o porte que a planta atinge quando adulta.
Independentemente do modelo , é preciso acomodar a planta de tal forma que haja espaço e quantidade de terra suficientes para o seu crescimento e desenvolvimento. Plantas de médio porte, por exemplo, têm por volta de 1,50m de altura. Para elas, o aconselhável são vasos com altura mínima de 50 cm.
A largura do vaso também é importante: deve haver terra o suficiente ao redor do caule da planta.
Outro detalhe muito importante: é preciso que o vaso tenha um dreno no fundo – um pequeno orifício por onde a água escorre.

2 - Coloque o vaso em local adequado para a planta – Como cada planta requer cuidados específicos, ela deve estar sempre em locais adequados para o seu desenvolvimento. Isso significa às condições de quantidade diária de sol, por exemplo. Existem plantas que vão melhor ao sol, outras vão melhor à sombra.
Certifique-se que o local onde pretende colocar o vaso atenda à essas condições. Evite correntes de ar e assegure-se de colocar o vaso sempre em locais iluminados, um quesito básico para qualquer planta. Se estiverem dentro de casa, prefira colocá-los perto de janelas, mas protegidos de correntes de ar. Se você escolheu um vaso grande, coloque-o no local que escolheu – ele se tornará excessivamente pesado, quando estiver já com a terra e a planta e será muito difícil transportá-lo para outro lugar.
Cuidado com aquecedores: eles roubam a umidade da planta, pois ressecam o ar. O correto é mantê-las longe de ar-condicionado ou aquecedores. De qualquer forma, será preciso aumentar a sua rega, para garantir a umidade.
Se a planta é de pequeno porte, e consequentemente, o vaso de tamanho menor, você pode mudá-lo de lugar sempre que quiser. Isso pode, também, ser uma opção para quem tem tempo: a planta pode ser colocada todos os dias para tomar sol, na quantidade que precisa, e depois voltar para seu local original.

3 - Verifique o estado da planta – Quando você compra uma planta, geralmente sus raízes vêm envoltas por terra endurecida e estopa. Isso é o que chamamos de torrão. A estopa não precisa ser remmovida, porque com o tempo, se decompõe na terra e torna-se adubo. No entanto, se estiver envolta em saco plástico, é preciso removê-lo. Se quiser misturar plantas, certifique-se antes que nenhuma está doente. Verifique, ainda se todas têm a mesma necessidade de luz, água e temperatura.

4 – Plantio – Coloque no fundo do vaso uma camada de argila expandida (cinisita), que serve para facilitar escoamento da água e previne contra entupimento no dreno. Isso feito, coloque uma camada de terra preta e depois coloque a planta com cuidado para não machucar suas raízes. É importante colocar a terra até um nível em que o torrão, quando colocado no vaso, fique muito próximo do limite do vaso.

Em seguida, coloque camadas de terra até que esteja em quantidade suficiente. Conforme for despejando a terra, vá assentando-a com a palma da mão, de cima para baixo, suavemente. Se preferir, o ideal é jogar um palmo de adubo sobre a terra. Isso ajuda muito na adaptação da planta e no seu desenvolvimento. Evite, no entanto, o contato de adubo químico com o torrão, pois isso queima-o. Ou então, coloque fertilizante.

5 - Cuidados na manutenção – Plantas em vasos geralmente requerem mais cuidados, principalmente se estão dentro de casa. A primeira dica é colocar um prato embaixo do vaso (muitas vezes são vendidos junto com o próprio vaso). Isso facilita na hora da rega – se, por acaso, a água escoar pelo fundo do vaso, não vai sujar o seu piso.
Evite folhas em contato com a água, pois facilita a proliferação de microorganismos. Siga corretamente a manuntenção indicada para a sua planta. Lembre-se, ainda, de fazer limpeza periódica, removendo poeira e sujeira das folhas e cortando aquelas que estiverem em más condições. A adubação também é importante e não deve ser esquecida.

joaninha e girassol

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Trata-se de uma das mais belas e delicadas dentre as espécies ornamentais para cultivo em vasos no interior dos ambientes. É muito importante saber-se que as violetas africanas (Saintpaulia ionantha pertencente à família das Gesneriaceae) nada têm a ver com as verdadeiras violetas (Viola odoratissima pertencente à família das Violaceae).

Trata-se de planta delicada com folhas dispostas em roseta com formato levemente arredondado e cobertas por penugem aveludadas geralmente verdes. As flores são belas e abundantes, inodoras, apresentando-se, conforme a variedade, nas cores rosa, brancas, azuis ou mescladas.

As Saintpaulia ionantha são bastante fáceis de serem cultivadas a nível doméstico até mesmo pelos leigos pois, para isso bastará seguir as seguintes recomendações:

1. Localizar os vasos em ponto onde haja boa luminosidade natural indireta, de preferência junto a uma janela voltada para o nascente.

2. Regar sempre que necessário, na quantidade suficiente para manter o solo do vaso com umidade regular porém sem encharcamento. As regas devem ser aplicadas com um regador de bico fino diretamente sobre a superfície do substrato (solo do vaso), nunca sobre as folhas, para evitar manchas que não desaparecem e são causadas pela água em temperatura inadequada.

Evite-se também molhar através do prato, pois na realidade esse deve permanecer sempre livre do acúmulo de água para que não ocorra a invalidez da drenagem.

3. Verificar sempre as plantas para identificar a ocorrência de cochonilha (que são insetos sugadores na forma de uma massa branca como pequenas bolinhas brancas ou marrons que aparecem no verso das folhas e ou nos brotos) e ou de pulgões.

ara combater e eliminar esses tipos de insetos, utilize um cotonete de algodão embebido em calda de fumo que pode ser feito com um pequeno pedaço de fumo de corda picado que se deixa de molho em água durante 24 horas, passado esse período coa-se num pano e mistura-se com álcool em partes iguais.

Esse procedimento deverá ser repetido até a eliminação dos insetos, o que geralmente ocorre após a 3ª ou 4ª aplicação.

4. Adubar com fertilizante líquido de fórmula 4-14-8 ou 12-36-14, num intervalo de 15 em 15 dias, adicionando o fertilizante sempre em quantidade mínima – 1 copinho de café por vaso.

5. Quando as flores estiverem murchando deverão ser cortadas, assim como também se eliminarão as folhas secas ou machucadas.

6. A multiplicação pode ser feita através das folhas mais velhas com pecíolo (cabinho) que são colocadas para enraizar em areia e à sombra. Após o enraizamento, quando surgir a brotação das mudinhas na base do pecíolo procede-se o seu transplante para um vaso de barro com substrato composto por 1 parte de terra arenosa e 1 parte de húmus de minhoca.

Cultivo – Embora os vasinhos de plásticos sejam mais charmosos e há quem tenha sucesso até com o cultivo em xaxins, as violetinhas vão bem mesmo em vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta.

Deve ter um furo na base, para a drenagem da água das regas. Antes de receber a muda, é conveniente mergulhar o vaso em algumas horas para com as paredes úmidas, assim o material não roubará a umidade do solo. Faça uma camada de drenagem no fundo do vaso, colocando um pedaço de cerâmica sobre o orifício e encha o vaso com a terra.

Pode ser usada uma mistura com duas partes de terra de jardim, duas de terra vegetal e uma vermiculita. Plante a muda, centralizando a raiz e molhe até a água escorrer para o prato. Jogue o liquido fora e regue novamente.

A terra em que estiver plantada não deve ser encharcada, pois o excesso de água provoca o apodrecimento das raízes. As raízes das violetas são muito sensíveis, sendo importante que a terra usada no plantio seja uma mistura de boa qualidade, com boa aeração. Recomenda-se um pH em torno de 5,5 até 6,5.

O plantio das matrizes e mudas não deve ser muito profundo, pois isso provoca o apodrecimento da planta.

O melhor é fazer uma pequena cavidade com o dedo e introduzir uma folha sadia, sem enterrar. Essa folha será a matriz que irá originar as mudas. Quando isso começar a acontecer, torna-se necessário retirar a folha matriz para forçar o crescimento independente.

As flores de violetas necessitam de vários elementos químicos. A parte básica da adubação são os macronutrientes: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.
As aplicações de adubos são necessárias, durante todo o ciclo (ex. nitrato de cálcio, uréia e nitrato de potássio).

O melhor local é aquele com boa luminosidade, mas sem incidência direta dos raios solares. A temperatura ideal para as violetas varia de 22 a 24 graus centígrados – o mínimo é 15ºC e o máximo 30ºC.

Com pouca luz, elas não florescem; com muita, são capazes de florescer, mas suas folhas ficam queimadas nas bordas. A luz solar filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, e temperaturas em torno de 25ºC formam o ambiente ideal para a planta.

Se for colocar o vaso no parapeito da janela, uma boa dica para garantir o crescimento simétrico da violeta é ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre o mesmo sentido.

Cuidados
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A violeta também é susceptível a algumas pragas (tripes, ácaros, etc.); Se sua violeta apresenta alguns sintomas, a resposta pode ser a seguinte:
- Manchas queimadas: alto nível de E.C., intoxicação por produtos químicos;
- Amarelecimento das folhas: índices de luz, baixo nível dos principais macronutrientes;
- Folhas com manchas brancas/amarelas: água com temperatura inferior a 21ºC, principalmente no frio.

Manter o vaso no prato, em lugar fresco, com luz indireta. O maior pecado é molhar a copa e as folhas da violeta. Para que não apodreçam, o melhor é colocar água no pratinho. Cuidado, no entanto, para não afogá-las, já que respiram pelas raízes. No verão, molhe duas vezes por semana e no inverno, uma vez só.

A cada mês, faça uma rega por cima, deixando que a água leve embora os sais minerais que concentram sobre o solo prejudicando-o. Importante: ferva a água ou deixe descansando um dia para que o cloro, tão odiado pelas violetas, evapore.

Para a adubação, alterne os fertilizantes orgânicos (origem animal ou vegetal, como esterco e farinhas de osso e de peixe) com os inorgânicos (derivados do refino do petróleo ou de extrações minerais). O NPK (nitrogênio + fósforo + potássio) é um fertilizante inorgânico apreciado por essas plantas.

Vem no teor desejado e você pode optar pela composição 10-10-5. A temperatura ambiente é aceitável até um mínimo de 18ºC.

Outono1